Futebol
Benfica recebe aviso antes do Omonia e há quem garanta: "Vai ter muitas dificuldades"
19 Out 2026 | 11:38
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05 Abr 2025 | 18:53 |
O clima de rivalidade entre Porto e Benfica já se faz sentir fora das quatro linhas, a quase 24 horas do clássico agendado para este domingo, às 20h30, no Estádio do Dragão. Elementos dos No Name Boys, claque do clube encarnado, marcaram presença este sábado na cidade do Porto, em ações que aumentam a tensão à volta do duelo entre os dois históricos do futebol português.
Segundo relatos e imagens que circularam nas redes sociais, vários membros da claque benfiquista deslocaram-se até à emblemática Ponte D. Luís, onde deflagraram petardos e utilizaram pirotecnia, gerando um ambiente de provocação já habitual em vésperas de encontros entre os dois clubes. Além disso, os mesmos elementos foram vistos junto ao exterior do Estádio do Dragão, onde deixaram uma mensagem provocatória escrita numa parede: "Estão à nossa procura? Quando? Onde?"
As autoridades estão já a acompanhar a situação, dado o potencial de conflito que este tipo de ações pode gerar. A PSP deverá reforçar o policiamento na cidade do Porto, particularmente nas imediações do estádio, para evitar confrontos entre claques organizadas, sobretudo no dia do jogo, onde são esperados milhares de pessoas.
Este tipo de manifestações tem sido comum nos clássicos entre Porto e Benfica, que, para além do peso desportivo, carregam um historial de hostilidade entre os adeptos. As provocações e os confrontos verbais - e por vezes físicos - entre claques são um desafio constante para as forças de segurança e para os próprios clubes, que têm procurado distanciar-se destes comportamentos.
O clássico de amanhã ganha, assim, um contorno extra de tensão fora das quatro linhas. Dentro do relvado, está em disputa não só o prestígio, mas também pontos importantes na fase decisiva da temporada. Fora dele, espera-se que o espetáculo se mantenha dentro dos limites da paixão.
Confira o momento que já circula nas redes sociais, antes do Porto - Benfica:
Na opinião do analista, a escolha do técnico para o onze inicial dos vermelhos e brancos é baseada mais em erros do que em qualidade
19 Out 2026 | 14:46 |
A luta pela titularidade da baliza do Benfica continua em aberto, com Marco Silva a dividir as opções entre Samuel Soares e Anatoliy Trubin nas diferentes competições. Para Paulo Alemão, treinador de guarda-redes, a preferência pelo português nos jogos do campeonato deve-se sobretudo aos erros cometidos pelo internacional ucraniano, e não a exibições extraordinárias do jovem formado no Seixal.
Paulo Alemão: "a titularidade do Samuel Soares tem sido mais por demérito do Trubin..."
“Há um titular. Na cabeça de Marco Silva, é o Samuel Soares, mas eu vejo que a titularidade do Samuel Soares tem sido mais por demérito do Trubin do que propriamente porque Samuel Soares seja melhor que o Trubin. Para mim, enquanto treinador de guarda-redes, reconheço mais capacidades no Trubin. Mas é certo que ele facilitou e, no futebol, quando se facilita, morre”, começou por afirmar o analista.
Paulo Alemão deixou clara a sua preferência pelo guardião ucraniano, considerando que este reúne mais qualidades para assumir a baliza encarnada. Ainda assim, entende que uma sucessão de falhas em momentos importantes acabou por comprometer a posição que Trubin tinha conquistado desde a chegada ao Benfica.
Na análise ao desempenho dos dois jogadores, o técnico considerou que Samuel Soares soube aproveitar a oportunidade que lhe foi concedida por Marco Silva. No entanto, entende que o português ainda não apresentou uma exibição que o estabeleça como uma referência para o futuro da baliza do Benfica.
