Futebol
Craque do Benfica estreou-se no Mundial, mas ficou chateado: “Não houve muito futebol”
13 Jun 2026 | 17:44
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
07 Fev 2026 | 09:24 |
O recorrer aos suplentes é uma parte natural e fundamental do futebol, agora, como nos seus primórdios. No que diz respeito a José Mourinho, o treinador do Benfica tem uma certa inclinação para não tirar muito proveito dos atletas que costuma ter no banco, durante o decorrer das partidas.
Segundo um estudo apresentado pelo jornal A Bola, o treinador português é, entre os três grandes do futebol português, juntando também o Braga, o técnico que mais vezes abdica de fazer substituições. Nas 100 substituições possíveis, nas 20 jornadas do campeonato, o Special One não recorreu a 16 delas.
Um registo que deixa o treinador do Benfica longe dos números que os rivais diretos apresentam. Vale a pena recordar que Mourinho apenas entrou numa altura em que já tinham sido realizadas quatro jornadas. Até lá, Bruno Lage, antes de ser despedido, apenas abdicou de duas substituições, em 20.
No que diz respeito aos números apresentados pelos treinadores do Porto, Sporting e Braga, Mourinho fica bastante atrás dos rivais. Começando pelos dragões, Francesco Farioli não fez apenas duas substituições em 20 jornadas. Atrás do italiano surgem Rui Borges e Carlos Vicens, ambos realizaram um total de 93 trocas, em 100 possíveis.
Vale a pena recordar que o motivo por detrás da falta de mexidas de José Mourinho pode dar-se ao facto de, como o próprio treinador explicou em várias ocasiões, haver falta de opções válidas para entrar. Recorde-se que o Special One contou com muita juventude numa altura em que muitas das opções se encontravam lesionadas. Atualmente, o português prepara o embate com o Alverca, onde já contou com boas notícias.
Treinador chegou para ser o substituto de José Mourinho e seu benfiquismo foi trazido a público pelo Presidente Rui Costa durante a sua apresentação
14 Jun 2026 | 09:51 |
A apresentação de Marco Silva como novo treinador do Benfica ficou marcada por vários momentos simbólicos, mas houve um detalhe que não passou despercebido aos adeptos encarnados. O técnico surgiu com um antigo cartão de sócio do clube, acompanhado por uma fotografia de infância, reforçando uma ligação ao Benfica que vem desde os primeiros anos de vida e que lhe deixa perto de feito impressionante: receber a águia de ouro.
O benfiquismo de Marco Silva nunca foi propriamente um segredo. Na véspera da apresentação, Rui Costa já tinha destacado a forte ligação emocional do treinador ao clube da Luz, algo que o próprio confirmou durante a conferência de imprensa, admitindo que o lado sentimental teve peso na decisão de regressar a Portugal para assumir o comando técnico das águias.
Segundo avançou o Maisfutebol, Marco Silva tornou-se sócio do Benfica ainda no início da década de 1980, por iniciativa do pai e do avô. Na altura, o atual treinador encarnado teria apenas quatro anos de idade e recebeu um número de associado próximo dos 10 mil.
A longa ligação ao Benfica faz com que Marco Silva esteja prestes a atingir uma marca histórica enquanto associado do clube. O treinador aproxima-se dos 45 anos consecutivos como sócio encarnado, um percurso que antecede em muitos anos a sua carreira como jogador e treinador. Caso mantenha a antiguidade, Marco Silva ficará também cada vez mais perto de receber a Águia de Ouro, distinção atribuída aos sócios que completam 50 anos de filiação ao Clube.
Depois de uma carreira de sucesso construída em Portugal, Grécia e Inglaterra, o técnico regressa agora ao clube que acompanha desde criança, assumindo a responsabilidade de liderar o Benfica numa nova etapa desportiva. A ligação emocional ao emblema da Luz foi, de resto, um dos temas mais abordados durante a sua apresentação, numa altura em que os encarnados iniciam um novo ciclo após a saída de José Mourinho para o Real Madrid.
