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Imprensa nacional revela novas informações sobre o Benfica District

Jornal português deu uma atualização sobre o estado da obra que vai revolucionar a zona envolvente do Estádio da Luz, na cidade de Lisboa

Jornal português deu uma atualização sobre o estado da obra que vai revolucionar a zona envolvente ao reduto do Benfica
Jornal português deu uma atualização sobre o estado da obra que vai revolucionar a zona envolvente ao reduto do Benfica

15 Nov 2025 | 10:54 |

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A Direção do Benfica, liderada por Rui Costa, e recentemente reeleita para novo mandato, que avançar já com os primeiros passos do Benfica District. O jornal A Bola revela, na edição deste sábado, dia 15 de novembro, mais detalhes sobre a obra que vai revolucionar a zona envolvente ao Estádio da Luz.


O jornal nacional começa por detalhar que o projeto do Benfica está em fase de consulta pública. Os sócios podem dar sugestões acerca da obra, e terão, ainda, de se pronunciar acerca da sua realização, reservando poder escolha em relação à realização das mudanças pretendidas.


Concluída esta parte, espera a Direção encarnada, de forma positiva, o processo avançará para a fase de licenciamento. Este passo é uma das exigências da Câmara Municipal de Lisboa para que o projeto do Benfica District saia do papel para a realidade.


No plano de desenvolvimento do projeto apresentado ao público, numa cerimónia que teve a presença de nomes importantes em Lisboa, como o de Carlos Moedas, já foi anunciado que o licenciamento teria início este mês e estaria concluído em março. O Benfica foca, então, esforços nesta parte do processo, para garantir que não existe qualquer atraso.

O objetivo da Direção, a curto prazo, é, então, resolver a questão do licenciamento, e convocar uma AG para que os sócios possam votar o projeto. Segundo informa A Bola, o plano é que as obras arranquem em 2027, e durem até 2029, numa operação que não custará menos de 220 milhões de euros aos cofres da Luz.



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Mulher de Eusébio em tribunal para testemunhar contra ex presidente do Benfica

Face ao processo que envolve antigo líder das águias e João Malheiro, Flora, viúva de lenda do Clube, foi chamada para prestar declarações

Flora, mulher de Eusébio, foi chamada a Tribunal para testemunhar face ao processo entre Luís Filipe Vieira, ex presidente do Benfica, e João Malheiro
Flora, mulher de Eusébio, foi chamada a Tribunal para testemunhar face ao processo entre Luís Filipe Vieira, ex presidente do Benfica, e João Malheiro

13 Mar 2026 | 18:40 |

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Flora, a mulher de Eusébio, era para testemunhar hoje, dia 13 de março, na sessão do julgamento em que Luís Filipe Vieira é acusado de ter difamado João Malheiro, por declarações prestadas na CMTV, mas uma crise de ansiedade, quando se dirigia para o Tribunal de Loures, impediu que pudesse estar presente


A defesa de Luís Filipe Vieira, que está a cargo do advogado de João Correia, pediu ao Tribunal que "que seja notificada a médica que emitiu o atestado constante dos autos, relativo ao estado de saúde de Flora para que certifique e ateste se a incapacidade desta testemunha é esporádica, momentânea, coincidindo com a data da audiência ou se padece de incapacidade grave". 


Um requerimento que, em contrário aos desejos de Flora, acabou por ser recusado pelo respetivo juiz e ficou previsto que na próxima sessão, agendada para 14 de abril, às 14 horas, possa prestar esclarecimentos via whatsapp. 


Relativamente à capacidade da viúva de Eusébio prestar esclarecimentos, o Tribunal remete para o "relatório médico no qual consta que a senhora não tem quadro demencial instalado", apontou o juiz, acrescentando que "o tribunal quando inquirir a testemunha, poderá desde logo aperceber-se se a senhora estará amnésica ou perturbada. Mas o Tribunal considera ouvir as declarações iniciais por parte da testemunha".

Perante a ausência de Flora, testemunha que o Tribunal considera ser determinante ouvir para aferir de que lado está a razão, na sessão desta sexta-feira, só se ouviram as declarações que Luís Filipe Vieira prestou. que Toni, antigo jogador e treinador do Benfica - que viu projeto especial a ser 'martelado' -, assim como o maestro António Vitorino D'almeida, já testemunharam a pedido de João Malheiro. 



