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CM confirma Exclusivo Glorioso 1904 - Marco Silva vê deficiências em jogador do Benfica
28 Set 2026 | 16:54
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18 Abr 2025 | 10:19 |
Rui Malheiro considera que Bruno Lage tem quota parte de responsabilidade no empate do Benfica diante do Arouca. Na opinião do comentador desportivo, e apesar de reconhecer que a grande penalidade sobre Jason é mal assinalada, o técnico das águias não tomou as opções certas no decorrer do encontro.
Rui Malheiro: “Benfica nunca poderia sofrer um golo em organização defensiva ao sexto minuto da compensação”
“Centrar o debate futebolístico nas arbitragens deficientes de António Nobre, no Benfica-Arouca, e de Cláudio Pereira, pessimamente socorrido por Hélder Malheiro no VAR, no Santa Clara-Sporting, é tudo menos inesperado nos corredores do ludopédio indígena”, começa por afirmar Rui Malheiro, num artigo de opinião no jornal Record.
“Se nos remetermos ao passado fim-de-semana, o Benfica, independentemente do penálti mal assinalado a favor do Arouca que valeu o 1-1 – ao qual não podem ser subtraídos o tackle deslizante negligente de Otamendi e a posterior tentativa de utilizar o jogo aéreo sob o solo contrariando tudo o que é lógico, nem a perspicácia de Jason em cavar o castigo máximo – criou mais do que suficiente para vencer, mas nunca poderia sofrer um golo em organização defensiva ao sexto minuto da compensação”, defende Rui Malheiro.
Rui Malheiro sobre escolhas de Bruno Lage no Benfica - Arouca: "Revelou-se um equívoco"
“Percebeu-se de forma célere, que Tomás Araújo e Di María, que formaram inicialmente o corredor direito, estavam longe do seu melhor, o que tornou o jogo rubro ainda mais dependente de fazer a bola entrar no corredor esquerdo. Aí, Carreras procurava estabelecer diferenças”, defende Rui Malheiro, analisando a condição do argentino e do português no jogo da Liga Portugal Betclic.
Rui Malheiro questiona, ainda, as escolhas de Bruno Lage no decorrer da partida: “A vencer por 2-1, Bruno Lage quis arrogar o controlo do jogo, de forma a não conceder oportunidades, sem deixar de espreitar o tento da tranquilidade. Só que o retorno ao 4x3x3, com as entradas de Barreiro e de Bruma, sem perfil para adormecerem o jogo, revelou-se um equívoco que ajudaria o Arouca a chegar, no sexto minuto da compensação, ao 2-2”.
“A passividade do Benfica em organização defensiva admitiu que o Arouca, após aceleração desnecessária de Kökçü e um toque de calcanhar displicente de Belotti, construísse, desde trás, o golo”, finalizou Rui Malheiro, considerando que as águias deveriam ter vencido o encontro.
Extremo internacional irlandês está afastado devido a uma lesão muscular, mas o jovem avançado tem novidades relevantes sobre o seu futuro próximo
29 Set 2026 | 09:26 |
Jaden Umeh lesionou-se devido a uma entrada dura de Emerson Royal durante o amigável frente ao Flamengo, em julho. O lance provocou uma lesão grave na coxa direita que o afastou de todos os compromissos desta temporada. Porém, seguem-se boas notícias para o atleta do Benfica.
Segundo informações do jornal Record, o jovem irlandês aproxima-se da fase final da recuperação. Depois da cirurgia, tratamentos e trabalho de ginásio, o extremo começa a preparar o regresso ao trabalho de campo, o que está previsto que venha a acontecer, em breve.
Umeh está assim a aproximar-se do regresso aos relvados e ao trabalho com bola. De qualquer forma, quando estiver dado como apto, é provável que regresse à competição pela porta da equipa B, orientado por Nélson Veríssimo. Recordar que o atleta deverá renovar contrato.
Além disso, Umeh tem concorrência das "grandes". Com Rafa, Dodi Lukébakio, Gianluca Prestianni e Andreas Schjelderup, o avançado de 18 anos terá muitas dificuldades de se impor na primeira equipa das águias. Mas será no topo da hierarquia do Benfica que deverá continuar a treinar.
Recorde-se que o futebolista chegou ao Benfica Campus em 2024, com apenas 15 anos. Apesar de só esta temporada ter começado a trabalhar com a equipa principal, já há muito que tinha convencido os responsáveis da Irlanda e já conta com várias internacionalizações.