Chegada do treinador às águias oferece oportunidades a atletas que já se imaginava não terem mais chances no emblema encarnado
14 Jun 2026 | 09:46 |
Apresentado oficialmente como sucessor de José Mourinho no comando técnico do Benfica, Marco Silva já começou a preparar a nova temporada e a definir as linhas mestras do plantel que terá à sua disposição em 2026/27. Apesar de serem esperados reforços neste mercado de transferências, o treinador acredita que existem várias soluções internas capazes de ganhar um novo protagonismo sob a sua liderança.
Entre os jogadores que partem para a nova época com perspetivas renovadas encontra-se Manu Silva. Contratado ao Vitória de Guimarães no início de 2025 por cerca de 12 milhões de euros, o médio viu a sua afirmação de águia ao peito ser interrompida praticamente no arranque da aventura na Luz.
Apenas três jogos depois da chegada ao Benfica, o internacional sub-21 português sofreu uma rotura completa do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, lesão que o obrigou a parar durante vários meses e a submeter-se a uma intervenção cirúrgica.
Além de Manu Silva, também Georgiy Sudakov e Franjo Ivanovic entram nos planos de Marco Silva para a próxima temporada. Os dois jogadores perderam espaço ao longo da segunda metade da última época, sobretudo após a saída de Bruno Lage e a chegada de José Mourinho ao comando técnico. Com menor protagonismo nos últimos meses, ambos acabaram por ter um papel secundário nas opções da equipa.
Agora, com uma nova liderança técnica e novas ideias de jogo, Sudakov e Ivanovic terão a oportunidade de começar praticamente do zero e lutar por um lugar de destaque no plantel encarnado. A pré-temporada será decisiva para os três jogadores, numa fase em que Marco Silva pretende avaliar de perto todas as opções disponíveis antes de definir as prioridades do Benfica para o mercado de transferências.
Jogador não vai continuar a defender emblema das águias; Transferência em definitivo é a opção mais forte em cima da mesa
14 Jun 2026 | 03:00 |
Rodrigo Rêgo está de saída do Benfica e a transferência será em definitivo, sabe o Glorioso 1904. O extremo de 21 anos não entra nas contas da estrutura para a nova temporada e já trabalha na definição do próximo passo da carreira, depois de uma época em que somou minutos na equipa principal e ganhou alguma visibilidade no contexto sénior.
Ao que o nosso Jornal apurou, Rui Costa e a SAD encarnada pretendem, ainda assim, manter uma percentagem do passe do jogador, cenário habitual quando se trata de futebolistas relativamente jovens e com margem de valorização futura. A intenção do Benfica passa por salvaguardar direitos económicos numa eventual venda posterior, acreditando que Rodrigo Rêgo pode continuar a evoluir fora da Luz e gerar retorno financeiro no futuro.
Rodrigo Rêgo chegou ao Benfica em 2022, proveniente do Famalicão, e assinou contrato como uma das apostas da formação encarnada para o setor ofensivo. Internacional jovem por Portugal, o extremo destacou-se inicialmente nos escalões de formação e conseguiu alcançar a equipa B, antes de somar as primeiras aparições pela formação principal.
Apesar dessa evolução, a concorrência nas alas e o planeamento definido para 2026/27 acabaram por afastar o jogador das opções prioritárias. O próprio percurso recente do atleta revela um contexto de adaptação e crescimento gradual, com passagens pelos sub-23 e pela equipa B até chegar ao patamar sénior.
O objetivo do Benfica é agora encontrar uma solução que permita ao jogador ter continuidade competitiva e maior espaço para afirmar-se, sem perder totalmente o controlo sobre um ativo formado no Seixal. A saída deverá avançar nas próximas semanas, com os encarnados a tentarem incluir uma cláusula de percentagem numa futura transferência.