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Weghorst continua na mira do Benfica, mas há uma mudança que pode alterar tudo
19 Jun 2026 | 16:05
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03 Nov 2023 | 05:21 |
O analista da GoalPoint Hernáni Ribeiro, em informações prestadas ao jornal Record, referênciou cinco nomes para a lateral-direita do Benfica, que oxcilão entre preços e características. Os atletas destacados para suceder a Bah são: Ferdi Kadioglu, Daniel Muñoz, Sacha Boey, Matheuzinho e Valentin Gendry.
O especialista começa por analisar Ferdi Kadioglu: "É um lateral-direito extremamente ofensivo, que também é regularmente utilizado no corredor esquerdo, onde tira ainda maior partido da sua qualidade nas movimentações interiores e até da boa meia distância. Impressiona pela capacidade que tem para acelerar o jogo com a bola no pé - 161 metros de progressão com bola por 90 minutos - e pela inteligência com que se associa com os colegas do ataque em tabelas, definindo quase sempre bem quando chega a posições de cruzamento. Mas é bastante versátil e também tem qualidade a construir de uma forma mais pausada quando se encontra em zonas mais recuadas".
Continua sobre o atleta, de 24 anos: "A nível defensivo tem coisas a melhorar, sobretudo nos posicionamentos interiores se for utilizado numa linha de quatro. O valor de mercado, entre os 15 e 20 milhões de euros, é alto, mas seria um titular indiscutível com potencial de valorização".
Seguiu-se o colombiano David Muñoz, que atua ao serviço do Genk, da Bélgica: "É extremamente versátil e um regular da seleção colombiana. Apesar do Genk ter um ano de opção, o seu contrato termina em junho, o que poderia facilitar um negócio vantajoso".
"Impressiona pelo número de golos (8 em 2022/23 e 4 em 2023/24), que advém de ser um jogador extremamente forte nas bolas paradas ofensivas e ainda do facto de finalizar confortavelmente não só com a cabeça mas ainda com os dois pés. Pela versatilidade que tem, já foi utilizado como central à direita em linhas de 5 defesas, mas é como lateral que mais tira partido de todas as suas qualidades. É seguro com a bola nos pés e gosta de desequilibrar com passes progressivos – tem uma média de 7,3 por 90 minutos - pelo ar ou pelo chão, mas também chega à frente com frequência e combina bem com os elementos do ataque. Defensivamente é um jogador agressivo e fortíssimo na marcação, que conquista as bancadas pela forma com que encara cada lance, mas também é esse por vezes o seu maior handicap, quando não consegue moderar os impulsos", fundamenta.
Boey foi o próximo: "Formou-se no Rennes mas fez uma temporada interessante por empréstimo no Dijon, antes de ser contratado pelo Galatasaray quando tinha apenas 20 anos e, desde aí, tem valorizado exponencialmente. Tal como Kadioglu tem um valor de mercado já relativamente alto, mas o facto de o seu contrato terminar em junho de 2025 obriga o Galatasary a pensar seriamente num negócio em breve".
"É um lateral moderno e entusiasmante, que impressiona pela capacidade física, mas que está longe de ser incipiente tecnicamente, apesar de ainda poder melhorar a definição dos lances. Defensivamente é fortíssimo na marcação (tem apenas 33% de tentativas de desarme falhadas) e faz bom uso da velocidade para ganhar lances em antecipação ou em transição defensiva, além de ser extremamente forte no jogo aéreo", acrescentou sobre o francês.
