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Futebol

Fernando Tavares 'ataca' silêncio do Benfica no caso Prestianni: "Presunção pública de culpa"

Antigo dirigente dos encarnados, através das redes sociais, teceu duras críticas à forma como Clube tem gerido o caso de alegado racismo

Nas redes sociais, Fernando Tavares voltou a visar o Benfica, criticando o seu silêncio em torno da polémica com Prestianni
Nas redes sociais, Fernando Tavares voltou a visar o Benfica, criticando o seu silêncio em torno da polémica com Prestianni

23 Fev 2026 | 13:51 |

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A comunicação do Benfica tem sido alvo de constantes críticas na última semana, face às várias polémicas em que o Clube se vê envolvido. Agora foi a vez de Fernando Tavares visar o seu antigo clube. O ex-vice-presidente das águias diz que os encarnados têm gerido mal a polémica entre Prestianni - que desabafou junto do plantel - e Vinícius Jr.


Fernando Tavares: "Instala-se uma presunção pública de culpa, mesmo que não exista nenhuma"


"Após a conferência de imprensa pós-jogo, onde ficou clara a posição do Benfica, ou seja, não se comenta porque o processo vive uma espécie de 'segredo de justiça', o caso Prestianni traz para o espaço público uma questão que ultrapassa o futebol: como devem as organizações gerir a comunicação quando enfrentam suspeitas, dúvidas ou escrutínio? O silêncio institucional, absoluto e prolongado, num ambiente mediático acelerado, cria vazio informativo e é rapidamente preenchido por especulação. Instala-se uma presunção pública de culpa, mesmo que não exista nenhuma", pode ler-se na publicação feita na rede social LinkedIn.


"Um paralelismo com a indústria petrolífera, onde exerci a maior parte da minha atividade profissional, salienta a experiência vivida num ponto crítico: a diferença entre a gestão jurídica do risco e a gestão estratégica da reputação. Durante décadas, a indústria enfrentou acusações recorrentes de cartelização dos preços, da obtenção de margens elevadas e de não fazer repercutir, no dia seguinte, as flutuações do preço do barril no preço pago pelo consumidor. Também aqui existia presunção de culpa e não presunção de inocência", continua Fernando Tavares.

"O tema era tecnicamente complexo e juridicamente sensível. Qualquer declaração mal calibrada poderia ter implicações legais relevantes. A tentação inicial foi a prudência extrema. Mas rapidamente se percebeu que o silêncio absoluto estava a consolidar uma narrativa de culpa. A resposta não foi o confronto agressivo, foi a pedagogia estruturada. Explicação periódica aos jornalistas especializados em economia sobre a formação do preço dos combustíveis, o impacto das flutuações do preço do barril, a carga fiscal, a dinâmica concorrencial e o efeito da empresa dominante no mercado. Tudo isto coordenado com o devido aconselhamento jurídico. Mas não subordinado aos advogados. A diferença é decisiva. A fronteira entre aconselhar e liderar", pode ler-se na publicação.


"Os advogados existem para proteger a organização do risco legal. A administração existe para liderar, incluindo a reputação, a confiança, o posicionamento estratégico e o valor da marca. Muitas vezes o maior dano não vem de um processo judicial. Vem da deterioração lenta da credibilidade. Numa organização madura, o jurídico aconselha, a comunicação estrutura e a administração decide. Quando esta ordem se inverte, instala-se uma cultura defensiva. A comunicação torna-se minimalista. A narrativa passa para terceiros. A marca perde capacidade para enquadrar os factos", adiantou o ex-dirigente do Clube da Luz.

"A boa gestão não passa por ignorar o risco jurídico. Passa por integrá-lo numa decisão mais ampla. Isto significa exercer liderança. As organizações que compreendem isto percebem que a comunicação não é um apêndice jurídico. É um instrumento estratégico de criação de confiança. Quando os princípios da boa gestão são invertidos, ou seja, quando o medo jurídico se sobrepõe à liderança estratégica, quem paga é a marca", escreveu, por fim, Fernando Tavares, na sua página oficial de LinkedIn.


Futebol

E esta? Luís Filipe Vieira viu a final da Taça de Portugal no meio de adeptos do Sporting

Partida entre leões e Torreense ficou marcada não só pelo desfecho em campo, mas também pela presença do antigo líder encarnado

Luís Filipe Vieira, antigo presidente do Benfica, assistiu à final da Taça de Portugal ao pé de adeptos do Sporting
Luís Filipe Vieira, antigo presidente do Benfica, assistiu à final da Taça de Portugal ao pé de adeptos do Sporting

26 Mai 2026 | 17:30 |

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O Estádio Nacional do Jamor recebeu uma final da Taça de Portugal entre Sporting e Torreense, um jogo que rapidamente ganhou contornos históricos dentro das quatro linhas, mas também gerou enorme atenção fora delas devido à presença de figuras mediáticas nas bancadas, com destaque para Luís Filipe Vieira.


O antigo presidente do Benfica marcou presença na bancada central do recinto e assistiu ao encontro lado a lado com José António dos Santos, empresário conhecido no setor agroalimentar e ligado ao patrocínio do Torreense, num contexto em que várias personalidades do futebol português marcaram também presença no evento.


