Futebol
Médio muito criticado no Benfica quer ficar para provar que tem lugar na equipa de Marco Silva
16 Jun 2026 | 13:06
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22 Jan 2026 | 11:51 |
O Benfica, como é habitual cada vez que vai para a cidade de Turim, prestou homenagem às vítimas do desastre aéreo de Superga, de 3 de maio de 1949, que vitimou a melhor equipa da história do Torino. O presidente da Mesa da Assembleia Geral das águias, José Pereira da Costa, liderou a comitiva encarnada, que também contou com o vice-presidente Domingos Almeida Lima e com o antigo médio do clube Carlos Manuel.
"É com grande emoção"
"É com grande emoção que aqui vimos, sempre a respeitar aquilo que é a memória histórica, num dever ético, que é o de homenagear a equipa do Torino, que tinha ido homenagear um grande atleta, um grande desportista do Benfica a Lisboa (Francisco Ferreira) e que acabou por ter esta tragédia na chegada a Turim", frisou Pereira da Costa, o simbolismo das sucessivas homenagens às 31 vítimas mortais da catástrofe.
As águias homenagearam "Turim e o Torino" e respeitaram "a memória" na segunda visita em menos de um ano. Pereira da Costa já tinha encabeçado a comitiva encarnada que tinha marcado presença no memorial, a 29 de janeiro de 2025, na preparação do duelo entre Juventus e Benfica na última jornada da fase de liga da edição transata da UEFA Champions League, em que os encarnados venceram por 0-2.
"Agradecer ao Benfica"
"Agradecer ao Benfica porque são muito gentis connosco, com muito respeito pela nossa história", afirmou Alberto Barile, diretor de operações do clube rival da Juventus. Os dois clubes estabeleceram uma ligação a partir de uma tragédia marcante que perdura até aos dias de hoje.
Um ano depois, as águias voltam a homenagear os elementos da equipa do Torino, pentacampeão italiano em título, que regressavam de um duelo particular contra o Benfica, em Lisboa, em honra do então capitão encarnado, Francisco Ferreira. O voo de regresso foi interrompido pelo embate trágico da aeronave contra um muro da Basílica de Superga.
Apesar de ter recebido uma proposta financeiramente muito vantajosa do estrangeiro, o técnico manteve a intenção de assinar pelas águias
16 Jun 2026 | 15:20 |
Marco Silva esteve muito perto de rumar ao Al Nassr, mas acabou por escolher o Benfica para prosseguir a carreira. A revelação foi feita por Saad Al-Subaie, ex diretor do departamento jurídico do clube saudita, que confirmou que o treinador português era a principal escolha para substituir Jorge Jesus.
Saad Al-Subaie: "A primeira e mais forte opção era Marco Silva, mas nos momentos finais decidiu o seu destino e assinou com o Benfica”
Através da rede social X, o antigo dirigente explicou que o atual treinador dos encarnados liderava a lista de preferências: “A primeira e mais forte opção era Marco Silva, mas nos momentos finais decidiu o seu destino e assinou com o Benfica”, escreveu.
A decisão surge depois de o Benfica ter avançado para a contratação de Marco Silva na sequência da saída de José Mourinho. Assim que surgiu a possibilidade de assumir o comando técnico das águias, o treinador mostrou-se recetivo ao projeto apresentado por Rui Costa.
Apesar de ter recebido uma proposta financeiramente muito vantajosa da Arábia Saudita, Marco Silva manteve a intenção de assinar pelo Benfica. Apesar do interesse do Al Nassr, o técnico acabou por privilegiar o desafio de orientar os encarnados.
O próprio Saad Al-Subaie revelou que os sauditas já reduziram significativamente as alternativas, afirmando que “atualmente, as opções reduzem-se a apenas dois nomes, um deles lidera a sua equipa no Mundial. E o outro é treinador de um dos clubes da América do Sul”.
Campeonato do Mundo na América do Norte pode tornar-se decisivo para o futuro de um dos principais jogadores do plantel encarnado
16 Jun 2026 | 13:45 |
O Campeonato do Mundo arranca esta terça-feira para a Noruega, mas no Benfica haverá um olhar particularmente atento a um dos protagonistas da seleção escandinava. Andreas Schjelderup entra em campo diante do Iraque, no Gillette Stadium, numa altura em que o seu futuro na Luz continua envolto em incerteza.
O Mundial pode funcionar como uma verdadeira montra internacional. Cada exibição da Noruega será acompanhada de perto na Luz, mas também por vários gigantes europeus. Entre a ambição de se afirmar definitivamente no Benfica e a cobiça do mercado, Schjelderup prepara-se para disputar um torneio que poderá marcar o rumo da sua carreira.
Ao contrário de Fredrik Aursnes, considerado peça fundamental do projeto encarnado, o cenário de Schjelderup permanece em aberto. O avançado de 22 anos teve uma primeira metade de época difícil em 2025/26 e esteve muito perto de abandonar o Benfica no mercado de inverno, com o Club Brugge disposto a avançar com uma proposta na ordem dos 11 milhões de euros.
Tudo mudou após a memorável vitória por 4-2 frente ao Real Madrid, na Luz. Schjelderup brilhou com um bis e passou de jogador negociável a elemento indispensável para José Mourinho. A transferência para a Bélgica caiu imediatamente por terra e o norueguês iniciou uma reta final de temporada em grande nível.
Nos 17 encontros seguintes em que foi utilizado, o jovem atacante assinou seis golos e quatro assistências, ganhando a confiança do então treinador encarnado e despertando o interesse de vários emblemas europeus. O Barcelona é um dos clubes apontados ao internacional norueguês, enquanto em Inglaterra também existem admiradores atentos ao seu crescimento.
Além do mais, falou ainda da preparação para o duelo com a Argélia e da sua própria vivência nesta competição, o quarto da carreira
16 Jun 2026 | 13:37 |
Na véspera da estreia da Argentina no Mundial 2026, frente à Argélia, Nicolás Otamendi deixou vários elogios a Lionel Messi e sublinhou o espírito competitivo do capitão argentino. O antigo central do Benfica, agora no River Plate, falou com emoção sobre a presença do astro na seleção.
N. Otamendi: "É um animal e adora competir"
Sobre Messi, não poupou palavras e destacou o impacto diário do capitão no grupo: "Adoramos ver o pequeno todos os dias. É uma pessoa simples, prepara-se, mas é um animal e adora competir. Isso impede que relaxes. Quando a bola está a rolar, é aí que tens de ir com tudo. Messi alegra-nos a todos. Quem não adora o Leo? Temos de apoiá-lo e ajudá-lo".
O defesa reforçou ainda a dimensão única do craque argentino, deixando uma frase que marcou as suas declarações: "Quem não adora Messi?". A presença do capitão é um fator decisivo na exigência interna da equipa e na forma como a Argentina mantém o nível competitivo.
Já sobre o contexto da seleção campeã do mundo, o jogador alertou para as dificuldades da prova e para a responsabilidade: "Chegamos bem, estamos a dar o máximo, porque sabemos que somos os campeões e todos nos vão querer ganhar, por isso temos de dar o máximo", afirmou.
Além do mais, falou ainda da preparação para o duelo com a Argélia e da sua própria vivência neste Mundial, o quarto da carreira: "Temos de fazer o nosso jogo, eles têm bons jogadores. E creio que a organização defensiva é fundamental. Desfruto destes momentos, porque vai ser o meu último Mundial".