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Benfica alcança posição notável na Forbes e deixa Porto e Sporting para trás
30 Mai 2026 | 17:00
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08 Mai 2026 | 11:39 |
A entrada de um fundo norte-americano na SAD do Benfica não tem sido uma notícia bem recebida pela maioria das figuras ligadas ao clube. Recentemente, Jaime Antunes, antigo homem de confiança de Luís Filipe Vieira, admitiu avançar com uma ação judicial caso a venda das ações em questão aconteça.
Jaime Antunes: "O artigo 13 dos Estatutos da SAD do Benfica conferem às ações de tipo A, ou seja, às ações detidas diretamente pelo SLB (40% do capital da SAD) o poder de veto"
"O artigo 13 dos Estatutos da SAD do Benfica conferem às ações de tipo A, ou seja, às ações detidas diretamente pelo SLB (40% do capital da SAD) o poder de veto na aquisição de blocos de ações superiores a 2% do capital da SAD se o comprador exercer atividades concorrentes do SLB, entendendo-se como concorrente quem tiver atividades no futebol ou na organização de eventos desportivos. Ora, o fundo americano que comprou as ações de José António Santos tem atividades, direta ou indiretamente, em ambas as áreas, uma vez que gerem arenas desportivas e compraram o clube de futebol italiano Veneza", começou por dizer Jaime Antunes.
"Perante esta situação, a direção do Benfica só tem um caminho: vetar o negócio e recusar o registo das ações em nome desse fundo", explicou, em exclusivo ao jornal Record. "Escolher os seus parceiros estratégicos e não ficar passivamente a olhar para as opções de terceiros que condicionam toda a vida futura do Benfica", acrescentou o ex-dirigente.
Jaime Antunes: "Nesse caso haverá certamente muito sócio do Benfica disponível para patrocinar uma ação judicial"
"Os mesmos estatutos da SAD serviram para vetar a entrada de John Textor no Benfica logo no início do mandato de Rui Costa, porque não era do interesse do Benfica aquela compra de ações. Caso a atual direção não vete esta aquisição, coloca-se numa situação de suspeita relativamente aos interesses pessoais que se sobreporão aos interesses do Benfica", recordou.
"Nesse caso haverá certamente muito sócio do Benfica disponível para patrocinar uma ação judicial que, nos termos dos Estatutos do Benfica, responsabilize pessoalmente os membros da direção. Eu estarei entre esses sócios. O presidente Rui Costa recebeu há menos de um ano um mandato claro dos sócios para defender o Benfica e não para permitir negócios pouco transparentes, em prejuízo do Benfica", visou Jaime Antunes.
Antigo candidato a vice-presidente na lista do ex líder do Clube encarnado mostrou-se analítico sobre o grande projeto das águias
01 Jun 2026 | 16:12 |
Bruno Batista, ex candidato a vice-presidente na lista de Luís Filipe Vieira nas últimas eleições do Benfica, abordou o projeto do Benfica District, criticando que existe falhas estratégicas, como por exemplo não pensar-se na cobertura do Estádio da Luz.
B. Batista: "Há alguns erros estratégicos"
"O Benfica District trata-se de um projeto que eu não acho que se deva deitar fora, embora considere que há alguns erros estratégicos. O Benfica deveria cobrir o estádio por completo para que se torne na maior sala de espetáculos do país. Estamos a assistir a espetáculos esta semana que são uma gigantesca fonte de receita, que só acontecem nesta janela temporal de final de época e quando o Benfica muda o relvado", analisou, em entrevista ao jornal 'O Jogo'.
Na mesma linha, o empresário deu o exemplo do Real Madrid. "Se nós prepararmos o estádio, como o Real Madrid, que em três horas muda o piso de concertos para o relvado, e o cobrirmos, o Benfica fica com a maior sala de espetáculos do país. E devemos fazer isso antes que outros o façam. Esta é uma fonte de receita que pode valer 20, 30 ou 40 milhões de euros. No ano passado, foram 600 mil euros por dia de aluguer do estádio. Porém, não nos podemos esquecer de que o Benfica é um clube desportivo e tem de gerar títulos", completou.
B. Batista: "Em cada década o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos"
Acerca do acordo com a NOS, Bruno Batista acredita que a antecipação de receitas pode ajudar o Clube a ser hegemónico em Portugal. "Podemos antecipar receita da NOS para compensar problemas de tesouraria neste ano, desde que se compense com o aumento de receitas. O futebol não é uma ciência perfeita, mas a qualidade de uma estrutura sustenta, no tempo, os resultados. Pode-se falhar um ano, mas, em cada década, o método tem de dar resultados e o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos", falou.
