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Gabriel Índio a caminho do Benfica! Fabrizio Romano confirma negócio praticamente fechado
19 Jun 2026 | 15:41
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21 Dez 2023 | 12:15 |
Carlo Ancelotti confirmou, na antevisão do duelo do Real Madrid frente ao Alavés, na passada quarta-feira, dia 20 de dezembro, que o emblema madrileno, que está de olho em António Silva, estará mesmo à procura de um novo central (saiba mais AQUI).
"Não digo que não [seja preciso um novo central]. Falámos com o clube e é algo que vamos avaliar nos próximos dias, temos tempo. O mercado de janeiro acaba no dia 31 e vamos à procura da melhor solução possível. De momento, não temos pressa. Vamos acabar bem o ano e depois temos tempo para tomar a melhor decisão", disse.
"Não é altura para falar de nomes. Se houver uma boa alternativa, assim o faremos. Há tempo para pensarmos nisso", rematou o treinador dos madrilenos, em jeito de conclusão.
Importante destacar que os espanhóis poderão então apontar a mira para o defesa formado no Seixal, sendo isto más notícias para Roger Schmidt.
Recorde-se que também o Manchester United está a seguir o camisola 4 do Clube da Luz, com muita atenção, já desde o passado mercado de verão. Porém o central acabou por não abandonar a Catedral no defeso transato.
Contudo, agora os red devils estarão dispostos a pagar a cláusula de rescisão do colega de posição de Nicolás Otamendi, tal como o nosso Jornal já deu conta. De acordo com o jornalista da Sky Sports, Florian Plettenberg, o defesa formado no Seixal é um dos nomes no topo da lista do emblema da Premier League, que tem ainda referenciados Todibo (Nice) e Gonçalo Inácio (Sporting).
Nesta época, António Silva - avaliado em 45 milhões de euros - conta com 21 encontros, onde registou um único golo. Já na temporada passada, ano em que se estreou na formação de Roger Schmidt, alinhou em 44 partidas, somando cinco tentos, sem contabilizar qualquer assistência.
Treinador português terá caras conhecidas do seu lado para esta aventura como figura principal da equipa do Clube da Luz
19 Jun 2026 | 17:18 |
Marco Silva já tem definida a estrutura técnica que o acompanhará na primeira temporada ao comando do Benfica. O Clube encarnado oficializou a composição da equipa de trabalho para 2026/27, confirmando o regresso de elementos que acompanharam o treinador durante a passagem pelo Fulham e a continuidade de algumas figuras já presentes na Luz.
Entre os nomes escolhidos destacam-se Fernando Ferreira e Bruno Mendes, ambos de regresso ao universo benfiquista após trabalharem com Marco Silva em Inglaterra. Ricardo Rocha mantém-se igualmente na estrutura técnica. As informações foram avançadas pelo Record.
Na nova organização técnica, Gonçalo Santos e Ricardo Rocha assumirão funções como treinadores adjuntos. Já Gonçalo Pedro será o responsável pela preparação física da equipa principal. Francisco Costa integra igualmente a estrutura encarnada, acumulando as funções de treinador-adjunto e analista. O técnico chega ao Benfica depois de três temporadas ao serviço do Fortuna Sittard, contando ainda com uma passagem pelo FC Porto no seu percurso profissional.
Bruno Mendes ficará encarregado da área de performance, regressando a uma casa que bem conhece, depois de ter trabalhado no Benfica durante mais de uma década, entre as épocas de 2005/06 e 2017/18. Por sua vez, Fernando Ferreira assumirá a responsabilidade pelo treino dos guarda-redes, reforçando uma equipa técnica que procura combinar conhecimento interno com experiência adquirida em contextos internacionais.
A nova equipa técnica terá pouco tempo para preparar o arranque da temporada. O regresso aos trabalhos está marcado para 25 de junho, data em que os jogadores voltarão ao Benfica Campus para iniciar oficialmente a pré-temporada. Será o primeiro contacto de Marco Silva com o grupo de trabalho encarnado, numa fase decisiva para implementar as suas ideias e preparar os desafios que aguardam o Benfica em 2026/27.
