Futebol
Agora recuperado, jogador do Benfica ainda não esqueceu fase difícil: "Antes da lesão..."
27 Mar 2026 | 15:45
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Futebol
24 Fev 2026 | 17:32 |
Pablo De Blasis, capitão do Cartagena, recorreu a grandes nomes do desporto, como Ángel Di María, para motivar os seus colegas de equipa antes de um jogo da terceira divisão espanhola, que culminou numa reviravolta impressionante frente ao Real Murcia (2-1).
O discurso, proferido no balneário, tornou-se viral e destacou-se pela sua intensidade e pelas referências a figuras como o lendário extremo argentino, Michael Jordan e Rafael Nadal. De Blasis, usou estes exemplos para ilustrar a superação.
"Creio que os anos vão passando e, por vezes, não paramos para pensar num par de coisas. Acho que todos aqui já vimos algum documentário de superação, desportivo: Iniesta, Rafa Nadal, Michael Jordan, Di María, quem quer que seja. E este ano nós estamos a superar-nos", começou por dizer, emocionado.
Na parte final da sua intervenção, o capitão do Cartagena fez uma analogia com o xadrez para sublinhar as adversidades que a equipa tem enfrentado, desde as condições do campo e do ginásio a salários em atraso.
"Todas as semanas nos deparamos com algo novo, todas as semanas. Ou o campo, ou a água fria, ou não recebemos, ou o ginásio onde morremos de frio e vamos todos. Por causa disso, hoje fiz este cartaz. Nós somos os peões. Sabem que o peão, quando resiste e chega ao fim, se converte em rainha? E aí começamos a mandar nós. Daqui até ao fim. Ouviram-me?", concluiu De Blasis de forma emotiva.
Confira o discurso de Pablo De Blasis:
𝔼𝕝 𝕡𝕖𝕠́𝕟 𝕔𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕝𝕝𝕖𝕘𝕒 𝕒𝕝 𝕗𝕚𝕟𝕒𝕝...
𝕊𝕖 𝕔𝕠𝕟𝕧𝕚𝕖𝕣𝕥𝕖 𝕖𝕟 ℝ𝔼𝕀ℕ𝔸 🤍🖤
𝔻𝕖 𝕒𝕔𝕒́ 𝕒𝕝 𝕗𝕚𝕟𝕒𝕝...
ℂ𝔸ℝ𝕋𝔸𝔾𝔼ℕ𝔸 ℂ𝔸ℝ𝕋𝔸𝔾𝔼ℕ𝔸 ℂ𝔸ℝ𝕋𝔸𝔾𝔼ℕ𝔸 🤍🖤
𝕆𝕙 ℂ𝕒𝕡𝕚𝕥𝕒́𝕟, 𝕞𝕚 ℂ𝕒𝕡𝕚𝕥𝕒́𝕟 ⚔️8⃣ ℙ𝕒𝕓𝕝𝕠 𝕕𝕖 𝔹𝕝𝕒𝕤𝕚𝕤 pic.twitter.com/Gn8UeEr5LR— FC Cartagena (@FCCartagena_efs) February 23, 2026
Disputando o 'play-off' de acesso ao Campeonato do Mundo deste ano, dois jogadores do Clube da Luz estão apenas a um passo de participar na cobiçada prova
27 Mar 2026 | 18:07 |
Benfica tem dois jogadores ainda em luta pelo apuramento para o Campeonato do Mundo 2026, com Amar Dedić e Alexander Bah a darem passos importantes nos respetivos compromissos internacionais.
Dedić esteve em ação pela Bósnia-Herzegovina frente ao País de Gales, num encontro decidido nas grandes penalidades. O lateral-direito acabou por sair com queixas físicas já no prolongamento, depois de ter forçado a permanência em campo após um primeiro problema.
O defesa ainda regressou ao jogo após assistência médica, mas voltou a sair pouco depois, gerando preocupação junto da estrutura encarnada. Recorde-se que já tinha falhado um treino da seleção nos dias anteriores, também devido a limitações físicas.
Já Alexander Bah foi titular pela Dinamarca na vitória por 4-0 frente à Macedónia do Norte. O lateral integrou o onze numa partida em que os dinamarqueses confirmaram o favoritismo, apesar das dificuldades iniciais perante um bloco baixo.
Com estes resultados, Bósnia e Dinamarca seguem para as finais do play-off de acesso ao Mundial'2026, agendadas para 31 de março. Dedić poderá defrontar a Itália, enquanto Bah terá pela frente a Chéquia, ficando ambos a um passo da cobiçada prova.
A pensar nos particulares frente ao México e Estados Unidos da América, selecionador da equipa das equipas recorda antigo talento encarnado
27 Mar 2026 | 17:23 |
A pensar no caminho futuro da Seleção Nacional, Roberto Martínez sente-se um sortudo pelo talento que o rodeia e, nesse mesmo sentido, o técnico espanhol não se esquece daquele que também já brilhou, como é o caso de Rui Costa - que já tomou decisão.