O conhecido adepto também abordou o interesse do fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner nas ações de José António dos Santos. Bruno Batista considera uma boa oportunidade de negócio. "O meu desejo é que os dividendos sejam expressos em resultados desportivos e não em dinheiro. Por isso, defendo que o Clube deve adquirir o máximo de ações da SAD para depois procurar parceiros estratégicos que invistam e acrescentem valor no âmbito desportivo e das infraestruturas", pode ler-se.
Águias deram mais um passo rumo à nova temporada, mas há um detalhe que continua a alimentar a curiosidade dos benfiquistas
01 Jun 2026 | 16:00 |
O Benfica já colocou em pré-venda a camisola principal que será utilizada na próxima temporada de 2026/27, permitindo aos adeptos garantirem antecipadamente o novo equipamento, mesmo sem conhecerem ainda o seu aspeto final.
Os encarnados anunciaram que todos os benfiquistas que efetuarem a encomenda até à próxima quinta-feira, dia 4 de junho, receberão a camisola no próprio dia da apresentação oficial, cuja data continua, para já, por divulgar.
A iniciativa tem gerado expectativa entre os adeptos, sobretudo porque o Clube optou por manter total reserva em relação ao design do equipamento, alimentando a curiosidade em torno de uma das revelações mais aguardadas de cada pré-temporada.
Apesar do silêncio oficial, algumas informações já circulam. O portal especializado Footy Headlines avançou, no final de abril, alguns detalhes sobre o novo visual, apontando para alterações relativamente ao modelo utilizado na última época.
Entre as mudanças referidas destaca-se um novo formato da gola, bem como o desaparecimento de elementos em preto presentes na versão anterior. Enquanto a revelação oficial não acontece, os adeptos já podem garantir o equipamento, que está disponível por 90 euros para sócios e 100 euros para o público em geral.
Veja a publicação:
Caso que tinha terminado com a absolvição de todos os arguidos, volta a dar que falar depois de nova posição tomada pelo Ministério Público
01 Jun 2026 | 12:20 |
O Ministério Público decidiu avançar com um recurso da absolvição da Benfica SAD, Benfica Estádio e de Luís Filipe Vieira no âmbito do processo Saco Azul, mantendo assim em aberto um dos casos judiciais mais mediáticos ligados ao universo encarnado nos últimos anos.
A informação foi confirmada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), depois de terem surgido indicações de que o caso estaria encerrado. "O Ministério Público vai interpor recurso da decisão que refere. O processo em causa foi declarado de excecional complexidade, pelo que o prazo para a interposição de recurso é de 60 dias", esclareceu a PGR, referindo-se ao acórdão conhecido em abril.
Recorde-se que o Tribunal Central Criminal de Lisboa absolveu todos os arguidos do processo, incluindo Luís Filipe Vieira, Domingos Soares de Oliveira, Miguel Moreira e ainda as sociedades Benfica SAD e Benfica Estádio. Em causa estavam suspeitas relacionadas com alegados contratos fictícios de consultadoria informática, num esquema que, segundo a acusação, teria permitido retirar mais de 1,8 milhões de euros do Clube entre 2015 e 2018.
Durante a leitura do acórdão, o coletivo de juízes destacou as dúvidas existentes em torno da prova apresentada pelo Ministério Público. "Somente com uma perícia técnica forense é que conseguimos saber quem fez o quê, quem entrou no sistema e que problemas informáticos foram criados. E agora era impossível, nesta fase de julgamento, fazer isso, volvidos 10 anos", apontou o juiz presidente.
O tribunal admitiu igualmente não ter conseguido concluir, sem margem para dúvidas, qual o verdadeiro enquadramento do trabalho desenvolvido por José Bernardes e pela empresa Questãoflexível junto do Clube da Luz. "A questão tem de ver, apenas e só, com o chapéu que foi usado pelo arguido José Bernardes para fazer esses trabalhos para o Benfica", frisou o magistrado.
Ainda segundo o coletivo, existiam argumentos favoráveis e desfavoráveis relativamente à tese da acusação, motivo pelo qual não foi possível alcançar uma conclusão definitiva. "Há argumentos para sustentar que José Bernardes poderá ter trabalhado na Questãoflexível para fazer trabalhos para o Benfica, mas também há argumentos contra", referiu o juiz.
Após a absolvição, Rui Costa reagiu publicamente ao desfecho do julgamento, considerando que o Clube foi prejudicado ao longo da última década pela existência do processo. O Presidente encarnado mostrou satisfação pela decisão judicial e destacou o impacto negativo que o caso teve na imagem da instituição perante os adeptos e a opinião pública.
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