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Rui Costa quebra silêncio e vai falar de Mourinho e Marco Silva aos adeptos do Benfica
11 Jun 2026 | 09:31
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22 Jul 2025 | 15:50 |
Bruno Prata considera que a gestão de Rui Costa tem sido um dos obstáculos para o Benfica - que pode contratar um novo central - vencer mais títulos. Num artigo de opinião para o Record, o comentador desportivo deixou críticas ao Presidente dos encarnados que tem feito alterações bruscas no plantel principal durante os últimos anos.
Bruno Prata: “Mudar e melhorar são coisas bem diferentes”
“Quando se olha para a política de contratações do Benfica percebe-se o nexo do provérbio alemão que nos diz que mudar e melhorar são coisas bem diferentes”, começa por referir Bruno Prata, fazendo uma comparação da gestão de Rui Costa com um ditado dos antigos.
Bruno Prata acredita ter descoberto um dos motivos para o insucesso do Benfica nos últimos anos: “Nesse pressuposto, não parece descabido pensar que o relativo insucesso desportivo do Benfica sob a administração de Rui Costa (um Campeonato Nacional, uma Supertaça e uma Taça da Liga) também possa ser relacionado com o excesso de mudanças na 'tripulação' da nau Benfiquista”.
Bruno Prata: “Entre 2019 e 2023 o Benfica contratou cerca de quatro dezenas de jogadores”
“De facto, entre 2019 e 2023, o Benfica contratou cerca de quatro dezenas de jogadores, que representaram um investimento de 320M€. Ocuparam o lugar de outros tantos que, por diferentes razões, foram saindo, nalguns casos em resultado de vendas milionárias que, no seu conjunto, renderam 596M€”, acrescenta Bruno Prata, que analisa o paradigma de vendas e compras dos encarnados.
Após referir nomes como os de Marcos Leonardo e Rollheiser, Bruno Prata deixou uma crítica à gestão do Benfica: “Mais do que apontar os falhanços importa inquirir as razões que levam o Benfica a mudar tão rapidamente de opinião sobre alguns jogadores jovens recém contratados. Em demasiados casos não lhes terá dado tempo suficiente para crescerem futebolisticamente nem para se acomodarem ao clube”.
Operação tinha sido acordada entre todas as partes, mas acabou por ser esbarrada na oposição da estrutura do emblema encarnado
16 Jun 2026 | 15:43 |
O Benfica decidiu impedir a venda da participação de 16,38% da SAD detida por José António dos Santos, empresário conhecido como "Rei dos Frangos", ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner. A operação tinha sido acordada entre as partes, mas acabou por esbarrar na oposição da estrutura encarnada.
Segundo informações avançadas pela Bloomberg, o Clube da Luz justificou a decisão com uma cláusula dos estatutos relacionada com situações de concorrência e potenciais conflitos de interesse. Em causa está o facto de o fundo liderado por Tim Leiweke ter investimentos noutras sociedades desportivas europeias.
A principal preocupação do Benfica prende-se com a ligação do grupo ao Venezia, clube italiano do qual o fundo é o principal acionista. Na ótica dos responsáveis encarnados, essa relação inviabiliza a entrada do investidor no capital da SAD benfiquista.
O acordo para a aquisição da posição de José António dos Santos tinha sido tornado público em abril e, segundo informações conhecidas, o valor da transação rondava os 12 euros por ação. A decisão de bloquear o negócio já terá sido comunicada tanto aos representantes do fundo norte-americano como ao empresário português. Também Fernando Tavares se havia pronunciado sobre o tema.
Esta não é a primeira vez que o Benfica recorre aos seus estatutos para impedir a entrada de investidores estrangeiros na SAD. Em 2021, os encarnados já tinham utilizado um mecanismo semelhante para travar a entrada de John Textor no capital da sociedade. Ainda assim, a Bloomberg refere que as partes poderão continuar a dialogar, uma vez que o fundo norte-americano não pretende assumir qualquer papel na gestão da SAD, o que deixa margem para novas negociações.
Apesar dos desafios financeiros e das mudanças em curso, a liderança encarnada garante que a ambição desportiva continuará a ser prioridade
16 Jun 2026 | 13:13 |
O Benfica prepara-se para entrar numa nova época com ambição renovada e Rui Costa fez questão de transmitir uma mensagem de confiança aos sócios. Na proposta de orçamento que será apreciada em Assembleia Geral no próximo dia 27 de junho, o presidente encarnado garante que o Clube continuará a investir para manter a competitividade desportiva.
O líder das águias sublinha que a Direção tem conseguido conciliar investimento no futebol e nas modalidades com rigor financeiro. O orçamento para 2026/27 prevê um resultado positivo de 8,4 milhões de euros, permitindo ao Clube cumprir os seus compromissos e continuar a reforçar os plantéis.
Rui Costa assegura que o objetivo passa por manter o Benfica na luta pelos títulos, destacando que o documento apresentado procura equilibrar eficiência na gestão com a ambição desportiva. O presidente considera que o Glorioso terá capacidade para responder aos desafios da próxima temporada com confiança e responsabilidade.
Outro dos aspetos destacados é o crescimento sustentado das receitas próprias, da massa associativa e da adesão dos adeptos às iniciativas do Clube. Além disso, o dirigente aponta a concretização de projetos estruturantes como fundamentais para gerar valor de forma recorrente e consolidar o futuro do Benfica.
