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Futebol
14 Mai 2026 | 16:24 |
O Rosario Central recebeu e venceu o Racing Club, por 2-1, nos quartos de final do Torneio Apertura da Argentina, na madrugada desta quinta-feira. Após a partida, Diego Milito, antigo avançado e agora presidente do emblema de Avellaneda, considerou que a sua equipa foi "roubada". Ángel Di María - que foi protagonista em reviravolta épica - não gostou do que ouviu e respondeu.
Diego Milito: "Sentimo-nos roubados. Estou triste e cansado destas coisas. Foi mais uma partida vergonhosa"
"Sentimo-nos roubados. Estou triste e cansado destas coisas. Foi mais uma partida vergonhosa. (...) Temos de fazer alguma coisa. Estou disposto a começar a reconstruir de uma vez por todas o futebol argentino", atirou Milito, em declarações aos jornalistas.
Nesse mesmo sentido, o agora presidente considerou que o futebol argentino está "podre" e que "não dá para mais". O Racing, que foi eliminado no prolongamento, terminou a partida com apenas nove elementos e sugeriu que o campo estava inclinado.
Ángel Di María: "Hipócritas. Muitos dos que querem mudar o futebol não conseguem sequer gerir o seu clube"
Foi então que surgiu, através das redes sociais, a resposta de Di María. "Como incomoda que o Central lute por tudo; como incomoda que ganhem as equipas do interior. Ninguém assume a responsabilidade pelas derrotas. Hoje é mais fácil atacar o Central do que fazer o 'mea culpa' (minha culpa) e corrigir os próprios erros", escreveu, de seguida destacando a "hipocrisia" sentida.
"Da quantidade de vezes que o Central foi prejudicado por decisões de arbitragem ninguém disse nada, mas hoje as decisões são todas erradas... que loucura, não é? Antes debatiam-se tanto os penáltis e os cartões amarelos? Hipócritas. Muitos dos que querem mudar o futebol não conseguem sequer gerir o seu clube", referiu, continuando a criticar a realidade do futebol argentino.
Ángel Di María: "Depois querem que os campeões do mundo venham jogar para a Argentina"
"Não nos calamos mais; o interior cresce e isso dói, incomoda e chateia (...) Depois querem que os campeões do mundo venham jogar para a Argentina. Para quê? Para que digam apenas que somos ajudados? Que o futebol está manchado? O futebol não está manchado. Agora somos todos iguais e é isso que incomoda", concluiu o antigo extremo do Benfica.
Extremo teve grande valorização durante sua participação no Mundial e o Glorioso já admite negociar o jogador por um alto valor
14 Jul 2026 | 15:20 |
O Benfica está disponível para analisar uma eventual saída de Andreas Schjelderup neste mercado de transferências de verão. A SAD encarnada reconhece que o extremo norueguês terminou o Mundial 2026 com uma valorização significativa e admite que poderá existir uma transferência, embora já tenha definido o valor mínimo para abrir mão do jogador.
As águias pretendem encaixar cerca de 40 milhões de euros, uma verba que poderá transformar o jogador na principal venda do Benfica nesta janela de transferências. O extremo é um dos ativos do plantel com maior margem de valorização, sobretudo depois da projeção alcançada durante a competição internacional. A informação foi avançada pelo Record.
Atualmente de férias após a eliminação da Noruega nos quartos de final do Mundial 2026, o atlea, de 22 anos, tem contrato com o Benfica até 2028 e uma cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões de euros. Na última temporada, realizou 43 jogos pelos encarnados, contribuindo com 10 golos e sete assistências.
A corrida pela contratação do extremo promete, entretanto, aquecer nas próximas semanas. O Tottenham foi o último clube a juntar-se à lista de interessados e terá de enfrentar a concorrência de Liverpool e Chelsea, emblemas que também acompanham atentamente a situação do jogador.
Schjelderup saiu altamente valorizado do Campeonato do Mundo de 2026, onde foi uma das grandes revelações da seleção norueguesa. O extremo iniciou a competição como uma opção de rotação, mas rapidamente conquistou espaço nas escolhas do selecionador, tornando-se uma das principais referências ofensivas da equipa.