A presença de Vieira não passou despercebida no ambiente do Jamor e acabou por gerar momentos de contestação por parte de alguns adeptos presentes no estádio, num cenário de elevada tensão emocional associado à importância da final e ao próprio desfecho da partida.


O encontro terminou com a vitória do Torreense sobre o Sporting por 2-1 - e que dá dores de cabeça ao Benfica, resultado que aumentou ainda mais a intensidade vivida nas bancadas, contribuindo para um ambiente carregado de emoção, celebração de um lado e frustração do outro.

Luís Filipe Vieira, figura central do futebol português enquanto antigo líder do Benfica durante vários anos, tem mantido aparições ocasionais em grandes jogos nacionais, sendo frequentemente associado a eventos de forte mediatismo no panorama desportivo.


Veja o momento: 



Futebol

Incrível! Jogador que saiu a custo zero do Benfica foi eleito o melhor em Itália

Depois de anos marcados por críticas, erros e muita desconfiança, um antigo atleta dos encarnados está finalmente a viver melhor momento da carreira

Mile Svilar, antigo guarda-redes do Benfica, foi eleito pelo segundo ano consecutivo o melhor guardião de Itália
Mile Svilar, antigo guarda-redes do Benfica, foi eleito pelo segundo ano consecutivo o melhor guardião de Itália

26 Mai 2026 | 16:37 |

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Mile Svilar vive uma autêntica redenção no futebol italiano. O guarda redes da Roma foi novamente eleito o melhor guardião da Serie A e teve papel decisivo no regresso do clube romano à Liga dos Campeões, sete anos depois.


Na vitória frente ao Verona, por 2-0, o antigo jogador do Benfica assinou uma intervenção determinante ainda com o resultado empatado, aos 40 minutos, num lance que mereceu enorme destaque na imprensa italiana. O portal Leggo.it chegou mesmo a classificar a defesa como "uma defesa de 60 milhões feita num momento decisivo não só do campeonato, mas de toda a história recente da Roma", enquanto o Tuttosport destacou a enorme saída do guarda redes a impedir o golo adversário.


O momento contrasta totalmente com a imagem deixada na estreia na Liga dos Campeões, em 2017, quando Svilar ficou ligado ao erro frente ao Manchester United, no Estádio da Luz, ao entrar com a bola dentro da própria baliza num lance que acabou por marcar o início da sua aventura europeia.


Na altura, José Mourinho, treinador dos ingleses, saiu em defesa do jovem guardião. "O miúdo é um fenómeno. Eu prefiro um guarda redes destes do que outro que fique a pisar a linha de golo ao longo dos 90 minutos. Tudo o que ele fez foi bom e "comeu" este golo, mas se calhar não vai "comer" outro igual", disse na altura.

Depois de ter saído do Benfica em 2022 para rumar à Roma, Mile Svilar reencontrou precisamente Mourinho em Itália e acabou por explodir definitivamente. Aos 26 anos, fechou a época com apenas 31 golos sofridos em 38 jogos, 18 partidas sem sofrer golos e uma impressionante taxa de 77% de defesas.



Futebol

Ex-adjunto não esconde admiração por irmão de João Tralhão: "Treinador muito completo"

Profissional deixou rasgados elogios ao treinador do Torreense, que também já passou pelo Benfica, afirmando que tem qualidade para voos mais altos

Antigo colega do irmão de João Tralhão aponta que o antigo treinador do Benfica tem imensas qualidades e está destinado a voos mais altos
Antigo colega do irmão de João Tralhão aponta que o antigo treinador do Benfica tem imensas qualidades e está destinado a voos mais altos

26 Mai 2026 | 15:28 |

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Luís Tralhão tem sido um dos grandes destaques do Torreense, que conquistou no último domingo, 24 de maio, a Taça de Portugal. O irmão de João Tralhão — que se mostrou orgulhoso do feito da sua equipa — foi bastante elogiado por Carlos Simões. O antigo adjunto considerou que o ex-Benfica é "um treinador muito completo".


"É um treinador muito completo. Além de ser um líder nato, está muito à vontade nas componentes do treino, da estratégia e da tática", começou por dizer Carlos Simões, em declarações ao jornal Record, elogiando o perfil de Luís Tralhão, obreiro da conquista do Torreense na prova rainha do futebol português.


"É um treinador extremamente humilde, quer fazer o trajeto dele passo a passo, de forma sustentada. Mas qualquer treinador que seja competente quer evoluir e chegar a patamares mais altos. O Luís não é exceção", acrescentou o treinador que foi adjunto do ex-Benfica na época passada, quando mesmo orientava o escalão de sub-23.


"O Luís é uma pessoa fantástica. Além de ter muita competência e muitos anos de ligação ao futebol, é um excelente ser humano. O grupo de trabalho, que é um bom grupo, viu que ele estava ali para os ajudar e isso foi fundamental. A relação que ele estabelece com os jogadores acaba sempre por ser determinante", acrescentou Carlos Simões, ao Record.

"O Luís é exigente e, além de exigente, é justo. Valoriza a dinâmica e a competência dos atletas. Quando eles trabalham é tranquilo. Mas quando é preciso puxar a carroça, quando aperta, o Luís é o líder que esperamos que seja, encaminhando-nos na direção certa", concluiu Carlos Simões, deixando rasgados elogios ao antigo treinador dos sub-23 e irmão de João Tralhão.



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