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Clube
05 Mar 2023 | 10:13 |
Depois do jogo da passada sexta-feira, dia 3 de março, no Estádio da Luz, frente ao Famalicão, houve distúrbios entre a Polícia de Segurança Pública (PSP) e elementos da claque do Benfica No Name Boys.
A situação aconteceu nas horas que procederam o encontro e junto à sede do grupo. A PSP foi obrigada a intervir após o uso de objetos pirotécnicos na via pública e foi respondida com o arremesso de “pedras e garrafas”.
Os conflitos acabaram por resultar na danificação de duas viaturas públicas que se encontravam no local e nos ferimentos de um elemento policial.
A Polícia de Segurança Pública deixou aberto ao público em geral um comunicado onde aborda esta situação por inteiro. Situações do género têm acontecido de forma cada vez mais regular.
Leia aqui o comunicado da PSP na íntegra:
"O Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública, através da 3.ª Divisão, no dia 3 de março, levou a cabo a operação de segurança ao jogo realizado entre o Sport Lisboa e Benfica e o Futebol Clube de Famalicão, da qual se destaca o seguinte:1. As equipas de futebol bem como os adeptos entraram e saíram do Estádio Sport Lisboa e Benfica, em condições de segurança, sem qualquer incidente a registar.
2. Durante o jogo, foram registados comportamentos que motivaram o levantamento de 3 autos de contraordenação, por utilização de artefactos pirotécnicos e 1 por comportamentos inadequados, e ainda a queda de um adepto, tendo este necessidade de receber tratamento médico;
3. Após o fim do jogo, a maioria dos adeptos saiu do estádio para os seus destinos, permanecendo nas imediações algumas centenas de adeptos pertencentes ao "No Name Boys";
4. Pouco depois das 00H00, do dia 4 de março, alegadamente em celebração do aniversário daquele grupo, os adeptos, ocupando a via pública, começaram a deflagrar artefactos pirotécnicos;
5. Estes comportamentos, em violação da normas sobre a circulação rodoviária e o uso de pirotecnia, começaram a pôr em risco os condutores e transeuntes que ainda circulavam naquela área.
6. Os polícias que integravam o policiamento e que estavam a monitorizar aqueles adeptos, aproximaram-se para dissuadir e fazer cessar tais comportamentos, e, face a esta movimentação foram alvo de arremesso de pedras e garrafas;
7. Do arremesso de objetos resultaram danos em duas viaturas não policiais e ferimentos num dos polícias;
8. Perante os ilícitos e comportamentos violentos contra os Polícias, foi levada a cabo uma ação de dispersão, utilizada a força e o disparo de 2 munições menos letais;
9. Após a intervenção da PSP foi reposta a ordem pública e recolhidos vários artigos pirotécnicos;
10. A PSP apela aos adeptos que cumpram as ordens legais e legitimas dos polícias para que seja garantida a segurança de todos os intervenientes nos espetáculos desportivos e que e se abstenham de comportamentos agressivos e violentos, perante os quais a PSP não hesitará em ter uma atuação dissuasora e determinada".
Face ao processo que envolve antigo líder das águias e João Malheiro, Flora, viúva de lenda do Clube, foi chamada para prestar declarações
13 Mar 2026 | 18:40 |
Flora, a mulher de Eusébio, era para testemunhar hoje, dia 13 de março, na sessão do julgamento em que Luís Filipe Vieira é acusado de ter difamado João Malheiro, por declarações prestadas na CMTV, mas uma crise de ansiedade, quando se dirigia para o Tribunal de Loures, impediu que pudesse estar presente.
A defesa de Luís Filipe Vieira, que está a cargo do advogado de João Correia, pediu ao Tribunal que "que seja notificada a médica que emitiu o atestado constante dos autos, relativo ao estado de saúde de Flora para que certifique e ateste se a incapacidade desta testemunha é esporádica, momentânea, coincidindo com a data da audiência ou se padece de incapacidade grave".
Um requerimento que, em contrário aos desejos de Flora, acabou por ser recusado pelo respetivo juiz e ficou previsto que na próxima sessão, agendada para 14 de abril, às 14 horas, possa prestar esclarecimentos via whatsapp.