Na mensagem dirigida aos benfiquistas, Rui Costa deixa uma promessa clara: continuar a valorizar a componente desportiva na estrutura de custos, garantindo simultaneamente uma gestão criteriosa dos recursos. O presidente acredita que o Benfica entra em 2026/27 "mais forte, mais participado e mais preparado para o futuro", reafirmando o compromisso de honrar a história do Clube e corresponder às expectativas dos sócios e adeptos.
Confira a mensagem completa de Rui Costa:
CAROS CONSÓCIOS
"A cada época, temos conseguido investir fortemente na competitividade das nossas equipas obedecendo a uma aposta vincada no ecletismo, em paralelo com uma trajetória de rigor e sustentabilidade financeira, que pretendemos consolidar na época 2026/27. O orçamento agora apresentado projeta um resultado positivo de 8,4 milhões de euros, permitindo ao clube continuar a cumprir com os seus compromissos, reforçar a competitividade dos nossos plantéis e continuar a investir na ambição desportiva que define o Sport Lisboa e Benfica. Este é um orçamento que nos garante capacidade para responder aos desafios da próxima temporada com confiança e responsabilidade, conciliando eficiência na gestão com o investimento necessário para que o Benfica continue a vencer, a conquistar títulos e a honrar a sua gloriosa história de sucesso. Um orçamento de rigor e ambição, que reflete o crescimento sustentado das receitas próprias, a expansão da massa associativa, a forte adesão dos benfiquistas às iniciativas do clube e a concretização de projetos estruturantes que reforçam a nossa capacidade de gerar valor de forma recorrente. Mais importante ainda, um orçamento subordinado a um dos eixos estratégicos da nossa política de gestão: valorizar a componente desportiva na estrutura de custos, assegurando uma gestão criteriosa dos recursos e promovendo a máxima eficiência nas despesas não diretamente afetas aos plantéis. O Benfica entra na nova época mais forte, mais participado e mais preparado para o futuro. O crescimento da massa associativa, a aprovação de projetos estratégicos, a valorização dos seus ativos e os resultados positivos que se esperam alcançar demonstram que estamos a construir bases sólidas para um ciclo de desenvolvimento sustentado. Com confiança no futuro, responsabilidade na gestão e ambição em todas as áreas de atividade, continuaremos a trabalhar para honrar a história do Sport Lisboa e Benfica e corresponder às expectativas dos seus sócios e adeptos. Viva o Sport Lisboa e Benfica!".
Projeto estratégico das águias terá sido determinante para a entrada de novos acionistas no capital da Sociedade Anónima Desportiva encarnada
12 Jun 2026 | 17:07 |
A entrada de investidores norte-americanos na Benfica SAD continua a dar que falar e o Benfica District surge como um dos principais motivos para o crescente interesse em torno do universo encarnado. O megaprojeto imobiliário e desportivo idealizado pelo Clube da Luz terá desempenhado um papel importante na recente aquisição de uma participação relevante no capital da SAD.
Segundo o Jornal Económico, a venda dos 16,38% detidos por José António dos Santos, conhecido como "Rei dos Frangos", ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partners, por cerca de 45,2 milhões de euros, poderá representar apenas o início de um novo capítulo na estrutura acionista do Benfica.
A mesma fonte revela que Tim Leiweke, empresário norte-americano ligado ao setor do entretenimento e das infraestruturas desportivas, foi um dos investidores convidados a participar na operação. Durante as conversações, o Benfica District foi apresentado como um dos ativos mais atrativos associados ao investimento no Clube da Luz.
De acordo com o respetivo portal, o interesse de Leiweke pelo projeto foi tão significativo que o empresário terá avançado individualmente para a aquisição das ações anteriormente detidas por José António dos Santos, sem integrar o grupo de investidores inicialmente reunido para o negócio.
O Benfica District, avaliado em cerca de 220 milhões de euros, é apontado como uma das grandes apostas estratégicas do Clube para os próximos anos. O projeto contempla uma profunda modernização das infraestruturas ligadas ao Estádio da Luz e áreas envolventes, procurando potenciar novas fontes de receita e reforçar a valorização do património encarnado.
A experiência de Tim Leiweke na gestão e rentabilização de arenas desportivas é um dos aspetos destacados pela publicação. O empresário liderou durante vários anos a AEG e fundou posteriormente a Oak View Group, empresas reconhecidas internacionalmente pelo desenvolvimento e exploração de grandes espaços de entretenimento.
Segundo o Jornal Económico, a visão empresarial do investidor encaixa precisamente na filosofia subjacente ao Benfica District, que pretende transformar a zona envolvente ao Estádio da Luz num polo multifuncional capaz de gerar receitas para além da componente desportiva.
A entrada destes investidores levanta, contudo, algumas questões relativamente ao futuro da estrutura acionista da Benfica SAD. Entre elas está a eventual aplicação do artigo 13.º dos estatutos, que permite ao Clube bloquear determinadas aquisições de participações qualificadas quando estejam em causa interesses considerados concorrentes.
Para já, o foco mantém-se no potencial impacto do Benfica District e na forma como este projeto continua a despertar atenção internacional. O interesse demonstrado por investidores ligados ao setor das infraestruturas e do entretenimento reforça a perceção de que o plano estratégico encarnado poderá assumir um papel central no futuro económico da Benfica SAD.
Rui Costa quebra silêncio e vai falar de Mourinho e Marco Silva aos adeptos do Benfica
11 Jun 2026 | 09:31
Aliado de Luís Filipe Vieira fala dos vários "erros" do Benfica District
01 Jun 2026 | 15:42
Oficial! Benfica lança camisola para 2026/27 e deixa adeptos em suspenso com grande mistério
01 Jun 2026 | 15:11