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Fernando Tavares reage ao chumbo da ERC e deixa conselho ao Benfica: "Reorganizar..."
27 Mar 2026 | 14:57
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06 Mar 2026 | 10:55 |
Através de um comunicado a festejar o 122º aniversário do Benfica, João Diogo Manteigas, candidato nas últimas eleições presidenciais do Clube encarnado, sugeriu propostas para melhorar a performance da arbitragem portuguesa, que tem sido alvo de muitas críticas nesta época.
J.D. Manteigas: "O Benfica tem o dever de vigilância institucional"
"Perante os sucedidos ao longo da presente época desportiva, o Sport Lisboa e Benfica tem o dever de vigilância institucional, podendo solicitar a convocação urgente de reuniões com o Presidente da FPF, LPFP e com todas as sociedades desportivas interessadas. O objetivo passa por promover a abertura do setor ao público em geral, com vista a garantir mais e maior integridade competitiva", disse, em entrevista ao jornal O JOGO.
O benfiquista de 42 anos continuou a lançar outras medidas a implementar. "Necessidade de publicação dos relatórios dos observadores dos árbitros; publicação do fundamento para as nomeações das equipas de arbitragem nos jogos da 1.ª e da 2.ª Ligas; apresentação urgente de uma base para um projeto-lei aplicável exclusivamente aos árbitros e que inclua, sem se limitar, a formação e respetivo plano de carreira das associações distritais até à FPF, as formas de recrutamento, as regras deontológicas, os regimes de incompatibilidades e impedimentos, e a definição do regime profissional, com recurso ou à figura de contratos de trabalho ou à de prestações de serviços", pode ler-se.
J.D . Manteigas: "Não pode permitir"
Para concluir, Manteigas afirmou que o rigor e a seriedade na arbitragem tem de ser inquestionável. "Numa altura em que se caminha a passo rápido para a centralização dos direitos audiovisuais, o setor profissional do futebol não pode permitir que se duvide constantemente do rigor e seriedade dos árbitros, bem como deve sancionar severamente trocas de acusações pífias entre dirigentes bipolares", expressou.
Vale lembrar que o antigo candidato felicitou a vitória de Rui Costa em novembro, mas deixou um sério aviso: "O Benfica não está bem, as eleições provaram essa divisão. Temos um presidente eleito, é o nosso presidente. O que interessa é o foco em ganhar. O Benfica tem muito trabalho a fazer. O foco está em ganhar", atirou, na altura.
Presença de líder encarnado na Assembleia da República surpreendeu esta manhã e colocou o Glorioso como tema de um debate sensível
01 Abr 2026 | 16:41 |
Rui Costa esteve esta manhã na Assembleia da República, onde realizou uma espécie de visita pelos diferentes grupos parlamentares. A presença do presidente do Benfica teve como objetivo apresentar preocupações relacionadas com temas estruturais que envolvem o clube e o contexto desportivo nacional. Entre os assuntos abordados estiveram o processo de centralização dos direitos e decisões regulatórias recentes que motivaram forte reação dos encarnados.
Um dos pontos centrais da reunião foi a rejeição do projeto da Benfica FM por parte da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). A decisão, tomada a 25 de março de 2026, indeferiu o requerimento apresentado pelo operador BMHAUDIO Portugal Holdings, que previa a modificação de vários serviços de programas de tipologia musical para temática desportiva informativa. O objetivo passava pela associação desses serviços à Golo FM e pela identificação comum em antena como Benfica FM. No entanto, o regulador concluiu que o pedido não reunia os pressupostos legais necessários.
De acordo com a ERC, a alteração proposta não representaria um reforço efetivo da diversidade da oferta radiofónica nas áreas geográficas abrangidas. A entidade considerou que existiria apenas a substituição de uma tipologia temática por outra, sem acréscimo de pluralidade de conteúdos disponíveis aos ouvintes. Além disso, o regulador apontou dúvidas quanto à salvaguarda da independência editorial, sublinhando que a participação do Benfica na conceção dos conteúdos da Benfica FM poderia colidir com o regime jurídico aplicável aos operadores de rádio.
