Futebol
Aursnes dá volta por cima na Noruega e recebe grande notícia antes do regresso ao Benfica
07 Out 2026 | 10:25
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16 Set 2023 | 10:28 |
Filipa Patão, treinadora da equipa de futebol feminino do Benfica, esteve presente na inauguração de uma loja do emblema da Luz no Freeport, em Alcochete. Em declarações aos jornalistas, a timoneira dos encarnados antecipou o arranque da Liga BPI, assumindo que será uma época difícil.
"Vai ser com toda a certeza um campeonato competitivo e isso só engrandece a Liga BPI. Para nós será maravilhoso se em todos os jogos tivermos dificuldades a defrontar os adversários", começo por dizer a técnica lusa, na passada sexta-feira, dia 15 de setembro.
"Não gosto de resultados dilatados, gosto de um futebol que nos possa desafiar e obrigar a crescer, a mim como treinadora e a elas enquanto jogadoras. É isso que vai fazer o futebol jogado por mulheres em Portugal evoluir: saber que todos os jogos serão competitivos e espero que seja assim", concluiu.
De destacar que a formação orientada por Filipa Patrão já soma quatro vitórias nos quatro jogos realizados. Ganhou ao Braga nos penáltis depois de um três igual, venceu o Cliftonville por 8-1, aplicou 4-0 ao Riga e, na final da Supertaça, depois do empate a uma bola, venceu o Sporting também na marca dos 11 metros.
Recorde-se, também, que a equipa do Benfica volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 17 de setembro, onde vai enfrentar o Torreense, na 1.ª jornada do Campeonato Naci0nal Feminino. O encontro será disputado na casa do conjunto de Torres Vedras e tem horário de arranque para as 15h00.
Grande goleador pelas águias garante não estar a defender Jorge Jesus, mas afirma que o avançado do Al Nassr parece só pensar em si
07 Out 2026 | 11:48 |
António Simões, uma das maiores figuras da história do Benfica e antigo internacional português, comentou a polémica que envolve Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus e deixou críticas fortes ao capitão da Seleção Nacional. O antigo jogador defende, contudo, que ainda existe espaço para uma reconciliação.
António Simões sobre Cristiano Ronaldo: "ficamos com a sensação de que é um egolátrico, que só pensa nele..."
À margem da apresentação do relatório "O Apito e a Confiança", promovido pelo movimento UNUM, Simões apelou ao bom senso e considerou que o conflito deve ser resolvido através do diálogo: "É melhor encontrar-se forma de criar-se paz do que continuar com a guerra. Não faz sentido isto. Se há condições para que o Cristiano volte, seja bem-vindo", começou por afirmar.
O antigo internacional português considera que Ronaldo deve ter a oportunidade de se despedir da Seleção de forma digna, mas entende que também deve reconhecer os próprios erros. "Não temos de dar razão ao Cristiano Ronaldo, e acho que não tem, agora se ele reconhece que cometeu um erro. Então não tem de ser cristializado, vamos dar-lhe a oportunidade que ele tenha sobretudo um momento de despedida digno à altura e prestígio dele", defendeu.
Simões insistiu ainda na necessidade de uma conversa entre as partes. "Pede-se bom senso. Tolerância. Não estou aqui a defender Cristiano Ronaldo ou o Jesus, ou outra pessoa, estou a defender o bom senso. Que se encontrem, conversem e resolvam. Que bonito ficaria. Essa é a minha grande esperança", afirmou.
Questionado sobre o comportamento do avançado do Al Nassr, a antiga glória das águias foi ainda mais contundente: "Às vezes ficamos com a sensação de que é um egolátrico, que só pensa nele. Tive essa experiência no Campeonato do Mundo na África do Sul e tive a oportunidade de falar com ele. Este jogador tem este trajeto todo, está maduro, é um homem, arranje forma de pensar que não é egolátrico. Não é só o golo, é o jogo."
