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Pedro Sousa ajoelha-se perante titular do Benfica: “Já está na história do Clube”
24 Out 2026 | 15:14
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26 Ago 2024 | 04:00 |
O Benfica venceu o Estrela da Amadora, no passado sábado, por 1-0, com golo de Kokçu. Em conversa com o Glorioso 1904, João Malheiro, conhecido adepto das águias, analisou a exibição da turma de Roger Schmidt, considerando uma prestação pobre dos encarnados e deixandas críticas à dupla de meio-campo formada por Leandro Barreiro e Florentino.
“Em termos exibicionais, não foi uma prestação interessante. O Benfica tem todas as condições para jogar substancialmente melhor”, começou por afirmar João Malheiro.
“Uma coisa foi Famalicão, em que a exibição foi má e o resultado pior ainda. Outra coisa foi o Casa Pia ou agora mais recentemente o Estrela da Amadora, em que não existiram exibições, digamos, exclamativas, entusiasmantes, mas os resultados foram triunfos e averbaram-se seis pontos”, referiu, ainda, o famoso adepto do Benfica.
"Naturalmente que uma equipa não se pode também exibir ao melhor nível quando se apercebe que a bancada está insatisfeita"
João Malheiro recorreu ao ano do '38' para destacar o facto do Benfica não ter brilhado em todos os jogos e, ao mesmo tempo, não ter sido alvo de críticas.
“Nessa época, nos primeiros jogos do campeonato em casa, o Benfica venceu pela diferença mínima o Paços de Ferreira (3-2) e o Vizela (2-1). Nessa altura, ninguém disse rigorosamente nada, ou seja, o Benfica triunfou e as pessoas aceitaram que as exibições não fossem, digamos, tão interessantes, tão apaixonantes quanto isso, mas acabaram por redundar em triunfos", recordou.
'Dica' aos adeptos do Benfica
O Sócio Benfiquista analisou as opções de Roger Schmidt nos primeiros três jogos de 2024/2025. Em conversa com o nosso Jornal, o comentador desportivo deixou uma 'dica' aos adeptos.
"No coração não se mexe. No caso do Benfica, o coração é a equipa de futebol. Aceito que sejam mais ou menos justas as críticas à estrutura ou às direções. Eu próprio já as fiz em determinadas circunstâncias. Agora, relativamente à equipa de futebol, tem que haver maior tolerância. Naturalmente que uma equipa não se pode exibir ao melhor nível quando se apercebe que a bancada está insatisfeita e reage de forma negativa. Isto é negativamente contagiante", apontou João Malheiro.
"Acho que, de uma vez por todas, se deveria apoiar incondicionalmente a equipa e, se houver algum descontentamento por parte dos adeptos, que seja manifestado, mas no final do jogo, não no decorrer de qualquer partida", afirmou o conhecido Benfiquista.
Dupla Florentino - Leandro Barreiro
João Malheiro considerou, ainda, que a utilização da dupla Florentino Luís e Leandro Barreiro, ambos médios defensivos, acaba por ser repetitiva: "Entendo que a utilização, por exemplo, de jovens médios na zona central, como o Florentino e o Leandro Barreiro, com todo o apreço por eles, é algo redundante".
"São jogadores de características semelhantes. A sua utilização só faria sentido num jogo perante um adversário muito cotado, mas não a jogar na luz, perante um Estrela da Amadora. Respeito o Florentino e o Leandro Barreiro, mas não são os jogadores que estão em causa. A utilização simultânea de ambos é algo que me deixa menos satisfeito, mas não é por isso que deixou de apoiar a equipa", analisou o adepto do Clube encarnado, criticando a opção de Roger Schmidt.
Regresso de Renato Sanches ao Benfica
Renato Sanches estreou-se na equipa de Roger Schmidt, depois de ter regressado às águias lideradas por Rui Costa, no presente defeso de transferências.
"Curtos", começou por apontar João Malheiro, quando questionado sobre a sua visão quanto à exibição do camisola 85 dos encarnados. "Espero que o Renato Sanches contrarie o seu histórico mais recente, dito de outra forma, que não seja afastado da equipa, que esteja em condições físicas de dar o seu contributo à equipa. Na sua melhor expressão, Renato Sanches será um jogador fundamental para o Benfica atacar os objetivos desta temporada", completou João Malheiro.
Águias passam por cima dos leões no dérbi dentro da sua casa e chegam ao topo da classificação com uma goleada e um jogo a menos
24 Out 2026 | 17:47 |
O Benfica venceu o Sporting por 4-1, na Luz, num dérbi marcado por uma reviravolta encarnada e que permitiu às águias assumir a liderança da Liga feminina. Com este triunfo, a equipa chegou aos 12 pontos em quatro jornadas, deixando as rivais leoninas para trás.
