Futebol
Barcelona volta à carga por ala do Benfica e águias já definiram preço para negociar
18 Out 2026 | 11:07
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02 Mar 2024 | 09:46 |
João Tralhão, antigo treinador das categorias de formação do Benfica atualmente sem clube, comentou ao jornal Record as constantes alterações feitas por Roger Schmidt ao onze inicial do Clube da Luz. Para o técnico, esta variação pode ser uma 'faca de dois gumes'.
"Schmidt tem procurado as soluções mais adequadas para cada jogo. Na esquerda tem várias opções, com perfis diferentes, tal como na direita. Esta variação, por um lado, pode ter benefícios, pois de um ponto de vista estratégico pode criar indefinição no adversário, mas, por outro, não dá a consistência necessária que uma equipa precisa de ter", começou por referir.
"Entre prós e contras, ninguém melhor que Schmidt para encontrar o equilíbrio. No meio-campo há um jogador que é indiscutível, João Neves. É completo, traz tudo à equipa: do ponto de vista defensivo, consegue pressionar na frente, perseguir o adversário, junta-se à linha defensiva para ajudar a defender; do ponto de vista ofensivo, transporta o jogo com critério, é bom no passe, assiste, marca… e, depois, o treinador tem várias opções", considera o nome que esteve durante muitos anos ligado ao Seixal e que conhece bem João Neves.
"Quando joga Florentino, a equipa fica mais equilibrada defensivamente. Quando joga Kokçu ou João Mário, o meio-campo fica mais criativo e imprevisível, porque Kokçu e Neves podem chegar mais perto da área. É importante, em determinados jogos, garantir o equilíbrio defensivo para dar mais liberdade aos jogadores criativos do Benfica, e há outros jogos em que justifica ter uma dinâmica no meio-campo e ataque que crie muita imprevisibilidade ao adversário", frisa João Tralhão.
"No ataque, esta opção mais móvel, com o Rafa como falso ponta de lança contra linha defensiva mais alta, pode ter vantagens; com blocos mais baixos, é necessário ter um jogador mais de referência, mais perto da linha defensiva, e tanto Tengstedt como Arthur Cabral—Marcos Leonardo não conheço tão bem — podem desempenhar esse papel", conclui, por fim.
Jogador das águias está afastado desde o final de setembro e previsão de regresso para às opções do treinador não são as mais animadoras
18 Out 2026 | 14:13 |
Enzo Barrenechea continua afastado das opções de Marco Silva e ainda terá de esperar algumas semanas antes de voltar à competição. O médio argentino só deverá regressar aos relvados no final de novembro, prolongando a ausência numa fase importante da temporada do Benfica.
O camisola 5 está a recuperar de uma rotura do menisco do joelho esquerdo, lesão contraída durante um treino na semana anterior à deslocação ao terreno do Porto. O problema físico surgiu numa altura em que o jogador começava a ganhar espaço nas escolhas do treinador encarnado, depois de ter perdido protagonismo durante o período em que foi orientado por José Mourinho. A informação foi avançada pelo Record.
Barrenechea disputou o último encontro a 13 de setembro e soma, esta temporada, 11 partidas e uma assistência. O contrato que o liga ao Benfica é válido até 2030. Antes de regressar à competição, o médio terá ainda de cumprir várias semanas de trabalho específico no ginásio, sob acompanhamento do departamento clínico das águias. A prioridade passa por garantir uma recuperação adequada antes de voltar aos treinos no relvado.
A ausência prolongada representa um contratempo para o argentino, que tinha começado a época em bom plano e assumido um papel habitual no meio-campo benfiquista. Entretanto, a chegada de João Palhinha veio aumentar a concorrência no setor, tornando ainda mais importante a recuperação física e a capacidade de Barrenechea para voltar a conquistar espaço na equipa.
Para já, Marco Silva continua sem poder contar com o médio, que mantém o foco no processo de recuperação, com o objetivo de regressar à competição no final de novembro e voltar a lutar por um lugar nas opções dos vermelhos e brancos.
