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Clube
11 Set 2024 | 14:02 |
Após ter sido tornado público que a Benfica SAD apresentou um saldo negativo de 31,4 milhões de euros no exercício financeiro da na época de 2023/24, eis que, no programa da CNN, Diogo Luís voltou a tecer várias críticas à direção liderada por Rui Costa.
“Existem sinais de alguma preocupação, ou de bastante preocupação. Por um lado, parece-me que os custos estão descontrolados, algo que como já referi, já ando a alertar aqui a alguns anos”, começou por dizer o antigo futebolista e agora comentador desportivo.
"Existem sinais de alguma preocupação, ou de bastante preocupação"
“Se olharmos para os resultados líquidos do Benfica nos últimos cinco anos, 19/20 o Benfica teve 41 milhões positivos, 20/21 teve 17 milhões negativos, e desde que Rui Costa pegou ao leme, o Benfica em 21/22 apresentou 35 negativos, o ano passado apresentou 4, 2 positivos e este ano apresentou 31,4 milhões negativos”, prosseguiu Diogo Luís.
“Eu acho que neste relatório de contas há um ponto positivo. A atividade comercial, as receitas da atividade comercial cresceram 6 milhões de euros, acho que é o único ponto positivo”.
“A dívida líquida passou de 140 milhões para 201, mas mais preocupante é que de em 19/20, em cinco anos, passou de 92 milhões de euros para 201 milhões de euros. A justificação é que a dívida líquida foi utilizada para fazer investimento no futebol profissional, mas estamos a falar do mesmo período em que o Benfica vendeu João Félix, Enzo Fernández, Darwin, Gonçalo Ramos, entre outros”, concluiu Diogo Luís.
Recorde-se que a SAD do Benfica emitiu no passado domingo, dia 8 de setembro, um comunicado, que foi enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), em que reportava um saldo negativo no valor de 31,4 milhões de euros no exercício financeiro da época de 2023/24. Apesar do número, a verdade é que ele sofreu um decréscimo de 35,6 milhões de euros em relação ao ano anterior.
Confira as declarações de Diogo Luís sobre os resultados do Benfica, liderado por Rui Costa:
Antigo responsável do Clube encarnado teceu fortes críticas ao atual presidente sobre o enfraquecimento da atual estrutura das águias
19 Abr 2026 | 10:22 |
João Gabriel vê o Benfica num momento preocupante. O antigo diretor de comunicação das águias, entre 2008/2009 e 2015/2016, diz que o Clube perdeu liderança e capacidade de influência, sendo a recente assembleia geral extraordinária da Liga a expor essa fragilidade.
J. Gabriel: "Evidente perda de liderança"
"O Benfica atravessa hoje um momento particularmente preocupante do ponto de vista institucional e estratégico. Mais do que resultados desportivos ou ciclos naturais de gestão, o que está em causa é algo mais profundo: a evidente perda de liderança e, mais grave, a erosão da sua capacidade de influência no ecossistema do futebol português", começou por assinalar, na sua conta de LinkedIn.
Um dos homens fortes na era de Luís Filipe Vieira - que pode ser condenado - tem sido voz crítica da atual Direção, liderada por Rui Costa, sobre a postura na centralização nos direitos televisivos. "Fê-lo sozinho. Isolado. Este facto, por si só, seria impensável há poucos anos. O Benfica sempre foi um clube agregador, com peso, capaz de liderar e mobilizar vontades. Era o 'continente' onde muitos outros clubes se reviam e seguiam. Hoje, surge como uma ilha, distante, sem pontes, sem capacidade de arrasto" , pode ler-se.
J. Gabriel: "Um clube como o Benfica não pode atuar de forma reativa, nem dispersa"
João Gabriel considera o Benfica não pode atuar desta maneira. "Um clube com a dimensão e a história do Benfica não pode atuar de forma reativa, nem dispersa. Precisa de antecipação, de influência consolidada e de uma visão clara sobre o caminho a seguir. Quando essas peças falham, o resultado é este: isolamento, perda de relevância e incapacidade de condicionar decisões estruturais para o futuro do futebol português", apontou.
Para concluir, o antigo diretor de comunicação deixou uma mensagem forte. "O Benfica deixou de liderar. E, num contexto onde a influência é determinante, deixou também de ser ouvido. Isso não é apenas um sinal de fraqueza momentânea, é um alerta sério sobre a incapacidade como elemento estrutural deste Benfica" , finalizou.
