Futebol
R. Dias tresloucado com pérola do Benfica: "Está a crescer sem limites"
23 Set 2026 | 16:47
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Futebol
24 Jan 2025 | 05:50 |
Roger Schmidt concedeu uma entrevista ao podcast alemão Spielmacher, onde revelou alguns detalhes sobre o processo de ida para o Benfica, em 2022. Com pedido de Rui Costa à mistura, o ex-treinador das águias abordou o período antes de assinar contrato pelo Clube.
"O PSV, à época, queria renovar o contrato, mas decidi que queria fazer qualquer coisa diferente e anunciei-o bem cedo. Quase fomos campeões, ganhámos a Taça. E depois pensei: 'Muito bem, agora vou fazer uma coisa diferente.' E quando pensei nisso, disse: 'Um clube como o Benfica seria, de alguma forma, o futebol, o Benfica é também futebol. É a isso que associo quando penso no Benfica, desde jovem ou mesmo criança. São clubes que ficam na nossa memória", revelou o antecessor de Bruno Lage no comando técnico do Glorioso.
Roger Schmidt: No dia seguinte a dizer que não continuaria no PSV, o Benfica contactou-me.
"E, sim, no dia seguinte a dizer que não continuaria no PSV, o Benfica contactou-me. Dois dias mais tarde, estávamos em Dusseldorf e percebi: 'Muito bem, irei, apesar de não estarem numa situação particularmente boa na altura. Não ganhava há muito tempo, mas pensei que iria para o clube e que poderia integrar-me bem. Talvez tenha sido um pouco o destino", acrescentou Roger Schmidt.
O treinador alemão, que tem sido associado ao Borussia Dortmund, 'levantou o pano' e revelou, então, uma conversa partilhada com o Presidente do Benfica, Rui Costa. O dirigente máximo dos encarnados falou com Roger Schmidt, assim como Lourenço Pereira Coelho, diretor desportivo.
"Não sou alguém que está sempre à procura de uma coisa nova ou estabelece objetivos na carreira, quando chego a um lado penso só no próximo passo. Foi o caso. Quando alguém vem falar comigo, deixo-me influenciar e tento criar um sentimento que seja certo para mim. Foi o que aconteceu quando falei com as pessoas do Benfica, com Lourenço Pereira Coelho e depois com Rui Costa. Fiquei a pensar: 'OK, é o que eles querem.'", reforçou Schmidt.
Roger Schmidt: Queremos que o Benfica jogue como o PSV
"A história é que jogámos no play-off da Liga dos Campeões [época 2021/2022] contra o Benfica, fomos eliminados, com muito azar, fomos duas vezes claramente superiores mas não marcámos. Ele e Rui Costa disseram-me: 'Qualificámo-nos, mas, na verdade, queremos que o Benfica jogue como o PSV", concluiu o antigo treinador dos encarnados.
Treinador do Clube encarnado não está totalmente feliz com o setor da equipa das águias e quer fortalecê-lo no mercado de inverno
24 Set 2026 | 03:00 |
Benfica pode avançar para a contratação de um guarda-redes em janeiro de 2027, sabe o Glorioso 1904. O nosso Jornal revela, em exclusivo, que Marco Silva não descarta reforçar a baliza das águias já no próximo mercado de janeiro.
Apesar de contar com Anatoliy Trubin - que pode ganhar a titularidade - e Samuel Soares no plantel, as exibições recentes não têm convencido o técnico e os adeptos. A baliza tem sido apontada como um dos pontos menos estáveis da equipa nesta fase. De acordo com informações apuradas pelo Glorioso 1904, a continuidade da dupla está dependente do rendimento até dezembro. Caso nem Trubin nem Samuel Soares consigam afirmar-se como solução fiável, o dossiê será reaberto.
A exigência para a posição de titular é neste momento muito elevada no Clube. Neste cenário, Marco Silva já terá definido o seu plano de ação junto da direção. Se nenhum dos guardiões convencer, o treinador pedirá a Rui Costa uma intervenção imediata no mercado. O objetivo passa por trazer um nome capaz de assumir a titularidade sem período de adaptação.
O perfil pretendido está já traçado pela estrutura encarnada e é muito específico. A SAD procura um guardião experiente, habituado a grandes palcos e com rendimento imediato. Alguém que chegue à Luz para ser titular indiscutível desde o primeiro dia.
