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Weghorst continua na mira do Benfica, mas há uma mudança que pode alterar tudo
19 Jun 2026 | 16:05
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10 Mar 2023 | 10:36 |
O futuro de Gonçalo Ramos no Benfica é um dos temas quentes no universo encarnado. Em declarações exclusivas ao Glorioso 1904, Carlos Janela e Nuno Campilho divergem sobre qual deve ser a estratégia do Clube da Luz. Lembrar que Ramos está a apenas dois anos de terminar contrato (2025) e o Glorioso quer evitar um novo caso Grimaldo.
Campilho defende renovação responsável, com aumento da cláusula de rescisão e salário de Ramos
Para o comentador do Glorioso 1904, Nuno Campilho, “Rui Costa deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance para manter um jogador [Ramos] que é muito importante no coletivo, mas sem entrar em loucuras”, uma vez que “poderia criar um precedente que, aliás, tem sido apanágio da resistência às noticiadas exigências do Grimaldo e/ou do seu agente”.
Nuno Campilho pede, ainda, ao Presidente do Benfica que suba a cláusula de rescisão, afastando, assim, eventuais interessados e potenciando uma eventual venda: “Importa redefinir a cláusula de rescisão – tendo em conta que pode, em teoria, refrear o interesse de alguns clubes e acabar por potenciar uma venda por valores bastante elevados – e melhorar as condições contratuais do atleta, sem ultrapassar o teto salarial definido pelo Clube”.
Janela dá guião a Rui Costa e alerta: “Não há nenhum jogador em Portugal que não seja vendável”
Por sua vez, Carlos Janela lembra que “não há nenhum jogador em Portugal que não seja vendável, porque os clubes precisam de se financiar e a forma mais ‘barata’ é pela venda de jogadores”, acrescentando que “principalmente jogadores da formação, uma vez que todo o dinheiro que, neste caso, o Benfica encaixar com uma eventual venda de Gonçalo Ramos é uma mais-valia direta”.
O comentador do Glorioso 1904 alerta que “o Benfica vai ter de decidir rapidamente se o Gonçalo Ramos é um jogador vendável ou se é um jogador para ficar muitos mais anos no Benfica”.
Para finalizar, Carlos Janela dá o ‘guião’ a Rui Costa e defende que há propostas que são irrecusáveis: “Vender Ramos? Depende da proposta. O Benfica deve estabelecer um preço mínimo e depois, ou por esse valor ou acima, vai ter de vender o jogador, porque não há hipótese nenhuma de reter jogadores quando as propostas são muito boas para os clubes e para os jogadores”.
Esta temporada, Gonçalo Ramos tem sido um dos principais protagonistas do Benfica, contabilizando 23 golos marcados e quatro assistências em 34 jogos (2.476 minutos).
Com um valor de mercado de 40 milhões de euros, o internacional português tem contrato com o Glorioso até 2025 e uma cláusula de rescisão de 120 milhões de euros.
Clube entende que as palavras do selecionador foram um ataque direto ao defesa, que ficou de fora dos convocados de Portugal para o Mundial 2026
19 Jun 2026 | 17:36 |
Os dirigentes do Benfica terão ficado ainda mais desagradados com as recentes declarações de Roberto Martínez, na antecâmara do jogo de Portugal frente à República Democrática do Congo no Mundial. Em causa estão palavras do selecionador nacional quando questionado sobre a possibilidade de ter convocado mais um central, face às limitações físicas de Rúben Dias.
“Temos jogadores que conseguem jogar nas posições de centrais. A polivalência do nosso grupo é maior do que tentar trazer um jogador novo que não tem experiência ao nível de seleções e que não tem clareza daquilo que estamos a trabalhar”, afirmou o técnico.
De acordo com o Correio da Manhã, Para a estrutura encarnada, a interpretação dessas declarações acabou por ser vista como desvalorização de António Silva, defesa do Benfica, que conta já com 20 internacionalizações e foi presença regular nos seis jogos da fase de qualificação para o Mundial. Ainda assim, o central apenas somou três minutos de utilização num encontro realizado em setembro, o que reforça o contexto de menor aposta por parte da equipa técnica da seleção.
O Benfica entende que, ao sublinhar a necessidade de recorrer a soluções alternativas, Roberto Martínez acabou por passar a ideia de falta de confiança em jogadores já integrados no grupo de trabalho, nomeadamente António Silva. A situação surge num momento em que a relação entre o clube e o selecionador já vinha sendo acompanhada com atenção pela estrutura encarnada.
