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Diogo Luís destaca um jogador para o Porto - Benfica: "Tem uma qualidade única em Portugal"
20 Set 2026 | 15:58
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23 Set 2023 | 08:30 |
Na sequência da polémica troca de guardião na equipa do Benfica reforçada pelas duas derrotas da época, o Glorioso 1904 esteve à conversa com o conhecido adepto do Benfica, João Malheiro. O comentador abordou o momento presente e futuro do Clube da Luz e a palavra de ordem foi 'confiança'.
Estreia de Trubin e futuro da baliza do Glorioso
Questionado sobre a estreia de Anatoliy Trubin na Luz, Malheiro responde: "Não foi uma exibição convincente, mas há explicações para esse facto. Trubin tem 22 anos, é muito jovem. Fez a sua estreia absoluta no Estádio da Luz. Ora, cometendo um penálti aos dois minutos, mesmo não tendo sido convertido, condicionou em larga medida a atuação do jogador. Isso foi particularmente evidente em mais dois ou três lances que não tiveram, felizmente, consequências negativas para o Benfica. De resto, os dois golos sofridos não são, nem de perto nem de longe, responsabilidade do guarda-redes ucraniano."
Sobre o futuro da baliza dos vermelhos e brancos, João Malheiro acrescenta, demonstrando total confiança no atual camisola 1 da equipa orientada por Roger Schmidt: "A minha convicção é que Trubin vai, seguramente, impor-se na defesa das redes do Benfica e não a muito longo prazo. Será um guarda-redes do agrado da massa adepta do Benfica."
Odysseas Vlachodimos já saiu, mas adeptos sonham regresso
Em resposta à polémica saída de Odysseas do onze do Benfica, o adepto dos encarnados considera que se fala demais deste caso por contraponto a casos semelhantes nos rivais diretos: "Acho que se fala exageradamente no assunto. Por exemplo, Nico González, uma das principais contratações do Porto, fez um jogo e no outro nem suplente foi, foi para a bancada. Entretanto já regressou, mas na condição de suplente. Alguém comentou? Ninguém. Zero. No Benfica tudo é notícia."
Já sobre o antigo guarda-redes do Benfica, João Malheiro guarda o internacional grego num bom 'lugar': "Sobre Odysseas, fez cinco anos no Benfica revelando grande dedicação e tendo sido de muita utilidade. Apesar disso, creio que, os mais atentos pelo menos, terão percebido que quer Rui Vitória, quer Bruno Lage, quer Jorge Jesus, quer Roger Schmidt, ou seja os últimos quatro treinadores do Benfica, sempre pareceram ter algumas dúvidas relativamente ao guarda-redes"
"Dito de outra forma, creio que exista a ideia de que era um bom guarda-redes, mas não era um muito bom guarda-redes como uma equipa como o Benfica necessita. Acresce que, há dois anos, sob o comando técnico de Jorge Jesus, Odysseas foi substituído na titularidade por Helton Leite e deu uma entrevista, em que disse que não queria ser jogador do Benfica na condição de suplente", ainda acrescentou.
Contratação de novo guarda-redes
Além disso, recordou a questão do técnico germânico e o dirigente do Glorioso terem traçado o plano para a contratação de mais um guarda-redes. "Lembro que o Benfica procurou o brasileiro Bento, não foi feliz na concretização do negócio, tendo em conta o preço pedido pelo jogador. Apontou baterias a Trubin e creio que a vinda do Trubin para o Benfica perturbou Odysseas, tornou-o desconfortável. Odysseas terá revelado a sua insatisfação, terá entendido que, mais tarde ou mais cedo, viria a ser segunda figura no Benfica, no que a guarda-redes diz respeito, e manifestou-se contrário a essa possibilidade", considerou.
"O Benfica tem que ter jogadores de alma e coração no clube e não jogadores descontentes e sem vontade de contribuir para o coletivo, mesmo não sendo efetivos ou sempre efetivos. Por último, recordo que a posição de guarda-redes é demasiado especifica e uma coisa é ser-se suplente como guarda-redes e outra coisa é ser-se suplente, digamos assim, como 'jogador de campo', em que as soluções são muito mais amplas e as possibilidades de atual são bem maiores. Em resumo, guardo Odysseas num lado gentil na minha memória, gostei de o ver no Benfica, mas compreendo a sua saída e, como disse, estou otimista relativamente a Trubin."
Desempenho do Benfica na Liga dos Campeões
Para finalizar, João Malheiro falou sobre a coincidência dos encarnados terem saído derrotados tanto da estreia no Campeonato, como na estreia Liga dos Campeões e qual a repercussão que estes dois deslizes podem causar, no resto da época. O comentador afeto às águias, apesar não saber o que vai acontecer no futuro, encontrou uma nuance comum nos dois jogos.
