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Rogério Pipi: histórico do Benfica nunca será esquecido

Antigo avançado dos encarnados, que trouxe alegrias às águias entre as décadas de 40 e 50, celebraria mais um ano de vida

Nesta data importante, é feita a devida homenagem a Rogério Pipi, nome que marcou a história do Benfica nas décadas de 40 e 50. Fotografia: SL Benfica | X
Nesta data importante, é feita a devida homenagem a Rogério Pipi, nome que marcou a história do Benfica nas décadas de 40 e 50. Fotografia: SL Benfica | X

07 Dez 2025 | 13:46 |

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Rogério Pipi, eterno e nunca será esquecido. O histórico avançado do Benfica celebraria hoje, 7 de dezembro, mais um ano da sua vida. Grande figura do futebol português, o ex-futebolista marcou uma era do desporto nacional quando vestiu o Manto Sagrado das águias entre as décadas de 40 e 50.


Nascido a 7 de dezembro de 1922, em Lisboa, Rogério Pipi foi um ícone do Benfica, contribuindo com muitas alegrias para os adeptos encarnados entre 1942 e 1954 — 12 anos onde vestiu o Manto Sagrado. Durante este período, o avançado foi sinónimo de muitas conquistas e, mais importante, de golos.


Durante mais de uma década, Rogério Pipi foi uma aposta regular e presença contínua nas equipas do Benfica. Ao todo, a antiga glória das águias somou um total de 306 partidas com o Manto Sagrado, com o seu nome a surgir entre os atletas com mais assiduidade no Glorioso.


Aliado aos mais de 300 jogos de águia ao peito, Rogério Pipi foi um bastião da força ofensiva, contribuindo com mais de 200 golos. Entre 1942 e 1954, o artilheiro contabilizou um total de 204 tentos pelo Benfica. Muitas destas finalizações deram origem a várias conquistas.

Como não podia faltar, os títulos fazem peso no legado de qualquer futebolista, e Rogério Pipi não é exceção. Nos 12 anos que esteve no Benfica, o avançado ajudou as águias a conquistar três Campeonatos Nacionais e seis Taças de Portugal. Sempre eterno na memória do Glorioso.



Clube

Mulher de Eusébio em tribunal para testemunhar contra ex presidente do Benfica

Face ao processo que envolve antigo líder das águias e João Malheiro, Flora, viúva de lenda do Clube, foi chamada para prestar declarações

Flora, mulher de Eusébio, foi chamada a Tribunal para testemunhar face ao processo entre Luís Filipe Vieira, ex presidente do Benfica, e João Malheiro
Flora, mulher de Eusébio, foi chamada a Tribunal para testemunhar face ao processo entre Luís Filipe Vieira, ex presidente do Benfica, e João Malheiro

13 Mar 2026 | 18:40 |

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Flora, a mulher de Eusébio, era para testemunhar hoje, dia 13 de março, na sessão do julgamento em que Luís Filipe Vieira é acusado de ter difamado João Malheiro, por declarações prestadas na CMTV, mas uma crise de ansiedade, quando se dirigia para o Tribunal de Loures, impediu que pudesse estar presente


A defesa de Luís Filipe Vieira, que está a cargo do advogado de João Correia, pediu ao Tribunal que "que seja notificada a médica que emitiu o atestado constante dos autos, relativo ao estado de saúde de Flora para que certifique e ateste se a incapacidade desta testemunha é esporádica, momentânea, coincidindo com a data da audiência ou se padece de incapacidade grave". 


Um requerimento que, em contrário aos desejos de Flora, acabou por ser recusado pelo respetivo juiz e ficou previsto que na próxima sessão, agendada para 14 de abril, às 14 horas, possa prestar esclarecimentos via whatsapp. 


Relativamente à capacidade da viúva de Eusébio prestar esclarecimentos, o Tribunal remete para o "relatório médico no qual consta que a senhora não tem quadro demencial instalado", apontou o juiz, acrescentando que "o tribunal quando inquirir a testemunha, poderá desde logo aperceber-se se a senhora estará amnésica ou perturbada. Mas o Tribunal considera ouvir as declarações iniciais por parte da testemunha".

