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Futebol
26 Fev 2026 | 11:17 |
Luís Pedro Sousa destacou, no seu mais recente texto de opinião, destacou a exibição do Benfica no encontro frente ao Real Madrid, que contou para a segunda mão do 'play-off' de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. O comentador defende que o Clube podia ter passado, mas que também algumas coisas faltaram no jogo das águias.
Luís Pedro Sousa: "Ficou a sensação que o Benfica podia ter passado a eliminatória"
"Ficou a sensação que o Benfica podia ter passado a eliminatória, mas mais pelo que se passou ontem em Madrid do que propriamente pela partida da primeira mão. O Benfica foi audaz, jogou olhos nos olhos com o colosso espanhol e ainda chegou a sonhar. Aliás, a eliminatória só ficou sentenciada aos 80', com o golo de Vinícius Júnior", disse, em forma de opinião, publicada no jornal Record.
Adicionalmente, Luís Pedro Sousa apontou o que faltou do lado encarnado: "Discernimento e eficácia no último terço, tanto no momento do último passe como no da finalização. Schjelderup, Rafa e Pavlidis tiveram ocasiões suficientes para garantirem uma vitória histórica no Bernabéu, embora, e como é óbvio, os merengues também tivessem várias oportunidades."
Luís Pedro Sousa: "O Benfica fez uma primeira parte de muito bom nível"
Ao concluir, Luís Pedro Sousa reforçou que os primeiros 45 minutos foram bem disputados pelos encarnados, contudo, algumas dúvidas permanecem: "O Benfica fez uma primeira parte de muito bom nível, explorando as faixas laterais. E a inclusão de Richard Ríos à direita (na posição de Prestianni) surtiu efeito. Deu coesão ao miolo e libertou Dedic. Ao invés, não se percebeu muito bem as substituições operadas. Foram tardias e até um pouco estranhas. Mourinho, neste período, poderia ter sido mais ambicioso, com a inclusão, por exemplo, de Lukebakio.
Recorde-se que o emblema vermelho e branco volta a entrar em campo na próxima segunda-feira, dia 2 de março, frente ao Gil Vicente, em jogo relativo à 24.ª jornada da Liga Portugal Betclic. O encontro diante da turma liderada por César Peixoto jogar-se-á às 20h15, no Estádio Cidade de Barcelos.
Jogadores como Manu Silva, Enzo Barrenechea ou Richard Ríos poderão abrir espaço no plantel para a chegada de um novo médio ao plantel
29 Mai 2026 | 12:40 |
Samu Costa continua a ser um dos médios mais apreciados pela estrutura do Benfica para reforçar o meio-campo, mas o Mallorca já definiu o valor necessário para abrir negociações. O clube espanhol pretende receber cerca de 25 milhões de euros pelo internacional português, acreditando que o jogador de 25 anos se encontra altamente valorizado após a temporada realizada e a convocatória para o Mundial 2026.
Apesar da descida de divisão, os responsáveis não têm intenção de acelerar a saída do médio antes da competição internacional. A direção do clube acredita que uma boa prestação ao serviço da Seleção Nacional poderá aumentar ainda mais o interesse de outros clubes europeus.
Do lado do Benfica, o processo encontra-se ainda numa fase inicial. Embora o perfil do antigo jogador do Braga agrade aos encarnados, segundo o jornal 'O Jogo', a prioridade imediata da SAD liderada por Rui Costa continua a ser o reforço do eixo defensivo. Dessa forma, uma eventual investida pelo médio só deverá avançar caso existam saídas no setor intermediário.
Nesse cenário, jogadores como Manu Silva, Enzo Barrenechea e Richard Ríos poderão abrir espaço no plantel para a chegada de um novo médio. Ainda assim, os responsáveis benfiquistas reconhecem dificuldades em negociar alguns dos ativos pelos valores pretendidos, enquanto o futuro do colombiano continua dependente de possíveis ofertas.
Na temporada de 2025/26, ao serviço do Maiorca, Samu Costa — avaliado em 15 milhões de euros — realizou 36 partidas oficiais: 34 na La Liga e dois na Taça do Rey. Nos 2.810 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o médio apontou sete golos e fez duas assistências.
