Futebol
Inacreditável! Enzo Barrenechea apanhado a dormir nos corredores do Benfica
26 Jun 2026 | 10:35
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20 Out 2023 | 07:26 |
Ricardo Pessoa, treinador do Lusitânia, fez a antevisão ao encontro com o Benfica, nesta última quinta-feira, dia 19 de outubro. O técnico português analisou as possíveis dificuldades que a formação açoriana pode vir a sentir diante do Glorioso, no entanto, deixou uma garantia.
"Sei que o Benfica não virá com alguns jogadores fulcrais, mas isso não mudará a nossa estratégia. Com todo o respeito por todas as equipas, nós temos uma ideia de jogo pré-definida, e não faz sentido alterar essa ideia por muito potencial que tenha o adversário; por isso desde já informo que não jogaremos com o autocarro à frente da baliza!", 'avisou' o treinador.
"É um jogo de futebol com 90 ou 120 minutos. Isto não é arrogância nenhuma, é apenas a nossa forma de estar. Sabemos que temos poucas possibilidades de vencer, mas dentro das nossas escassas chances iremos jogar da forma que estamos acostumados; ou seja, sem receios e olhos nos olhos. Jamais mudaria a estratégia para sujeitar os meus atletas a algo que não estão acostumados", acrescentou, ainda.
Ricardo Pessoa, também, 'desvalorizou' o facto de o Clube da Luz se apresentar com algumas baixas de peças importantes para Roger Schmidt. "Sei que o Benfica não irá trazer algumas peças fulcrais, mas tenho certeza que o onze deles será composto por atletas de classe mundial, que estão acostumados a jogar nos grandes palcos", começou por dizer.
"Estive atento à conferência de imprensa do mister Roger Schmidt e ele referiu 4 ou 5 nomes que não irão estar presentes, mas só no jogo teremos essas certezas. Seja como for, e como já sublinhei, não iremos alterar o nosso método de jogo. O Benfica é uma equipa coletivamente fortíssima, mas tudo iremos fazer para contrariar o natural favoritismo deles", reforçou o treinador.
Importa recordar que o emblema da Catedral vai entrar em campo na tarde de sexta-feira, dia 20 de outubro, às 16h30, no reduto do Lusitânia, o Estádio João Paulo II, nos Açores. É um encontro que vai contar para a terceira ronda de eliminação da Taça de Portugal.
Jogador de 23 anos acabou por integrar banco de suplentes do duelo diante do Catar, mas não foi utilizado ao longo da partida da terceira jornada
26 Jun 2026 | 13:40 |
Amar Dedic, lateral direito do Benfica, foi poupado pelo selecionador da Bósnia e Herzegovina, Sergej Barbarez, no duelo frente ao Catar (3-1). Depois de rumores de que poderia não jogar mais no Mundial, a situação parece não ser tão grave.
S. Barbarez: "O risco era muito grande"
O selecionador explicou a gestão do atleta encarnado, justificando a opção de o não colocar em campo apesar da sua disponibilidade. "O Dedic poderia ter jogado, mas o risco era muito grande. Ele pode jogar, se for necessário, mas decidimos lançar o Malic no onze".
O técnico sublinhou ainda que a prioridade passou por evitar qualquer agravamento do problema físico do jogador do Benfica, numa fase em que a equipa procura gerir o esforço do grupo. A decisão acabou por se refletir na ausência de Dedic das opções utilizadas no encontro.
A Bósnia e Herzegovina terminou a fase de grupos no terceiro lugar, com quatro pontos somados, mantendo ainda em aberto o apuramento para a próxima fase da competição. Suíça foi primeira classificada (sete), seguida do Canadá (quatro). O Catar foi último com um.
Na temporada de 2025/26, ao serviço do Benfica, Amar Dedić - avaliado em 16 milhões de euros - realizou 43 partidas oficiais: 24 na Liga Portugal Betclic, 14 na Liga dos Campeões, três na Taça de Portugal, uma na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 3.511 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o bósnio apontou um golo e fez quatro assistências.
