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Exclusivo Glorioso 1904 - Mais um central de saída do Benfica; Futebolista não conta para 2026/27
14 Jun 2026 | 16:16
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14 Ago 2023 | 09:00 |
Jogos Perdem Audiência de Peso
Os jogos da Liga Portuguesa deixarão de ser transmitidos no Reino Unido esta temporada, sendo a Liga Portugal Betclic também não será exibida em França. Este é o resultado de uma abordagem centralizada dos direitos televisivos aprovada pela maioria das equipas do futebol português em 2021 e que estará em vigor até à época desportiva 2028/2029, motivando a reação imediata de Pedro Brinca, conhecido fã do Benfica.
“As receitas da venda dos direitos de transmissão dos jogos das competições nacionais para o estrangeiro são muito pequenas - apenas 8 milhões de euros por ano, segundo números da UEFA - comparadas com o total de cerca de 180 milhões de euros por ano dos direitos nacionais. Há margem para crescer - os Países Baixos conseguem 12 milhões - mas seria sempre um número muito pequeno, longe de mexer a agulha. Mas é um sinal que os exemplos do impacto da negociação centralizada em países como a Espanha não são diretamente traduzíveis para o contexto português", começou por explicar o comentador do Glorioso 1904.
"A liga espanhola tem duas marcas globais - FC Barcelona e Real Madrid - que são crónicos candidatos à vitória nas provas europeias em que participam e têm nos seus planteis os melhores jogadores do mundo, com um potencial comercial internacional dramaticamente diferente de qualquer clube português. Além de que tem um mercado nacional com mais poder de compra e quase quatro vezes maior que o nosso", acrescentou.
Prejuízos milionários
Pela primeira vez, os direitos televisivos do Campeonato nacional são vendidos coletivamente, com o objetivo de conseguir uma distribuição mais equitativa das receitas entre os clubes. No entanto, Pedro Brinca, membro do movimento ‘Servir o Benfica’, acredita que esta iniciativa comercial resultará num declínio competitivo da própria Liga Portugal e dos principais clubes portugueses que participam nas competições europeias.
Depois de desenvolver um estudo sobre o tema, o comentador do Glorioso 1904 já fez várias manifestações públicas contra a centralização dos direitos televisivos. O grupo de adeptos encarnados argumenta que a introdução desta nova iniciativa não traz benefícios óbvios e pode mesmo ser prejudicial para as equipas do campeonato luso.
Por outras palavras, o lucro proveniente da centralização será marginal, na melhor das hipóteses. Além disso, o estudo prevê que equipas como Benfica, Porto, Sporting e Braga enfrentem dificuldades muito maiores na captação de receitas televisivas, correndo o risco de perder vários milhões de euros anualmente.
"O maior prejuízo para o Benfica (e também FCP e SCP) não vem da negociação centralizada propriamente dita, mas do que isso obriga - um modelo de distribuição das receitas. A última referência a esse modelo implicava que as receitas teriam de aumentar para quase o dobro, para que nenhum dos três grandes perdesse receitas relativamente à situação atual", elucida o comentador do Glorioso 1904.
"Ora as últimas notícias sugerem que não será no segmento internacional que isso irá suceder e existem fortes dúvidas que as receitas nacionais se mantenham no próprio ciclo, quanto mais duplicar. Mas mesmo que se mantivessem, o modelo sugerido - 50% distribuídos de forma equitativa, 25% por performance desportiva e 25% por impacto social do clube em causa - implicaria perdas de receitas para os três grandes na ordem dos 10 a 25 milhões de euros cada, por ano", acrescenta.
A probabilidade do futebol português aproximar-se dos valores gerados pelas denominadas “Big 5”, ou as cinco melhores Ligas da Europa, seria menor se este cenário se concretizasse. Neste sentido, equipas inglesas, espanholas, alemãs, francesas e italianas têm maior visibilidade do que a Liga Portuguesa, eliminando oportunidades de negócio.
“Fora das 'Big 5', somos o país com melhor performance nos últimos 23 anos, pelo menos, com os três grandes e SC Braga a contribuírem com 92% dos pontos do ranking atual. Qualquer solução que implique uma perda de receitas destes clubes em favor de clubes que não disputam as competições europeias implicará necessária mente um aumento do fosso financeiro que já existe entre os clubes portugueses e os clubes com quem competem na Europa”, realça Pedro Brinca, citando o dito estudo.
Por outro lado, este novo modelo também acarreta consequências para a captação de receitas provenientes da participação nas competições europeias. Quanto menor forem as receitas televisivas, maior será a degradação do coeficiente de Portugal no ranking de clubes da UEFA, ao mesmo tempo que diminui a capacidade de acesso dos clubes portugueses à Liga dos Campeões.
"Com isto temos menos palco e menor capacidade quer de obter receitas dos prémios de desempenho - Portugal é de longe o país em que as receitas das competições europeias têm mais peso no total das receitas nacionais - quer em termos de projeção de jogadores e respetivas transferências. O Benfica vendeu o Darwin pelo dinheiro que vendeu porque enfrentou o Liverpool nos quartos de final da Champions", destaca Pedro Brinca, prosseguindo.
"Os três grandes concentram 94.5% dos adeptos. E é assim que conseguimos ser competitivos contra equipas dos Países Baixos ou Bélgica, com maior poder de compra e mais habitantes. E o argumento de que a negociação centralizada aumenta as receitas de forma determinante cai logo pela base quando percebemos que os Países Baixos ou a Bélgica, que têm há muitos negociação centralizada e uma forte distribuição de receitas entre todos os clubes, gera bastante menos em termos de direitos televisivos nacionais do que Portugal", revela.