Numa altura em que Clube da Luz se apronta para alcançar respetiva competição, cobiçada prova de seleções pode prejudicar planos encarnados
29 Mai 2026 | 12:24 |
O Benfica recusa contratar jogador que vão estar no próximo Mundial. As águias entram em ação na Liga Europa a 23 de julho, numa altura em que o Mundial'2026 ainda terá impacto direto no plantel encarnado, uma vez que vários jogadores estarão ausentes ou sem condições para regressar de imediato à competição.
Perante esse cenário, a SAD liderada por Rui Costa decidiu avançar apenas para contratações de futebolistas que não vão disputar a competição. A prioridade passa por garantir soluções disponíveis desde o primeiro dia de trabalho, evitando atrasos na integração e possíveis ausências nas primeiras eliminatórias europeias, onde o Benfica terá de ultrapassar três rondas para chegar à fase de liga.
A defesa é, nesta altura, o setor que mais preocupa os responsáveis encarnados. Com a saída confirmada de Nicolás Otamendi e Tomás Araújo ao serviço da Seleção Nacional, António Silva surge como o único central da última temporada disponível para o arranque dos trabalhos. Gonçalo Oliveira e Joshua Wynder deverão integrar a pré-época, mas o Benfica continua atento ao mercado para reforçar o eixo defensivo.
Também nas alas existem limitações importantes. Lukebakio e Schjelderup vão disputar o Mundial, enquanto Prestianni está impedido de jogar os dois primeiros encontros europeus da próxima época, devido ao castigo aplicado após o insulto dirigido a Vinicius Júnior. Assim, Bruma é, para já, o único extremo garantidamente disponível para o início oficial da temporada. Já na lateral direita, a presença de Dedic no Campeonato do Mundo deverá adiar qualquer possível saída de Bah.
No meio-campo e ataque, o cenário é mais estável. Pavlidis, Ivanovic e Anísio Cabral estão aptos para o arranque da época, enquanto Manu, Barreiro e Enzo Barrenechea também deverão integrar os primeiros trabalhos. Ainda assim, Ríos e Aursnes estarão ao serviço da Colômbia e Noruega, respetivamente. Além disso, os jogadores que estavam apontados à saída vão continuar a ser observados pela nova equipa técnica antes de qualquer decisão definitiva sobre o futuro.
Numa altura em que próximo passo de médio internacional português é tema de discussão, caminho já parece estar decidido e destino é bastante conhecido
29 Mai 2026 | 11:52 |
Bernardo Silva está cada vez mais próximo de se tornar jogador do Barcelona. Depois de nove temporadas ao serviço do Manchester City, o internacional português decidiu encerrar o ciclo em Inglaterra e já trabalha, juntamente com Jorge Mendes, na definição do próximo passo da carreira, que deverá passar pela Catalunha.
O médio luso sempre foi um desejo antigo do Barcelona, mas as várias tentativas dos blaugrana acabaram travadas ao longo dos últimos anos pela posição inflexível do Manchester City e pela importância que o ex Benfica tinha para Pep Guardiola. Agora, com o jogador livre para decidir o futuro, o cenário mudou significativamente.
Para concretizar a mudança em direção a Espanha, Bernardo Silva está disposto a abdicar de uma parte considerável do salário que recebia em Manchester. O criativo auferia cerca de 16 milhões de euros por temporada no City, mas aceitou reduzir praticamente para metade os valores salariais de forma a encaixar na realidade financeira do clube catalão.
A proximidade de Portugal e a estabilidade familiar também pesaram na decisão. Recentemente, Bernardo Silva anunciou que a mulher, Inês, está grávida do segundo filho, fator este que acabou por aproximar ainda mais a possibilidade de continuar carreira em Espanha.
O Barcelona prepara um mercado ambicioso e vê em Bernardo Silva uma oportunidade de luxo para reforçar o plantel sem custos de transferência. A direção catalã acredita que a experiência e qualidade do internacional português podem ser fundamentais para voltar a atacar a Liga dos Campeões, competição que escapa ao clube desde 2015.
Apesar de o Benfica ter procurado perceber, nos últimos meses, se existia margem para um eventual regresso à Luz, esse cenário nunca ganhou verdadeira força. Bernardo Silva mantém o clube encarnado no coração e não fecha totalmente a porta a regressar no futuro, mas entende que este ainda não é o momento certo para voltar ao futebol português.