Jogador do emblema da Luz foi titular na partida entre Portugal e RD Congo e acabou por levar com algumas culpas do golo sofrido pelas Quinas
19 Jun 2026 | 17:00 |
Rúben Dias deixou uma mensagem de confiança para Tomás Araújo e Renato Veiga após a estreia de Portugal no Mundial, frente à República Democrática do Congo. O central do Manchester City garantiu que a comunicação entre os defesas da Seleção Nacional é constante e destacou a importância de transmitir segurança aos companheiros mais jovens.
Rúben Dias revela conselhos a Tomás Araújo, do Benfica, e Renato Veiga: "Serem eles próprios e não terem timidez nenhuma..."
“Naturalmente a comunicação acontece. Não porque eles iriam jogar este jogo, mas desde o princípio do estágio e noutras ocasiões. Levamos uma relação na qual os quatro temos a missão de transmitir o máximo de confiança aos que estão à nossa frente”, afirmou o internacional português.
O antigo jogador do Benfica sublinhou ainda que Tomás Araújo e Renato Veiga devem atuar sem qualquer receio de assumir responsabilidades dentro de campo, independentemente da experiência ou estatuto dos colegas que os rodeiam: “Não me focaria em nada específico, a não ser ter-lhes dito para serem eles próprios e não terem timidez nenhuma em fazer tudo o que tivessem de fazer e dizer tudo o que tiverem de dizer”, explicou.
“Apesar de, às vezes, dizer uma palavra mais dura a um companheiro que já tem um estatuto ou muitos anos de seleção, não devem ter vergonha nenhuma de o fazer, porque faz parte de serem eficientes naquilo que têm de fazer”, acrescentou.
As declarações surgem depois de Tomás Araújo ter assumido responsabilidades no golo sofrido por Portugal no empate frente à República Democrática do Congo, resultado que marcou a estreia da equipa orientada por Roberto Martínez no Mundial.
O defesa-central do Benfica reconheceu que a Seleção Nacional não conseguiu criar oportunidades suficientes para garantir a vitória e lamentou a forma como surgiu o golo adversário: “Houve muito passe lateral e para trás. Não conseguimos criar muito perigo. A segunda parte mudou um bocadinho e criámos algumas ocasiões, mas foi insuficiente. E depois sofremos um golo de bola parada que não pode acontecer”, admitiu.
Águias mantêm o avançado internacional na lista de alvos para a nova temporada, mas os planos para o ataque sofreram alterações nas últimas semanas
19 Jun 2026 | 16:06 |
Wout Weghorst continua a ser um dos nomes associados ao Benfica para reforçar o setor ofensivo em 2026/27. O experiente avançado neerlandês, de 33 anos, integra efetivamente a lista de jogadores observados pelos encarnados
Segundo o jornal A BOLA, embora a sua contratação esteja, nesta altura, longe de ser um dado adquirido, o neerlandês está sob o olhar da estrutura liderada por Rui Costa. Em final de contrato com o Ajax, o internacional pelos Países Baixos já confirmou que a sua passagem pelo clube de Amesterdão chegou ao fim. "Sim, penso que sim. Foram dois anos muito bonitos. Estou muito orgulhoso por ter jogado pelo Ajax", afirmou recentemente à ESPN.
O perfil físico, a experiência internacional e a capacidade de jogar como referência ofensiva faziam de Weghorst uma opção muito apreciada por José Mourinho. Caso o técnico português tivesse permanecido na Luz, a probabilidade de o negócio avançar seria consideravelmente superior, uma vez que o avançado encaixava nas características procuradas pelo antigo treinador encarnado. Durante a última temporada, o ponta de lança somou nove golos e quatro assistências em 34 partidas disputadas.
Contudo, a chegada de Marco Silva trouxe uma nova abordagem à construção do plantel. O treinador está a analisar diferentes perfis para várias posições e não pretende limitar-se a uma única solução para o ataque. Nesse contexto, Weghorst deixou de ser visto como uma prioridade absoluta e passou a integrar um conjunto mais alargado de opções.
Apesar de o negócio não estar descartado, o Benfica pretende agir com cautela antes de avançar para qualquer decisão definitiva. Com o regresso aos trabalhos marcado para 25 de junho e a estreia oficial na segunda pré-eliminatória da Liga Europa agendada para 23 de julho, frente ao St. Gallen, os encarnados continuam a desenhar o plantel da próxima época sem pressas, procurando encontrar as peças ideais para um projeto que Marco Silva quer equilibrado, competitivo e preparado para lutar por títulos.