O encontro começou da melhor forma para o Sporting. Logo aos cinco minutos, Ana Dias aproveitou o adiantamento de Lena Pauels e assinou um chapéu de grande qualidade, colocando as leoas em vantagem e quebrando a invencibilidade defensiva do Benfica no campeonato.
A resposta da equipa de Ivan Baptista - que provocou o clube de Alvalade na antevisão - não tardou. Aos 11 minutos, Nycole Raysla ultrapassou Ágata Filipe em velocidade, puxou a bola para o pé esquerdo e rematou colocado para restabelecer a igualdade. A reviravolta surgiu aos 31 minutos, quando Anna Csiki aproveitou uma bola que sobrou na área leonina para fazer o 2-1. Antes do intervalo, Nycole Raysla voltou a marcar, desta vez de cabeça, na sequência de um canto, ampliando a vantagem benfiquista para 3-1 e completando o bis no dérbi.
Na segunda parte, o Sporting procurou reagir, mas revelou dificuldades em criar perigo consistente e em travar o domínio das encarnadas. Cassie Coster ainda evitou um resultado mais pesado com várias intervenções, incluindo uma defesa de grande nível aos 75 minutos, perante um remate de Carolina Tristão.
A resistência leonina terminou aos 87 minutos. Carolina Tristão cruzou e Andreia Norton apareceu para desviar com o pé direito, com a bola ainda a tocar no poste antes de entrar na baliza do Sporting. O 4-1 confirmou uma vitória expressiva do Benfica, que aproveitou o dérbi para somar a quarta vitória em quatro jogos e subir ao primeiro lugar da classificação.
Após início onde aparentava ser o melhor jogador da equipa encarnada, jogador caiu de rendimento e pode vir a ser banco das águias
24 Out 2026 | 17:09 |
Rafa Silva atravessa uma fase menos positiva no Benfica. Apesar da quebra de rendimento, o avançado português, de 33 anos, continua a ser o terceiro melhor marcador do plantel, com cinco golos e uma assistência, atrás de Prestianni, que soma nove tentos, e de Pavlidis, autor de 16 golos em 16 jogos.
Contratado ao Besiktas em janeiro por 5 milhões de euros, Rafa não marca nem assiste os companheiros há praticamente dois meses. O último golo surgiu a 27 de agosto, diante do Aarhus, na Dinamarca, num encontro que terminou com a vitória encarnada por 3-1, na qualificação para a fase de liga da Liga Europa.
Esta temporada, o internacional português contabiliza 15 jogos, 14 dos quais como titular. Contudo, as exibições mais recentes têm ficado aquém das expetativas. No encontro frente ao Omonia, na quinta-feira, voltou a integrar o onze inicial, mas teve uma prestação discreta.
Ao mesmo tempo, a concorrência no setor ofensivo ganha força. Lukebakio tem dado sinais positivos, enquanto Prestianni e Schjelderup também procuram aproveitar as oportunidades para convencer Marco Silva, o que pode influenciar na saída de Rafa do time titular.
O momento de Rafa poderá, assim, abrir espaço a outras opções na frente de ataque do Benfica. Para o treinador encarnado, a subida de rendimento dos jogadores mais jovens representa uma alternativa importante, numa altura em que o internacional português procura recuperar a influência que demonstrou no início da época.
Jogador está na lista do Presidente para reforçar águias e é importante em vitória sobre os citizens neste sábado pela Premier League
24 Out 2026 | 16:35 |
Victor Lindelof foi titular e cumpriu os 90 minutos na vitória do Aston Villa frente ao Manchester City, por 2-1, na oitava jornada da Premier League. O resultado ditou a primeira derrota dos citizens no campeonato inglês esta temporada, num encontro em que o defesa sueco esteve em campo durante toda a partida.
O central, que está referenciado pelo Benfica, integrou a equipa orientada por Unai Emery, que entrou determinada a surpreender o conjunto de Manchester. Aos seis minutos, Nicolas Jackson aproveitou um erro defensivo de Marc Guéhi, ultrapassou Anderson e inaugurou o marcador.
O Manchester City reagiu e criou várias situações de perigo, mas o Aston Villa conseguiu conservar a vantagem até ao intervalo. Já na segunda parte, Erling Haaland restabeleceu a igualdade, aos 52 minutos, na sequência de um livre trabalhado entre Enzo, Ndiaye e o avançado norueguês, que apontou o seu 16.º golo da temporada.
A resposta dos anfitriões não demorou. Pouco depois de entrar em campo, Mbaye assistiu Nicolas Jackson, que finalizou de primeira e voltou a colocar o Aston Villa na frente. Até ao apito final, a equipa de Unai Emery conseguiu controlar as investidas adversárias e confirmou o triunfo por 2-1.
O nome de Victor Lindelöf continua associado a um possível regresso à Luz. Rui Costa vê no internacional sueco uma opção para reforçar o eixo defensivo, mas, conforme noticiado pelo Glorioso 1904, existem dois obstáculos que podem dificultar a concretização do negócio.