"Só o futuro dirá. Embora, repare-se o Benfica na Liga Nacional já só está a um ponto da liderança, tendo perdido três pontos no primeiro jogo contra o Boavista. Houve também esta derrota imprevista (até por ser caseira) com o Salzburg, mas suscetível de ser emendada, desde logo mas não só, no jogos que as equipas irão fazer na Austria. Atenção, o Benfica disputou, até esta altura sete jogos oficiais. Creio que se valorizou pouco, como se fosse imperativo ganhar, a conquista da Supertaça", começou por dizer.
"É estranho, porque ouvi muitos Benfiquistas a terem dúvidas de que o Benfica vencesse o troféu, mas venceu. As duas únicas derrotas do Benfica (e isto não é meramente coincidência) aconteceram com o Benfica a jogar em inferioridade numérica", relembrou.
Antes de se despedir, o João Malheiro fez o 'lançamento' oficioso do jogo do próximo domingo em Portimão e deu o mote: "Numa atmosfera que reconheço negativa, decorrente do insucesso na abertura da Champions, o jogo com o Portimonense só tem, para o Benfica, dois resultados possíveis: Ganhar ou ganhar."
Presidente acredita em critérios diferentes nas decisões da arbitragem durante o Clássico com os dragões e vê rigor maior com as águias
21 Set 2026 | 10:23 |
Rui Costa não escondeu a insatisfação com a arbitragem de Miguel Nogueira após a derrota do Benfica por 1-3 diante do FC Porto, no Estádio do Dragão. O presidente encarnado apontou uma alegada "dualidade de critérios", sobretudo no capítulo disciplinar, embora tenha reconhecido também os erros cometidos pela própria equipa.
Rui Costa sobre o Porto - Benfica: "acho que há uma dualidade tremenda..."
À saída do estádio, o líder das águias começou por destacar a entrada forte do Benfica no encontro, lamentando que a expulsão de Lenglet, aos 35 minutos, tenha condicionado o resto da partida: "O Benfica entrou muito bem neste jogo. Entrou a mandar no jogo como estrategicamente o Marco Silva tinha pedido aos jogadores. Fizemos uma primeira meia hora muito boa, apesar de, no único deslize que tivemos, acabar por sofrer um golo", começou por dizer.
Rui Costa considera que a igualdade numérica poderia ter alterado o desenrolar do encontro, tendo em conta aquilo que o Benfica conseguiu produzir nos primeiros minutos: "Claro que jogar aqui com 10 elementos não é a mesma coisa que jogar 11 para 11, e acredito que, se assim fosse, o resultado tinha sido diferente, ou o jogo tinha sido diferente, por aquilo que estávamos a fazer", afirmou.
Sobre o cartão vermelho mostrado a Lenglet, o presidente encarnado não quis contestar diretamente a decisão de Miguel Nogueira, mas considerou que o defesa francês, já amarelado, deveria ter evitado o contacto: "Não vou estar a discutir a expulsão do Lenglet, apesar de, se vocês analisarem, o André Silva queixar-se da cara quando é uma pequena, uma ligeira pancada na nuca - nem sequer é na cara. Mas não vou estar a discutir o lance, porque sobretudo aqui, depois de ter um amarelo, não pode arriscar uma ação daquelas", explicou.
"Em relação à dualidade de critérios, sobretudo no fator disciplinar, acho que há uma dualidade tremenda. Há uma dualidade tremenda onde o Benfica foi extremamente punido nisso, porque a quantidade de faltas que o FC Porto faz, para além da falta normal e que não é punida com amarelo, vai dando força a uma equipa e vai tirando a outra. Há uma série de entradas, há uma série de faltas de jogadores do FC Porto que têm de ser punidas, mesmo antes da expulsão do Lenglet. Vejo o Prestianni levar um amarelo por mostrar a cara cheia de sangue ao árbitro, numa pancada que levou quase sem bola e que nem sequer sancionada foi", referiu.
Apesar das críticas à arbitragem, o presidente do Benfica fez questão de reconhecer que a equipa também cometeu erros durante o encontro: "Não eliminando os erros que nós cometemos - porque depois acabámos por cometer erros -, a dualidade de critérios, sobretudo no critério disciplinar, foi por demais exagerada", concluiu.
Treinador acredita que as águias entraram bem no jogo, admite a culpa pelo resultado e evita falar sobre a expulsão de Lenglet
21 Set 2026 | 09:46 |
Após a derrota revoltante contra o Porto (3-1) no Estádio do Dragão, onde viu aumentar a distância para o líder da Liga Portugal Betclic, o técnico Marco Silva, do Benfica, analisou o jogo em conferência de imprensa. Veja tudo que disse o treinador.
Diferença no clássico
“Tivemos uma excelente entrada nos primeiros 20 a 25 minutos, dentro daquilo que era o nosso plano e a nossa identidade. Acabámos por perder o jogo por culpa nossa. Fomos nós que o perdemos, para além das coisas que aconteceram dentro do terreno, e temos de assumir isso mesmo. Perdemos três pontos importantes. Infelizmente para nós, há agora uma paragem e vão surgir todas as narrativas sobre o assunto. Temos de voltar mais fortes. Quero agradecer aos nossos adeptos o apoio incondicional desde ontem e hoje até ao final do jogo. Infelizmente, não lhes demos o que eles mereciam, mas estamos cá para continuar a crescer".
