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Manteigas exige mão pesada do Benfica contra Gustavo Correia: “Deve ser suspenso”
06 Out 2026 | 13:43
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Futebol
06 Set 2026 | 10:01 |
Após o grande triunfo sobre o Marítimo (3-0) na Madeira, onde garantiu a sua terceira vitória na Liga Portugal Betclic com o Benfica à passagem pela quinta jornada (águias têm menos um jogo), o técnico Marco Silva analisou o jogo em conferência de imprensa. Veja tudo o que disse o treinador encarnado.
Início forte do Benfica
"Entrámos muito bem, a fazer o que tínhamos planeado. Há que dizer: um campo horrível para se jogar futebol, onde é quase impossível jogar. Dar os parabéns aos nossos adeptos em primeiro lugar. Um grande ambiente, um bom ambiente no estádio também, de apoio à equipa do Marítimo. Um estádio com o ambiente certo, o apoio à equipa da casa. Uma bancada do nosso lado esquerdo de total apoio ao Benfica, em que se sentiu realmente. Infelizmente, num relvado onde não se pode jogar futebol. Não tem nada a ver com o Marítimo neste caso, tem a ver com a Liga ou com a Federação — desculpem a minha ignorância neste caso —, mas tem de se dizer que estamos em pleno começo de campeonato e jogar-se futebol nestes estádios não faz bem ao campeonato português se o queremos defender. Não tem nada a ver com o Benfica, nem com outro clube, nem com o Marítimo, tem a ver com uma forma geral. Acho que é importante realçar isso e, como ganhámos o jogo, não soa a desculpa, portanto é importante vermos isso se queremos que o nosso campeonato atinja outro nível e que se proporcione as condições para que os jogadores joguem o futebol que podem jogar, de uma equipa e de outra. E nesse aspeto, há que realçar. Foi muito boa entrada da nossa equipa, claramente uma entrada como nós queríamos, a comandar o jogo, a criar dificuldades ao nosso adversário. Fizemos um golo, e eu acho que estivemos muito bem até à lesão do Bah. Até à lesão do Bah, muito, muito bem. Depois, sim, eles alteraram um pouco a pressão. Os dois da frente começaram a ter um mais um, a marcar mais o nosso jogador da posição 6, o João [Palhinha] neste caso, e nós só tínhamos que fazer a bola andar mais, o mais rápido possível, num campo difícil. Começámos a dividir muito o jogo, a dividir muitas bolas, a perder algumas na nossa construção, que não havia necessidade porque a pressão quase não existia. E mais por culpa nossa, sinceramente, nós começámos a perder algumas bolas, a dar algumas transições. Eu não me lembro de uma oportunidade de golo do Marítimo o jogo todo, esta é que é a verdade. Tirando o livre na segunda parte, lateral, numa falta do Tomás, não há nenhuma oportunidade de golo, mesmo essa não é uma oportunidade, é um lance perigoso. Ao intervalo falámos um pouco, alterámos. Acho que o jogo praticamente terminou quando fizemos a outra alteração com o Schjelderup. Teve um impacto muito grande, deu a segurança no corredor direito e a partir daí estabilizámos muito mais a equipa. Alterámos um pouco a posição do Leandro também na segunda parte para nos dar um pouco mais de equilíbrio ao lado do João. E a partir daí acho que a equipa claramente tomou conta do jogo. O segundo golo ajudou a isso e depois, a partir daí, comandámos o jogo e fizemos mais um excelente golo pelo Prestianni."
Lesão de Bah e entrada de Kaminski
"Tem a ver com o plano estratégico que tínhamos. Como vocês sabem, optámos por dar jogo ao Banjaqui, que vinha de lesão também, e quisemos que estivesse esta tarde a jogar, porque nós vamos necessitar que ele esteja ao seu melhor nível. E nós tínhamos duas soluções: mantínhamos em termos estratégicos o Rafa a jogar por dentro e dávamos o corredor a um lateral mais ofensivo. Neste caso, Kaminski tem treinado lá algumas vezes também, porque é uma posição que numa linha de três ele faz na seleção polaca, e nós já o vimos a fazer várias vezes. Estávamos praticamente a construir sempre a três, a jogar a três, para lhe darmos o corredor e continuarmos com o Rafa por dentro. Essa foi a decisão que tomámos. Ou podíamos tomar por outra um pouco mais conservadora, por um central que pode jogar a lateral-direito, mas íamos alterar aquilo que era o nosso plano estratégico para o jogo e optámos por não o fazer, daí termos colocado o Kaminski.”