A analise continua com Matheuzinho, que Hernáni considera semelhante a Grimaldo: "O facto de ter perdido o lugar faz com que o seu passe esteja provavelmente subvalorizado neste momento. E um negócio poderia ser interessante ao nível do potencial de valorização, até pela atual escassez de opções da seleção brasileira para a lateral-direita. A nível de características, não é um jogador de grandes correrias com a bola no pé, mas sobressai pela capacidade associativa (79% de passes certos no último terço), pela qualidade técnica, sobretudo na receção e drible em espaços curtos, e pela inteligência na movimentação. Os seus cruzamentos são tipicamente tensos e perigosos e até na finalização mostra qualidade, fazendo lembrar por tudo isto as qualidades que Grimaldo oferecia a Schmidt no flanco contrário. No entanto, em relação ao espanhol, mostra-se até mais competente a nível defensivo do que o espanhol quando chegou à Luz".
Termina sobre Gendrey: "Foi lançado pelo Amiens na Ligue 2 francesa, saltou para a Série B italiana onde subiu de divisão com o Lecce e por lá está há duas temporadas e meia sempre como titular indiscutível. As boas exibições valeram-lhe uma chamada recente à selecção sub-21 francesa, com a qual esteve no verão no Europeu. Os números ofensivos ainda não são esmagadores, como é natural jogando no Lecce, mas as 6 assistências em época e meia deixam antever o que pode fazer numa equipa de maior volume. De resto, é um lateral rápido e potente, com grande resistência física como Schmidt parece gostar, e que é muito eficaz a defender sem necessitar de ser particularmente agressivo, como se nota pelo escasso número de cartões (10 em dois anos e meio) e faltas cometidas (0,6 por 90 minutos)".
Clube entende que as palavras do selecionador foram um ataque direto ao defesa, que ficou de fora dos convocados de Portugal para o Mundial 2026
19 Jun 2026 | 17:36 |
Os dirigentes do Benfica terão ficado ainda mais desagradados com as recentes declarações de Roberto Martínez, na antecâmara do jogo de Portugal frente à República Democrática do Congo no Mundial. Em causa estão palavras do selecionador nacional quando questionado sobre a possibilidade de ter convocado mais um central, face às limitações físicas de Rúben Dias.
“Temos jogadores que conseguem jogar nas posições de centrais. A polivalência do nosso grupo é maior do que tentar trazer um jogador novo que não tem experiência ao nível de seleções e que não tem clareza daquilo que estamos a trabalhar”, afirmou o técnico.
De acordo com o Correio da Manhã, Para a estrutura encarnada, a interpretação dessas declarações acabou por ser vista como desvalorização de António Silva, defesa do Benfica, que conta já com 20 internacionalizações e foi presença regular nos seis jogos da fase de qualificação para o Mundial. Ainda assim, o central apenas somou três minutos de utilização num encontro realizado em setembro, o que reforça o contexto de menor aposta por parte da equipa técnica da seleção.
O Benfica entende que, ao sublinhar a necessidade de recorrer a soluções alternativas, Roberto Martínez acabou por passar a ideia de falta de confiança em jogadores já integrados no grupo de trabalho, nomeadamente António Silva. A situação surge num momento em que a relação entre o clube e o selecionador já vinha sendo acompanhada com atenção pela estrutura encarnada.
Esta não é a primeira vez que surgem pontos de fricção entre o Benfica e Roberto Martínez. O clube já teria ficado desagradado com a ausência de António Silva na lista final do Mundial, bem como com declarações anteriores do selecionador sobre episódios disciplinares do jogador. Em causa esteve também a situação ocorrida na final four da Liga das Nações, em junho de 2025, quando António Silva divulgou um onze da seleção, episódio que foi posteriormente comentado pelo técnico espanhol.
Treinador português terá caras conhecidas do seu lado para esta aventura como figura principal da equipa do Clube da Luz
19 Jun 2026 | 17:18 |
Marco Silva já tem definida a estrutura técnica que o acompanhará na primeira temporada ao comando do Benfica. O Clube encarnado oficializou a composição da equipa de trabalho para 2026/27, confirmando o regresso de elementos que acompanharam o treinador durante a passagem pelo Fulham e a continuidade de algumas figuras já presentes na Luz.
