Futebol
Vítor Pinto fala do futuro de Mourinho no Benfica e dá opinião surpreendente
08 Abr 2026 | 13:01
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Futebol
09 Mar 2026 | 09:28 |
O Clássico entre Benfica e Porto, da 25.ª jornada da Liga Betclic, terminou com um empate (2-2). Na conferência de imprensa, José Mourinho começou por explicar o que levou à sua expulsão do banco de suplentes após o golo da igualdade, disse que foi insultado por Lucho González e nega ter conversado sobre Rui Costa sobre a renovação. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.
Análise ao jogo e aos protestos de penálti na última jogada
"Não vi. Já não estava no banco, não tive ocasião de ver na televisão e não quero cometer o erro que cometi na semana passada, pedir penálti e depois não era. Mas gostava de falar da minha expulsão. O árbitro diz que me expulsou porque eu rematei uma bola para o banco do Porto, o que é completamente falso. Não sei se foram três, quatro ou cinco, mas já fiz muitas vezes no Estádio da Luz: golo nosso, bola para a bancada. Uma maneira de celebrar e dar uma bola ao sortudo adepto. Eu sei que tecnicamente não sou muito bom, mas não... era para a bancada".
Insultos
"Um elemento do banco do Porto (Lucho González), que também foi expulso, no túnel chamou-me 50 vezes traidor. Eu gostava que ele me explicasse: traidor de quê? Estive no Porto, dei a minha alma. Fui para o Chelsea, dei a minha alma ao Chelsea. Dei a volta ao mundo e dei a minha alma, a minha vida, 24 horas todos os dias. A isto se chama profissionalismo. Uma coisa são os insultos dos adeptos, é futebol. São os mesmos que há anos se ajoelhavam aos meus pés, agora insultam-me, não há problema nenhum. Mas um colega de profissão chamar-me traidor? Não gostei".
Expulsão e jogo
"Fui mal expulso. O 4.º árbitro fez um trabalho péssimo durante todo o jogo e quando diz ao árbitro que eu tinha rematado uma bola na direção do banco do Porto. Quanto ao jogo, estiveram mais perto de ganhar do que nós. Pode gostar-se muito, menos ou detestar, mas construíram equipa com uma ideia: o perfil de jogador é para aquele modelo de jogo, é equipa de uma fisicalidade tremenda. Tem quatro alas, qual deles o mais rápido. E são muito superiores a nós na intensidade do jogo. O melhor jogo que fizemos contra o Porto foi o da Taça de Portugal, porque jogámos com Aursnes e Barreiro, tivemos muita bola e perdemos muito pouca bola. Quando perdes muita bola, vais correr atrás deles, só que eles vão de mota e tu vais de bicicleta. O perigo esteve sempre ali. No 2-0 podia ter aparecido o 3-0, no 2-1 podia ter aparecido o 3-1. Eles fizeram o jogo que queriam fazer e levam um resultado bom para eles, mas eu acho que eles vieram para ganhar. Apanharam-se em vantagem e são peritos na gestão do jogo, dos tempos, faltas, cartões, no protesto. E depois levam o João Pinheiro atrás. Fizemos péssima primeira parte. Senti-me muito limitado: uma coisa é jogar com Aursnes e Barreiro e outra com Enzo e Ríos. Perfil é diferente. Estando limitado com as minhas substituições, porque o Barreiro não podia jogar mais do que 10/15 minutos — e foi ele próprio que definiu timings: 'Mister, 10/15 numa situação limite, não mais do que isto'. Sudakov igual ao Barreiro. E o Lukebakio ainda sem condições para eu o meter ao intervalo. Não quis que a equipa pensasse 'agora vamos chegar ali e vamos partir o jogo e vamos rebentar com eles'. Não vamos rebentar nada com eles. Eles é que rebentavam connosco se nós não fôssemos equilibrados. E eles trocam os dois alas e tiram dois Ferraris para meterem dois McLarens. Se fizéssemos o 2-1 o jogo poderia mudar, como mudou. Foi coração, foi orgulho, desejo de ganhar. Mas eles foram mais fortes do que nós".
Luta pelo título e renovação?