João Palhinha liberta Barreiro?
"Não, não tem nada a ver. Não tem nada a ver. Eu percebo a vossa questão, mas não tem nada a ver. Quem analisar, uma coisa é ele ter feito golos, isso é uma coisa. Mas se analisarem todos os jogos do Benfica até hoje, vejam quantas vezes o Leandro esteve dentro da área. Acabou por fazer dois golos... Qual é a influência que o João tem num golo de bola parada que fazemos num canto em que o Leandro faz o segundo? Qual é a influência que o João tem nisso? Não tem absolutamente nenhuma. E depois o posicionamento do Leandro, posso-vos garantir que não alterou um centímetro daquilo que tem sido com o Enzo também lá. Aliás, na segunda parte até colocámos o Leandro um pouco mais baixo para fazer praticamente um segundo médio com o João, porque estávamos a sentir que tínhamos que acalmar o nosso jogo. Eu percebo a questão, mas não tem nada a ver uma coisa com a outra, na minha opinião."
Antigo jogador dos leões garante que poderia ter recebido muito mais para defender as águias, mas optou por seguir o seu coração
06 Out 2026 | 17:33 |
Marco Almeida marcou presença numa das páginas mais importantes da história recente do Sporting e chegou a receber uma proposta do Benfica, mas acabou por recusar a mudança para a Luz. O antigo jogador recordou o episódio e explicou por que razão decidiu permanecer fiel ao clube de Alvalade.
Marco Almeida: "Benfica chegou com uma proposta muito superior..."
Natural do Barreiro, o antigo futebolista chegou ao Sporting com apenas dez anos e foi apontado como uma das grandes promessas do futebol português. Na temporada 1999/2000, aos 22 anos, integrou a equipa leonina que terminou com um jejum de 18 anos sem conquistar o campeonato nacional.
Durante a passagem pelo Sporting, foi cedido a vários clubes, entre eles Casa Pia, Lourinhanense, Campomaiorense e Southampton. Foi precisamente quando estava perto do final do vínculo aos leões que surgiu a possibilidade de rumar ao rival Benfica. Em entrevista ao jornal A Bola, Marco Almeida explicou que nunca encarou os empréstimos como uma forma de afastamento do Sporting. "Sempre assumi os meus empréstimos como uma fase de crescimento. Nunca os vi como se não fizesse falta", começou por dizer.
O antigo jogador recordou ainda a ligação que manteve ao clube durante essas cedências e revelou que tinha como objetivo afirmar-se em Alvalade. Foi nesse contexto que recebeu propostas do Southampton e do Benfica. "Terminava contrato em dezembro, ao abrigo da Lei Bosman, o Southampton apresentou-me proposta de cinco anos e surgiu um telefonema do Benfica, com uma proposta muito superior à que tinha", revelou.
Apesar da diferença financeira, Marco Almeida decidiu esperar por uma reação do Sporting. "Quis ouvir o Sporting e foi o Luís Duque quem me ligou. Nada contra o Southampton, nem contra a instituição Benfica, mas o meu sonho era mesmo afirmar-me no Sporting, o clube do meu coração".
Conhecida publicação faz escolhas de jogadores que podem ser os próximos grandes nomes do futebol mundial e jogador das águias aparece na lista
06 Out 2026 | 16:32 |
O prestigiado jornal britânico The Guardian divulgou, esta terça-feira, a edição de 2026 da sua conhecida lista "Next Generation", que reúne anualmente os 60 jovens jogadores considerados mais talentosos do futebol mundial. Portugal volta a marcar presença na seleção, desta vez com dois nomes, sendo um deles uma jovem promessa do Benfica.
