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Futebol
12 Mai 2023 | 17:15 |
O ex-empresário de Darwin Núñez, Edgardo Lasalvia, em entrevista, na passada quinta-feira, dia 11 de maio, falou sobre o momento em que o jovem saiu do Benfica, acusando a atual agência de ter ‘feito a cabeça’ ao agora craque do Liverpool.
“Não tive possibilidade de falar com o Darwin. Descobri quando ele veio com seis guarda-costas e não quis dar entrevistas no aeroporto. Eu tinha enviado um rapaz da empresa para ir buscá-lo. Tentei ligar-lhe e, por mensagem de WhatsApp, disse-me que gostava muito de mim, que ia ser meu amigo para sempre, bla bla bla, mas que ia começar um novo caminho com outra empresa e bloqueou-me. Nem tive oportunidade de responder”, começou por dizer, ao programa Fuera de Juego, da emissora Carve Deportiva.
“Cumprimentei-os de longe, mas não era o momento para falar. Isso vai acontecer se tudo correr bem. Não tenho contrato com os jogadores, poucas vezes assino alguma coisa, pois parece-me que a palavra vale mais. Aos miúdos digo-lhes 'quem quiser sair, que saia agora'. Quando chegam ao topo depois de eu lhes ter dado tudo, de lhes ter pago operações, de ter lutador com os médicos, todo o mundo sabe o que fiz e eu olho a partir de fora. E estes empresário de lá de cima, compram-te o último Lamborghini e são uns craques porque se vestem de fato e falam cinco idiomas. E eu sou um Zé Ninguém”, referiu.
“Cada um escolhe como quer viver a vida. Agora tem um filho, mas o karma existe e tudo volta. Tens de ser boa pessoa e tens de ter boa memória. É impossível que não a tenhas, caso contrário os teus pais ensinaram-te mal”, afirmou, ‘atirando-se’ ao jogador.
Darwin Núñez – avaliado em 70 milhões de euros – conta com 15 golos e quatro assistências, em 42 jogos na presente temporada.
Pelo Glorioso o atleta contou com 85 duelos, faturando 48 tentos e tendo assistido os colegas em 10 ocasiões.
Lateral que pertence às águias continua na mira do clube italiano, mesmo após não exercer cláusula de compra estipulada no empréstimo
22 Jun 2026 | 15:30 |
O Torino continua atento à situação de Rafael Obrador e não abandonou a intenção de garantir a contratação definitiva do lateral-esquerdo espanhol do Benfica. Apesar de ter optado por não ativar a cláusula de compra de 9 milhões de euros prevista no acordo de empréstimo, o clube italiano mantém contactos com o entorno do jogador e procura uma solução que permita concluir o negócio em condições mais favoráveis.
A passagem de Obrador pelo futebol italiano foi considerada positiva e convenceu os responsáveis do Torino quanto ao potencial do defesa de 22 anos. No entanto, o valor estipulado para a aquisição definitiva continua a ser visto como elevado pela administração do clube transalpino, que procura agora encontrar uma fórmula financeira que torne a operação mais acessível.
Segundo informações avançadas pelo Tuttosport, o diretor desportivo Gianluca Petrachi tem trabalhado nos bastidores para apresentar uma nova proposta ao Benfica. Entre os cenários equacionados surge a possibilidade de um novo empréstimo, desta vez acompanhado por uma cláusula de compra obrigatória.
Nesse modelo, o Torino avançaria já com o pagamento de 25 por cento do valor inicialmente definido, o equivalente a cerca de 2,25 milhões de euros, ficando o montante restante liquidado durante o ano de 2027. A solução permitiria ao clube italiano diluir o investimento e, ao mesmo tempo, assegurar a permanência de um jogador que deixou boas indicações durante a última temporada.
Do lado encarnado, a situação de Rafael Obrador continua a ser acompanhada com atenção numa fase em que o Benfica procura definir o plantel para a temporada 2026/27. O lateral espanhol regressou à Luz após o período de empréstimo, mas o seu futuro permanece em aberto, podendo voltar a sair caso surja uma proposta considerada vantajosa para todas as partes envolvidas.
