Futebol
Comentador do Porto falta ao respeito a Marco Silva e dá a entender que técnico do Benfica é sonso
24 Set 2026 | 11:17
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Futebol
11 Dez 2024 | 22:18 |
Nicolás Otamendi marcou presença na zona de entrevistas rápidas e analisou o empate entre o Benfica e o Bolonha. O capitão do Glorioso acabou por revelar que a ineficácia foi a maior falha da equipa, faltando os golos para um melhor resultado.
"Fomos claros dominadores, fomos quem mais criou ocasiões de golo, fomos mais contundentes na pressão, no domínio da bola e é uma pena, a bola lamentavelmente não quis entrar", começou por analisar, em declarações à Sport TV, na zona de entrevistas rápidas.
"É uma equipa italiana, obviamente que defensivamente são fortes. Ficamos com esse sabor de que podíamos ter somado os três pontos, mas é seguir em frente", apontou, de seguida.
Otamendi: A bola não quis entrar. Queríamos ter 12 pontos, temos dez, mas há que continuar
O capitão do Benfica ainda abordou o impacto do empate na série de jogos vitoriosos para o Glorioso. "Se hoje saímos com uma sensação de que não tínhamos feito tudo pelos três pontos, diria que sim. Temos um bom funcionamento como equipa, mantivemos a baliza a zero, tivemos situações de golo, é futebol. A bola não quis entrar. Queríamos ter 12 pontos, temos dez, mas há que continuar", afirmou Otamendi.
Esta temporada, com a camisola do Benfica, Nicolás Otamendi – atualmente avaliado em 1 milhão de euros – marcou presença em 19 encontros: 11 na Liga Portugal Betclic, seis na Liga dos Campeões, um na Taça da Liga e um na Taça de Portugal. Nos 1.625 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o atleta de 36 anos marcou um golo (Gil Vicente) e fez três assistências (Santa Clara e Gil Vicente).
Nicolás Otamendi chegou ao Benfica no verão de 2020, envolvido na ida de Rúben Dias para o Manchester City, com os encarnados a pagarem cerca de 15 milhões de euros para contar com o argentino. Desde então, com o Manto Sagrado, o defesa-central realizou 196 encontros, marcou oito golos, fez sete assistências e conquistou dois títulos: uma Liga Portugal Betclic (2022/23) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2023).
Treinador terá tempo com os atletas que não foram chamados para suas seleções e acredita que dupla tem de melhorar em características específicas
24 Set 2026 | 13:41 |
A pausa para os compromissos das seleções deixou o Benfica Campus praticamente às moscas e reduziu significativamente o grupo de trabalho de Marco Silva. Ainda assim, o período sem competição também oferece uma oportunidade importante à equipa técnica: trabalhar de forma mais individualizada com El Karouani e Echeverri, os dois últimos reforços a chegar à Luz no fecho do mercado.
As mais de duas semanas sem jogos permitem aos dois jogadores ganhar ritmo e aproximar-se dos melhores índices físicos, sobretudo no caso do lateral marroquino, que chegou ao Benfica numa condição física abaixo do desejável. Ao contrário de João Palhinha, que realizou a pré-época com o Bayern Munique e ainda participou em alguns encontros particulares, El Karouani esteve a trabalhar praticamente sozinho antes de rumar à Luz.
Por esse motivo, o lateral-esquerdo chegou ao Benfica sem o ritmo competitivo ideal. Apesar de já ter sido lançado de início frente ao Milan, El Karouani ainda está longe da condição pretendida por Marco Silva. O período de paragem competitiva surge, por isso, como uma oportunidade para o marroquino intensificar o trabalho e elevar os níveis físicos.
O objetivo passa por colocar El Karouani em condições de, a curto prazo, discutir verdadeiramente a titularidade com Samuel Dahl. O sueco começou a temporada como primeira opção, enquanto José Neto também tem trabalhado com a equipa principal, mas a contratação de um novo lateral-esquerdo demonstra a intenção de Marco Silva em aumentar a concorrência pelo lugar.
Também Echeverri chegou à Luz com necessidade de recuperar ritmo. O argentino iniciou a pré-época no Manchester City, mas nunca chegou a ser utilizado por Enzo Maresca, não somando qualquer minuto em jogos oficiais pelos citizens.
