Futebol
Há uma cláusula invulgar no contrato de Kaminski com o Benfica e explicação está dada
08 Jul 2026 | 11:42
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
08 Jul 2026 | 16:38 |
Ruben Amorim recorreu às memórias de infância para explicar a ligação especial que sempre teve ao Milan, durante a conferência de imprensa de apresentação como novo treinador dos rossoneri. O técnico português assumiu que cresceu a admirar o histórico clube italiano, sem esconder, contudo, o lado mais emotivo dessa relação.
Ruben Amorim: "Sou adepto do Benfica"
“Sigo o Milan desde criança, mas também sou adepto do Benfica. Lembro-me bem dos anos 80 e 90, da final decidida pelo golo de Rijkaard. Esse jogo foi duro para mim e para a minha família”, recordou, numa referência à final da Taça dos Campeões Europeus de 1990, vencida pelos italianos frente aos encarnados.
Amorim destacou ainda a identidade competitiva que sempre associou ao Milan e recordou algumas das equipas mais marcantes da história do clube: “Sem pressão sobre a qualidade do jogo”, começou por dizer, entre risos. “Lembro-me do Capello, dos 58 jogos sem perder, das 80 vitórias em casa. Lembro-me dos detalhes. O passado do Milan não é apenas ofensivo, mas da equipa. Tivemos Gullit, Seedorf e outros grandes jogadores, mas o mais importante era sempre o coletivo".
O treinador português sublinhou que o sucesso das grandes equipas milanesas assentava sobretudo na força do conjunto e não apenas nas individualidades. Consciente da exigência do cargo, Ruben Amorim reconheceu a dimensão do desafio que terá pela frente no futebol italiano.
“Quero fazer parte desta família, é uma grande responsabilidade. Sei que é muito duro vencer para os estrangeiros. É um grande desafio, vamos ver”, concluiu. O antigo treinador do Sporting inicia assim uma nova etapa da carreira ao comando do Milan, um dos clubes mais históricos do futebol europeu.
Extremo chegou para cumprir função importante na ideia de jogo de Marco Silva, o que gerou comentário positivo por parte do jornalista
08 Jul 2026 | 15:41 |
O Benfica oficializou a contratação de Jakub Kaminski para reforçar o plantel orientado por Marco Silva e o negócio continua a merecer elogios. Entre os que aprovaram a aposta dos encarnados está o jornalista Pedro Sousa, que considera que os cerca de 17 milhões de euros investidos representam um excelente negócio no contexto do mercado atual.
"É um movimento de mercado muito bom. É difícil contratar titulares de sua seleção por este preço. O Benfica fez uma boa operação! Tinha o jogador como um aliado e convém esquecer de outra coisa: O Schjelderup ainda não respondeu a proposta de renovação. Portanto, o Benfica vai fazer o quê?", afirmou.
Pedro Sousa defendeu ainda que a contratação do internacional polaco ganha ainda mais importância perante as dúvidas em torno da continuidade de Andreas Schjelderup. O comentador recordou que o extremo norueguês continua ao serviço da sua seleção no Mundial e, por isso, não estará disponível no arranque da nova temporada, ao contrário de Kaminski, que poderá assumir desde já um lugar no onze inicial.
"O Benfica já mostrou que pode fazer isto. Grimaldo e Rafa jogaram muito bem, cumpriram seu contrato e saíram. Quer fazer isso outra vez? Estamos a falar de jovens. Schjelderup e António (Silva) são jovens, muito jovens. Quando, dia 23, em St. Gallen, o Benfica vai jogar e no primeiro 11 o Kaminski vai lá estar e o Schjelderup estará de férias. Pelo menos duas, três semanas ninguém lhe tira", referiu.
Com Kaminski já integrado nos trabalhos de Marco Silva, o Benfica continua a preparar o arranque oficial da temporada. O primeiro grande objetivo passa pela segunda pré-eliminatória da Liga Europa, frente ao St. Gallen, numa eliminatória que poderá ser determinante para o percurso europeu dos encarnados em 2026/27.
