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Benfica mostra oito lances do Clássico e ironiza com Porto: “Coisas normalíssimas” (vídeo)
21 Set 2026 | 11:34
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21 Abr 2025 | 16:54 |
Nas últimas semanas, além de Bernardo Silva, João Félix também tem sido apontado a um possível regresso ao Benfica. Perante este possível cenário, Vítor Pinto analisou a situação e afirmou que o internacional português só deverá mesmo regressar ao Estádio da Luz em determinadas condições específicas.
O sub-diretor do diário desportivo, na mais recente edição do programa ‘Record na Hora’, afirma que Bruno Lage é a peça essencial no plano de Rui Costa para resgatar o antigo camisola 79. “Estamos a ver o quão esta semana é importante para os adeptos do Benfica”, começou por dizer.
“O João Félix esteve sempre perto do Benfica todos os verões, nunca teve vontade de regressar e eis que, magicamente o Record, fruto do excelente trabalho jornalístico, revela que Bruno Lage é o ponta de lança de Rui Costa para conseguir convencer João Félix a regressar à Luz”, acrescentou o jornalista.
Vítor Pinto - Bruno Lage é o ponta de lança de Rui Costa para conseguir convencer João Félix
Seguindo o seu raciocínio, o sub-diretor do Record afirma que o setubalense é essencial para a sua contratação, afirmando que não acredita que o mesmo irá sair no final da temporada: “Todos já percebemos, que sem Bruno Lage vai ser muito difícil João Félix regresse. Bruno Lage tem uma capacidade extraordinária de criar ligação, de criar empatia com os jogadores que já passaram pelo Benfica e foram importantes”.
Vítor Pinto - Todos já percebemos, que sem Bruno Lage vai ser muito difícil João Félix regresse
Atualmente a cumprir contrato por empréstimo no AC Milan, o internacional português tem tido dificuldades em se afirmar e um regresso ao Estádio da Luz, poderia ser visto com bons olhos. Em 2024/2025, tanto ao serviço do Chelsea, como dos rossoneri, João Félix já participou em 35 jogos oficiais, num total de 1.675 minutos em campo, onde apontou oito golos e duas assistências.
Confira aqui o vídeo:
Antigo árbitro espanhol analisou o lance que mereceu críticas dos encarnados e não acredita que o francês merecesse ter visto cartão vermelho
21 Set 2026 | 13:52 |
Iturralde González, antigo árbitro internacional espanhol, analisou os principais lances do Clássico entre Porto e Benfica, disputado no Estádio do Dragão, e deixou uma opinião diferente daquela tomada por Miguel Nogueira no caso de Clément Lenglet.
Para o especialista espanhol, o central do Benfica não deveria ter sido expulso por acumulação de amarelos após o contacto com André Silva, ainda na primeira parte. Iturralde González entende que existiu falta, mas considera que a ação não foi suficientemente grave para justificar uma segunda admoestação.
Iturralde González: "Para segundo amarelo e expulsão, fica-me escasso"
“Para segundo amarelo e expulsão, fica-me escasso, não me parece suficiente porque não há uma ação-reação. Para mim, se reparares na ação-reação, o jogador atira-se para o chão um bocado depois de sentir o contacto. Ou seja, não é ação-reação. Para mim não é temerário”, afirmou.
Ainda assim, o antigo internacional espanhol deixou um reparo a Lenglet, considerando que o defesa encarnado não deveria ter dado ao árbitro a possibilidade de interpretar o lance como uma agressão: “Não podes fazer uma ação em que o árbitro possa interpretar outra coisa que não é. Para mim, se reparares no ação-reação, o jogador atira-se para o chão um bocado depois de sentir o contacto. Ou seja, não é ação-reação. Para mim não é temerário”, acrescentou.
Iturralde González reforçou que não considera ter existido uma intensidade suficiente para justificar o segundo amarelo: “Para mim não é uma jogada temerária em que lhe bata com força ou em que lhe bata com intensidade no pescoço por trás da cabeça.” Na sua perspetiva, deveria ter sido assinalada apenas falta.