“Houve demasiada sequência de erros do Trubin em momentos em que não devia, que lhe tiraram a credibilidade e a força que tinha quando chegou. E o Samuel Soares aproveitou a oportunidade, está a jogar, mas, para mim, ainda não mostrou uma exibição de guarda-redes do Benfica, de guarda-redes do futuro do Benfica”, defendeu.
Médio tem sido presença quase obrigatória nas escolhas das águias, mas luta pela posição está a levantar dúvidas no Clube
19 Out 2026 | 14:18 |
João Palhinha tornou-se uma das figuras em destaque neste arranque de temporada do Benfica, mas a importância do médio está a levantar uma questão nos bastidores encarnados. Marco Silva teme que a equipa esteja demasiado dependente do internacional português, numa altura em que o calendário exige soluções para várias competições.
Desde que chegou ao Clube da Luz, Palhinha tem sido praticamente presença constante nas escolhas do treinador, até mesmo nos encontros da Liga Europa, competição em que tem existido uma rotação significativa no plantel. A regularidade do médio demonstra a confiança que merece, mas também expõe uma dificuldade que Marco Silva não pode ignorar.
De acordo com a informação divulgada pelo Correio da Manhã, o técnico considera não ter no plantel uma alternativa com características semelhantes às do jogador. A capacidade de Palhinha para equilibrar o meio-campo torna-o uma peça importante na estratégia das águias, pelo que a sua ausência poderá obrigar a equipa a encontrar soluções diferentes.
A situação ganha outra dimensão perante as opções disponíveis para a posição. Manu Silva não convence Marco Silva como alternativa, enquanto Enzo Barrenechea só deverá regressar à competição no final de novembro. Esta ausência prolonga as dúvidas em torno da profundidade do meio-campo benfiquista e limita as possibilidades de gestão física do plantel.
Perante este cenário, o Benfica enfrenta o desafio de evitar uma dependência excessiva de Palhinha ao longo da temporada. O médio continua a assumir um papel central nas escolhas de Marco Silva, mas a falta de opções com um perfil semelhante poderá obrigar o treinador a adaptar a estratégia.
Ponta de lança é colocado como um possível alvo do Clube na próxima janela de transferências, mas existem problemas pelo meio
19 Out 2026 | 13:44 |
O Benfica continua atento ao mercado de avançados e já estará a preparar cenários para o futuro de Vangelis Pavlidis. Os encarnados terão contactado o Rennes para conhecer as condições de uma eventual contratação de Estéban Lepaul. Porém, a aquisição do dianteiro francês será difícil, segundo Vítor Pinto.
V. Pinto: "Um cenário difícil"
"Vejo sempre um cenário difícil porque é um jogador que tem aspirações, até pela sua idade. Já competindo num grande campeonato, é difícil que dê um passo para o futebol português. Além disso, com a valorização que já tem, na casa dos 40 e tal milhões de euros, conseguir um negócio adequado à capacidade financeira de um clube nacional também não é fácil", disse, no canal NOW.
Apesar disso, o jornalista elogia o Clube da Luz pelo seu interesse. "Ainda assim, o Benfica está a apontar bem em termos de qualidade. A partir daí, tudo tem muito a ver com o desafio que é colocado em cima da mesa do jogador, sendo que essa habilidade e capacidade negocial são decisivas nestes processos mais complicados", falou.
Lepaul tem despertado o interesse de vários clubes europeus, entre os quais o Atlético de Madrid e o Paris Saint-Germain. Mesmo assim, o Benfica continua a acompanhar o jogador com particular atenção, vendo nele uma possível opção para reforçar o setor ofensivo.
O internacional francês tem dado nas vistas nas últimas épocas. Na temporada passada, ao serviço do Rennes, apontou 20 golos e fez cinco assistências em 55 partidas, depois de ter chegado proveniente do Angers. Já na presente campanha, soma quatro golos em oito jogos.
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19 Out 2026 | 11:38
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19 Out 2026 | 11:32
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19 Out 2026 | 11:14