Futebol
Axel Witsel descarta regresso a antiga equipa; Ex Benfica revela: "Disse logo não"
13 Jun 2026 | 13:21
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13 Jun 2026 | 17:13 |
A carreira de Marco Silva, novo treinador do Benfica tem sido marcada por altos e baixos. O técnico iniciou funções como diretor desportivo do Estoril em 2011/12. No entanto, a passagem pelos escritórios durou pouco tempo. O técnico rapidamente assumiu o comando da equipa principal e protagonizou uma das fases mais marcantes da história do clube da Linha.
Logo na primeira temporada conquistou o título da Liga 2, garantindo a subida ao principal escalão do futebol português. Nos dois anos seguintes, levou os canarinhos ao quinto e ao quarto lugar da Liga, assegurando inéditas qualificações para as competições europeias e as melhores classificações de sempre do Estoril.
O trabalho realizado na Amoreira abriu-lhe as portas do Sporting. Apesar da relação conturbada com o então presidente Bruno de Carvalho, Marco Silva conseguiu conquistar a Taça de Portugal ao serviço dos leões. Nem o triunfo na prova rainha evitou o desfecho polémico da ligação entre ambas as partes. O treinador foi alvo de um processo disciplinar relacionado com a utilização de vestuário num encontro da Taça de Portugal e acabou despedido com justa causa, colocando um ponto final na sua passagem por Alvalade.
A resposta surgiu rapidamente. Em 2015/16 assumiu o comando do Olympiacos e conduziu o emblema grego à conquista do campeonato nacional. A aventura em Atenas durou apenas uma época, mas foi suficiente para reforçar a sua reputação no panorama europeu. Seguiu-se o salto para Inglaterra. Marco Silva passou pelo Hull City, onde não conseguiu evitar a descida de divisão, mas o trabalho realizado valeu-lhe novas oportunidades na Premier League.
Depois de experiências ao serviço de Watford e Everton, encontrou estabilidade no Fulham. Chegou ao clube londrino quando este militava no Championship e conduziu-o imediatamente ao título e à promoção. Nas quatro temporadas seguintes consolidou os cottagers na Premier League, alcançando classificações tranquilas e valorizando diversos jogadores, trabalho que lhe valeu reconhecimento dentro e fora de Inglaterra.
Special One já terá entregue a lista de reforços pretendidos e entre os nomes destacados surge um jogador muito apreciado pelo técnico português
13 Jun 2026 | 17:12 |
José Mourinho já entregou ao Real Madrid uma lista com vários nomes que gostaria de ver reforçar o plantel merengue para a próxima temporada. Entre os jogadores referenciados pelo treinador português estará uma das figuras mais valorizadas do Benfica.
De acordo com o jornalista espanhol Ramón Álvarez de Mon, o nome em causa é o de Tomás Araújo. Mourinho conhece bem o internacional português dos tempos em que orientou o Benfica e continua a ser um admirador das qualidades do central encarnado. Apesar disso, a mesma fonte garante que o Real Madrid ainda não avançou com qualquer diligência formal para tentar a sua contratação.
Aos 24 anos, Tomás Araújo atravessa um dos melhores momentos da carreira e encontra-se atualmente nos Estados Unidos, onde representa Portugal no Mundial. A competição poderá servir como mais uma montra internacional para o defesa, que tem vindo a consolidar o seu estatuto dentro e fora do Benfica.
Ainda assim, na Luz o cenário é claro. Rui Costa e a estrutura encarnada não equacionam abrir mão do central, que é visto como uma das principais referências do presente e do futuro do clube. Mesmo com o alegado interesse de Mourinho, o Benfica não considera a saída de Tomás Araújo neste mercado.
Na última temporada, ao serviço do Benfica, Tomás Araújo — avaliado em 30 milhões de euros — realizou 39 partidas oficiais: 23 na Liga Portugal Betclic, nove na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Liga Portugal Meu Super. Nos 2.795 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o defesa registou um golo e duas assistências.