Antigo diretor de comunicação das águias não poupou a arbitragem após o jogo e deixa também as suas críticas ao atual Presidente
21 Set 2026 | 13:23 |
João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, voltou a criticar a arbitragem portuguesa após a derrota das águias diante do Porto, por 3-1, no Estádio do Dragão. O antigo dirigente apontou uma alegada dualidade de critérios e comparou a entrada de Gabri Veiga sobre Alexander Bah com a expulsão de Zeno Debast no duelo entre Sporting e Arouca.
João Gabriel sobre Rui Costa: "a energia vibrante de um bocejo e uma acutilância digna de um pires de tremoços!"
João Gabriel começou, entretanto, por acrescentar um comentário às declarações de Rui Costa na zona mista do Dragão, criticando a intervenção do presidente do Benfica após o Clássico: “Rui Costa parecia estar a comentar a meteorologia numa tarde de domingo. Com a energia vibrante de um bocejo e uma acutilância digna de um pires de tremoços! Chegamos aqui também por culpa nossa!”, escreveu.
Através de uma publicação no LinkedIn, João Gabriel considerou que Debast foi corretamente expulso por uma entrada sobre Rukavina, mas defendeu que o lance protagonizado por Gabri Veiga, aos cinco minutos do Clássico, deveria ter merecido outro tipo de decisão.
“Em Alvalade, Debast foi expulso por uma entrada violenta sobre Rukavina. Bem expulso. Hoje, numa entrada igual de Gabri Veiga sobre Bah, o critério foi diferente e o VAR ficou em silêncio. Com 24 horas de diferença, lances iguais não podem ser avaliados de forma diferente. Um vermelho é um vermelho seja ao minuto 5 ou aos 90”, pode ler-se na publicação.
João Gabriel foi ainda mais longe e relacionou estas decisões com a confiança na arbitragem portuguesa. “Quando isto acontece, sobretudo numa arbitragem que já vive rodeada de desconfiança, o problema deixa de ser apenas o erro de um árbitro. Passa a ser a credibilidade de todo o sistema”, defendeu.
Especialista em arbitragem afirma que existiram algumas decisões equivocadas por parte de Miguel Nogueira no duelo entre os dragões e as águias
21 Set 2026 | 12:49 |
Pedro Henriques analisou a arbitragem de Miguel Nogueira no Clássico entre Porto e Benfica e considera que, apesar de a expulsão de Clément Lenglet ter sido correta, ficaram três cartões amarelos por mostrar a jogadores dos dragões.
Na análise publicada após o encontro, o antigo árbitro aponta o dedo à “irregularidade e menor consistência no critério disciplinar”, identificando Alberto Costa, Jakub Kiwior e Samu como os jogadores do Porto que deveriam ter sido admoestados.
No lado positivo, Pedro Henriques considera correta a expulsão de Lenglet por acumulação de amarelos, além de destacar as decisões tomadas nas duas áreas e a validação dos três golos marcados no encontro. Aos 45+1 minutos, Kiwior empurrou Bah num lance em que, segundo Pedro Henriques, “não mostra qualquer interesse em jogar a bola, apenas tem o objetivo de derrubar o adversário e parar a jogada”. Para o antigo árbitro, ficou por mostrar o respetivo cartão amarelo.
Também aos 34 minutos ficou um amarelo por mostrar a Alberto Costa. Pedro Henriques considera que o lateral portista abriu o braço esquerdo e atingiu Prestianni na cara, numa ação que deveria ter sido sancionada disciplinarmente.
Já nos descontos, aos 90+3 minutos, Samu também deveria ter visto amarelo por comportamento antidesportivo, depois de colocar a mão na cara do adversário. Os cartões mostrados a Bah, Pietuszewski e Tomás Araújo, nesse mesmo lance, são considerados corretos.
Quanto à expulsão de Lenglet, a decisão de Miguel Nogueira merece a concordância de Pedro Henriques. O central do Benfica atingiu André Silva no pescoço/cabeça com a mão direita, depois de o avançado portista ter ido contra o seu movimento, numa ação considerada antidesportiva e que lhe valeu o segundo amarelo. Miguel Nogueira recebeu, assim, uma nota 5 na análise de Pedro Henriques
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21 Set 2026 | 11:00
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21 Set 2026 | 10:22