Relativamente à capacidade da viúva de Eusébio prestar esclarecimentos, o Tribunal remete para o "relatório médico no qual consta que a senhora não tem quadro demencial instalado", apontou o juiz, acrescentando que "o tribunal quando inquirir a testemunha, poderá desde logo aperceber-se se a senhora estará amnésica ou perturbada. Mas o Tribunal considera ouvir as declarações iniciais por parte da testemunha".
Perante a ausência de Flora, testemunha que o Tribunal considera ser determinante ouvir para aferir de que lado está a razão, na sessão desta sexta-feira, só se ouviram as declarações que Luís Filipe Vieira prestou. que Toni, antigo jogador e treinador do Benfica - que viu projeto especial a ser 'martelado' -, assim como o maestro António Vitorino D'almeida, já testemunharam a pedido de João Malheiro.
Depois de delicado processo, respetiva entidade chegou finalmente a uma conclusão face a projeto especial e Clube não perdeu tempo a pronunciar-se
13 Mar 2026 | 17:01 |
O Benfica lamenta "tantos entraves e reservas" por parte da ERC para com a Benfica FM, cujo licenciamento foi vetado. O Clube da Luz partilhou esta sexta-feira a contestação à decisão da entidade reguladora, que está já a ter "consequências negativas" a nível financeiro e económico à SAD encarnada.
"A projetada decisão assenta assim errados pressupostos, e deve ser revista", pode ler-se, num documento em que é detalhado todo o processo que levou à criação da Benfica FM, que só poderá ser ouvida online, confirmando-se este desfecho. As águias falam de uma "sucessão de circunstâncias invulgares e abusivas": "A ERC excede os seus poderes e coloca impedimentos e entraves onde estes não devem existir".
Adicionalmente, a estrutura encarnada enumera ainda "exigências intercalares, atrasos, contratempos, complicações e dilações", desde o registo da webrádio à alteração do domínio da 'Goal FM (Bombarral)' para 'Benfica FM (Bombarral)'.
"Perante todo o quadro factual e legal, que deverá ser devidamente iusvalorado, deverá ser produzida uma deliberação que não determine o indeferimento da referida modificação do projeto apresentado", prosseguiu o Clube, ao contestar.
"Só assim se ius tutelando devidamente a diversidade e pluralismo da oferta radiofónica nas respectivas áreas geográficas, assegurando-se uma programação diversificada e o direito a uma informação livre, plural e democrática", consta, por fim, no requerimento.
Depois de delicado processo, decisão da entidade chegou finalmente a uma conclusão e vice-presidente do Clube pronunciou-se
13 Mar 2026 | 15:34 |
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social vetou a licença para a Benfica FM operar, o que faz com que esta só possa ser ouvida online. As águias contestaram esta decisão e acreditam que a situação será resolvida nas próximas semanas, até porque esta situação está a causar prejuízos à SAD encarnada, como refere José Gandarez, vice-presidente do Clube - que foi criticado por antigo dirigente - , revelando que o processo pode acabar em Tribunal.
José Gandarez: "Estamos orgulhosos da Benfica FM"
"Estamos orgulhosos da Benfica FM. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer na nossa ligação aos adeptos e sócios mostrando os nossos conteúdos, a nossa vida e ecletismo. Nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes. Estamos bastante felizes com a Benfica FM, mesmo com o constrangimento de ser só digital o que nos causa prejuízos elevados", disse, em declarações à BTV.
Ao desenvolver, o vice-presidente encarnado visou o mau 'timing' da entidade: "É um projeto sustentável que o Benfica acredita que em 3 ou 5 anos conseguirá ter receitas positivas, mas limitado ao digital, a nossa estrutura de custos não esta adequada à receita. E a ERC deveria ter a sensibilidade nos timings de decisão, no prejuízo que nos está a causar."
José Gandarez: "Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão"
"Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão, mas não tem respaldo jurídico e vivemos num estado direito democrático. Se está dentro da lei, o projeto tem de ser deferido", apontou o dirigente das águias, que considera incompreensível este indeferimento por parte da ERC.
"A decisão não faz sentido, por ser diferente da jurisprudência do passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. Antes de arrancar com o projeto, o Benfica viu os requisitos e o que apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos."