Futebol
Agora recuperado, jogador do Benfica ainda não esqueceu fase difícil: "Antes da lesão..."
27 Mar 2026 | 15:45
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Futebol
25 Fev 2026 | 10:52 |
Wesley Sneijder revelou ter sido alvo de milhares de ameaças de morte provenientes da Argentina, depois de ter comentado a atitude de Gianluca Prestianni, acusado de racismo por Vinícius Júnior, no encontro entre Benfica e Real Madrid.
O ex pupilo de José Mourinho no Inter de Milão abordou o caso enquanto analista da 'Ziggo Sport' e afirmou que não aceitaria um comportamento semelhante na sua própria equipa e salientou que era percetível o nervosismo do jovem argentino: "Já se via que ele sabia que tinha cometido um erro grave. Acredito que haverá consequências", declarou, referindo-se à situação que levou à suspensão provisória aplicada pela UEFA.
W. Sneijder: "Recebi 4.000 ameaças de morte da Argentina na semana passada por expressar a minha opinião"
Durante a participação no programa 'Rondo', o antigo médio revelou a dimensão das reações que recebeu: "É um tema terrível. Recebi 4.000 ameaças de morte da Argentina na semana passada por expressar a minha opinião", afirmou, dando conta da onda de mensagens hostis nas redes sociais.
Ainda assim, defendeu o direito à liberdade de expressão, sublinhando que todos podem manifestar o seu ponto de vista. "Todos têm direito a opinar. Aqueles que me ameaçam também têm uma opinião. Eu também tenho uma opinião baseada naquilo que vejo", concluiu.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Gianluca Prestianni - avaliado em 12 milhões de euros - já realizou um total de 30 partidas: 18 na Liga Portugal Betclic, sete na Liga dos Campeões, duas na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 1.460 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o extremo registou dois golos e uma assistência.
Disputando o 'play-off' de acesso ao Campeonato do Mundo deste ano, dois jogadores do Clube da Luz estão apenas a um passo de participar na cobiçada prova
27 Mar 2026 | 18:07 |
Benfica tem dois jogadores ainda em luta pelo apuramento para o Campeonato do Mundo 2026, com Amar Dedić e Alexander Bah a darem passos importantes nos respetivos compromissos internacionais.
Dedić esteve em ação pela Bósnia-Herzegovina frente ao País de Gales, num encontro decidido nas grandes penalidades. O lateral-direito acabou por sair com queixas físicas já no prolongamento, depois de ter forçado a permanência em campo após um primeiro problema.
O defesa ainda regressou ao jogo após assistência médica, mas voltou a sair pouco depois, gerando preocupação junto da estrutura encarnada. Recorde-se que já tinha falhado um treino da seleção nos dias anteriores, também devido a limitações físicas.
Já Alexander Bah foi titular pela Dinamarca na vitória por 4-0 frente à Macedónia do Norte. O lateral integrou o onze numa partida em que os dinamarqueses confirmaram o favoritismo, apesar das dificuldades iniciais perante um bloco baixo.
Com estes resultados, Bósnia e Dinamarca seguem para as finais do play-off de acesso ao Mundial'2026, agendadas para 31 de março. Dedić poderá defrontar a Itália, enquanto Bah terá pela frente a Chéquia, ficando ambos a um passo da cobiçada prova.
A pensar nos particulares frente ao México e Estados Unidos da América, selecionador da equipa das equipas recorda antigo talento encarnado
27 Mar 2026 | 17:23 |
A pensar no caminho futuro da Seleção Nacional, Roberto Martínez sente-se um sortudo pelo talento que o rodeia e, nesse mesmo sentido, o técnico espanhol não se esquece daquele que também já brilhou, como é o caso de Rui Costa - que já tomou decisão.
Roberto Martínez: "Rui Costa é uma das referências do que é estar na Seleção"
"Na Seleção Nacional, existe este fenómeno de ter muito claro o que significa representar a Seleção e a camisola de Portugal. Os grandes jogadores como Rui Costa, Luís Figo e João Pinto, que foram campeões mundiais Sub-20, são sempre uma referência e dão um pouco a ideia do que é estar na Seleção", começou por dizer, em entrevista exclusiva à DAZN.
