Futebol
Weghorst continua na mira do Benfica, mas há uma mudança que pode alterar tudo
19 Jun 2026 | 16:05
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
09 Out 2023 | 07:08 |
O Benfica entrou em campo no passado sábado, dia 7 de outubro, para defrontar o Estoril, a contar para a oitava jornada do Campeonato Nacional, saindo, do terreno da formação da Linha, vitoriosos e com mais três pontos. Com as alterações feitas por Roger Schmidt no onze titular e a exibição dos encarnados, o nosso Jornal falou com Nuno Campilho, conhecido adepto do Glorioso.
Surpresa nas opções iniciais de SchmidtO treinador germânico promoveu a mudanças no meio-campo e na frente de ataque. Portanto, colocou David Jurásek, Chiquinho, Florentino, João Mário e Tengstedt a jogo, enquanto Juan Bernat, Kokçu, João Neves e Petar Musa ficaram no banco. "A primeira impressão foi de surpresa", começou por dizer o comentador do Glorioso 1904. "Ainda que surpreso, tenho de admitir duas mudanças óbvias, resultantes das lesões de Bah e Di Maria, a que se acrescentou uma terceira, por indisponibilidade do Kökçü. Considerando substituições diretas - digamos assim - as maiores surpresas acabaram por ser a saída do João Neves e a entrada do Tengstedt", prosseguiu. "Como, para Roger Schmidt, quem roda com o Kökçü é o Chiquinho e, para jogar o Florentino, teria de sair o João Neves, assim foi. Na frente, julgo que a ideia era dar uma oportunidade consistente ao Tengstedt", explicou, ainda, reforçando o facto do avançado dinamarquês não ter sabido aproveitar a oportunidade dada. É de referir que, no final do jogo, o técnico das águias confirmou as queixas físicas do médio proveniente do Feyenoord, deixando claro que não se tratava de uma lesão grave. Além disso, Roger Schmidt contou com a indisponibilidade de Ángel Di María e Alexander Bah.
Mais pontos negativos do que positivosPara Nuno Campilho, poucos são os aspetos positivos que se consegue apontar da exibição dos encarnados, considerando que são reduzidos a três, o que equivale aos "pontos conquistados com a vitória". No que toca aos aspetos negativos, o conhecido adepto do Glorioso destaca alguns que se deve ter em conta. "A incapacidade que a equipa demonstrou para explanar o seu jogo, com variações ofensivas muito pouco criativas, inúmeras perdas de bola e demasiada permissividade na contenção à transição defensiva do adversário, o que só não não foi mais penalizador, pelos poucos jogadores que o Estoril apresentava em ataque posicional", começou por explicar. "Decorre daí, uma gritante incapacidade (em oposição à época passada, capítulo no qual éramos fortíssimos) de conquistar a bola em reação à perda, com a agravante de a entregarmos ao Estoril, sem que eles fizessem grande coisa para a ter. No computo geral, uma muito má exibição coletiva, que nem as individualidades conseguiram disfarçar, com a honrosa exceção do António Silva, que acabou por ser decisivo nas duas áreas", acrescentou.
Arbitragem de André NarcisoO encontro ficou marcado nas memórias dos adeptos com o lance de grande penalidade sobre Chiquinho que acabou revertido, cujo o comentador do Glorioso 1904 deixa claro que concorda com a opinião do árbitro. Além disso, o Benfiquista dá ainda destaque a um outro lance. "Tenho algumas dúvidas no lance sobre o Tengstedt, ainda na primeira parte, mas, genericamente, tratou-se de uma boa arbitragem, onde terão ficado um ou dois cartões amarelos por mostrar a jogadores do Estoril, aquando de saídas prometedores para o ataque, por parte do Benfica", reforçou, elogiando o trabalho de André Narciso.
Reação face à derrota em MilãoTal como o nosso Jornal deu conta, Rui Costa e a equipa do emblema da Catedral pretendiam demonstrar uma reação face à derrota sofrida no terreno do Inter, na passada terça-feira, dia 3 de outubro, a contar para a Liga dos Campeões. Aliás, João Mário reforçou esse aspeto, em declarações à comunicação social, no pós-jogo. Nuno Campilho concorda que existiu uma reação, apenas, no que toca a vencer. "Cumpriu o objetivo de vencer, mas não o objetivo de “limpar” a má imagem deixada em Itália, sobretudo na primeira parte. Pode até dizer-se que o Benfica foi bastante regular no jogo de ontem, pois manteve um registo exibicional muito fraco, ao longo de todo o jogo", finalizou.
Fotografia de Benfica
Clube entende que as palavras do selecionador foram um ataque direto ao defesa, que ficou de fora dos convocados de Portugal para o Mundial 2026
19 Jun 2026 | 17:36 |
Os dirigentes do Benfica terão ficado ainda mais desagradados com as recentes declarações de Roberto Martínez, na antecâmara do jogo de Portugal frente à República Democrática do Congo no Mundial. Em causa estão palavras do selecionador nacional quando questionado sobre a possibilidade de ter convocado mais um central, face às limitações físicas de Rúben Dias.
“Temos jogadores que conseguem jogar nas posições de centrais. A polivalência do nosso grupo é maior do que tentar trazer um jogador novo que não tem experiência ao nível de seleções e que não tem clareza daquilo que estamos a trabalhar”, afirmou o técnico.