Roberto Martínez: "Rui Costa é uma das referências do que é estar na Seleção"
"Na Seleção Nacional, existe este fenómeno de ter muito claro o que significa representar a Seleção e a camisola de Portugal. Os grandes jogadores como Rui Costa, Luís Figo e João Pinto, que foram campeões mundiais Sub-20, são sempre uma referência e dão um pouco a ideia do que é estar na Seleção", começou por dizer, em entrevista exclusiva à DAZN.
"Acredito que, a nível histórico, há 500 anos, o povo português viajava, conquistava e não tinha medo de sair, aprender idiomas. Fiquei muito surpreendido que aqui os filmes não são dobrados. Então, a geração jovem já fala inglês, espanhol e português. Tem essa abertura e considera sempre que a Europa está aqui. Por isso, sair, para o jogador português, não custa nada", sublinhou.
Roberto Martínez: "Quando estou focado no que faço, é tudo o que me enche, é a intensidade"
Na mesma entrevista, Martínez falou sobre as possibilidades de regressar à Premier League - orientou o Wigan e o Everton - e orientar a seleção espanhola, deixando... tudo em aberto. “A verdade é que nunca planeio. Sou um pouco… muito, muito, muito chato nesse sentido. Quando estou focado no que faço, é tudo o que me enche, é a intensidade. E quando chega o momento para um próximo projeto, estou aberto a tudo", frisou.
"Mais do que tudo, acredito muito na pessoa que te oferece o projeto. Não é o país, a liga ou a instituição. É aquela pessoa ou grupo de pessoas que acreditam no teu trabalho e que te podem dizer: ‘Acreditamos no que queres fazer, vamos apoiar-te ao máximo e vamos sobreviver a três derrotas consecutivas juntos’. Porque hoje em dia a verdade é que a dificuldade do treinador é ter tempo para desenvolver plenamente a ideia futebolística no campo a um bom nível", concluiu.
Recorde-se que a Seleção Nacional entrará em campo daqui poucos dias. Defrontará o México às 02h00 (hora de Portugal Continental) do próximo dia 29 de março, no Estadio Azteca. Já às 00h00 de 1 de abril, a equipa das quinas irá deslocar-se ao Mercedes-Benz Stadium, para medir forças com os Estados Unidos da América.
Elemento do Clube da Luz deixou a sua opinião acerca da evolução do futebol como modalidade e também do que um jogador precisa para se desenvolver
27 Mar 2026 | 17:08 |
João Tralhão, treinador adjunto de José Mourinho - que vê jogador do Benfica a brilhar - , acredita que o futebol é muito mais do que a sua própria simplicidade. Segundo o técnico, "aprender o jogo requer adquirir um conjunto de competências" e, nesse mesmo sentido, este "está sujeito a uma evolução constante".
João Tralhão: "Para um jovem que está a aprender o jogo, a estrutura no planeamento tem importância decisiva"
"Para um jovem que está a aprender o jogo, a adquirir competências e skills diversos, a estrutura no planeamento tem importância decisiva. Um planeamento estruturado permitirá: 1) definir conteúdos diversificados ajustados ao nível de aprendizagem dos jovens num determinado período de tempo; 2) periodizar conteúdos em função dos estados de aprendizagem; 3) respeitar os períodos de aprendizagem, desenvolvimento e consolidação", escreveu, no seu mais recente artigo opinião publicado no jornal Record.
"Construir bases sólidas, nas diversas dimensões do jogo, requer tempo e diversidade de conteúdos, prática e muita repetição. O jovem deverá ter um espaço onde experimenta, erra, corrige e reinventa comportamentos. Entender a importância da preparação para ter sucesso numa determinada tarefa, sem comprometer as qualidades criativas", sublinhou.
João Tralhão: "Ao nível dos jogadores seniores, todos podem desenvolver novas competências e maximizar as suas qualidades"
"Ao nível dos jogadores seniores, tenho como princípio que todos os jogadores podem desenvolver novas competências e maximizar as suas qualidades, independentemente do seu nível de experiência. O conceito desafio torna-se fundamental para orientar o processo. Desafiar o jogador para atingir um diferente nível ou desafiar o jogador a potenciar determinada qualidade, ou mesmo desafiá-lo a aprender novas competências", destacou.
"O processo de aprendizagem de um novo modelo de jogo, com novas orientações, requer: 1) objetividade na direção; 2) estrutura no planeamento; 3) tempo para aplicar; 4) etapas e objetivos de processo. A sua orientação deverá assegurar que performance vai adquirindo estabilidade, e com indicadores objetivos de maximização. Performance é um conceito chave quando se trata de futebol profissional sénior.
"Todos os treinadores têm a sua própria filosofia de jogo. Mudança de filosofia implica um período de adaptação. Neste período, existirá uma natural fase de menor rendimento. O desejável é que esta fase dure o menos tempo possível. No entanto, dependerá sempre de diversos fatores, como por exemplo, as diferenças macro com a filosofia anteriormente aplicada", concluiu o adjunto.