Futebol
Ignazio La Russa quer ver elemento nuclear do Benfica em Itália o mais rápido possível
03 Abr 2026 | 18:26
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04 Mar 2026 | 11:54 |
A equipa de Hansi Flick entrou determinada e assumiu o controlo do jogo desde o início, após a derrota na primeira mão da meia-final da Copa do Rei por 4-0, em Madrid, empurrando o Atlético para o seu meio-campo. Os madrilenos organizaram-se com duas linhas defensivas compactas e resistiram à pressão, contando com várias intervenções decisivas de Juan Musso.
O primeiro revés do Barcelona foi a lesão de Jules Koundé. João Cancelo passou para a direita, Alejandro Baldé entrou para a esquerda, mas também acabou por sair lesionado. Apesar disso, os catalães mantiveram a intensidade e continuaram a criar perigo, enquanto o Atlético raramente conseguia sair para o ataque.
A pressão acabou por dar frutos: Lamine Yamal ganhou espaço na esquerda e cruzou para Marc Bernal marcar aos 29 minutos. Pouco depois, Raphinha esteve perto do segundo, de cabeça, após cruzamento de Cancelo - que também já se tinha destacado contra o Villarreal.
Antes do intervalo, o Atlético ameaçou por Antoine Griezmann, que acertou na trave (num lance duvidoso por possível fora de jogo), e por Ademola Lookman, que cabeceou por cima em boa posição. Já nos descontos, Pedri sofreu penálti e Raphinha converteu, fazendo o 2-0 antes do descanso, aos 45+5.
Na segunda parte, o Atlético tentou subir linhas, mas o Barça retomou o domínio. Cancelo voltou a criar perigo e Bernal bisou, aos 72 minutos, reduzindo a desvantagem na eliminatória para apenas um golo. Até final, os catalães pressionaram em busca do empate no agregado, mas o Atlético resistiu e garantiu a qualificação para a final. Destaque para João Cancelo, muito interventivo no ataque e seguro nas ações ofensivas.
Antigo rosto conhecido do Clube da Luz voltou a estar em evidência no campeonato francês e, no final do encontro, foi elogiado pelo treinador
04 Abr 2026 | 09:21 |
O PSG foi uma das primeiras equipas do futebol europeu a regressar à competição depois da pausa internacional. Na última sexta-feira, 3 de abril, a formação gaulesa recebeu e venceu o Toulouse por 3-1, numa partida onde contou com a ajuda de um antigo rosto conhecido dos adeptos do Benfica.
Depois de ficar em branco ao serviço da seleção nacional, onde apontou dificuldades frente ao México, Gonçalo Ramos vestiu de novo a capa de herói no PSG, ao saltar do banco de suplentes para ajudar a confirmar o triunfo no Parque dos Príncipes, em mais uma jornada da Ligue 1, reforçando assim a sua liderança na prova.
Tirando Nuno Mendes, o restante contingente português, que conta igualmente com o ex-Benfica João Neves, tal como o antigo portista Vitinha, começou no banco de suplentes, e foi de lá que viram o PSG adiantar-se no marcador, por Ousmane Dembélé, à passagem do minuto 23. No entanto, quatro minutos mais tarde, o Toulouse reagiu e chegou ao empate (1-1).
Porém, numa autêntica montanha-russa que foi a primeira parte, em cima do minuto 33, Ousmane Dembélé voltou a fazer das suas e colocou novamente o conjunto de Paris na liderança do marcador, com o 2-1 a manter-se até ao intervalo. No segundo tempo, o golo da tranquilidade, apontado por Gonçalo Ramos, apenas surgiu aos 90+2', quando o ex-Benfica, de fora da área, fez um remate que só acabou dentro da baliza adversária.
"Depois de cada pausa para as seleções, é muito complicado, muito difícil, e é preciso saber que, para ganhar troféus, são precisos muitos jogadores. Hoje mostrámos que, independentemente de quem joga, todos fizeram um excelente trabalho. Hoje, gostaria de destacar o Ramos. Joga apenas 5 minutos, marca um golo, e é duro porque ele joga pouco e mostra-me sempre que eu estou errado [ou que me equivoquei]", afirmou Luis Enrique, no final da partida, ao falar do antigo avançado do Benfica.
