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Bruno Fernandes mete-se onde não é chamado e fala de Mourinho: "Benfica deve orgulhar-se de o ter"
09 Abr 2026 | 17:04
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10 Abr 2026 | 08:35 |
As palavras de Rui Costa, ao abordar o que tem acontecido desde o empate com o Casa Pia, fizeram abanar os alicerces do Benfica. Pedro Sousa, conceituado jornalista, não ficou indiferente ao discurso do Presidente dos encarnados e 'aplaudiu' a postura que o mesmo teve ao colocar o futuro de todos em alerta.
Pedro Sousa: "Está a abrir a porta para toda a gente, isso realmente é verdade"
"Está a abrir a porta para toda a gente, isso realmente é verdade. Ainda bem que Rui Costa esclareceu as coisas", começou por dizer Pedro Sousa, quando questionado se as palavras do Presidente encarnado eram apenas dirigidas a José Mourinho, depois das críticas que o Special One fez a alguns dos jogadores, após o deslize em Rio Maior.
"Sei que ele vai ser criticado, pelo timing, falou poucas vezes, mas falou dos temas. Portanto, não fugiu deles e acho bem que falou deles. Aquilo que disse, que ninguém é imune, a começar por ele", acrescentou o jornalista do Record, ao explicar que Rui Costa teve uma abordagem acertada aos temas quentes da atualidade no Benfica.
Pedro Sousa: "Entre 17 e 27 de maio. [José Mourinho] custa 3 milhões e a 28 maio custa 8 milhões"
"Ele diz outra coisa, que é importante, que a equipa foi preparada para ganhar e ter uma boa Liga dos Campeões e isso ele não conseguiu", adiantou o jornalista português, revelando que Rui Costa não teve problemas em admitir que o Benfica teve uma temporada desastrosa a respeito dos resultados desportivos, em todas as competições em que participou.
"O que vai ser mais importante não é o que estou a falar agora, é o que vão falar entre 17 e 27 de maio. [José Mourinho] custa 3 milhões e a 28 de maio custa 8 milhões. Portanto, há muita coisa para ser falada e Mourinho vai esclarecer tudo o que disse e como disse, depois do jogo em Rio Maior", concluiu Pedro Sousa, ao abordar o futuro do técnico do Benfica.
Tem sido uma semana bastante conturbada desde o deslize frente ao Casa Pia, e a atual situação entre pilares dos encarnados foi analisada ao pormenor
10 Abr 2026 | 08:09 |
A conferência de imprensa incendiária que José Mourinho realizou no final da partida frente ao Casa Pia continua a dar que falar. Nas últimas horas, Rui Costa reagiu às palavras do treinador do Benfica e acabou por contrariar o ponto de vista do Special One, assumindo que não é altura de desistir. Alguns jornalistas levantam a questão se os dois pilares estão em total sintonia ou de costas voltadas.
Valter Marques começou por afirmar que a Direção do Benfica ainda não atirou a toalha ao chão, assumindo que ainda faltam seis encontros até ao final do campeonato, que têm de ser abordados com 'agressividade e intensidade'. O jornalista adianta, ao assumir que o Presidente considerou que José Mourinho teve uma 'postura incorrecta' ao atirar a toalha ao chão.
Rita Pedrosa vai mais longe e assume que as palavras de Rui Costa serviram de recado a José Mourinho, por 'não concordar' com o ponto de vista do treinador do Benfica. A mesma acrescenta que as constantes críticas que o Special One tem vindo a fazer ao plantel dos encarnados têm deixado o dirigente máximo das águias 'desconfortável'.
Luís Avelãs, por sua vez, fez questão de frisar que matematicamente o campeonato ainda não está perdido, assumindo que a posição de José Mourinho não vai de encontro com o que a Direção está a pensar. Além disso, o jornalista aponta que as palavras de Rui Costa serviram para 'relembrar o treinador do Benfica e os jogadores'.
Recorde-se que, com o empate frente ao Casa Pia, o Benfica perdeu uma oportunidade de se aproximar da liderança da Liga Portugal Betclic, desperdiçando o deslize do Porto. Com seis jornadas por realizar, o Clube da Luz segue no terceiro lugar, com 66 pontos, atrás do Sporting (69 pontos e um jogo a menos) e dos azuis e brancos (73).
Em conversa com o nosso Jornal, o jornalista economista analisou o momento atual das águias, continuidade de Mourinho e as debilidades estruturais
10 Abr 2026 | 03:00 |
Camilo Lourenço considera que os maus resultados desportivos, incluindo o empate diante do Casa Pia na última segunda - feira, não são resultantes do trabalho de José Mourinho, mas sim da estrutura liderada por Rui Costa. Neste exclusivo Glorioso 1904, o conhecido adepto dos encarnados teceu comentários sobre o papel do técnico e do presidente no Clube, abordando também o tema da renovação de contrato de Nicolás Otamendi e António Silva.
C. Lourenço: "É um problema de estrutura, liderança e gestão"
"O problema do Benfica não é dos treinadores. É estrutural, isto é um problema de gestão. É um problema de estrutura do Clube, de liderança e de gestão, com um particular destaque para a gestão desportiva. E portanto, enquanto o Benfica não resolver isto, pode andar a mudar treinadores como quiser, que não vai dar resultado" , começou por dizer ao nosso jornal.