Jogador não esconde que gostaria de morar noutra cidade parecida com Lisboa, mas afirma gostar da vida na capital portuguesa
14 Jul 2026 | 13:21 |
A preparar a terceira temporada ao serviço do Benfica, Vangelis Pavlidis assumiu-se como uma das principais figuras do plantel encarnado. O avançado grego conquistou esse estatuto depois de duas épocas de grande rendimento na Luz, nas quais somou 60 golos e 17 assistências com a camisola das águias.
Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o internacional grego fez um balanço do percurso realizado até ao momento em Lisboa, recordando a evolução registada desde a chegada ao clube e abordando também a experiência de trabalhar com José Mourinho, treinador que deixou o Benfica este verão para regressar ao comando técnico do Real Madrid.
"Os últimos dois anos no Benfica foram os melhores passos que pude dar na minha carreira. Evoluí bastante, joguei na Liga dos Campeões, algo com que sonhava desde criança. Quando começas a ganhar num clube tão grande na Europa, estás sempre feliz", afirmou o avançado de 27 anos.
Pavlidis reconheceu, contudo, que a adaptação ao Benfica não foi imediata: "O início foi um pouco difícil porque não estava a jogar como gostaria. Não estava mal, mas não marcava os golos que queria. Depois, quando começas a sentir-te bem e os companheiros percebem melhor o teu jogo, tudo se torna muito mais fácil", explicou.
V. Pavlidis: "Pode acontecer ou não. Veremos o que o futuro reserva"
O camisola 14 abordou ainda o seu futuro e preferiu não comentar, apesar das garantias de Mário Branco: "Não quero dizer nada sobre isso porque é muito difícil. Vivi em Amesterdão e agora estou em Lisboa. Gostaria de viver noutra cidade boa como Lisboa, mas no futebol nunca se sabe. Pode acontecer ou não. Veremos o que o futuro reserva. Neste momento, sou muito feliz em Lisboa", concluiu.
Após jogo com o Flamengo, esposa de jogador do Rubro-Negro foi às redes sociais para revelar insultos da massa associativa encarnada
14 Jul 2026 | 13:15 |
Os acontecimentos do particular entre Benfica e Flamengo continuam a dar que falar, mas desta vez pelos piores motivos. Estela Braga, mulher de Emerson Royal, recorreu às redes sociais para denunciar uma vaga de insultos e mensagens de teor racista dirigidas à sua família.
A polémica surgiu depois do lance em que Emerson Royal disputou a bola com Jaden Umeh, acabando o jovem extremo benfiquista por sair lesionado. Desde então, a influenciadora brasileira revelou estar a ser alvo de ataques nas plataformas digitais por parte de alguns adeptos, situação que também atingiu o filho do casal, Ravi, de apenas 2 anos.
Através de várias publicações, Estela Braga mostrou parte das mensagens recebidas e explicou que, habitualmente, evita dar importância a este tipo de comentários. "Normalmente nem respondo ao ódio. Evito até olhar. Tenho uma pessoa que gere a minha conta e apaga esse tipo de mensagens", começou por escrever.
Contudo, a dimensão dos ataques levou-a a quebrar o silêncio. "As pessoas de Portugal estão a insultar-me por causa de uma situação que aconteceu num jogo. Eu nem sou jogadora e estou a ser atacada. Estão a falar do meu filho. O que é que eu tenho a ver com isso?", questionou.
A influenciadora divulgou capturas de ecrã de várias mensagens ofensivas, nas quais era apelidada de "maria chuteira" e tanto ela como o marido eram insultados com expressões depreciativas. "O que publiquei foram apenas as mensagens que me ofendem diretamente. Mas também há comentários racistas, em que nos chamam de macacos. Nem vou dizer tudo o que penso sobre este assunto para não perder a razão, mas é triste perceber que ainda existe gente assim. Que nojo", desabafou.
Spalletti quer estragar planos de Marco Silva e pretende levar alvo do Benfica para Itália
14 Jul 2026 | 10:22