Expulsão de Lenglet
“Em relação à expulsão, não vou fazer qualquer comentário. Se o clube tiver de dizer alguma coisa em relação ao jogo, deve dizê-lo. Não sei se irei conseguir continuar assim até ao final da época. Venho de uma cultura diferente. Aqui, infelizmente, consegue-se condicionar os árbitros antes dos jogos, depois dos jogos e durante a semana, de todas as formas possíveis, e por vezes dá resultado. Não vou entrar por aí. Isso não me cabe a mim responder. Ele falou de coisas estranhas, portanto entrem vocês nessa conversa com ele. Em relação à expulsão, quero é que os meus jogadores sejam mais maduros e tenham capacidade de, havendo ou não provocações, manter o equilíbrio emocional".
Imaturidade do Benfica?
“Falei de uma forma geral, não quero estar a analisar todos os momentos convosco. Sofremos o primeiro golo num lance completamente evitável da nossa parte, algo que me compete a mim trabalhar com os meus jogadores. Mas falou do segundo golo e eu percebo porquê. Tivemos uma boa entrada, mesmo com dez jogadores. Eu disse aos jogadores que era fundamental não sofrermos golos na segunda parte, independentemente de estarmos a perder, porque sabia que íamos marcar. Quando digo que temos de crescer, é neste aspeto: sermos maduros, percebermos onde queremos ir e quais os caminhos para lá chegar. Sofremos um golo muito rápido após termos marcado, quando devíamos ter neutralizado a reação do Porto".
Agressividade do Porto
“Não sou eu que vou gerir a agressividade do adversário. Estão lá quatro árbitros, mais dois no VAR, para gerir isso. Não tenho de ser eu a avaliar se passa os limites ou não".
Ideais táticos para o jogo
“A nossa intenção na primeira parte foi clara: entrámos no 4-4-2 habitual e usámos gatilhos de pressão bem definidos para condicionar a primeira fase de construção do Porto. Fomos pressionantes, agressivos e recuperámos muitas bolas em zonas altas, anulando o jogo interior deles até meio da primeira parte. Com dez jogadores, tornou-se mais difícil manter essa pressão alta. A equipa baixou linhas e perdeu alguma coesão no meio-campo para acompanhar os movimentos de rutura do adversário. Tentámos corrigir a meio da segunda parte, mas sofrer dois golos logo após o nosso empate afetou a equipa. Faltou-nos mais critério com bola para gerir o ritmo de jogo e mais coesão a defender a linha de quatro perante a presença ofensiva do Porto".
Equipa de Marco Silva ficou reduzida a 10 jogadores ainda na primeira parte, conseguiu mesmo assim chegar ao empate, mas viu rival triunfar
20 Set 2026 | 22:35 |
O Benfica saiu derrotado do Dragão por 3-1 diante do Porto. A equipa de Marco Silva ficou reduzida a 10 jogadores ainda na primeira parte, conseguiu mesmo assim chegar ao empate no início do segundo tempo, mas sofreu dois golos em apenas oito minutos e perdeu a oportunidade de assumir a liderança da Liga.
O primeiro lance polémico surgiu entre Gabri Veiga e Alexander Bah, onde o espanhol pisou deliberadamente o dinamarquês e saiu apenas com um cartão amarelo do lance, logo aos cinco minutos. Aos 31 minutos, Gabri Veiga apareceu na área após uma assistência de Pepê e bateu Samuel Soares (1-0).
A situação ficou mais complicada pouco depois, quando Clément Lenglet recebeu o segundo cartão amarelo e deixou o Benfica em inferioridade numérica. Marco Silva reagiu com uma alteração para reorganizar a equipa, mas as águias conseguiram manter-se competitivas e chegaram ao intervalo ainda com margem para discutir o resultado. A resistência acabou por dar frutos logo no início da segunda parte, com Bah a aparecer na área e a cabecear para o 1-1, depois de um cruzamento de Prestianni - que vai renovar com as águias.
O empate devolveu confiança ao Benfica e, durante alguns instantes, pareceu contrariar a desvantagem numérica. A igualdade, porém, durou muito pouco. O Porto voltou a colocar-se na frente apenas três minutos depois, através de Froholdt, e, aos 60 minutos, Hwang In-Beom fez o 3-1.
O Benfica termina assim a sétima jornada com a segunda derrota da temporada e vê interrompida uma sequência de cinco vitórias consecutivas no campeonato. A equipa de Marco Silva continua com 16 pontos, enquanto o Porto passa a somar 21 e reforça a liderança.
1-0:
1-1:
2-1:
3-1:
Diogo Luís destaca um jogador para o Porto - Benfica: "Tem uma qualidade única em Portugal"
20 Set 2026 | 15:58
Jaime Cancella de Abreu de boca aberta com jogador do Benfica: "Um capitão sem braçadeira"
20 Set 2026 | 15:29
Otamendi passa-se da cabeça após derrota do River Plate e solta palavrão na flash
20 Set 2026 | 14:33