Antigo vice-presidente do emblema encarnado veio agora a público e procurou repor aquilo que considera ser a verdade dos factos
17 Abr 2026 | 09:32 |
Luís Mendes, antigo administrador da SAD e ex-vice-presidente do Benfica, veio esclarecer publicamente os motivos da sua saída da direção em junho de 2024, rejeitando qualquer ligação com a alegada dívida de Rui Costa. O ex-dirigente - que criticou recentemente o líder das águias - procurou repor aquilo que considera ser a verdade dos factos.
L. Mendes: “A minha saída do Sport Lisboa e Benfica se ficou a dever exclusivamente a divergências de natureza estratégica e de governação"
Na explicação, garantiu que a decisão se deveu apenas a questões internas, afirmando: “a minha saída do Sport Lisboa e Benfica se ficou a dever exclusivamente a divergências de natureza estratégica e de governação”. Entre os principais pontos de discórdia, destacou “a preocupação com o agravamento do equilíbrio financeiro, bem como a política desportiva”.
Luís Mendes mostrou ainda desagrado com a exposição do tema, sublinhando “que este tema possa ter ganho relevo na vida do Sport Lisboa e Benfica, sobretudo num momento particularmente importante para o clube”, defendendo que a situação exige “sentido de responsabilidade e foco absoluto na defesa dos seus superiores interesses”.
Já a alegada dívida, tornada pública pela revista Sábado, estava relacionada com um projeto imobiliário em Carnaxide, tendo o antigo dirigente avançado judicialmente para recuperar cerca de 500 mil euros. Ainda assim, esse montante acabou por ser entretanto regularizado por Rui Costa.
Também a empresa ligada ao Presidente do Benfica reagiu, assegurando que são “totalmente falsas as informações” sobre dificuldades financeiras e explicando que existiu apenas “um atraso na obra, motivado por constrangimentos operacionais”, garantindo ainda que se tratam de “compromissos estritamente pessoais” sem qualquer impacto no Clube.
Numa publicação feita na rede social Instagram, antigo candidato à presidência das águias lamenta o silêncio da parte da Direção vermelha e branca
16 Abr 2026 | 13:54 |
João Diogo Manteigas voltou a marcar presença no espaço público, para deixar mais críticas, desta vez ao silêncio de Rui Costa para com as palavras de Frederico Varandas, líder do Sporting. O antigo candidato à presidência do Benfica - que apresentou uma participação disciplinar contra André Villas-Boas - defende que a posição do dirigente das águias afeta o bom nome do Clube da Luz.
João Diogo Manteigas: "Passou tempo demais sem que tenha existido um posicionamento firme do Benfica em relação às últimas declarações do presidente do Sporting"
"Passou tempo demais sem que tenha existido um posicionamento firme do Benfica em relação às últimas declarações do presidente do Sporting no passado domingo, ao abrigo da sua habitual estratégia de pressão através dos media (até porque vêm aí dois jogos essenciais contra os rivais em território nacional)", começou por escrever João Diogo Manteigas, na rede social Instagram.
"Mesmo sem qualquer enquadramento, decidiu partilhar 'um episódio privado' que entendia ser 'muito mais interessante' para os meios de comunicação explorarem (e porque lhe é conveniente para a sua estratégia de leverage comunicacional, distraindo com uma mão, enquanto tenta fazer algo com a outra invisível...)", continuou o antigo candidato.
João Diogo Manteigas: "A imagem, bom-nome e honra da instituição Benfica continua a ser alvo de ataque, seja em privado e/ou perante o público em geral"
"Na descrição do referido episódio, a ser verdade, ficámos a saber que o presidente do Porto se dirigiu ao seu homólogo do Benfica perante terceiros e colocou o processo Apito Dourado (e já agora, para memória futura, o processo Apito Final) ao nível do caso dos e-mails", apontou o advogado e adepto do Clube da Luz.
"A imagem, bom-nome e honra da instituição Benfica continua a ser alvo de ataque, seja em privado e/ou perante o público em geral. Neste caso, pela leviandade e gozo da referida comparação", concluiu João Diogo Manteigas, assumindo que a Direção não tem tido uma postura adequada aos acontecimentos.