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Rui Pinto arma-se em engraçadinho e manda piadola sobre dirigentes do Benfica
09 Abr 2026 | 17:02
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11 Abr 2026 | 10:56 |
Nuno Catarino admitiu que o Benfica pode vir a fazer "ajustes" caso não se qualifique para a próxima edição da Liga dos Campeões. No entanto, enquanto esclarecia todos os pormenores sobre os lucros apresentados pelas águias, o CFO da SAD encarnada reiterou que ainda acredita na presença do Glorioso na edição 2026/27 da prova milionária.
Nuno Catarino: "Tem de se fazer os ajustamentos necessários para garantir o equilíbrio económico-financeiro e desportivo do Benfica"
"Para já, o cenário, obviamente, é de chegarmos à Liga dos Campeões. Esse é o cenário central e é sempre para isso que trabalhamos", começou por dizer Nuno Catarino, em declarações à BTV, quando questionado sobre a possível ausência das águias da próxima edição da prova milionária da UEFA.
"Nalguma eventualidade, eu acredito, muito remota, de ser algo diferente – também já aconteceu no Benfica no passado e acontece em muitos outros clubes –, tem de se fazer os ajustamentos necessários para garantir o equilíbrio económico-financeiro e desportivo do Benfica. Mas estaremos cá para fazer esse trabalho", admitiu o CFO do Clube da Luz.
Nuno Catarino: "Temos de olhar sempre para a dívida versus o dinheiro que temos em disponibilidade"
"Esta operação enquadra-se naquilo que é a estratégia de financiamento da SAD. Até há bem pouco tempo, a SAD tinha feito recorrentemente empréstimos anuais de três anos, ou seja, três linhas que renovavam todos os anos, porque o prazo é de três anos. Nós alterámos a estratégia no ano passado, fizemos aqui um alongamento de prazos. No ano passado, fizemos uma emissão de quatro anos e, neste ano, estamos a fazer uma emissão de cinco anos", contou o dirigente, ao falar do novo empréstimo obrigacionista.
"Estou a falar de dívida líquida, porque agora fazemos uma emissão, temporariamente sobe a dívida bruta e, daqui a um mês, reduz a dívida bruta outra vez. Temos de olhar sempre para a dívida versus o dinheiro que temos em disponibilidade", concluiu Nuno Catarino, CFO do Benfica, ao esclarecer a situação da dívida das águias.
No rescaldo do comunicado, onde encarnados deram conta do exercício registado no 1.º semestre de 2025/26, CFO das águias deixou tudo em pratos limpos
11 Abr 2026 | 09:51 |
Na última sexta-feira, 10 de abril, o Benfica deu a conhecer os resultados do exercício referente ao 1.º semestre de 2025/26, onde apresentou lucros a rondar os 29 milhões de euros. Horas mais tarde, Nuno Catarino, CFO da SAD encarnada, prestou declarações onde explicou de onde vinham os valores registados pelos vermelhos e brancos entre julho e dezembro de 2025.
Nuno Catarino: "Temos, de facto, um resultado de 29 milhões de euros, em que eu destacaria aqui duas componentes"
"Temos, de facto, um resultado de 29 milhões de euros, em que eu destacaria aqui duas componentes. Temos cerca de 6,7 milhões de euros, que é um bocadinho o resultado a que nós chamamos o resultado recorrente do clube. É a forma como nós, internamente, olhamos para o clube, ou seja, sem algumas operações extraordinárias que possam ter ocorrido e que ainda ocorrem dentro da esfera do clube. Mas, sobretudo, sem olhar para o que é o negócio do futebol, que esse teve um resultado líquido de 40 milhões de euros. Depois, o Clube faz a apropriação desse resultado na justa proporção das ações que tem e isso resulta no tal resultado de 29 milhões de euros", começou por dizer Nuno Catarino.
"Se queremos ver o clube sem o futebol, porque o futebol podemos sempre vê-lo à parte, olhando para a SAD, é talvez a maneira em que se pode ter mais granularidade e melhor entendimento do que estamos aqui a falar", destacou o CFO da SAD do Benfica, dando conta de um crescimento que as águias registaram nos últimos meses.
Nuno Catarino: "Tivemos uma performance muito boa da quotização, da entrada de novos sócios"
"Tivemos uma performance muito boa da quotização, da entrada de novos sócios. A quotização está a crescer, semestre sobre semestre, cresceu 12%, que é um número que não tem paralelo, tirando algumas grandes campanhas há muito tempo da entrada de novos sócios. Temos visto a dinâmica dos novos sócios. Obviamente, as eleições e o interesse que houve nas eleições ajudaram a que este número tenha crescido. Também aproveito para dizer que não tem baixado desde então, por isso, mantém-se bastante forte", assumiu o dirigente do Benfica.