No entanto, não retira totalmente as culpas a José Mourinho, julgando as críticas públicas que o mesmo fez aos jogadores. "Acho que Mourinho cometeu um erro. Quando a gente tem uma equipa e nós dirigimos, temos de puxar por ela. Ora, quando começamos a apontar o dedo a dois ou três elementos em público, isto costuma correr mal no seio do grupo. E portanto, eu acho que as críticas que o José Mourinho fez devia tê-las feitas em privado".
C. Lourenço: "Quem está na presidência tem sempre responsabilidade no que está a acontecer"
Questionado sobre se Rui Costa é o principal culpado pela má temporada, Camilo Lourenço não quis individualizar, mas acredita que os líderes têm de assumir as responsabilidades. "Eu não gosto nada de fulanizar as coisas, se é o fulano A, se é o fulano B. Mas eu aprendi uma coisa quando cheguei pela primeira vez a um cargo de gestão. Quando o diretor-geral que me contratou, um dia disse-me assim: 'Camilo, você quando tem uma equipa que está a dirigir, não pode ir apontar o dedo a este ou aquele. Mesmo que você não tenha responsabilidade pelo que aconteceu, você é sempre o responsável', portanto, para mim não é saber se é o Rui Costa ou não, quem está na presidência tem sempre responsabilidade no que está a acontecer. E o Benfica não é exceção".
Além do mais, diz que gostaria que alguém da estrutura desse a cara. "Acho que é sempre bom haver uma comunicação entre quem está cá em cima a mandar num clube e a massa adepta. Mas eu acho que era muito mais importante era que do ponto de vista estrutural se definisse algumas alterações no Benfica e que depois fosse também explicado aos sócios. Ao fim de quatro anos, quando nós começamos a falhar nos nossos objetivos, só podemos tirar uma conclusão: A responsabilidade é nossa".
C. Lourenço: "O principal problema está no meio-campo"
No lado mais ligado ao jogo, Camilo defende que a principal debilidade encontra-se na posição de trinco, que no último jogo foi ocupado por Enzo: "Jogadores que não deviam estar no plantel? Eu não vou dizer quais, mas na minha opinião há. Os golos que se anda a sofrer, já há uma série de jogos, não têm nada a ver com a defesa. O principal problema está no meio-campo, que deixa passar as bolas. O meio-campo é muito permeável. O Benfica não tem um médio defensivo ideal para aquilo que é o modelo de jogo do Clube. Falta um Fejsa ao plantel".
Para finalizar, Camilo Lourenço falou sobre as renovações de Nicolás Otamendi e António Silva: "Se fosse Presidente, primeiro definia uma estrutura e uma política para o Clube, depois decidia. Eu, por exemplo, acho que é a altura de ir contratar um novo patrão para a defesa porque o Otamendi não vai durar sempre. Se os que vierem forem melhores, tudo bem. Caso contrário, não vejo qual é a vantagem de estar a vender jogadores ou liberta-los se não sabemos bem o que é que vamos contratar", concluiu.
Opções do treinador português para um setor-chave do Clube encarnado estão mais limitadas do que o esperado para o encontro contra o Nacional
09 Abr 2026 | 17:12 |
O Benfica prepara a receção ao Nacional com algumas limitações no setor defensivo, obrigando José Mourinho a gerir cuidadosamente as opções disponíveis. O técnico conta apenas com dois centrais de raiz (Nicolás Otamendi e António Silva) entre os jogadores que têm sido utilizados com maior regularidade. Perante este cenário, a equipa técnica procura alternativas internas que possam responder a eventuais necessidades durante o encontro.
Enzo Barrenechea surge como a terceira solução para o eixo defensivo. O médio argentino está de prevenção e poderá ser chamado a atuar como central caso surja algum imprevisto. Apesar de não ser a sua posição natural, o jogador já foi testado nessa função e mostrou capacidade para se adaptar às exigências.
Essa adaptação aconteceu recentemente, na receção ao V. Guimarães, quando formou dupla com Tomás Araújo. A utilização foi motivada por limitações físicas de Otamendi e acabou por receber avaliação positiva. Tanto a equipa técnica como o próprio companheiro de setor elogiaram o desempenho, mesmo tratando-se de uma estreia do jogador nessa posição em jogos oficiais.
Barrenechea sente-se mais confortável como médio defensivo, função onde construiu a maior parte da carreira. Ainda assim, o futebolista mostrou-se disponível para responder às necessidades do treinador. A flexibilidade tática surge como uma mais-valia numa fase em que Mourinho enfrenta várias condicionantes no setor recuado.
Tomás Araújo continua com problemas físicos e permanece em dúvida, enquanto outras opções também não estão totalmente disponíveis. Joshua Wynder ainda recupera de lesão e Gonçalo Oliveira tem sido utilizado maioritariamente na equipa B. Este conjunto de fatores deixa o Benfica com margem reduzida e aumenta a importância de soluções improvisadas para o próximo desafio diante do Nacional.
Bruno Fernandes mete-se onde não é chamado e fala de Mourinho: "Benfica deve orgulhar-se de o ter"
09 Abr 2026 | 17:04
Central português que foi treinado por Mourinho no Benfica diz: "É a pessoa ideal para continuar"
09 Abr 2026 | 16:37
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09 Abr 2026 | 15:55