Extremo é um dos principais nomes do Glorioso nesta temporada e foi exaltado por membros da comissão técnica da seleção albiceleste
18 Out 2026 | 13:41 |
Gianluca Prestianni continua a dar passos importantes na sua afirmação ao serviço do Benfica e começa também a conquistar reconhecimento na seleção principal da Argentina. O crescimento do extremo de águia ao peito não passa despercebido à equipa técnica orientada por Lionel Scaloni, que já elogia publicamente as qualidades do jovem atacante.
Roberto Ayala, antigo defesa-central e atual adjunto do selecionador argentino, destacou o talento do camisola 25 numa entrevista à DSports Radio, sublinhando a capacidade de desequilíbrio que pode oferecer à equipa: “Tem a capacidade de jogar no um contra um e de desequilibrar a defesa adversária. É o tipo de jogador que é sempre bem-vindo na nossa equipa”, afirmou.
A estreia pela seleção principal da Argentina representa mais um marco no percurso de Prestianni, que tem vindo a ganhar protagonismo no Benfica e a reforçar a sua projeção internacional. O extremo assinalou ainda esse momento com o primeiro golo ao serviço da albiceleste, na goleada por 7-0 frente ao Burkina Faso.
Entretanto, a SAD encarnada procura assegurar a continuidade do jovem talento através de um novo contrato. As conversações terão sido intensificadas durante a recente pausa para os compromissos das seleções, estando previsto que o processo fique concluído posteriormente.
Apesar da crescente atenção em torno do seu nome, Prestianni continua focado no projeto do Benfica. As exibições ao serviço dos encarnados e os primeiros sinais positivos na seleção argentina reforçam a expectativa em torno da evolução de um jogador que promete continuar a dar que falar.
Desde o início do trabalho do treinador, as águias conseguem desempenho ofensivo satisfatório, mas há uma preocupação para solucionar
18 Out 2026 | 12:21 |
O Benfica atravessa um bom momento ofensivo, mas continua a apresentar fragilidades defensivas. Apesar dos números expressivos no ataque, Marco Silva pretende melhorar a consistência da equipa na retaguarda, um problema que voltou a ficar evidente frente ao Celtic, na vitória por 4-1.
Embora os quatro golos tenham garantido um resultado confortável, os escoceses criaram várias oportunidades, sobretudo na segunda parte. "Há que realçar que o Celtic também teve algumas oportunidades, até mais do que eu gostaria de ver", reconheceu o treinador encarnado. O Celtic terminou o encontro com 14 remates, um registo apenas superado esta temporada pelo Porto (20) e pelo Milan (17).
Marco Silva pretende uma equipa mais agressiva nos momentos sem bola, com maior intensidade na pressão e mais segurança defensiva. Depois de os escoceses reduzirem a desvantagem, Camilo Durán ainda acertou no ferro, ficando perto de colocar o resultado em 4-3. O lance gerou preocupação nas bancadas e voltou a expor as dificuldades encarnadas na contenção dos ataques adversários.
Os números confirmam essa tendência: o Benfica sofreu golos em 10 dos 16 jogos disputados esta temporada. No mesmo período de 2025/26, os encarnados tinham consentido apenas oito golos, contra os 14 atuais. No capítulo ofensivo, porém, a evolução é bastante positiva. Se na temporada passada a equipa somava 24 golos ao fim de 16 partidas, agora contabiliza 49, mais do dobro.
Marco Silva reconhece, contudo, que os resultados positivos não escondem tudo o que ainda precisa de ser corrigido. “Uma coisa é ganhar jogos, outra é pensarmos que está tudo bem. Está muito longe de estar bem”, afirmou. O desafio passa agora por equilibrar a eficácia atacante com uma defesa mais consistente.
Barcelona volta à carga por ala do Benfica e águias já definiram preço para negociar
18 Out 2026 | 11:07
Ex-internacional viu Benfica amassar Celtic e desistiu ao intervalo: "Fui dormir"
18 Out 2026 | 10:42
Marco Silva tem esperança de contar com dois reforços para o Omonia - Benfica
18 Out 2026 | 10:18