Para já, Trubin e Samuel Soares continuam a ter oportunidades para mostrar serviço. No entanto, o mercado de inverno surge como uma alternativa real caso o nível não suba. A decisão final ficará nas mãos de Marco Silva e Rui Costa nos próximos tempos.
Escolha das marcas está a gerar opiniões distintas e as águias acabaram envolvidas numa análise que não passou despercebida
23 Set 2026 | 17:25 |
Os clubes europeus têm apostado cada vez mais na criação de diferentes equipamentos para os vários momentos da temporada, aumentando a variedade de camisolas disponíveis para os adeptos. Além dos tradicionais equipamentos principal e alternativo, existem atualmente versões para a Liga dos Campeões, aniversários, viagens, aquecimento e até para utilizar fora dos estádios.
O Benfica foi um dos clubes analisados pela ESPN neste início de temporada devido à camisola de aquecimento utilizada antes dos jogos. A publicação norte-americana decidiu avaliar os equipamentos de vários emblemas europeus, dando particular atenção às escolhas de padrões e cores feitas pelas diferentes marcas.
A ESPN destacou precisamente a liberdade que as marcas assumem neste tipo de equipamentos, com desenhos mais arrojados e combinações de cores que dificilmente seriam utilizadas nas camisolas oficiais. Foi neste contexto que a camisola do Benfica acabou por receber uma avaliação particularmente negativa por parte da publicação norte-americana.
ESPN: "Parece um erro de produção terrível"
"Um forte candidato a ser a camisola mais feia de 2026/27. Horrível padrão manchado, agravado por tons agressivos e de vermelho e roxo, que não funcionam. Parece um erro de produção terrível. Talvez não seja tarde demais para recolher?", escreveram, colocando o manto sagrado entre os menos apelativos da análise realizada aos clubes europeus.
Do outro lado da avaliação, o Barcelona - de João Cancelo - acabou por ser a escolha preferida, com as duas camisolas pré-jogo dos catalães a figurarem entre as mais bonitas. A análise demonstra, assim, como os equipamentos de aquecimento permitem às marcas assumir riscos maiores ao nível dos padrões e das cores, ainda que nem todas as apostas consigam convencer.
Clube vermelho e branco perdeu diante do rival azul e branco na sétima jornada do Campeonato Nacional, partida marcada pela expulsão de Lenglet
23 Set 2026 | 17:23 |
Clément Lenglet deixou uma baixa importante para a sua equipa após ter sido expulso no Clássico frente ao Porto. O central foi mandado para a rua na primeira parte e condicionou a estratégia das águias para o resto da partida, algo que foi bem aproveitado, segundo Nuno Vieira.
N. Vieira: " O Porto aproveitou uma espécie de força extra"
"Como disse o técnico do Benfica, foi uma questão de maturidade, ou falta dela, com o Porto a aproveitar uma espécie de força extra que emergiu ao longo da última época e que parece transportada para a campanha atual. E, como é natural nos clássicos, não faltou uma pitada de polémica", escreveu, no jornal 'O Jogo'.
De seguida, o diretor do jornal aproveitou para fazer uma semelhança com a época passada. "A arbitragem é tema incontornável nas discussões do futebol português e ao longo da semana haverá muitos comentários a fazer, mas a análise objetiva nas primeiras sete jornadas é simples: o Porto vai para a pausa do campeonato a contemplar o primeiro lugar e a sorrir perante os despistes dos rivais. Onde é que já se viu este filme", completou.
O internacional francês viu o primeiro cartão amarelo aos 25 minutos, na sequência de uma falta sobre Victor Froholdt junto à área do Benfica. 10 minutos mais tarde, Miguel Nogueira voltou a adverti-lo, desta vez com vermelho por acumulação, depois de Lenglet ter atingido André Silva com a mão esquerda na zona da nuca.
A expulsão terá ainda consequências no próximo compromisso do campeonato: Lenglet vai falhar o encontro entre Benfica e Vitória de Guimarães, marcado para 11 de outubro, às 18h00, no Estádio da Luz. Alessandro Circati deverá, assim, voltar a ter uma oportunidade no onze e formar dupla com Tomás Araújo.