Tiago Rodrigues, avançado de apenas 17 anos, integra atualmente as equipas B e sub-23 das águias e surge entre os maiores talentos da sua geração. O outro português destacado é Mezian Mesloub Soares, de 16 anos, que já atua na formação principal do Lens e que recentemente se estreou pela Seleção Nacional sub-21, sob orientação de Luís Freire, e foi alvo do Benfica no mercado.
Sobre Tiago Rodrigues, Nuno Travassos, jornalista de A Bola, destaca o percurso do jovem algarvio, traçando ainda um paralelismo com outros talentos que passaram pelo Benfica: "Depois de Gonçalo Ramos e João Neves, aqui está outro natural do Algarve a gerar entusiasmo, no Benfica. Ele não é, nem um ponta de lança, nem um médio, no entanto. O Tiago prefere jogar como extremo ou número 10", pode ler-se.
O jovem chegou ao Benfica em 2018 e, apesar da idade, já está inserido em escalões bastante acima da sua faixa etária. "Já faz parte das equipas B e de sub-23 do Benfica, o que demonstra que é um jogador de destaque da sua geração", acrescenta o jornal. A qualidade técnica, sobretudo com o pé esquerdo, e a maturidade competitiva são apontadas como algumas das principais características do jogador, que já foi descrito como "suave como seda".
Também Mezian Mesloub Soares merece elogios, sobretudo pelo "nível competitivo a que chegou". O jovem representa Portugal desde os sub-16, mas continua igualmente acompanhado por França e Argélia. É filho de Walid Mesloub, antigo internacional argelino e capitão do Lens, clube onde Mezian tem vindo a destacar-se.
Técnico trabalhou com os jogadores nas águias e acredita que modelo espelhado no que faz o atual selecionador nacional potencializa os atletas
06 Out 2026 | 15:33 |
Renato Paiva conhece bem João Félix e Gonçalo Ramos e acredita que a ligação entre os dois avançados pode ser uma mais-valia para a Seleção Nacional. O treinador, que trabalhou com ambos na formação do Benfica, analisou a evolução da equipa portuguesa desde a chegada de Jorge Jesus e recordou os tempos em que orientou a dupla nas camadas jovens das águias.
Renato Paiva sobre Gonçalo Ramos e João Félix: "Jogaram assim quando eu era treinador deles nos sub-17..."
"Portugal tem ideias claras, faz pressão alta e quer recuperar a bola, por vezes até a roçar a marcação individual, que está tão na moda. Vejo uma equipa mais organizada e os jogadores nas suas posições específicas", explicou Renato Paiva, em declarações à agência Lusa.
O técnico, atualmente ao serviço do Santos Laguna, considera que os jogadores estão agora a ser utilizados de acordo com as suas principais características. "Antes, sentia que eram utilizados com adaptações, mas agora têm sido potenciados nas suas características. Isso ajuda muito, até porque o leque de escolha é grande", afirmou.
Renato Paiva também deixou elogios a Jorge Jesus, que iniciou a aventura à frente da Seleção Nacional com quatro vitórias consecutivas. "Tem ideias muito à imagem do grupo de jogadores que Portugal tem. É um casamento perfeito, que ajudará bastante a Seleção", destacou.
João Félix e Gonçalo Ramos são, até ao momento, os melhores marcadores portugueses na Liga das Nações, com três golos cada. Os dois chegaram mesmo a formar dupla no ataque em vários encontros. E Renato Paiva sabe bem como essa parceria pode funcionar. "Jogaram assim quando eu era treinador deles nos sub-17 [do Benfica]", recordou.
Sobre João Félix, o técnico revelou ainda que foi precisamente a mudança de posição que permitiu potenciar todo o talento do internacional português: "O segredo do João Félix foi colocá-lo na verdadeira posição dele." O jogador começou como extremo, mas rapidamente passou para segundo avançado, posição onde conseguiu evidenciar a capacidade para assistir e marcar.
Manteigas exige mão pesada do Benfica contra Gustavo Correia: “Deve ser suspenso”
06 Out 2026 | 13:43
Pérola do Benfica faz hat-trick decisivo por Portugal e continua a partir tudo
06 Out 2026 | 13:12
Ekrem Konur diz que Benfica está a avançar para contratar goleador da Ligue 1
06 Out 2026 | 12:30