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Benfica alcança posição notável na Forbes e deixa Porto e Sporting para trás
30 Mai 2026 | 17:00
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07 Mai 2026 | 13:30 |
O processo "Saco Azul" terminou com a absolvição de todos os arguidos, entre os quais Luís Filipe Vieira e a Benfica SAD, e o acórdão consultado pelo jornal Record traz agora à tona detalhes importantes sobre aquilo que foi decisivo para o tribunal.
Segundo o documento, os testemunhos prestados por inspetores da Polícia Judiciária acabaram por enfraquecer de forma significativa a tese defendida pelo Ministério Público. Em causa estavam suspeitas de fraude fiscal, falsificação de documentos e branqueamento de capitais, alegadamente praticados entre 2015 e 2018 através de contratos celebrados entre o Benfica e a empresa Questão Flexível.
O coletivo de juízes concluiu, contudo, que não ficou provado que os serviços fossem fictícios nem que o dinheiro tivesse regressado ao Benfica através do alegado "saco azul". O acórdão destaca particularmente o depoimento da inspetora Maria Pires, que afirmou não existir qualquer prova concreta do retorno do dinheiro ao clube encarnado. "A testemunha Maria Pires, inspetora da Polícia Judiciária, depondo de forma credível, por segura e espontânea, afirmou duas coisas importantes: não há nos autos qualquer prova que prove o retorno do dinheiro ao Benfica; não conseguiu associar ao Benfica os levantamentos em numerário efetuados nas contas da arguida Questão Flexível", pode ler-se no documento citado pelo jornal.
O tribunal sublinhou ainda que a única ligação direta entre Luís Filipe Vieira, Domingos Soares de Oliveira e os contratos em investigação era precisamente o facto de terem assinado os mesmos. Rui Félix, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, corroborou igualmente esta versão durante o julgamento.
Apesar de terem sido identificadas relações pessoais entre alguns dos arguidos e várias falhas na documentação contabilística da Questão Flexível, os juízes entenderam que subsistiam dúvidas suficientes para aplicar o princípio jurídico "in dubio pro reo". Como foi referido na decisão, "a dúvida não pode ser resolvida em desfavor dos arguidos".
Antigo candidato a vice-presidente na lista do ex líder do Clube encarnado mostrou-se analítico sobre o grande projeto das águias
01 Jun 2026 | 16:12 |
Bruno Batista, ex candidato a vice-presidente na lista de Luís Filipe Vieira nas últimas eleições do Benfica, abordou o projeto do Benfica District, criticando que existe falhas estratégicas, como por exemplo não pensar-se na cobertura do Estádio da Luz.
B. Batista: "Há alguns erros estratégicos"
"O Benfica District trata-se de um projeto que eu não acho que se deva deitar fora, embora considere que há alguns erros estratégicos. O Benfica deveria cobrir o estádio por completo para que se torne na maior sala de espetáculos do país. Estamos a assistir a espetáculos esta semana que são uma gigantesca fonte de receita, que só acontecem nesta janela temporal de final de época e quando o Benfica muda o relvado", analisou, em entrevista ao jornal 'O Jogo'.
Na mesma linha, o empresário deu o exemplo do Real Madrid. "Se nós prepararmos o estádio, como o Real Madrid, que em três horas muda o piso de concertos para o relvado, e o cobrirmos, o Benfica fica com a maior sala de espetáculos do país. E devemos fazer isso antes que outros o façam. Esta é uma fonte de receita que pode valer 20, 30 ou 40 milhões de euros. No ano passado, foram 600 mil euros por dia de aluguer do estádio. Porém, não nos podemos esquecer de que o Benfica é um clube desportivo e tem de gerar títulos", completou.
B. Batista: "Em cada década o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos"
Acerca do acordo com a NOS, Bruno Batista acredita que a antecipação de receitas pode ajudar o Clube a ser hegemónico em Portugal. "Podemos antecipar receita da NOS para compensar problemas de tesouraria neste ano, desde que se compense com o aumento de receitas. O futebol não é uma ciência perfeita, mas a qualidade de uma estrutura sustenta, no tempo, os resultados. Pode-se falhar um ano, mas, em cada década, o método tem de dar resultados e o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos", falou.