Psicólogo do desporto explicou que este tipo de perceção é frequente em fases de maior instabilidade e entende sentimento do jogador encarnado
26 Jun 2026 | 12:55 |
António Silva - que tem vários pretendentes - atravessa um momento de maior pressão no Benfica, depois de ter admitido sentir-se alvo de críticas excessivas e de uma alegada “perseguição” mediática e desportiva. A situação motivou uma análise sobre o impacto psicológico que este tipo de contextos pode ter em atletas jovens de alta competição.
A. Rosado: "É perfeitamente normal e muito comum um atleta jovem sentir isso em fases de crise desportiva"
O psicólogo do desporto António Rosado, co-autor do livro 'Intervenção Psicológica em Contexto Desportivo', explicou que este tipo de perceção é frequente em fases de maior instabilidade: "Sim, é perfeitamente normal e muito comum um atleta jovem sentir isso em fases de crise desportiva. No desporto de elite, a linha que separa a realidade de uma perceção hipervigilante é muito ténue e é necessário que aprenda a descodificar esse sentimento. Quando o atleta está sob pressão, o cérebro foca-se apenas nos estímulos negativos", disse ao 'Notícias ao Minuto'.
O mesmo admite que, em certos casos, a sensação de perseguição pode ter também uma componente real ligada à exposição mediática: "A perseguição pode, no entanto, ser real: a imprensa e as redes sociais geram, muitas vezes, narrativas repetitivas sobre determinados jogadores para criar 'clicks'. Para um jovem isto pode parece (e muitas vezes é) um ataque pessoal direcionado. Por outro lado, em épocas más de uma equipa, a opinião pública tende a eleger um ou dois alvos preferenciais para descarregar a frustração. Os jovens com alta exposição ou passes caros são os alvos mais frequentes".
Sobre a forma de lidar com estes episódios, António Rosado defende uma abordagem conjunta entre clube e jogador: "Um jovem não tem, muitas vezes, a maturidade neurológica nem a experiência de vida necessárias para combater sozinho a máquina do futebol moderno. No entanto, se o clube fizer tudo por ele, o atleta nunca desenvolverá a autonomia necessária para sobreviver na elite. A articulação ideal funciona através de um modelo de co-responsabilização".
O especialista reforça ainda a importância de diferentes áreas do clube atuarem em conjunto para proteger o jogador e minimizar o impacto da pressão externa: "O departamento de comunicação pode promover alguma blindagem mediática; a assessoria jurídica pode acionar mecanismos legais, a equipa e o treinador devem ser uma rede de apoio e até permitir acesso a psicólogos; por sua vez o jogador deve aprender técnicas de autorregulação emocional e de blindagem cognitiva".
Ponta de lança não tem interesse em permanecer no emblema encarnado e já está referenciado por vários clubes do futebol europeu
26 Jun 2026 | 11:32 |
Jelani Trevisan vai abandonar o Benfica durante a atual janela de transferências. O avançado belga pretende sair das águias e já está referenciado por vários clubes europeus, com o Schalke 04 a assumir-se como um dos principais interessados na sua contratação.
De acordo com o especialista em mercado Sacha Tavolieri, o emblema alemão, que regressou recentemente à Bundesliga, já estabeleceu contactos com os representantes do jogador para conhecer as condições de um eventual acordo.
"O atacante belga quer deixar o Benfica, e o Schalke 04 já entrou em contacto com seus representantes para explorar a possibilidade de um acordo. Clubes de França e Itália também estão atentos", pode ler-se na rede social do jornalista belga.
Apesar das boas prestações ao serviço da equipa secundária, Jelani Trevisan não integrou o grupo de jogadores que iniciou a pré-temporada com a equipa principal de Marco Silva. A ausência dos trabalhos reforça a possibilidade de o avançado rumar a um novo clube nas próximas semanas.
Na temporada de 2025/26, Jelani Trevisan - avaliado em 400 mil euros - participou em 31 partidas oficiais pelo Benfica: 27 na Liga Portugal Meu Super, duas na Liga Revelação e duas na Premier League International Cup. Nos 1.378 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, assinou oito golos e duas assistências.
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