No terceiro jogo entre leões e açorianos, registou-se mais um lance duvidoso e, nas redes sociais, encarnados condenaram decisão feita pela equipa responsável
04 Abr 2026 | 08:53 |
A partida entre o Sporting e o Santa Clara, no regresso à Liga Portugal Betclic, após a última pausa internacional, ficou marcada por uma arbitragem que deixou bastantes reticências. No rescaldo da partida, onde os leões venceram por 4-2, tanto o Porto, como o Benfica reagiram ao golo anulado a Gonçalo Paciência, da formação açoriana, e deixaram críticas aos critérios aplicados no lance.
Através das redes sociais, os encarnados fizeram uma publicação onde partilharam imagens do lance em questão, achando inacreditável a decisão da equipa de arbitragem em anular o golo a Gonçalo Paciência, naquele que poderia ter sido o terceiro tento do Santa Clara em Alvalade. Até o próprio atleta, na flash interview, não ficou indiferente à situação.
"Já não há vergonha", escreveu o Benfica na publicação feita na rede social X, acompanhado de um vídeo onde é possível rever o lance na partida entre o Sporting e o Santa Clara, confirmando-se que a decisão da equipa de arbitragem em anular o lance foi mal calculada, acabando por penalizar a equipa açoriana, orientada por Petit.
"Quando se vem a Alvalade, faz-se três golos e não se levam pontos, é difícil. São 3 golos... Acho que toda a gente viu. Não quero estar aqui a alimentar a arbitragem, mas é o que é, é o futebol que temos, que queremos promover, é isso. Está aí muito artista para falar, para comentar, não queria entrar muito por aí", atirou Gonçalo Paciência no final do encontro.
Recorde-se que não é a primeira vez que o Benfica - a preparar o duelo com o Casa Pia - se insurge contra a arbitragem dos jogos entre Sporting e Santa Clara. Foi a terceira vez, na presente temporada, que os leões contaram com decisões duvidosas contra os açorianos. Na primeira volta, um pontapé de canto inexistente, nos minutos finais, permitiu aos verdes e brancos vencer por 2-1. Mais tarde, na Taça de Portugal, o VAR atribuiu uma grande penalidade à formação leonina, depois de 12 minutos a rever imagens, o que permitiu aos verdes e brancos empatar e, consequentemente, avançar na prova rainha.
Confira aqui a publicação do Benfica:
No regresso à competição, após mais uma pausa internacional, treinador português reúne tropas no Seixal, de forma a limar as últimas arestas frente aos gansos
04 Abr 2026 | 08:29 |
Terminada a pausa internacional, o Benfica regressa na máxima força para o duelo frente ao Casa Pia. Apesar de ter uma ausência ou outra, José Mourinho - apontado à seleção italiana - tenta, frente aos gansos, manter um registo imaculado dos encarnados e, ao mesmo tempo, evitar repetir um feito que levou à saída de Bruno Lage.
Segundo noticiou o jornal A Bola, o Benfica não perde há cerca de três anos e meio o primeiro jogo realizado a seguir à pausa para as seleções. A última vez que isso se verificou foi em dezembro de 2022, após a realização do Mundial no Qatar, onde as águias, na altura orientadas por Roger Schmidt, caíram com estrondo na Pedreira, frente ao Braga (3-0).
Desde então, o Benfica tem somado apenas triunfos, um registo que José Mourinho certamente quer dar continuidade na viagem ao reduto do Casa Pia. Por outro lado, recorde-se que foi precisamente na última ida à 'casa' dos gansos que as águias viveram um período bastante conturbado: a derrota surpreendente por 3-1 originou a fuga de vários áudios, onde se ouvia Bruno Lage, treinador na altura, a deixar várias críticas, numa interação com alguns adeptos, na garagem do Estádio da Luz.
No que diz respeito à última pausa internacional da temporada, o Benfica apenas perdeu pontos em duas ocasiões distintas. A primeira aconteceu a 1 de abril de 2017, quando os encarnados empataram com o Porto (1-1), mas também no mesmo dia, no entanto, em 2022, quando sofreram novo desaire, na receção ao Braga (3-2).
De olhos postos na reta final da temporada, José Mourinho continua a preparar a estratégia do Benfica, para a complicada visita ao Casa Pia. Além de procurar manter um registo que existe há mais de três anos, o Special One pretende dar uma resposta diferente ao empate (2-2), verificado na primeira volta. O encontro está agendado para segunda-feira, 6 de abril, e vai contar com a arbitragem de Hélder Carvalho.