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Clube

Noronha Lopes aponta dedo à gestão de Rui Costa no Benfica: “Vou pedir…”

Numa entrevista, candidato às eleições abordou as questões financeiras dos encarnados e revelou o que pretende fazer sobre o tema em questão

Glorioso 1904
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10 Jun 2025 | 11:44 |

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Praticamente uma semana depois de ter oficializado a sua entrada na corrida eleitoral para a Presidência do Benfica, João Noronha Lopes tem sido muito interventivo nas mais variadas matérias que interessam ao Clube da Luz, criticando a gestão de Rui Costa. Mais recentemente, o gestor defendeu que é que preciso realizar uma auditoria para averiguar as finanças do Glorioso.


João Noronha Lopes: “Vou pedir com mais alcance, eventualmente aos últimos 10 anos”


Numa longa entrevista concedida à CMTV, onde também abordou os possíveis regressos de Ruben Amorim e João Félix, o candidato mostrou-se muito apreensivo em relação às contas dos encarnados e constatou que uma das soluções passa por fazer algumas reduções: “Eu não quero que o Benfica gaste menos, mas melhor e que tenha retorno desportivo. É óbvio que temos que cortar, nomeadamente nos FSE”.


Questionado se é necessário fazer uma auditoria, Noronha Lopes defendeu que é um passo fulcral para entender a situação financeira da instituição: “Auditoria? Vou pedir com mais alcance, eventualmente aos últimos 10 anos. Uma auditoria é um ato de gestão. Não é contra ninguém, mas um ato de gestão que me vai permitir perceber o que está bem e mal”.

Além da auditoria, o candidato à Presidência defende que tem de existir uma maior transparência no Clube. “O Benfica tem que ter um portal de transparência que tenha informação financeira. Que esteja também todas as remunerações dos órgãos sociais e os critérios que estiveram na base da atribuição de votos. Em terceiro lugar as transferências, comissões. Em quarto lugar é fundamental aplicar o código de ética”, disse. 


João Noronha Lopes: “O Benfica tem que ter um portal de transparência que tenha informação financeira”

Por fim, sobre o facto de muitos candidatos fazerem promessas que não são cumpridas, Noronha Lopes assume que vai ter uma abordagem totalmente diferente: “Um último ponto. Nas eleições, os candidatos fazem muitas promessas e depois já ninguém se lembra. Eu vou ter nesse portal um relatório de execução do meu programa”.


Clube

CMVM detalha nega do Benfica a venda de ações da SAD

Comissão divulgou novas informações relativas a tentativa de aquisição de 16,38% da SAD benfiquista por grupo norte-americano

CMVM detalha processo da tentativa de compra de 16,38% da SAD do Benfica por parte de grupo norte-americano
CMVM detalha processo da tentativa de compra de 16,38% da SAD do Benfica por parte de grupo norte-americano

18 Jun 2026 | 11:28 |

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A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) divulgou esta quarta-feira nova informação relativa ao processo de tentativa de alienação de 16,38% do capital da Benfica SAD, detido pelo acionista José António dos Santos.


Segundo a informação tornada pública, a sociedade desportiva encarnada foi notificada da não concretização da venda das ações, numa operação que acabou por não avançar após a recusa do clube em aceitar o negócio, alegadamente devido a interesses do comprador noutro emblema desportivo.


No comunicado enviado, a Benfica SAD esclarece ter recebido a participação qualificada de José António dos Santos e do Grupo Valouro, na qual é confirmada a não concretização da transmissão de 3.767.400 ações da categoria B, correspondentes a 16,38% do capital social e dos direitos de voto da sociedade. De acordo com o documento, a operação previa a venda das ações detidas por José António dos Santos e pelo Grupo Valouro, mas acabou por não se realizar.


O comunicado explica que a entidade compradora, ENTREPRENEUR EQUITY PARTNERS SPV V, LLC, informou que não se verificou a condição precedente relativa à aprovação prévia da operação pela assembleia geral da Benfica SAD.

Dessa forma, e nos termos do contrato estabelecido, a aquisição das ações não se concretiza, não havendo lugar à transferência das participações anteriormente anunciadas. Com o incumprimento da condição exigida, a tentativa de aquisição fica sem efeito, mantendo-se inalterada a estrutura acionista da Benfica SAD neste processo.