Perante a ausência de Flora, testemunha que o Tribunal considera ser determinante ouvir para aferir de que lado está a razão, na sessão desta sexta-feira, só se ouviram as declarações que Luís Filipe Vieira prestou. que Toni, antigo jogador e treinador do Benfica - que viu projeto especial a ser 'martelado' -, assim como o maestro António Vitorino D'almeida, já testemunharam a pedido de João Malheiro. 



Clube

Após veto da ERC, Benfica não perde tempo e contesta decisão

Depois de delicado processo, respetiva entidade chegou finalmente a uma conclusão face a projeto especial e Clube não perdeu tempo a pronunciar-se

Em reação ao veto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social face à Benfica FM, Clube não perde tempo a contestar a respetiva decisão
Em reação ao veto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social face à Benfica FM, Clube não perde tempo a contestar a respetiva decisão

13 Mar 2026 | 17:01 |

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O Benfica lamenta "tantos entraves e reservas" por parte da ERC para com a Benfica FM, cujo licenciamento foi vetado. O Clube da Luz partilhou esta sexta-feira a contestação à decisão da entidade reguladora, que está já a ter "consequências negativas" a nível financeiro e económico à SAD encarnada.


"A projetada decisão assenta assim errados pressupostos, e deve ser revista", pode ler-se, num documento em que é detalhado todo o processo que levou à criação da Benfica FM, que só poderá ser ouvida online, confirmando-se este desfecho. As águias falam de uma "sucessão de circunstâncias invulgares e abusivas": "A ERC excede os seus poderes e coloca impedimentos e entraves onde estes não devem existir".


Adicionalmente, a estrutura encarnada enumera ainda "exigências intercalares, atrasos, contratempos, complicações e dilações", desde o registo da webrádio à alteração do domínio da 'Goal FM (Bombarral)' para 'Benfica FM (Bombarral)'.


"Perante todo o quadro factual e legal, que deverá ser devidamente iusvalorado, deverá ser produzida uma deliberação que não determine o indeferimento da referida modificação do projeto apresentado", prosseguiu o Clube, ao contestar.

"Só assim se ius tutelando devidamente a diversidade e pluralismo da oferta radiofónica nas respectivas áreas geográficas, assegurando-se uma programação diversificada e o direito a uma informação livre, plural e democrática", consta, por fim, no requerimento.



Clube

ERC veta Benfica FM e José Gandarez não fica calado: "Deviam ter noção..."

Depois de delicado processo, decisão da entidade chegou finalmente a uma conclusão e vice-presidente do Clube pronunciou-se

ERC vetou a licença para a Benfica FM operar e, em consequência, José Gandarez, vice-presidente do Clube, reagiu sem hesitação
ERC vetou a licença para a Benfica FM operar e, em consequência, José Gandarez, vice-presidente do Clube, reagiu sem hesitação

13 Mar 2026 | 15:34 |

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A Entidade Reguladora para a Comunicação Social vetou a licença para a Benfica FM operar, o que faz com que esta só possa ser ouvida online. As águias contestaram esta decisão e acreditam que a situação será resolvida nas próximas semanas, até porque esta situação está a causar prejuízos à SAD encarnada, como refere José Gandarez, vice-presidente do Clube - que foi criticado por antigo dirigente - , revelando que o processo pode acabar em Tribunal.


José Gandarez: "Estamos orgulhosos da Benfica FM"


"Estamos orgulhosos da Benfica FM. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer na nossa ligação aos adeptos e sócios mostrando os nossos conteúdos, a nossa vida e ecletismo. Nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes. Estamos bastante felizes com a Benfica FM, mesmo com o constrangimento de ser só digital o que nos causa prejuízos elevados", disse, em declarações à BTV.


Ao desenvolver, o vice-presidente encarnado visou o mau 'timing' da entidade: "É um projeto sustentável que o Benfica acredita que em 3 ou 5 anos conseguirá ter receitas positivas, mas limitado ao digital, a nossa estrutura de custos não esta adequada à receita. E a ERC deveria ter a sensibilidade nos timings de decisão, no prejuízo que nos está a causar."

José Gandarez: "Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão"


"Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão, mas não tem respaldo jurídico e vivemos num estado direito democrático. Se está dentro da lei, o projeto tem de ser deferido", apontou o dirigente das águias, que considera incompreensível este indeferimento por parte da ERC.

"A decisão não faz sentido, por ser diferente da jurisprudência do passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. Antes de arrancar com o projeto, o Benfica viu os requisitos e o que apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos."


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