"Não tive nenhuma conversa nesse sentido. A classificação não se altera, mas já não jogamos com o Porto, já não podemos recuperar diretamente pontos. Considero difícil a recuperação de sete pontos. É muito fácil identificar como o Porto joga, é muito difícil jogar contra eles. E perderem pontos não me parece que seja fácil. Enquanto matemática é matemática, tudo pode acontecer".
Lucho González
"Chamou-me 20 ou 30. Traidor de quê? Ele quando foi para o Marselha traiu o Porto? Podia ter-me insultado de outra maneira, talvez aceitasse melhor, mas é ataque ao meu profissionalismo que prezo tanto. Fiquei um bocadinho desiludido, é profissional como eu".
Primeira parte?
"Conseguiram marcar uma superioridade, muita bola perdida. Se não tens grande controlo do jogo e se entras na parada e resposta não tens hipótese, fizemos isso na primeira parte. O segundo golo que nós sofremos é absolutamente ridículo. É o ala esquerdo do Porto num um contra um com o central esquerdo do Benfica. Onde é que estava o lateral direito, o central do lado direito e o médio do duplo pivot? O médio do lado direito? Tem que vir o central do lado oposto fazer uma diagonal para fazer um contra um dentro da área com um jogador criativo, rápido. Cometemos erros. Eu estava a ver a flash do Farioli e ele disse 'tivemos quatro ou cinco situações em campo aberto'. É verdade. Não foram situações de golo porque não conseguiram ser eficazes como o miúdo Pietuszewski. Não gosto nada de o fazer, mas a coisa é tão óbvia que tenho de o fazer: sem Aursnes a nossa música é diferente".
Jornalista do Record fez a análise e teceu comentários sobre o resultado das águias no duelo em Rio Maior, da 28ª jornada do Campeonato
08 Abr 2026 | 17:50 |
O Benfica empatou a um golo com o Casa Pia, na última segunda-feira, dia 6 de abril, consequentemente falhando a aproximação ao Porto e Sporting. Nesse mesmo sentido, Rui Dias fez a análise ao encontro e mostra-se incrédulo com a maneira como o Benfica concedeu o empate, mas destaca a entrada de Gianluca Prestianni no encontro.
R. Dias: "Não dá para entender"
Não dá para entender. O Benfica ofereceu literalmente o golo da igualdade. No lance em si próprio, mas na atitude global revelada. E só com o objetivo em risco voltou a empertigar-se, mas então sem discernimento. Despediu-se assim do título, não por ação, mas por inércia" , escreveu, no seu texto no jornal Record.
O redator do mesmo órgão considera que a posse de bola que as águias tiveram foi pouco objetiva. " A posse foi muito circular, torneou a estrutura do Casa Pia sem a perfurar; percorreu-a à largura e não em profundidade, razão pela qual não construiu muitas situações de perigo", afirmou.
R. Dias: "Não teve fluidez"
Rui Dias reforçou a sua opinião sobre a posse de bola encarnada. "Ameaçou aqui e ali, mas não teve fluidez, nem encontrou saída para o espaço entre as costas da defesa e a frente do guarda-redes. Acresce a isso que, apesar de ter posse de bola na ordem dos 25%, o Casa Pia teve aproximações perigosas à baliza de Trubin" , acrescentou.
Acerca das substituições, o jornalista pensa que Mourinho mexeu bem, mas que não foi suficiente para mudar a taxa de eficácia. "Desde logo, Prestianni entrou bem, com arrancada pela direita e cruzamento bem medido. A equipa melhorou a produção ofensiva, foi mais perigosa e pôde, na etapa complementar, lastimar algum desperdício", concluiu.
Presidente do Clube encarnado esteve no grupo parlamentar do Partido Socialista e foi ouvido no final da sessão com o partido político
08 Abr 2026 | 17:16 |
Rui Costa, presidente do Benfica, esteve na manhã desta quarta-feira na Assembleia da República, acompanhado por Nuno Catarino e José Gandarez, respetivamente vice-presidente da SAD e vice-presidente da Direção, para uma audiência com o grupo parlamentar do Partido Socialista. Os assuntos em discussão foram a Benfica FM e a centralização dos direitos televisivos, e o atual momento de turbulência entre os "três grandes" pode prejudicar o futebol português, diz o presidente das águias.