Esta não é a primeira vez que surgem pontos de fricção entre o Benfica e Roberto Martínez. O clube já teria ficado desagradado com a ausência de António Silva na lista final do Mundial, bem como com declarações anteriores do selecionador sobre episódios disciplinares do jogador. Em causa esteve também a situação ocorrida na final four da Liga das Nações, em junho de 2025, quando António Silva divulgou um onze da seleção, episódio que foi posteriormente comentado pelo técnico espanhol.
Treinador português terá caras conhecidas do seu lado para esta aventura como figura principal da equipa do Clube da Luz
19 Jun 2026 | 17:18 |
Marco Silva já tem definida a estrutura técnica que o acompanhará na primeira temporada ao comando do Benfica. O Clube encarnado oficializou a composição da equipa de trabalho para 2026/27, confirmando o regresso de elementos que acompanharam o treinador durante a passagem pelo Fulham e a continuidade de algumas figuras já presentes na Luz.
Entre os nomes escolhidos destacam-se Fernando Ferreira e Bruno Mendes, ambos de regresso ao universo benfiquista após trabalharem com Marco Silva em Inglaterra. Ricardo Rocha mantém-se igualmente na estrutura técnica. As informações foram avançadas pelo Record.
Na nova organização técnica, Gonçalo Santos e Ricardo Rocha assumirão funções como treinadores adjuntos. Já Gonçalo Pedro será o responsável pela preparação física da equipa principal. Francisco Costa integra igualmente a estrutura encarnada, acumulando as funções de treinador-adjunto e analista. O técnico chega ao Benfica depois de três temporadas ao serviço do Fortuna Sittard, contando ainda com uma passagem pelo FC Porto no seu percurso profissional.
Bruno Mendes ficará encarregado da área de performance, regressando a uma casa que bem conhece, depois de ter trabalhado no Benfica durante mais de uma década, entre as épocas de 2005/06 e 2017/18. Por sua vez, Fernando Ferreira assumirá a responsabilidade pelo treino dos guarda-redes, reforçando uma equipa técnica que procura combinar conhecimento interno com experiência adquirida em contextos internacionais.
A nova equipa técnica terá pouco tempo para preparar o arranque da temporada. O regresso aos trabalhos está marcado para 25 de junho, data em que os jogadores voltarão ao Benfica Campus para iniciar oficialmente a pré-temporada. Será o primeiro contacto de Marco Silva com o grupo de trabalho encarnado, numa fase decisiva para implementar as suas ideias e preparar os desafios que aguardam o Benfica em 2026/27.
Jogador do emblema da Luz foi titular na partida entre Portugal e RD Congo e acabou por levar com algumas culpas do golo sofrido pelas Quinas
19 Jun 2026 | 17:00 |
Rúben Dias deixou uma mensagem de confiança para Tomás Araújo e Renato Veiga após a estreia de Portugal no Mundial, frente à República Democrática do Congo. O central do Manchester City garantiu que a comunicação entre os defesas da Seleção Nacional é constante e destacou a importância de transmitir segurança aos companheiros mais jovens.
Rúben Dias revela conselhos a Tomás Araújo, do Benfica, e Renato Veiga: "Serem eles próprios e não terem timidez nenhuma..."
“Naturalmente a comunicação acontece. Não porque eles iriam jogar este jogo, mas desde o princípio do estágio e noutras ocasiões. Levamos uma relação na qual os quatro temos a missão de transmitir o máximo de confiança aos que estão à nossa frente”, afirmou o internacional português.
O antigo jogador do Benfica sublinhou ainda que Tomás Araújo e Renato Veiga devem atuar sem qualquer receio de assumir responsabilidades dentro de campo, independentemente da experiência ou estatuto dos colegas que os rodeiam: “Não me focaria em nada específico, a não ser ter-lhes dito para serem eles próprios e não terem timidez nenhuma em fazer tudo o que tivessem de fazer e dizer tudo o que tiverem de dizer”, explicou.
“Apesar de, às vezes, dizer uma palavra mais dura a um companheiro que já tem um estatuto ou muitos anos de seleção, não devem ter vergonha nenhuma de o fazer, porque faz parte de serem eficientes naquilo que têm de fazer”, acrescentou.
As declarações surgem depois de Tomás Araújo ter assumido responsabilidades no golo sofrido por Portugal no empate frente à República Democrática do Congo, resultado que marcou a estreia da equipa orientada por Roberto Martínez no Mundial.
O defesa-central do Benfica reconheceu que a Seleção Nacional não conseguiu criar oportunidades suficientes para garantir a vitória e lamentou a forma como surgiu o golo adversário: “Houve muito passe lateral e para trás. Não conseguimos criar muito perigo. A segunda parte mudou um bocadinho e criámos algumas ocasiões, mas foi insuficiente. E depois sofremos um golo de bola parada que não pode acontecer”, admitiu.