Goleador da equipa secundária encarnada falou sobre os anos que passou na Luz e afirma que a situação das águias não o ajudou
07 Out 2026 | 11:31 |
Depois de oito anos ao serviço do Benfica, Henrique Araújo deixou os encarnados a custo zero e rumou ao Casa Pia. Satisfeito com a opção, não guarda mágoa da passagem pela Luz, apesar de nunca ter conseguido afirmar-se, 'culpando' o Clube por isso.
H. Araújo: "O Clube vivia numa fase de muitas mudanças e muita contestação"
"São muitos fatores, mas o Clube vivia numa fase de muitas mudanças e muita contestação, o que também não é fácil para os jogadores da formação. E não deu. Comecei na equipa A com Schmidt, mas na altura o Gonçalo (Ramos) lançou-se e esteve muito bem. Acabou por não haver muito espaço e tive alguns empréstimos", começou por dizer, em entrevista exclusiva ao jornal Record.
O melhor marcador da história da equipa B das águias reforçou o seu pensamento. "Na última época foi a mesma coisa: houve mudanças de treinador e isso também não é fácil para os jovens. Notou-se mais no meu caso porque as pessoas estavam à espera que agarrasse o lugar, mas houve outros casos e acho que isso devia-se obviamente a nós, mas a instabilidade no Benfica não ajudou", falou.
H. Araújo: "A situação do Clube não facilitou nada"
Henrique Araújo acredita que não teve mais oportunidades devido à instabilidade na Luz. "Não sei bem. O treinador tenta meter os melhores. Também nunca fui muito opção e vivo bem com isso. O treinador está lá para tomar as decisões. Houve responsabilidades minhas, como é óbvio, mas a situação do Clube não facilitou nada", admitiu.
Acerca das expectativas dos adeptos, o ponta de lança de 24 anos sente que recebeu muito apoio. "Senti sempre muita expectativa e muito carinho dos adeptos. Mas, nas duas épocas em que estive lá, o Gonçalo (Ramos) faz uma excelente temporada, nesta última o Pavlidis também faz um ano fenomenal, por isso também há que dar mérito aos outros", comentou.
Grupo divulga documento com propostas para melhoria no trabalho dos árbitros em Portugal e a ideia passa por mudança em estrutura
07 Out 2026 | 11:06 |
O movimento de benfiquistas UNUM apresentou, esta terça-feira, a versão inicial do relatório "O Apito e a Confiança", documento que propõe uma profunda reforma da arbitragem portuguesa. O plano contempla 17 medidas, distribuídas por seis pilares: independência, profissionalização, transparência e responsabilização, VAR, critérios e tecnologia, e integridade e clubes.
Uma das principais propostas passa pela criação de uma estrutura autónoma para a arbitragem profissional, separada da Federação Portuguesa de Futebol e dotada de direção, orçamento, contas e instalações próprias. Segundo o documento, a implementação desta mudança poderá prolongar-se por uma a três temporadas e seria dividida em duas fases.
Numa primeira etapa, a FPF e a Liga poderiam criar uma estrutura operacional especializada, sustentada por contrato-programa, regulamentos e delegações juridicamente admissíveis. Posteriormente, numa segunda fase, uma revisão dos estatutos e da legislação permitiria consolidar uma autonomia mais abrangente para o organismo responsável pela arbitragem profissional.
O relatório defende ainda alterações no processo de nomeações e na fiscalização, com o objetivo de garantir maior independência e representatividade de todos os intervenientes no futebol, incluindo os próprios árbitros. A profissionalização surge igualmente como um dos principais eixos da proposta. A UNUM pretende criar uma "elite integralmente profissional", com um percurso estruturado desde a formação até ao pós-carreira.
Para aumentar a base de recrutamento, o movimento propõe a criação de uma Escola Nacional de Arbitragem, destinada à formação de árbitros principais, assistentes e VAR. O objetivo passa também por organizar a progressão profissional e estabelecer "um quadro integralmente profissional de árbitros, assistentes e vídeo-árbitros com contrato, remuneração estável, deveres de disponibilidade e apoio multidisciplinar".
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07 Out 2026 | 10:25
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