Águias atravessam uma transformação profunda desde a chegada do treinador e os números revelam uma realidade que poucos adeptos esperavam
28 Set 2026 | 17:48 |
Marco Silva está a construir um novo Benfica sem grandes alaridos, mas as mudanças promovidas desde a chegada ao comando técnico das águias são cada vez mais evidentes. Apesar de a equipa continuar a contar com uma base de jogadores que já integravam o plantel na temporada anterior, o treinador tem introduzido novas ideias e alterado profundamente as escolhas para o onze inicial, sobretudo no setor defensivo.
A comparação entre os primeiros 14 jogos oficiais de 2025/26 e o mesmo número de encontros da presente temporada permite perceber a dimensão da transformação. Sob a orientação de Bruno Lage e José Mourinho, vários jogadores tinham assumido um papel de destaque, mas a chegada de Marco Silva trouxe novas hierarquias.
Nos primeiros 14 encontros desta temporada, apenas três jogadores que estavam entre os mais utilizados no período homólogo de 2025/26 mantêm esse estatuto: Samuel Dahl, Vangelis Pavlidis e Enzo Barrenechea. Nicolás Otamendi, António Silva, Amar Dedic, Richard Ríos e Franjo Ivanovic saíram, enquanto Andreas Schjelderup - que jogou frente a Portugal - , Fredrik Aursnes e Anatoliy Trubin perderam espaço.
Quando a comparação é feita com o conjunto da temporada anterior, o cenário altera-se ligeiramente. Em vez de três, são quatro os jogadores que permanecem entre os mais utilizados: Dahl, Pavlidis, Barrenechea e Leandro Barreiro. A utilização da dupla João Palhinha e Aursnes, que surgiu pela primeira vez no encontro em Milão e foi mantida no clássico frente ao Porto, é outro exemplo das mudanças introduzidas por Marco Silva, que anteriormente recorria mais vezes a Barreiro e Barrenechea. O técnico tem aproveitado os jogadores que já estavam na Luz e, apesar das mudanças, apenas Clément Lenglet, entre os reforços, aparece no lote dos 11 mais utilizados, com Palhinha a afirmar-se também como uma opção importante.
A revolução de Marco Silva não se resume, contudo, às entradas e saídas do onze. O treinador tem conseguido potenciar jogadores que já faziam parte do plantel, com destaque para Pavlidis, Prestianni e Barreiro, que têm apresentado rendimento acrescido.
Jogador sofreu um problema muscular no adutor ao serviço da seleção e deixou uma explicação que coloca a pouca utilização na origem da questão
28 Set 2026 | 17:26 |
Jakub Kaminski sofreu uma lesão muscular no adutor ao serviço da seleção da Polónia e deixou uma explicação que coloca a pouca utilização sob o comando de Marco Silva na origem da questão. O extremo foi titular no empate 0-0 frente à Bósnia, mas abandonou o relvado aos 25 minutos, depois de sentir dores na região.
J. Kaminski: "Faço tudo o que posso para me manter em forma, mas não é fácil quando te faltam minutos de jogo"
Questionado sobre se a lesão poderia estar relacionada com a falta de minutos, o atacante não escondeu a ligação. "É uma boa pergunta, e tem algo a ver com isso. Quando jogo regularmente, a minha condição física é melhor e sinto-me melhor. Fora do campo, faço tudo o que posso para me manter em forma, mas não é fácil quando te faltam minutos de jogo. O treino é outra coisa", afirmou à TVP Sport.
Kaminski explicou ainda que decidiu sair do encontro assim que percebeu que estava em dificuldades físicas. "Em determinado momento, senti que estava com problemas no músculo adutor e decidi que permanecer em campo só pioraria a lesão", revelou.
O extremo tem procurado ganhar espaço nas escolhas de Marco Silva e recordou o desempenho diante do Milan: "Farei tudo o que puder para dar ao treinador um motivo, como fiz contra o Milan em San Siro, quando marquei e dei uma assistência. Pretendo lutar pelo meu lugar. Essa é a única maneira de provar o meu valor. Os começos costumam ser difíceis, e acredito que no Benfica o melhor ainda está por vir. Estou a desfrutar de cada momento neste clube e estou convencido de que estou a evoluir. Só o facto de representar uma equipa como esta já é um desafio; saber que tenho de estar constantemente pronto para enfrentar a pressão dá-me força. Gosto destes desafios e dou-me tempo para ganhar mais minutos. A paciência e o trabalho duro são fundamentais", disse.
Apesar da concorrência, garante que continua determinado a conquistar o seu espaço: "Todos querem jogar, todos querem minutos, e a qualidade dos jogadores é enorme. Este é o balneário mais forte em que já estive", reconheceu. O polaco terá agora de recuperar do problema no adutor, depois de admitir que a reduzida utilização no Benfica, onde procura convencer Marco Silva, poderá ter pesado na condição física que apresentou.