Entre os nomes escolhidos destacam-se Fernando Ferreira e Bruno Mendes, ambos de regresso ao universo benfiquista após trabalharem com Marco Silva em Inglaterra. Ricardo Rocha mantém-se igualmente na estrutura técnica. As informações foram avançadas pelo Record.
Na nova organização técnica, Gonçalo Santos e Ricardo Rocha assumirão funções como treinadores adjuntos. Já Gonçalo Pedro será o responsável pela preparação física da equipa principal. Francisco Costa integra igualmente a estrutura encarnada, acumulando as funções de treinador-adjunto e analista. O técnico chega ao Benfica depois de três temporadas ao serviço do Fortuna Sittard, contando ainda com uma passagem pelo FC Porto no seu percurso profissional.
Bruno Mendes ficará encarregado da área de performance, regressando a uma casa que bem conhece, depois de ter trabalhado no Benfica durante mais de uma década, entre as épocas de 2005/06 e 2017/18. Por sua vez, Fernando Ferreira assumirá a responsabilidade pelo treino dos guarda-redes, reforçando uma equipa técnica que procura combinar conhecimento interno com experiência adquirida em contextos internacionais.
A nova equipa técnica terá pouco tempo para preparar o arranque da temporada. O regresso aos trabalhos está marcado para 25 de junho, data em que os jogadores voltarão ao Benfica Campus para iniciar oficialmente a pré-temporada. Será o primeiro contacto de Marco Silva com o grupo de trabalho encarnado, numa fase decisiva para implementar as suas ideias e preparar os desafios que aguardam o Benfica em 2026/27.
Jogador do emblema da Luz foi titular na partida entre Portugal e RD Congo e acabou por levar com algumas culpas do golo sofrido pelas Quinas
19 Jun 2026 | 17:00 |
Rúben Dias deixou uma mensagem de confiança para Tomás Araújo e Renato Veiga após a estreia de Portugal no Mundial, frente à República Democrática do Congo. O central do Manchester City garantiu que a comunicação entre os defesas da Seleção Nacional é constante e destacou a importância de transmitir segurança aos companheiros mais jovens.
Rúben Dias revela conselhos a Tomás Araújo, do Benfica, e Renato Veiga: "Serem eles próprios e não terem timidez nenhuma..."
“Naturalmente a comunicação acontece. Não porque eles iriam jogar este jogo, mas desde o princípio do estágio e noutras ocasiões. Levamos uma relação na qual os quatro temos a missão de transmitir o máximo de confiança aos que estão à nossa frente”, afirmou o internacional português.
O antigo jogador do Benfica sublinhou ainda que Tomás Araújo e Renato Veiga devem atuar sem qualquer receio de assumir responsabilidades dentro de campo, independentemente da experiência ou estatuto dos colegas que os rodeiam: “Não me focaria em nada específico, a não ser ter-lhes dito para serem eles próprios e não terem timidez nenhuma em fazer tudo o que tivessem de fazer e dizer tudo o que tiverem de dizer”, explicou.
“Apesar de, às vezes, dizer uma palavra mais dura a um companheiro que já tem um estatuto ou muitos anos de seleção, não devem ter vergonha nenhuma de o fazer, porque faz parte de serem eficientes naquilo que têm de fazer”, acrescentou.
As declarações surgem depois de Tomás Araújo ter assumido responsabilidades no golo sofrido por Portugal no empate frente à República Democrática do Congo, resultado que marcou a estreia da equipa orientada por Roberto Martínez no Mundial.
O defesa-central do Benfica reconheceu que a Seleção Nacional não conseguiu criar oportunidades suficientes para garantir a vitória e lamentou a forma como surgiu o golo adversário: “Houve muito passe lateral e para trás. Não conseguimos criar muito perigo. A segunda parte mudou um bocadinho e criámos algumas ocasiões, mas foi insuficiente. E depois sofremos um golo de bola parada que não pode acontecer”, admitiu.