No segundo compromisso de treino sob o comando de Marco Silva nesta pré-época, os encarnados levaram a melhor diante do emblema tricolor
08 Jul 2026 | 14:47 |
O Benfica venceu, esta quarta-feira, o Estrela da Amadora por 5-2, num jogo de preparação disputado no Seixal. Depois do empate frente ao Caldas no primeiro teste da pré-temporada, Marco Silva voltou a aproveitar a oportunidade para observar a evolução da equipa antes do arranque oficial da nova época.
Vangelis Pavlidis, com dois golos, Rafa, João Rego e Rui Silva assinaram os tentos dos encarnados, que somaram o primeiro triunfo da pré-temporada. O próximo compromisso do Benfica está marcado para sábado, frente ao Flamengo, no Torneio do Algarve.
Este foi o segundo jogo de preparação da formação orientada por Marco Silva. No passado sábado, os encarnados empataram 2-2 diante do Caldas, equipa da Liga 3, num encontro em que estiveram a perder por dois golos ao intervalo.
Gonçalo Chaves e João Rodrigues colocaram a equipa das Caldas da Rainha em vantagem na primeira parte, mas o Benfica reagiu após o descanso e restabeleceu a igualdade graças aos golos de Edokpolor e Ivanovic e terminou o compromisso na igualdade.
Os encontros de preparação fazem parte do plano de Marco Silva para colocar a equipa nas melhores condições antes do início oficial da temporada 2026/27. O principal objetivo passa por preparar o Benfica para a segunda pré-eliminatória da Liga Europa, na qual os encarnados terão pela frente os suíços do St. Gallen, numa eliminatória considerada determinante para as aspirações europeias do clube.
Antigo avançado tem boas recordações do treinador, mas lembra que começou uma ‘guerra’ após o técnico trocar as águias pelo rival
08 Jul 2026 | 12:39 |
Sete anos depois de terminar a carreira, Jonas iniciou uma nova etapa longe dos relvados. O antigo avançado brasileiro, que representou o Benfica durante cinco temporadas, vive atualmente em Ribeirão Preto, no Brasil, onde se dedica ao setor agrícola, com investimentos na produção de cana-de-açúcar e amendoim.
Aos 42 anos, Jonas concedeu uma entrevista à revista Sábado, na qual recordou alguns dos momentos mais marcantes da passagem pela Luz. Conhecido pelos adeptos como "Pistolas", o antigo goleador marcou 137 golos em 183 jogos pelo Benfica e conquistou nove títulos, entre os quais quatro campeonatos nacionais. Entre as memórias evocadas, Jonas destacou a saída de Jorge Jesus para o Sporting, no verão de 2015, uma mudança que intensificou a rivalidade entre os dois clubes.
Jonas: "Queríamos provar que o clube iria continuar a ganhar mesmo sem o Jorge Jesus"
"Com Jorge Jesus tivemos um ano maravilhoso, mas depois ele vai para o grande rival e aí começa a guerra. Cada um defendia o seu lado, claro. Depois até houve aquele episódio em que o empurrei no jogo da Supertaça, mas falámos por mensagem e ficou tudo resolvido. Foi um momento delicado e conturbado. No Benfica, todos queríamos provar que o clube iria continuar a ganhar mesmo sem o Jorge Jesus e conseguimos", recordou.
As declarações de Jonas surgem numa altura em que Jorge Jesus volta a estar no centro da atualidade do futebol português. Segundo o jornal A Bola, o treinador é o principal candidato de Pedro Proença para suceder a Roberto Martínez no comando da Seleção Nacional. A mesma publicação adianta que o presidente da Federação Portuguesa de Futebol deverá reunir-se com Jorge Jesus após o regresso da seleção a Lisboa, com o objetivo de discutir a sucessão no cargo.
Recorde-se que Roberto Martínez confirmou, após a eliminação de Portugal no Mundial 2026, que o encontro frente a Espanha foi o último como selecionador nacional. O contrato do técnico espanhol está prestes a terminar e não será renovado pela Federação Portuguesa de Futebol.