Por fim, o comentador do Glorioso 1904 considera que, enquanto não for demonstrado que a negociação centralizada dos direitos televisivos levará a um aumento dramático de receitas, os encarnados devem utilizar o seu poderio negocial para demover a Liga Portuguesa desta iniciativa.
"Não há nenhuma estratégia comercial que tenha sido anunciada que sustente tal coisa -nem acredito que possa haver - pelo que considero que a promulgação da lei terá sido um erro histórico", conclui.
Presidente do Clube encarnado e novo treinador querem atletas de qualidade confirmada e que possam fazer a diferença no imediato
15 Jun 2026 | 10:16 |
A pré-temporada do Benfica está próxima de começar e Rui Costa e a restante estrutura já estão a planear a época 2026/2027. A direção vai garantir reforços a Marco Silva, priorizando atletas de qualidade indiscutível e com capacidade para agarrarem a titularidade no imediato.
Segundo informações do jornal O JOGO, esta estratégia pode ajudar o Benfica a regressar aos títulos. As posições que podem ser fortalecidas são o eixo da defesa (com dois reforços), o lado esquerdo do ataque e a posição de ponta de lança.
Apesar do início dos trabalhos a 25 de junho, a política desportiva na Luz passa atualmente por contratar os alvos definidos e não comprar depressa. Os encarnados vão apostar na paciência, contratando os novos jogadores de forma cirúrgica e bem pensada.
Outro dado de relevo é o facto de Rui Costa e Marco Silva priorizarem a permanência de grande parte do atual plantel. Além da contratação de jogadores vistos como importantes e de impacto imediato, os atuais atletas do Benfica podem ajudar a alcançar os objetivos da nova época.
Vale lembrar que Rui Costa garantiu, na conferência de imprensa realizada na passada quinta-feira, que nem todos os jogadores do Benfica estão disponíveis para sair neste mercado de verão. O presidente encarnado fez questão de afastar a ideia de uma liquidação geral do plantel.
Possibilidade de rumar aos gauleses foi ao encontro das pretensões do jogador, que procurava um novo desafio fora de Portugal
15 Jun 2026 | 10:14 |
Gonçalo Oliveira está muito perto de trocar o Benfica pelo Rennes, numa transferência que deverá ficar concluída nos próximos dias. O defesa central de 19 anos, que foi uma das figuras da equipa B encarnada e capitão da formação secundária, prepara-se para prosseguir a carreira em França.
O negócio poderá representar um encaixe financeiro na ordem dos 3,5 milhões de euros. Com o contrato a terminar no final da próxima temporada, os responsáveis encarnados encaravam este mercado como a última oportunidade para obter retorno financeiro.
Atualmente a recuperar de uma entorse no tornozelo esquerdo, Gonçalo Oliveira tinha o objetivo de dar continuidade à carreira no estrangeiro. A possibilidade de rumar à Ligue 1 foi ao encontro das pretensões do jogador, que procurava um novo desafio fora de Portugal.
No Rennes, o central encontrará um projeto competitivo e uma equipa que garantiu presença na Liga Europa depois de terminar a última edição do campeonato francês no sexto lugar. Apesar de ter integrado várias convocatórias da equipa principal do Benfica ao longo das últimas épocas, nunca chegou a estrear-se.
Na temporada 2025/26, ao serviço do Benfica, Gonçalo Oliveira — avaliado em 2 milhões de euros — realizou 33 partidas oficiais: 24 na Liga Portugal Meu Super e nove na UEFA Youth League. Nos 2.882 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o defesa apontou quatro golos e fez duas assistências.
Vinculado ao Ajax, clube com o qual termina contrato no final deste mês de junho, ponta de lança encontra-se agora concentrado na participação no Mundial
15 Jun 2026 | 09:34 |
Wout Weghorst voltou a ser associado ao Benfica pela imprensa neerlandesa, mas o avançado não faz parte dos planos da SAD encarnada para a próxima temporada. Apesar dos rumores que surgiram nos últimos dias, os responsáveis das águias não estão a equacionar a sua contratação.
As especulações ganharam força após informações divulgadas nos Países Baixos, que davam conta de um alegado interesse no jogador de 33 anos. O jornalista Mounir Boualin revelou, num podcast do portal Voetbalzone, que ouviu indicações de que o atacante estaria até à procura de habitação em Portugal.
Tal como o nosso Jornal adiantou, em Exclusivo, no passado dia 23 de abril, o futebolista, que vai completar 34 anos no arranque da nova temporada, não se enquadra no perfil desejado para reforçar o plantel encarnado na próxima época (Recorde AQUI).
Atualmente ligado ao Ajax, clube com o qual termina contrato no final deste mês de junho, o ponta de lança encontra-se agora concentrado na participação no Mundial, enquanto o seu futuro continua por definir. No jogo entre Países Baixos e Japão (2-2), o jogador não saiu do banco de suplentes.
Nesta temporada, ao serviço do Ajax, Wout Weghorst — avaliado em 2 milhões de euros — participou em 34 partidas oficiais: 29 na Eredivisie e cinco na Liga dos Campeões. Nos 2.193 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o neerlandês registou nove golos e quatro assistências.