Presidente das águias falou aos adeptos antes da apresentação oficial de Marco Silva e jornalista vê declarações do dirigente como positivas
13 Jun 2026 | 17:11 |
Rui Costa quebrou o silêncio na passada quinta-feira para abordar os principais temas da atualidade do Benfica, desde a saída de José Mourinho para o Real Madrid até à análise de uma temporada marcada por resultados aquém das expetativas. A forma como o Presidente encarnado conduziu a comunicação mereceu elogios de Nuno Vieira, que destacou o facto de ter optado falar perante todos os órgãos de comunicação social, ao invés de recorrer apenas aos meios oficiais do Clube.
Nuno Vieira sobre Rui Costa: "o presidente quis dar o primeiro passo para o futuro do Benfica..."
“Depois de ter prometido, de forma algo precipitada, que iria dar explicações sobre a má época num determinado timing que não conseguiu cumprir, quis aparecer em público na véspera de apresentar Marco Silva como novo treinador para justificar o conturbado processo que precipitou a inesperada saída de José Mourinho”, escreveu no jornal 'O Jogo'.
Nuno Vieira considerou ainda que a decisão de enfrentar diretamente as perguntas dos jornalistas representa um sinal positivo num contexto em que, segundo o próprio, muitos protagonistas preferem evitar momentos de maior pressão: “Fê-lo perante todos os órgãos de Comunicação Social e não apenas ao canal do Benfica, um bom sinal numa altura em que cada vez são menos os protagonistas a dar a cara nos momentos negativos, preferindo refugiar-se em queixumes que cheiram a mofo”, acrescentou.
Na sua opinião, Rui Costa procurou transmitir uma ideia muito concreta relativamente ao processo que levou à saída de José Mourinho. “Rui Costa quis dizer, sobretudo, que Mourinho saiu porque quis, que era ele o escolhido para continuar a liderar o projeto e que só o apelo do Real Madrid o desviou da Luz”, considerou.
Apesar de reconhecer que nem todas as dúvidas ficaram esclarecidas, Nuno Vieira entende que a intervenção do presidente representou um passo importante para encerrar um capítulo turbulento e permitir ao Benfica focar-se no futuro: “Foi tudo perfeito? Claro que não, nem poderia ser num quadro de alguma contestação natural. Mas o presidente quis dar o primeiro passo para o futuro do Benfica. E ninguém o pode condenar por isso”, concluiu.
Comentador tratou as declarações do antigo treinador frente às suas atitudes, enquanto analisou o comportamento do novo comandante
13 Jun 2026 | 15:57 |
A forma como José Mourinho deixou o Benfica para regressar ao Real Madrid continua a gerar debate no universo encarnado. Bruno Andrade analisou os últimos meses da passagem do técnico setubalense pela Luz e considerou que o declarado amor ao clube acabou por não ter correspondência no momento da despedida.
Bruno Andrade elogia postura de Marco Silva em chegada ao Benfica: "em momento algum mergulhou num discurso populista..."
O comentador recordou vários episódios protagonizados por Mourinho ao longo da temporada, desde a participação nas eleições do Benfica até às declarações públicas sobre a ligação emocional ao Clube. “Foi um dos 93 mil associados que fizeram história na primeira volta da recente eleição presidencial encarnada e fez valer o peso dos seus 20 votos. Referiu que tinha ‘99 por cento de hipóteses de continuar’ e abriu o coração ao revelar que ‘andou a carreira toda a disfarçar o que sentia pelo Benfica’”, escreveu.
“Terminou, entretanto, a ser publicamente trunfo eleitoral do Real Madrid e a aparecer com a camisola merengue no vídeo promocional de Florentino Pérez. O benfiquismo de José Mourinho de pouco valeu ao término da temporada, assim como o contrato vigente com o clube”, acrescentou.
Em sentido contrário, Bruno Andrade destacou a abordagem adotada por Marco Silva desde que foi anunciado como sucessor de Mourinho no comando técnico das águias. Segundo o mesmo, o novo treinador evitou recorrer a discursos emocionalmente apelativos e optou por uma postura mais equilibrada e institucional.
“Preferiu, e bem, outro percurso. Ponderado. É verdade que não escondeu o peso do ‘lado emocional’ no regresso a Portugal, mas em momento algum mergulhou num discurso populista. Ser do Benfica é uma virtude, e eu compreendo — igualmente para aqueles que são do Porto, do Sporting, do Corinthians, entre outros. Não é, de todo, uma característica, tampouco um requisito básico para trabalhar no mais alto nível”, referiu.
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