A reação do clube foi imediata e marcada por forte contestação. O vice-presidente José Gandarez mostrou-se indignado com a decisão relativa à Benfica FM e garantiu que o Benfica iria recorrer. O dirigente admitiu ainda a possibilidade de avançar com uma participação criminal, caso se confirmassem eventuais ilícitos, defendendo que o processo deve ser escrutinado. Foi também anunciada a intenção de solicitar audiências a todos os grupos parlamentares para apresentar o dossiê e esclarecer os contornos da situação.
Este contexto explica a deslocação de Rui Costa ao Parlamento, onde o presidente encarnado procurou sensibilizar os deputados para o impacto da rejeição da Benfica FM e para o processo de centralização em curso. O Benfica pretende assegurar que situações semelhantes não se repitam e reforçar o escrutínio institucional sobre o tema.
Decisão inesperada do primeiro-ministro coloca o Clube encarnado no centro de um encontro que promete mexer com o futebol português
01 Abr 2026 | 10:32 |
O primeiro-ministro Luís Montenegro decidiu avançar para uma reunião de emergência com os principais protagonistas do futebol nacional. O objetivo passa por discutir o clima de tensão que se tem vivido. O Benfica surge como uma das partes centrais.
Entre os convidados está o Presidente encarnado, Rui Costa. O líder das águias deverá marcar presença num encontro que pretende abrir diálogo e a intenção é encontrar pontos de entendimento entre os clubes. André Villas - Boas e Frederico Varandas também vão estar presentes.
A iniciativa surge numa fase sensível da temporada. As rivalidades intensificaram-se nas últimas semanas e o Benfica tem estado envolvido em vários episódios mediáticos, como o julgamento do caso dos e-mails. O Governo pretende baixar o tom e promover estabilidade no futebol português.
A reunião deverá abordar temas como comportamentos violentos no futebol e sustentabilidade financeira dos clubes. O papel do Benfica será relevante nas discussões. A data e o local ainda não foram confirmados oficialmente. Ainda assim, a intenção é realizar o encontro com urgência e o desenvolvimento promete novos capítulos nos próximos dias.
Vale lembrar que Rui Costa está envolvido em outro assunto importante. De acordo com um exclusivo Glorioso 1904, a sua direção estuda a possibilidade de avançar com a hipótese de assegurar outro guardião para a equipa de futsal, na época 2026/2027.
Nota: Notícia avançada pelo jornal Record tratou-se de uma partida de 1 de abril - Dia das Mentiras.
Numa publicação feita na sua conta de Instagram, antigo candidato das águias recordou palavras que proferiu em 2025 a respeito do caso dos emails
29 Mar 2026 | 11:55 |
João Diogo Manteigas não ficou em silêncio e deixou uma resposta a André Villas-Boas. Através de uma publicação, o antigo candidato à Presidência do Benfica devolveu o ataque ao presidente do Porto, depois do mesmo ter atacado o Clube da Luz num artigo divulgado na revista Dragões.
João Diogo Manteigas: "'Aprendiz André' que pague rapidamente o que deve ao Benfica"
"Já o disse no dia 14 de julho de 2025. Record: o 'Aprendiz André' que pague rapidamente o que deve ao Benfica", começou por dizer o antigo candidato à liderança das águias, visando o atual dirigente máximo dos azuis e brancos, numa publicação feita no Instagram.
"No processo dos emails, só para relembrar às gentes do Porto, o Benfica não foi condenado judicialmente nem desportivamente, e quem foi condenado foi o Porto, o diretor de comunicação [Francisco J. Marques] e o diretor de conteúdos do Porto Canal [Diogo Faria]", acrescentou João Diogo Manteigas.
"O valor em cima da mesa, neste momento, são 770 mil euros, o que, sinceramente, para advogado e pessoa com alguma experiência na área, acho até pouco para aquilo que foi feito com os emails do Benfica", considerou o ex-candidato, a 14 de julho de 2025, ao reagir à sentença confirmada pelo Supremo Tribunal.
"E se eu for presidente do Benfica em outubro, espero que paguem de uma só vez, porque, se não, os advogados do Benfica irão executá-la imediatamente. É bom que André Villas-Boas faça já uma cativação no orçamento para esse efeito", constatou João Diogo Manteigas na altura.