Clube

Benfica diz "não" a fundo norte-americano e revela motivo

Encarnados lançaram comunicado onde confirmam que a venda de 16,38% da SAD por parte de João António dos Santos para fundo Americano foi bloqueada

Benfica confirma em comunicado que chumbou a venda de 16,38% das ações pertencentes ao Rei dos Frangos a fundo americano
Benfica confirma em comunicado que chumbou a venda de 16,38% das ações pertencentes ao Rei dos Frangos a fundo americano

17 Jun 2026 | 11:37 |

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O Benfica confirmou que não avançará com a entrada do fundo norte-americano Entrepreneurial Equity Partners (EEP) no capital da SAD encarnada. A decisão foi anunciada através de um comunicado oficial, no qual o Clube da Luz esclarece os motivos que levaram ao fim das negociações relativas à aquisição da participação de 16,38% detida por José António dos Santos, empresário conhecido como o "Rei dos Frangos".


Segundo a nota divulgada pelos encarnados, durante o período previsto no pré-acordo celebrado entre o EEP, o Grupo Valouro e José António dos Santos, decorreram várias reuniões e trocas de informação entre as partes. No entanto, a análise ao projeto de crescimento do fundo norte-americano levou à conclusão de que poderiam existir incompatibilidades com os princípios estatutários da Benfica SAD.


De acordo com o Benfica, o facto de o EEP pretender investir em participações minoritárias noutros clubes europeus poderia colidir com normas de não concorrência previstas nos Estatutos da sociedade encarnada. Face a esse enquadramento, Benfica e EEP chegaram a um entendimento comum para não prosseguir com a operação. “Para proteção da Benfica SAD e também do EEP, foi consensual a decisão de não entrar no capital da Benfica SAD”, pode ler-se no comunicado divulgado pelos encarnados.


Apesar deste desfecho, José António dos Santos mantém a intenção de alienar a sua participação na SAD benfiquista. Em declarações ao Negócios, o empresário mostrou-se tranquilo relativamente ao futuro da operação e acredita que continuarão a surgir interessados na aquisição das ações.

Não tenho dúvidas nenhumas de que há mais pessoas interessadas”, afirmou o empresário, pouco depois de ter sido conhecida a decisão que inviabilizou a entrada do fundo norte-americano. Assim, a participação de 16,38% detida por José António dos Santos permanece disponível no mercado, mantendo-se em aberto a possibilidade de surgirem novos investidores interessados numa posição relevante no capital da Benfica SAD.




Clube

Benfica impede entrada de fundo norte-americano na SAD; Saiba porquê

Operação tinha sido acordada entre todas as partes, mas acabou por ser esbarrada na oposição da estrutura do emblema encarnado

Benfica decidiu impedir a venda da participação de 16,38% ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner
Benfica decidiu impedir a venda da participação de 16,38% ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner

16 Jun 2026 | 15:43 |

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O Benfica decidiu impedir a venda da participação de 16,38% da SAD detida por José António dos Santos, empresário conhecido como "Rei dos Frangos", ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner. A operação tinha sido acordada entre as partes, mas acabou por esbarrar na oposição da estrutura encarnada.


Segundo informações avançadas pela Bloomberg, o Clube da Luz justificou a decisão com uma cláusula dos estatutos relacionada com situações de concorrência e potenciais conflitos de interesse. Em causa está o facto de o fundo liderado por Tim Leiweke ter investimentos noutras sociedades desportivas europeias.


A principal preocupação do Benfica prende-se com a ligação do grupo ao Venezia, clube italiano do qual o fundo é o principal acionista. Na ótica dos responsáveis encarnados, essa relação inviabiliza a entrada do investidor no capital da SAD benfiquista.


O acordo para a aquisição da posição de José António dos Santos tinha sido tornado público em abril e, segundo informações conhecidas, o valor da transação rondava os 12 euros por ação. A decisão de bloquear o negócio já terá sido comunicada tanto aos representantes do fundo norte-americano como ao empresário português. Também Fernando Tavares se havia pronunciado sobre o tema.

Esta não é a primeira vez que o Benfica recorre aos seus estatutos para impedir a entrada de investidores estrangeiros na SAD. Em 2021, os encarnados já tinham utilizado um mecanismo semelhante para travar a entrada de John Textor no capital da sociedade. Ainda assim, a Bloomberg refere que as partes poderão continuar a dialogar, uma vez que o fundo norte-americano não pretende assumir qualquer papel na gestão da SAD, o que deixa margem para novas negociações.



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