Rui Costa: "Não é nada bom para o negócio"
"Nada é bom para o negócio quando as coisas são assim e têm de acontecer dessa maneira, mas não impede que os clubes estejam em sintonia para o crescimento do futebol português", comentou, em entrevista exclusiva ao jornal 'A Bola'.
O líder do Clube encarnado - que também falou sobre Mourinho - reforçou a sua tomada de opinião. "Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa e não ponho em causa que os clubes possam trabalhar em conjunto para o crescimento do futebol português. Nesse sentido, nós consideramos que a forma como está a ser vista a centralização dos direitos televisivos não vai beneficiar o futebol português, portanto tem de ser uma coisa global e não só de Benfica".
Rui Costa: " Dar a conhecer as nossas lamentações"
Rui Costa falou mais precisamente sobre a Benfica FM e quer resolver as divergências que impedem a rádio de ter frequência para todo o país. "Dar a conhecer as nossas lamentações e fazer perceber a nossa política, o que está em causa, quer num argumento quer no outro, no lado da Benfica FM, mais privada, mais Benfica, e na parte dos direitos televisivos, que é mais global, porque envolve todo o futebol português. Dar a conhecer essas preocupações e sensibilizar os partidos para que possam agir em conformidade" .
Para finalizar, o presidente foi questionado sobre as arbitragens que têm afetado o futebol português, mas não quis falar sobre o assunto. "Não, hoje os temas foram estes que acabei de dizer, os outros temas não eram para agora" , declarou.
Conferência de imprensa após o empate contra o Casa Pia está a gerar furor e faz duvidar a continuidade do "Special One" no Clube da Luz
08 Abr 2026 | 16:55 |
Depois do empate do Benfica em Rio Maior com o Casa Pia, José Mourinho não teve "papas na língua" e atirou-se a determinado jogadores que supostamente não "respiram o futebol". Luís Pedro Ferreira compara as declarações do "Special One" com as de Bruno Lage, na época passada, e diz que é algo que faz parte do Benfica.
L. P. Ferreira : "A questão não é apenas de Mourinho, será mesmo do Benfica"
"Uma declaração que lembra a de Bruno Lage, na famosa situação da garagem da Luz. Portanto, a questão não é apenas de Mourinho, será mesmo do Benfica. E não será exclusiva, porque é o estado do futebol atual. Muitos clubes com proprietários privados preferem vendas a pontos e, se bem que não deva ser assim num clube como o Benfica, há todo um mundo de financiamento a ter em conta", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal 'A Bola'.
O jornalista falou das consequências que o Benfica pode sofrer ao terminar no 3º lugar. "Correndo risco sério de não chegar à Champions, os encarnados podem ver a receita de prémios da UEFA cair significativamente e deverá estar aí a vir novo empréstimo obrigacionista. Outra solução pode passar pelo adiantamento do contrato com a NOS pelos direitos de TV, mas seguramente terá de haver vendas dos ativos que Mourinho fala", disse.
L. P. Ferreira: "Repare-se que Mourinho não disse que vai continuar"
Luís Pedro Ferreira abordou o tema da continuidade de Mourinho no Benfica, que nesta altura ainda não é uma certeza. "O treinador também foi claro nas suas intenções futuras: "Gostava de continuar no Benfica." Repare-se que Mourinho não disse que vai continuar. Abriu, outra vez, campo à especulação. Rui Costa não decidiu ainda ou quer o contrário de Mourinho ou Mourinho não quer ficar se não houver dinheiro para investir a sério?", pode ler-se.
Para finalizar, o jornalista termina o texto com a frase do seu texto de opinião e que explica a situação que o Clube encarnado. "Na Luz, após as declarações de Mourinho, sabendo-se que uma de duas contratações de inverno foi Rafa Silva e que este tem desiludido o treinador, é hora de começar a tomar decisões. Começando-se por responder à pergunta: com quem quer renovar Rui Costa?", concluiu.
Vítor Pinto fala do futuro de Mourinho no Benfica e dá opinião surpreendente
08 Abr 2026 | 13:01
Glória do Manchester United critica Mourinho sobre caso "Prestianni": " É triste"
08 Abr 2026 | 13:43
Nápoles quer comprar titular do Benfica e já houve "contactos iniciais"
08 Abr 2026 | 16:45