Futebol
Rui Costa agarra Prestianni! Saiba o que implica o novo contrato com o Benfica
17 Out 2026 | 09:44
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Futebol
04 Jun 2025 | 18:23 |
Pizzi, um dos nomes mais acarinhados da história do Benfica, partilhou o balneário com Ruben Amorim. Contudo, nunca passou pela cabeça do novo reforço do Estoril que o companheiro de equipa viesse a ser treinador. Dez anos depois de terem sido colegas no Glorioso, o ex APOEL fez uma revelação sobre o atual timoneiro do Manchester United.
Em conversa no podcast ‘Jogo pelo Jogo’, o antigo atleta do Benfica explicou que nunca imaginaria Rúben Amorim no comando técnico de uma equipa de futebol e explicou o porquê de ter essa ideia: “Era um palhaço autêntico, era muito bom, entravas no balneário e era outra coisa sempre muito bem-disposto”.
No entanto, voltou a reforçar a ideia de que nunca tinha pensado nesse possível futuro para o antigo Benfiquista: “Nunca pensei que ele desse o treinador que é agora, nem pensava que ia para treinador. Não dava nada por ele. Em ambiente de treino não estará como estava connosco, deve saber dosear as coisas”.
Pizzi sobre Rúben Amorim: “Nunca pensei que ele desse o treinador que é agora, nem pensava que ia para treinador”
De seguida, o antigo capitão das águias recordou as altura em que trabalhou com Jorge Jesus e depois com Bruno Lage: “Jorge Jesus taticamente é perfeito, adorava jogar com ele, foi ele que me trocou de posição da ala para 8. Mal me viu tocar na bola disse 'vou te meter aqui”. Sobre o setubalense, Pizzi explica que voltou a apreciar o futebol: “O Bruno Lage foi o treinador com quem mais desfrutei a jogar, com o Rafa, o João Félix, o Grimaldo, o André Almeida, o Seferovic… parecia automático”.
Pizzi sobre Bruno Lage: "Foi o treiandor com quem mais desfrutei a jogar"
Sobre o final de carreira como futebolista, Pizzi explicou que pretende continuar ligado ao desporto: “Gostaria de estar ligado ao futebol. Para ser treinador a vida vai continuar a ser a mesma ou pior, tenho a minha família e já andámos tanto de um lado para outro”.
Ex-diretor de comunicações do Clube vê a arbitragem portuguesa em um mau momento e ‘pede a cabeça’ do presidente do Conselho
17 Out 2026 | 11:22 |
A arbitragem do clássico entre Porto e Benfica, no Estádio do Dragão, continua a dar que falar. Algumas decisões de Miguel Nogueira motivaram críticas e voltaram a colocar o Conselho de Arbitragem, liderado por Luciano Gonçalves, no centro da polémica. João Gabriel, antigo diretor de comunicação dos encarnados, deixou duras críticas ao responsável pela arbitragem portuguesa.
João Gabriel: "Tenho muita pena que o Benfica ainda não tenha pedido a demissão de Luciano Gonçalves..."
“Eu acho que o Conselho de Arbitragem fica tocado da prestação que o Luciano Gonçalves esteve aqui há uma semana. Principalmente por uma das razões que o António Salvador indicou. Era o jogo da semana. Azar dos Tauras. Há, efetivamente, um lance que tem influência no resultado, e o presidente do Conselho de Arbitragem está em estúdio a fazer o striptease patrimonial”, afirmou João Gabriel.
O antigo dirigente benfiquista considera que a arbitragem nacional atravessa um período negativo, apontando a liderança de Luciano Gonçalves como um dos motivos para a falta de confiança no setor. Na mesma intervenção, João Gabriel dirigiu também uma crítica à posição assumida pelo Benfica e por Rui Costa perante a situação, defendendo que o clube deveria ter tomado uma posição mais firme em relação ao presidente do Conselho de Arbitragem.
“Eu acho que, manifestamente, a arbitragem não vive um bom momento. E não vive um bom momento porque quem lidera a arbitragem não inspira confiança. Eu, aliás, tenho muita pena que o Benfica ainda não tenha pedido a demissão de Luciano Gonçalves”, acrescentou.