"Isso tem que ver com o facto de, sobretudo, o mercado de transferências de há dois anos, em termos de vendas, ter sido mais volumoso do que o mercado do ano passado. Como há uma percentagem sobre as vendas que o clube recebe por via de royalties, esse valor baixou. Mas é esse efeito. Apesar dessa baixa, a receita total do clube sobe 3% e novamente para um patamar recorde histórico", reconheceu Nuno Catarino, a respeito do decréscimo registado nos royalties.
Reunião em Lisboa trouxe novidades inesperadas e colocou o partido político e o Clube encarnado no centro de um tema sensível
10 Abr 2026 | 11:24 |
O Chega admitiu a possibilidade de adiamento da centralização da venda dos direitos televisivos do futebol português, após reunião com responsáveis do Benfica, incluindo Rui Costa. O encontro decorreu na Assembleia da República e colocou em discussão um dos temas mais sensíveis do futuro das competições nacionais. Pedro Pinto sublinhou que o contexto mudou desde a criação da lei.
No final da reunião, o líder parlamentar do partido destacou que o assunto está em análise. "É uma das coisas que estão em cima da mesa", afirmou, acrescentando: "Desde que essa lei foi feita, o País e o mundo mudaram muito. Temos de ver se poderá entrar em vigor em 2028. Poderá ter de haver ou não um adiamento. Vamos estudar, é um dossier em cima da mesa" , afirmou.
Pedro Pinto reforçou ainda que o Chega pretende ouvir outras entidades ligadas ao futebol. "Vamos obviamente falar com outras entidades, como a Liga e a Federação Portuguesa de Futebol", garantiu, deixando claro que o partido quer aprofundar o tema. O Benfica, recorde-se, tem defendido a suspensão do processo de centralização.
Outro ponto discutido foi o licenciamento da Benfica FM, que acabou por ser rejeitado pela ERC. O Chega mostrou-se favorável ao projeto e considerou que a decisão levanta dúvidas. "Não nos parece que as razões elencadas pela ERC sejam plausíveis para evitar que essa rádio vá para a frente", afirmou Pedro Pinto.
O líder parlamentar anunciou também novos passos políticos sobre o tema. "Vamos chamar a ERC com caráter de urgência à Comissão de Cultura e Desporto. Queremos saber por que é que a ERC impede a Benfica FM de ir para a frente", rematou, reforçando o apoio do partido às pretensões do Clube encarnado.
Através do site oficial das águias, Clube da Luz emitiu um comunicado onde apresenta dados relevantes ao exercício do 1.º semestre de 2025/26
10 Abr 2026 | 10:42 |
Nas últimas horas, o Benfica emitiu um comunicado onde revelou que as águias obtiveram um lucro de 29 milhões de euros no exercício relativo ao 1.º semestre da temporada desportiva de 2025/26. A informação foi avançada através das plataformas oficiais dos encarnados e pode encontrar a informação na íntegra aqui.
"O Sport Lisboa e Benfica (Clube) divulga a informação económica e financeira relativa ao primeiro semestre do exercício de 2025/26, correspondente ao período compreendido entre 1 de julho e 31 de dezembro de 2025.", pode ler-se no início do comunicado emitido pelos encarnados.
"A presente informação inclui as contas individuais do Clube, preparadas de acordo com o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) e após aplicação do Método da Equivalência Patrimonial (MEP), bem como as contas consolidadas, elaboradas em conformidade com as Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS). Esta informação foi revista pelo Conselho Fiscal, não tendo sido, contudo, objeto de auditoria", acrescentou.
"Importa ainda salientar que se optou por antecipar uma perspetiva consolidada da informação financeira relativa ao primeiro semestre de 2025/26, uma vez que, no final do presente exercício, serão apresentadas as contas consolidadas em Assembleia Geral do Clube, na sequência da entrada em vigor dos novos Estatutos", escreve o Clube da Luz.
"Os gastos operacionais recorrentes ascendem a 30 milhões de euros, o que representa um crescimento de 2% face aos 29,4 milhões de euros registados no período homólogo, sendo de salientar que este aumento é inferior ao verificado nos rendimentos", pode ler-se no comunicado das águias.