De acordo com o Correio da Manhã, Para a estrutura encarnada, a interpretação dessas declarações acabou por ser vista como desvalorização de António Silva, defesa do Benfica, que conta já com 20 internacionalizações e foi presença regular nos seis jogos da fase de qualificação para o Mundial. Ainda assim, o central apenas somou três minutos de utilização num encontro realizado em setembro, o que reforça o contexto de menor aposta por parte da equipa técnica da seleção.
O Benfica entende que, ao sublinhar a necessidade de recorrer a soluções alternativas, Roberto Martínez acabou por passar a ideia de falta de confiança em jogadores já integrados no grupo de trabalho, nomeadamente António Silva. A situação surge num momento em que a relação entre o clube e o selecionador já vinha sendo acompanhada com atenção pela estrutura encarnada.
Esta não é a primeira vez que surgem pontos de fricção entre o Benfica e Roberto Martínez. O clube já teria ficado desagradado com a ausência de António Silva na lista final do Mundial, bem como com declarações anteriores do selecionador sobre episódios disciplinares do jogador. Em causa esteve também a situação ocorrida na final four da Liga das Nações, em junho de 2025, quando António Silva divulgou um onze da seleção, episódio que foi posteriormente comentado pelo técnico espanhol.
Treinador português terá caras conhecidas do seu lado para esta aventura como figura principal da equipa do Clube da Luz
19 Jun 2026 | 17:18 |
Marco Silva já tem definida a estrutura técnica que o acompanhará na primeira temporada ao comando do Benfica. O Clube encarnado oficializou a composição da equipa de trabalho para 2026/27, confirmando o regresso de elementos que acompanharam o treinador durante a passagem pelo Fulham e a continuidade de algumas figuras já presentes na Luz.
Entre os nomes escolhidos destacam-se Fernando Ferreira e Bruno Mendes, ambos de regresso ao universo benfiquista após trabalharem com Marco Silva em Inglaterra. Ricardo Rocha mantém-se igualmente na estrutura técnica. As informações foram avançadas pelo Record.
Na nova organização técnica, Gonçalo Santos e Ricardo Rocha assumirão funções como treinadores adjuntos. Já Gonçalo Pedro será o responsável pela preparação física da equipa principal. Francisco Costa integra igualmente a estrutura encarnada, acumulando as funções de treinador-adjunto e analista. O técnico chega ao Benfica depois de três temporadas ao serviço do Fortuna Sittard, contando ainda com uma passagem pelo FC Porto no seu percurso profissional.
Bruno Mendes ficará encarregado da área de performance, regressando a uma casa que bem conhece, depois de ter trabalhado no Benfica durante mais de uma década, entre as épocas de 2005/06 e 2017/18. Por sua vez, Fernando Ferreira assumirá a responsabilidade pelo treino dos guarda-redes, reforçando uma equipa técnica que procura combinar conhecimento interno com experiência adquirida em contextos internacionais.
A nova equipa técnica terá pouco tempo para preparar o arranque da temporada. O regresso aos trabalhos está marcado para 25 de junho, data em que os jogadores voltarão ao Benfica Campus para iniciar oficialmente a pré-temporada. Será o primeiro contacto de Marco Silva com o grupo de trabalho encarnado, numa fase decisiva para implementar as suas ideias e preparar os desafios que aguardam o Benfica em 2026/27.
Jogador do emblema da Luz foi titular na partida entre Portugal e RD Congo e acabou por levar com algumas culpas do golo sofrido pelas Quinas
19 Jun 2026 | 17:00 |
Rúben Dias deixou uma mensagem de confiança para Tomás Araújo e Renato Veiga após a estreia de Portugal no Mundial, frente à República Democrática do Congo. O central do Manchester City garantiu que a comunicação entre os defesas da Seleção Nacional é constante e destacou a importância de transmitir segurança aos companheiros mais jovens.
Rúben Dias revela conselhos a Tomás Araújo, do Benfica, e Renato Veiga: "Serem eles próprios e não terem timidez nenhuma..."
“Naturalmente a comunicação acontece. Não porque eles iriam jogar este jogo, mas desde o princípio do estágio e noutras ocasiões. Levamos uma relação na qual os quatro temos a missão de transmitir o máximo de confiança aos que estão à nossa frente”, afirmou o internacional português.
O antigo jogador do Benfica sublinhou ainda que Tomás Araújo e Renato Veiga devem atuar sem qualquer receio de assumir responsabilidades dentro de campo, independentemente da experiência ou estatuto dos colegas que os rodeiam: “Não me focaria em nada específico, a não ser ter-lhes dito para serem eles próprios e não terem timidez nenhuma em fazer tudo o que tivessem de fazer e dizer tudo o que tiverem de dizer”, explicou.
“Apesar de, às vezes, dizer uma palavra mais dura a um companheiro que já tem um estatuto ou muitos anos de seleção, não devem ter vergonha nenhuma de o fazer, porque faz parte de serem eficientes naquilo que têm de fazer”, acrescentou.
As declarações surgem depois de Tomás Araújo ter assumido responsabilidades no golo sofrido por Portugal no empate frente à República Democrática do Congo, resultado que marcou a estreia da equipa orientada por Roberto Martínez no Mundial.
O defesa-central do Benfica reconheceu que a Seleção Nacional não conseguiu criar oportunidades suficientes para garantir a vitória e lamentou a forma como surgiu o golo adversário: “Houve muito passe lateral e para trás. Não conseguimos criar muito perigo. A segunda parte mudou um bocadinho e criámos algumas ocasiões, mas foi insuficiente. E depois sofremos um golo de bola parada que não pode acontecer”, admitiu.