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Após veto da ERC, Benfica não perde tempo e contesta decisão

Depois de delicado processo, respetiva entidade chegou finalmente a uma conclusão face a projeto especial e Clube não perdeu tempo a pronunciar-se

Em reação ao veto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social face à Benfica FM, Clube não perde tempo a contestar a respetiva decisão
Em reação ao veto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social face à Benfica FM, Clube não perde tempo a contestar a respetiva decisão

13 Mar 2026 | 17:01 |

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O Benfica lamenta "tantos entraves e reservas" por parte da ERC para com a Benfica FM, cujo licenciamento foi vetado. O Clube da Luz partilhou esta sexta-feira a contestação à decisão da entidade reguladora, que está já a ter "consequências negativas" a nível financeiro e económico à SAD encarnada.


"A projetada decisão assenta assim errados pressupostos, e deve ser revista", pode ler-se, num documento em que é detalhado todo o processo que levou à criação da Benfica FM, que só poderá ser ouvida online, confirmando-se este desfecho. As águias falam de uma "sucessão de circunstâncias invulgares e abusivas": "A ERC excede os seus poderes e coloca impedimentos e entraves onde estes não devem existir".


Adicionalmente, a estrutura encarnada enumera ainda "exigências intercalares, atrasos, contratempos, complicações e dilações", desde o registo da webrádio à alteração do domínio da 'Goal FM (Bombarral)' para 'Benfica FM (Bombarral)'.


"Perante todo o quadro factual e legal, que deverá ser devidamente iusvalorado, deverá ser produzida uma deliberação que não determine o indeferimento da referida modificação do projeto apresentado", prosseguiu o Clube, ao contestar.

"Só assim se ius tutelando devidamente a diversidade e pluralismo da oferta radiofónica nas respectivas áreas geográficas, assegurando-se uma programação diversificada e o direito a uma informação livre, plural e democrática", consta, por fim, no requerimento.



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ERC veta Benfica FM e José Gandarez não fica calado: "Deviam ter noção..."

Depois de delicado processo, decisão da entidade chegou finalmente a uma conclusão e vice-presidente do Clube pronunciou-se

ERC vetou a licença para a Benfica FM operar e, em consequência, José Gandarez, vice-presidente do Clube, reagiu sem hesitação
ERC vetou a licença para a Benfica FM operar e, em consequência, José Gandarez, vice-presidente do Clube, reagiu sem hesitação

13 Mar 2026 | 15:34 |

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A Entidade Reguladora para a Comunicação Social vetou a licença para a Benfica FM operar, o que faz com que esta só possa ser ouvida online. As águias contestaram esta decisão e acreditam que a situação será resolvida nas próximas semanas, até porque esta situação está a causar prejuízos à SAD encarnada, como refere José Gandarez, vice-presidente do Clube - que foi criticado por antigo dirigente - , revelando que o processo pode acabar em Tribunal.


José Gandarez: "Estamos orgulhosos da Benfica FM"


"Estamos orgulhosos da Benfica FM. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer na nossa ligação aos adeptos e sócios mostrando os nossos conteúdos, a nossa vida e ecletismo. Nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes. Estamos bastante felizes com a Benfica FM, mesmo com o constrangimento de ser só digital o que nos causa prejuízos elevados", disse, em declarações à BTV.


Ao desenvolver, o vice-presidente encarnado visou o mau 'timing' da entidade: "É um projeto sustentável que o Benfica acredita que em 3 ou 5 anos conseguirá ter receitas positivas, mas limitado ao digital, a nossa estrutura de custos não esta adequada à receita. E a ERC deveria ter a sensibilidade nos timings de decisão, no prejuízo que nos está a causar."

José Gandarez: "Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão"


"Não sei o que o Benfica fez de mal ou que mão invisível faz para termos esta decisão, mas não tem respaldo jurídico e vivemos num estado direito democrático. Se está dentro da lei, o projeto tem de ser deferido", apontou o dirigente das águias, que considera incompreensível este indeferimento por parte da ERC.

"A decisão não faz sentido, por ser diferente da jurisprudência do passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. Antes de arrancar com o projeto, o Benfica viu os requisitos e o que apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos."


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