Argentino não vive momento esperado com a camisola do Atlético de Madrid e pode rumar a Arábia Saudita para seguir a carreira
22 Jun 2026 | 14:00 |
Thiago Almada poderá estar a caminho da Arábia Saudita. O Al Ahli está interessado na contratação do médio argentino e prepara uma proposta na ordem dos 26 milhões de euros para tentar convencer o Atlético de Madrid a libertar o jogador. O internacional argentino volta assim a agitar o mercado de transferências, depois de ter sido um dos nomes mais falados no universo benfiquista durante o verão passado, avançou o jornalista Germán García Grova, da TyC Sports.
Recorde-se que Thiago Almada esteve na mira do Benfica antes de rumar à capital espanhola. Na altura, os encarnados acompanharam atentamente a situação do médio, mas acabaram por perder a corrida para o Atlético de Madrid. Os colchoneros avançaram com uma proposta de cerca de 25 milhões de euros por 50 por cento do passe do jogador, que representava então o Botafogo, garantindo a contratação de um dos talentos mais promissores do futebol sul-americano.
Apesar das expectativas criadas em torno da transferência, Almada não conseguiu afirmar-se de forma consistente na equipa orientada por Diego Simeone. Ao longo da temporada, o argentino participou em 40 encontros oficiais, nos quais marcou quatro golos e somou duas assistências. Ainda assim, os números de utilização revelam uma realidade menos positiva para o jogador.
Segundo informações avançadas pela imprensa internacional, Almada tem vindo a perder protagonismo no Atlético de Madrid, sendo atualmente um dos atacantes menos utilizados do plantel. A substituição ao intervalo no mais recente encontro frente ao Osasuna terá reforçado a perceção de que o argentino atravessa um período de menor influência na equipa madrilena.
Perante este cenário, o Al Ahli procura aproveitar a oportunidade para reforçar o plantel com um jogador de reconhecida qualidade técnica e experiência internacional. A confirmar-se o interesse e uma eventual proposta formal, Thiago Almada poderá tornar-se mais um dos nomes sonantes a rumar ao futebol saudita, numa fase em que vários clubes da liga local continuam a investir fortemente na contratação de jogadores provenientes das principais competições europeias.
Maria Krivopishina dirige academia das águias na Ucrânia e foi incluída em lista de procurados internacionalmente após denúncia recente
22 Jun 2026 | 13:21 |
Maria Krivopishina, diretora da Academia do Benfica na Ucrânia, foi incluída na lista de pessoas procuradas internacionalmente pela Interpol no âmbito de uma investigação relacionada com a morte de uma criança de 10 anos durante um estágio de jovens futebolistas realizado em agosto de 2023.
A informação foi avançada pelo portal ucraniano Sport.ua, que cita uma notificação alegadamente recebida por Svitlana Honcharuk, mãe da criança falecida, por parte das autoridades policiais. Segundo a mesma fonte, a responsável encontrar-se-á fora da Ucrânia, circunstância que levou as autoridades a avançarem com procedimentos destinados à sua eventual extradição.
De acordo com documentos da Procuradoria-Geral da Ucrânia citados pelo portal football24.ua, Maria Krivopishina é suspeita da prática de infrações previstas no artigo 271.º, n.º 2, do Código Criminal ucraniano, referente à violação de normas de segurança laboral que resulte na morte de uma pessoa.
Segundo a investigação, terão sido identificadas alegadas falhas graves no cumprimento de medidas de segurança durante a realização do acampamento da Academia do Benfica, conclusões que, de acordo com as autoridades, terão sido sustentadas por perícias forenses. Entretanto, um tribunal ucraniano ordenou a detenção da suspeita na sua ausência, decisão que viria a ser posteriormente confirmada pelo Tribunal de Recurso de Kiev.
O caso remonta a agosto de 2023, durante um estágio realizado nas instalações da Vila Olímpica, nos arredores de Kiev, onde funciona a Academia do Benfica na Ucrânia. Segundo a investigação, um treinador terá levado um grupo de crianças para nadar num lago com cerca de nove metros de profundidade, alegadamente sem assegurar a supervisão adequada de adultos. Entre os participantes encontrava-se Ivan Honcharuk, de 10 anos, que, segundo as autoridades, não sabia nadar e acabou por se afogar.
De acordo com os relatos divulgados pela imprensa ucraniana, os pais da criança tentaram contactar repetidamente a administração do acampamento no dia do incidente, mas alegam não ter obtido resposta. Ainda segundo essas informações, a confirmação da morte do filho teria chegado apenas através das autoridades policiais.