As declarações surgem na sequência da polémica em torno da arbitragem do clássico no Dragão, com as decisões tomadas durante o encontro a continuarem a alimentar o debate sobre a atuação dos árbitros e a liderança do setor em Portugal.
Jogador terminou a época de 2025/26 como um dos principais destaques das águias, mas os números na atual temporada não correspondem
17 Out 2026 | 10:44 |
Andreas Schjelderup é uma das poucas exceções à tendência de crescimento que se verifica no plantel do Benfica. Depois de uma segunda metade da temporada passada em grande nível, o extremo norueguês atravessa agora uma fase menos positiva, com menor influência no jogo e números distantes dos que apresentou em 2025/26.
O camisola encarnada soma atualmente dois golos e três assistências, registo que contrasta com o impacto que teve na época anterior, quando as boas exibições o colocaram entre as revelações da equipa e lhe valeram a chamada ao Mundial.
A perda de rendimento também se reflete na utilização: em 15 jogos disputados, Schjelderup foi titular em apenas quatro ocasiões, sem conseguir garantir um lugar regular nas opções de Marco Silva. Aos 22 anos, o extremo continua a ser considerado um jogador de grande potencial, mas a evolução desportiva e a situação contratual começam a merecer atenção redobrada por parte do Benfica.
Schjelderup tem contrato válido até 2028, mas, segundo as informações disponíveis, tem recusado as abordagens feitas pelo clube com vista à renovação. A posição do jogador poderá tornar o processo mais delicado, sobretudo numa fase em que as águias procuram consolidar os ativos com maior margem de valorização.
Enquanto vários companheiros atravessam períodos de afirmação, o norueguês procura recuperar a influência que conquistou na reta final da última temporada. O desafio passa agora por voltar a destacar-se dentro de campo e, em paralelo, clarificar o futuro na Luz, numa altura em que o contrato entra numa fase que exige planeamento por parte da estrutura encarnada.
Treinador apostou em atleta na partida contra o Celtic e encontra uma alternativa diferente nas águias, o que pode resultar em uma dor de cabeça
17 Out 2026 | 10:14 |
Jhon Durán voltou a mostrar que tem qualidade para fazer a diferença no Benfica. Frente ao Celtic, o avançado colombiano bisou e deixou evidentes os argumentos técnicos que convenceram a estrutura encarnada, mas continua a ter um desafio pela frente: melhorar a integração nos processos coletivos da equipa orientada por Marco Silva.
Segundo o Record, a qualidade ofensiva do jogador é reconhecida pela equipa técnica, que vê em Durán uma alternativa de grande nível a Vangelis Pavlidis, principal referência goleadora das águias. O colombiano mostrou o seu talento logo no início do encontro, ao converter uma grande penalidade com um Panenka, e voltou a marcar no lance do 3-0, depois de ser lançado em velocidade e finalizar já em queda.
Apesar da exibição de destaque, há aspetos a melhorar. Marco Silva tem trabalhado sobretudo a componente tática, procurando aumentar a participação do avançado na dinâmica coletiva. Os números frente ao Celtic ajudam a perceber essa margem de progressão: em 67 minutos, Durán fez oito passes, seis dos quais certos, e tocou 20 vezes na bola.
Pavlidis, que entrou para o lugar do colombiano, registou sete passes, seis certos, e 13 toques na bola. Embora os dados não permitam, por si só, avaliar toda a influência de cada jogador, refletem diferentes formas de participação no jogo. No final do encontro, Durán mostrou humildade ao falar da concorrência na frente de ataque e reconheceu o estatuto do internacional grego.
“Toda a gente sabe que o Pavlidis é o primeiro. Mereceu tudo, jogou mais do que eu. Estou a chegar aqui e, nos minutos que tiver para jogar, vou dar o máximo pela equipa”, afirmou. Com o talento ofensivo já demonstrado, o próximo passo de Durán passa por ganhar maior consistência na ligação com os colegas e conquistar espaço nas opções de Marco Silva.
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17 Out 2026 | 09:44
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16 Out 2026 | 11:24
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16 Out 2026 | 17:46