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Fernando Tavares reage ao chumbo da ERC e deixa conselho ao Benfica: "Reorganizar..."
27 Mar 2026 | 14:57
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06 Mar 2026 | 09:54 |
Durante esta quinta-feira, 5 de março, Miguel Almeida, presidente executivo da NOS, revelou mais detalhes sobre o acordo celebrado com o Benfica. Numa conferência de imprensa, o dirigente falou de alguns pormenores importantes em relação ao vínculo, celebrado com as águias - que têm um trunfo importante no Clássico - até 2028.
"Em relação ao Benfica, a pergunta devia-se ter colocado em 2015", começou por dizer Miguel Almeida na conferência de imprensa. "Em 2015, a NOS estabeleceu um acordo com o Sport Lisboa e Benfica. Esse acordo era por dez anos e ia de 2016 a 2026. Portanto, o acordo termina no fim desta época desportiva", adiantou o executivo da NOS.
"Aquilo que nós fizemos, na prática, independentemente dos embrulhos que se queiram dar, foi uma extensão desse acordo por mais dois anos, até 2028, que é a altura em que se prevê, ou está prevista, a famosa centralização", adiantou, referindo-se ao projeto desenvolvido pela Liga de Clubes.
"É uma extensão de um contrato existente, de um acordo existente, com um incremento de custos inferior à inflação, já agora. Portanto, não tem nenhum racional novo. Temos que recuar a 2015 para perceber o racional", referiu Miguel Almeida, ao explicar a natureza do acordo com o Benfica.
"Nós estamos na SportTV há 25 anos, desde sempre. Não vemos razão para sair. E, pela razão histórica que presidiu à lógica do negócio da altura, vamos ficar. Estamos confortáveis com essa participação, não vemos razão para a aumentar ou diminuir", concluiu o CEO da NOS.
Presença de líder encarnado na Assembleia da República surpreendeu esta manhã e colocou o Glorioso como tema de um debate sensível
01 Abr 2026 | 16:41 |
Rui Costa esteve esta manhã na Assembleia da República, onde realizou uma espécie de visita pelos diferentes grupos parlamentares. A presença do presidente do Benfica teve como objetivo apresentar preocupações relacionadas com temas estruturais que envolvem o clube e o contexto desportivo nacional. Entre os assuntos abordados estiveram o processo de centralização dos direitos e decisões regulatórias recentes que motivaram forte reação dos encarnados.
Um dos pontos centrais da reunião foi a rejeição do projeto da Benfica FM por parte da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). A decisão, tomada a 25 de março de 2026, indeferiu o requerimento apresentado pelo operador BMHAUDIO Portugal Holdings, que previa a modificação de vários serviços de programas de tipologia musical para temática desportiva informativa. O objetivo passava pela associação desses serviços à Golo FM e pela identificação comum em antena como Benfica FM. No entanto, o regulador concluiu que o pedido não reunia os pressupostos legais necessários.
De acordo com a ERC, a alteração proposta não representaria um reforço efetivo da diversidade da oferta radiofónica nas áreas geográficas abrangidas. A entidade considerou que existiria apenas a substituição de uma tipologia temática por outra, sem acréscimo de pluralidade de conteúdos disponíveis aos ouvintes. Além disso, o regulador apontou dúvidas quanto à salvaguarda da independência editorial, sublinhando que a participação do Benfica na conceção dos conteúdos da Benfica FM poderia colidir com o regime jurídico aplicável aos operadores de rádio.
A reação do clube foi imediata e marcada por forte contestação. O vice-presidente José Gandarez mostrou-se indignado com a decisão relativa à Benfica FM e garantiu que o Benfica iria recorrer. O dirigente admitiu ainda a possibilidade de avançar com uma participação criminal, caso se confirmassem eventuais ilícitos, defendendo que o processo deve ser escrutinado. Foi também anunciada a intenção de solicitar audiências a todos os grupos parlamentares para apresentar o dossiê e esclarecer os contornos da situação.
Este contexto explica a deslocação de Rui Costa ao Parlamento, onde o presidente encarnado procurou sensibilizar os deputados para o impacto da rejeição da Benfica FM e para o processo de centralização em curso. O Benfica pretende assegurar que situações semelhantes não se repitam e reforçar o escrutínio institucional sobre o tema.
Decisão inesperada do primeiro-ministro coloca o Clube encarnado no centro de um encontro que promete mexer com o futebol português
01 Abr 2026 | 10:32 |
O primeiro-ministro Luís Montenegro decidiu avançar para uma reunião de emergência com os principais protagonistas do futebol nacional. O objetivo passa por discutir o clima de tensão que se tem vivido. O Benfica surge como uma das partes centrais.
Entre os convidados está o Presidente encarnado, Rui Costa. O líder das águias deverá marcar presença num encontro que pretende abrir diálogo e a intenção é encontrar pontos de entendimento entre os clubes. André Villas - Boas e Frederico Varandas também vão estar presentes.
A iniciativa surge numa fase sensível da temporada. As rivalidades intensificaram-se nas últimas semanas e o Benfica tem estado envolvido em vários episódios mediáticos, como o julgamento do caso dos e-mails. O Governo pretende baixar o tom e promover estabilidade no futebol português.
A reunião deverá abordar temas como comportamentos violentos no futebol e sustentabilidade financeira dos clubes. O papel do Benfica será relevante nas discussões. A data e o local ainda não foram confirmados oficialmente. Ainda assim, a intenção é realizar o encontro com urgência e o desenvolvimento promete novos capítulos nos próximos dias.
Vale lembrar que Rui Costa está envolvido em outro assunto importante. De acordo com um exclusivo Glorioso 1904, a sua direção estuda a possibilidade de avançar com a hipótese de assegurar outro guardião para a equipa de futsal, na época 2026/2027.
Nota: Notícia avançada pelo jornal Record tratou-se de uma partida de 1 de abril - Dia das Mentiras.
Numa publicação feita na sua conta de Instagram, antigo candidato das águias recordou palavras que proferiu em 2025 a respeito do caso dos emails
29 Mar 2026 | 11:55 |
João Diogo Manteigas não ficou em silêncio e deixou uma resposta a André Villas-Boas. Através de uma publicação, o antigo candidato à Presidência do Benfica devolveu o ataque ao presidente do Porto, depois do mesmo ter atacado o Clube da Luz num artigo divulgado na revista Dragões.
João Diogo Manteigas: "'Aprendiz André' que pague rapidamente o que deve ao Benfica"
"Já o disse no dia 14 de julho de 2025. Record: o 'Aprendiz André' que pague rapidamente o que deve ao Benfica", começou por dizer o antigo candidato à liderança das águias, visando o atual dirigente máximo dos azuis e brancos, numa publicação feita no Instagram.
"No processo dos emails, só para relembrar às gentes do Porto, o Benfica não foi condenado judicialmente nem desportivamente, e quem foi condenado foi o Porto, o diretor de comunicação [Francisco J. Marques] e o diretor de conteúdos do Porto Canal [Diogo Faria]", acrescentou João Diogo Manteigas.
"O valor em cima da mesa, neste momento, são 770 mil euros, o que, sinceramente, para advogado e pessoa com alguma experiência na área, acho até pouco para aquilo que foi feito com os emails do Benfica", considerou o ex-candidato, a 14 de julho de 2025, ao reagir à sentença confirmada pelo Supremo Tribunal.
"E se eu for presidente do Benfica em outubro, espero que paguem de uma só vez, porque, se não, os advogados do Benfica irão executá-la imediatamente. É bom que André Villas-Boas faça já uma cativação no orçamento para esse efeito", constatou João Diogo Manteigas na altura.