O conhecido adepto também abordou o interesse do fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner nas ações de José António dos Santos. Bruno Batista considera uma boa oportunidade de negócio. "O meu desejo é que os dividendos sejam expressos em resultados desportivos e não em dinheiro. Por isso, defendo que o Clube deve adquirir o máximo de ações da SAD para depois procurar parceiros estratégicos que invistam e acrescentem valor no âmbito desportivo e das infraestruturas", pode ler-se.
Águias deram mais um passo rumo à nova temporada, mas há um detalhe que continua a alimentar a curiosidade dos benfiquistas
01 Jun 2026 | 16:00 |
O Benfica já colocou em pré-venda a camisola principal que será utilizada na próxima temporada de 2026/27, permitindo aos adeptos garantirem antecipadamente o novo equipamento, mesmo sem conhecerem ainda o seu aspeto final.
Os encarnados anunciaram que todos os benfiquistas que efetuarem a encomenda até à próxima quinta-feira, dia 4 de junho, receberão a camisola no próprio dia da apresentação oficial, cuja data continua, para já, por divulgar.
A iniciativa tem gerado expectativa entre os adeptos, sobretudo porque o Clube optou por manter total reserva em relação ao design do equipamento, alimentando a curiosidade em torno de uma das revelações mais aguardadas de cada pré-temporada.
Apesar do silêncio oficial, algumas informações já circulam. O portal especializado Footy Headlines avançou, no final de abril, alguns detalhes sobre o novo visual, apontando para alterações relativamente ao modelo utilizado na última época.
Entre as mudanças referidas destaca-se um novo formato da gola, bem como o desaparecimento de elementos em preto presentes na versão anterior. Enquanto a revelação oficial não acontece, os adeptos já podem garantir o equipamento, que está disponível por 90 euros para sócios e 100 euros para o público em geral.
Veja a publicação:
Caso que tinha terminado com a absolvição de todos os arguidos, volta a dar que falar depois de nova posição tomada pelo Ministério Público
01 Jun 2026 | 12:20 |
O Ministério Público decidiu avançar com um recurso da absolvição da Benfica SAD, Benfica Estádio e de Luís Filipe Vieira no âmbito do processo Saco Azul, mantendo assim em aberto um dos casos judiciais mais mediáticos ligados ao universo encarnado nos últimos anos.
A informação foi confirmada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), depois de terem surgido indicações de que o caso estaria encerrado. "O Ministério Público vai interpor recurso da decisão que refere. O processo em causa foi declarado de excecional complexidade, pelo que o prazo para a interposição de recurso é de 60 dias", esclareceu a PGR, referindo-se ao acórdão conhecido em abril.
Recorde-se que o Tribunal Central Criminal de Lisboa absolveu todos os arguidos do processo, incluindo Luís Filipe Vieira, Domingos Soares de Oliveira, Miguel Moreira e ainda as sociedades Benfica SAD e Benfica Estádio. Em causa estavam suspeitas relacionadas com alegados contratos fictícios de consultadoria informática, num esquema que, segundo a acusação, teria permitido retirar mais de 1,8 milhões de euros do Clube entre 2015 e 2018.
Durante a leitura do acórdão, o coletivo de juízes destacou as dúvidas existentes em torno da prova apresentada pelo Ministério Público. "Somente com uma perícia técnica forense é que conseguimos saber quem fez o quê, quem entrou no sistema e que problemas informáticos foram criados. E agora era impossível, nesta fase de julgamento, fazer isso, volvidos 10 anos", apontou o juiz presidente.
O tribunal admitiu igualmente não ter conseguido concluir, sem margem para dúvidas, qual o verdadeiro enquadramento do trabalho desenvolvido por José Bernardes e pela empresa Questãoflexível junto do Clube da Luz. "A questão tem de ver, apenas e só, com o chapéu que foi usado pelo arguido José Bernardes para fazer esses trabalhos para o Benfica", frisou o magistrado.
Ainda segundo o coletivo, existiam argumentos favoráveis e desfavoráveis relativamente à tese da acusação, motivo pelo qual não foi possível alcançar uma conclusão definitiva. "Há argumentos para sustentar que José Bernardes poderá ter trabalhado na Questãoflexível para fazer trabalhos para o Benfica, mas também há argumentos contra", referiu o juiz.
Após a absolvição, Rui Costa reagiu publicamente ao desfecho do julgamento, considerando que o Clube foi prejudicado ao longo da última década pela existência do processo. O Presidente encarnado mostrou satisfação pela decisão judicial e destacou o impacto negativo que o caso teve na imagem da instituição perante os adeptos e a opinião pública.
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