Antigo avançado das águias lembra período que dividiu balneário com ex futebolista e revela que não imaginava essa transformação
24 Set 2026 | 13:39 |
Javier Saviola não esquece a passagem pelo Benfica e guarda boas recordações dos tempos vividos na Luz. Entre os antigos companheiros com quem criou uma relação mais próxima está Ruben Amorim, atualmente treinador do Milan, embora o antigo avançado argentino admita que nunca imaginou que o ex-colega viesse a seguir uma carreira de sucesso no banco.
Saviola sobre Ruben Amorim: "nunca teria imaginado que se tornaria o treinador que conhecemos hoje..."
“O Ruben era um daqueles jogadores que faziam bem a um balneário. Ganhámos o campeonato português com a equipa do Jorge Jesus, um grupo que tinha uma enorme química dentro e fora do campo. O Amorim foi fundamental: jogava com regularidade, mas, acima de tudo, estava sempre disponível para os colegas e tentava manter o grupo unido”, recordou Saviola em entrevista à Gazzetta dello Sport.
O antigo internacional argentino destacou ainda a preocupação de Amorim com os aspetos táticos e técnicos, mesmo quando ainda era jogador: “Falava frequentemente de tática e técnica. Sinceramente, nunca teria imaginado que se tornaria o treinador que conhecemos hoje. Na altura, para mim, era simplesmente o Rúben, o meu colega de equipa”, confessou.
Para o antigo avançado do Benfica, o profissionalismo e a capacidade de colocar os interesses coletivos acima dos individuais eram algumas das principais qualidades do antigo médio: “Na minha opinião, essa era a sua maior virtude: o seu profissionalismo e o bom senso em prol da equipa. Alguns jogadores só se fazem notar quando estão a jogar, ao passo que o Rúben tentava sempre ajudar”, afirmou.
Saviola considera, por isso, que Amorim já demonstrava uma personalidade forte e uma mentalidade orientada para o coletivo durante os tempos de jogador: “Era um jovem com grande caráter, personalidade e profissionalismo. E essa mentalidade já era evidente naquela altura”, concluiu o antigo avançado argentino.
Águias são a segunda equipa que mais lucraram com dinheiro vindo do futebol da Turquia, mas poderiam ter recebido ainda mais
24 Set 2026 | 13:38 |
O Benfica tem encontrado no futebol turco um importante mercado para realizar encaixes e, nos últimos anos, apenas o Nápoles conseguiu lucrar mais com vendas de jogadores para a Turquia do que o emblema da Luz. Segundo a publicação turca, as águias já arrecadaram 78,5 milhões de euros com transferências para clubes turcos. Gedson Fernandes, Orkun Kokçu, Kerem Akturkoglu, João Mário e Sidny Lopes Cabral são alguns dos jogadores que ajudam a explicar o elevado valor alcançado pelo Benfica.
O montante poderia, contudo, ser ainda mais expressivo. Durante o último mercado de transferências, o Fenerbahçe terá tentado contratar Vangelis Pavlidis e, de acordo com o jornalista turco Yağız Sabuncuoğlu, o avançado grego chegou mesmo a dar o seu aval à mudança. O grego teria aceitado a proposta contratual apresentada pelo emblema de Istambul, mas o Benfica não ficou convencido com os valores envolvidos e recusou libertar o jogaodor. A proposta colocada pelo Fenerbahçe terá chegado aos 40 milhões de euros.
Também Dodi Lukebakio esteve na mira de um clube turco. Segundo informações avançadas pelo jornal francês L'Équipe, o Besiktas chegou a entrar em negociações com o Benfica tendo em vista a contratação do extremo, num negócio que poderia rondar os 20 milhões de euros.
As conversações, contudo, não chegaram a bom porto e Lukebakio acabou por não rumar à Turquia. Outro jogador do Benfica que despertou interesse proveniente do futebol turco foi Bruma. O extremo também esteve referenciado ao Besiktas, mas acabou por escolher outro destino e rumou ao futebol grego.
Assim, apesar de os 78,5 milhões de euros já representarem um encaixe significativo para o Benfica, os casos de Pavlidis e Lukebakio mostram que o mercado turco poderia ter permitido às águias aumentar ainda mais a receita obtida com a saída de jogadores nos últimos anos.