"Acredito que, a nível histórico, há 500 anos, o povo português viajava, conquistava e não tinha medo de sair, aprender idiomas. Fiquei muito surpreendido que aqui os filmes não são dobrados. Então, a geração jovem já fala inglês, espanhol e português. Tem essa abertura e considera sempre que a Europa está aqui. Por isso, sair, para o jogador português, não custa nada", sublinhou.
Roberto Martínez: "Quando estou focado no que faço, é tudo o que me enche, é a intensidade"
Na mesma entrevista, Martínez falou sobre as possibilidades de regressar à Premier League - orientou o Wigan e o Everton - e orientar a seleção espanhola, deixando... tudo em aberto. “A verdade é que nunca planeio. Sou um pouco… muito, muito, muito chato nesse sentido. Quando estou focado no que faço, é tudo o que me enche, é a intensidade. E quando chega o momento para um próximo projeto, estou aberto a tudo", frisou.
"Mais do que tudo, acredito muito na pessoa que te oferece o projeto. Não é o país, a liga ou a instituição. É aquela pessoa ou grupo de pessoas que acreditam no teu trabalho e que te podem dizer: ‘Acreditamos no que queres fazer, vamos apoiar-te ao máximo e vamos sobreviver a três derrotas consecutivas juntos’. Porque hoje em dia a verdade é que a dificuldade do treinador é ter tempo para desenvolver plenamente a ideia futebolística no campo a um bom nível", concluiu.
Recorde-se que a Seleção Nacional entrará em campo daqui poucos dias. Defrontará o México às 02h00 (hora de Portugal Continental) do próximo dia 29 de março, no Estadio Azteca. Já às 00h00 de 1 de abril, a equipa das quinas irá deslocar-se ao Mercedes-Benz Stadium, para medir forças com os Estados Unidos da América.
Elemento do Clube da Luz deixou a sua opinião acerca da evolução do futebol como modalidade e também do que um jogador precisa para se desenvolver
27 Mar 2026 | 17:08 |
João Tralhão, treinador adjunto de José Mourinho - que vê jogador do Benfica a brilhar - , acredita que o futebol é muito mais do que a sua própria simplicidade. Segundo o técnico, "aprender o jogo requer adquirir um conjunto de competências" e, nesse mesmo sentido, este "está sujeito a uma evolução constante".
João Tralhão: "Para um jovem que está a aprender o jogo, a estrutura no planeamento tem importância decisiva"
"Para um jovem que está a aprender o jogo, a adquirir competências e skills diversos, a estrutura no planeamento tem importância decisiva. Um planeamento estruturado permitirá: 1) definir conteúdos diversificados ajustados ao nível de aprendizagem dos jovens num determinado período de tempo; 2) periodizar conteúdos em função dos estados de aprendizagem; 3) respeitar os períodos de aprendizagem, desenvolvimento e consolidação", escreveu, no seu mais recente artigo opinião publicado no jornal Record.
"Construir bases sólidas, nas diversas dimensões do jogo, requer tempo e diversidade de conteúdos, prática e muita repetição. O jovem deverá ter um espaço onde experimenta, erra, corrige e reinventa comportamentos. Entender a importância da preparação para ter sucesso numa determinada tarefa, sem comprometer as qualidades criativas", sublinhou.
João Tralhão: "Ao nível dos jogadores seniores, todos podem desenvolver novas competências e maximizar as suas qualidades"
"Ao nível dos jogadores seniores, tenho como princípio que todos os jogadores podem desenvolver novas competências e maximizar as suas qualidades, independentemente do seu nível de experiência. O conceito desafio torna-se fundamental para orientar o processo. Desafiar o jogador para atingir um diferente nível ou desafiar o jogador a potenciar determinada qualidade, ou mesmo desafiá-lo a aprender novas competências", destacou.
"O processo de aprendizagem de um novo modelo de jogo, com novas orientações, requer: 1) objetividade na direção; 2) estrutura no planeamento; 3) tempo para aplicar; 4) etapas e objetivos de processo. A sua orientação deverá assegurar que performance vai adquirindo estabilidade, e com indicadores objetivos de maximização. Performance é um conceito chave quando se trata de futebol profissional sénior.
"Todos os treinadores têm a sua própria filosofia de jogo. Mudança de filosofia implica um período de adaptação. Neste período, existirá uma natural fase de menor rendimento. O desejável é que esta fase dure o menos tempo possível. No entanto, dependerá sempre de diversos fatores, como por exemplo, as diferenças macro com a filosofia anteriormente aplicada", concluiu o adjunto.