Futebol
Trubin de luto: especialista que trabalhava com guarda-redes do Benfica morre aos 26 anos
07 Out 2026 | 12:26
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Futebol
10 Out 2023 | 09:45 |
João Neves destacou-se pela primeira chamada à Equipa A da Seleção Nacional. O jogador do Benfica foi a grande surpresa da lista de convocados de Roberto Martínez e há mesmo quem defenda que o atleta não deve ser usado nos dois desafios que Portugal vai disputar, na próxima semana. Miguel Amaro, jornalista do jornal Record, considera que o médio de 19 anos deve passar por um processo gradual, defendendo a ideia de que primeiro deverá adaptar-se e só depois ser aposta. Apesar disso, enalteceu a qualidade do jogador, sugerindo a melhor forma de agir, neste caso. "Poderá até cumprir alguns minutos com a Eslováquia e Bósnia e Herzegovina, mas o mais importante é começar a ganhar rotinas numa equipa, onde certamente jogará durante anos a fio, tal a qualidade que tem", finalizou. Já, João Seixas defende a utilização do atleta dos encarnados. "O miúde maravilha do Benfica já mostrou que tem maturidade para dar e vender e, por isso, se o Selecionador Roberto Martínez decidiu chamá-lo à Seleção Nacional, deve desde já colocar o médio do Benfica em ação", afirmou o jornalista do jornal Record. Considerou, ainda, que é uma forma de se poder analisar a qualidade e a capacidade em "defender as cores de Portugal", acreditando na resposta positiva do craque da formação do Glorioso. Recorde-se que o médio esteve integrado na Seleção das Quinas sub-21, nos últimos desafios. Na última temporada, João Neves – avaliado em 20 milhões de euros – estreou-se na formação principal, onde alinhou em 20 partidas e apontou um golo e uma assistência. Esta época, o médio regista 11 jogos e uma assistência.
Fotografia de Benfica
Com o dinamarquês fora devido a uma nova lesão, treinador terá de encontrar alternativa entre usar jovem, ou improvisar o norueguês
07 Out 2026 | 17:00 |
Alexander Bah sofreu uma nova contrariedade física e voltou a deixar o Benfica em alerta. O lateral-direito dinamarquês foi dispensado do estágio da seleção da Dinamarca depois de uma recaída da lesão no ombro direito e, entretanto, foi noticiado que sofreu um novo traumatismo na mesma zona.
Perante a ausência de Bah, Marco Silva terá de encontrar uma solução para a lateral direita no próximo compromisso do Benfica. Daniel Banjaqui surge como uma das opções mais naturais para ocupar a posição, enquanto Fredrik Aursnes também pode ser chamado a desempenhar o papel, depois de já ter atuado várias vezes naquele corredor.
O internacional norueguês é uma peça importante para o treinador encarnado pela sua polivalência e capacidade de adaptação, mas a possibilidade de voltar a ser utilizado como lateral-direito não agrada à equipa técnica. O Glorioso 1904 sabe que Marco Silva pretende evitar recorrer novamente a uma solução adaptada numa posição tão específica. Daniel Banjaqui, por outro lado, é lateral-direito de raiz e tem vindo a ganhar espaço.
O jovem português tem sido aposta ao longo da temporada e poderá agora receber uma nova oportunidade, caso Bah não recupere a tempo. A decisão será conhecida no regresso do Benfica à competição após a pausa para os compromissos das seleções.
As águias recebem o Vitória SC na oitava jornada da Primeira Liga, num encontro marcado para sábado, 10 de outubro, às 18h00, no Estádio da Luz. Marco Silva terá, assim, de decidir entre apostar num jogador específico para a posição ou voltar a recorrer à experiência e polivalência de Aursnes, numa altura em que a condição física de Bah volta a condicionar os planos do técnico.
Jogador é um dos grandes destaques da equipa desde a chegada do atual treinador e será premiado pelo Clube após chamar à atenção do mercado
07 Out 2026 | 16:35 |
Vangelis Pavlidis foi um dos grandes alvos do mercado de verão, mas acabou por permanecer no Benfica e a SAD encarnada decidiu reconhecer a postura do avançado grego. O ponta-de-lança recebeu uma melhoria salarial significativa e passou a integrar o topo da hierarquia salarial do plantel.
O internacional grego esteve perto de protagonizar uma das grandes transferências do último mercado. O Fenerbahçe chegou a apresentar uma proposta superior a 50 milhões de euros e oferecia ao jogador um salário de oito milhões de euros, acrescido de bónus, além de uma cláusula de rescisão de 25 milhões que permitiria uma saída facilitada no espaço de um ano. A informação foi avançada pelo jornal Record.
Apesar das condições bastante vantajosas, Pavlidis manteve-se focado no Benfica e não criou qualquer problema durante o processo. A postura do avançado acabou por ser valorizada pela administração liderada por Rui Costa, que decidiu melhorar as condições financeiras do jogador.
A atualização salarial já foi concretizada e, segundo a imprensa grega, representa um aumento na ordem dos 50 por cento. Pavlidis passa a auferir perto de três milhões de euros por temporada, colocando-se no teto salarial das águias. A possibilidade de prolongar o atual contrato, válido até 2029, continua também em cima da mesa. A decisão surge igualmente como forma de premiar o excelente rendimento apresentado pelo avançado desde o início da temporada.
Pavlidis atravessa um dos melhores momentos da carreira e tem sido uma das principais figuras da equipa orientada por Marco Silva. Em apenas 13 jogos realizados pelo Benfica esta temporada, o internacional grego já contabiliza 14 golos, números que ajudam a explicar a aposta da SAD na valorização de um dos ativos mais importantes do plantel.
Lenda encarnada acredita que grande parte dos problemas com os juízes se deve ao fato de que os atletas não agem em prol de facilitar-lhes a vida
07 Out 2026 | 15:20 |
António Simões foi uma das principais figuras presentes na primeira iniciativa organizada pelo UNUM, projeto de adeptos do Benfica que se apresentou como uma casa de ideias independente, com o objetivo de transformar a reflexão sobre o clube em propostas concretas.
A arbitragem esteve no centro do encontro inaugural e a antiga glória das águias não poupou críticas à postura dos vários intervenientes no futebol português. Para António Simões, a melhoria da arbitragem não depende apenas dos árbitros, mas também do comportamento de dirigentes, treinadores e jogadores: "A melhoria não tem apenas a ver com o árbitro", começou por defender o campeão europeu pelo Benfica em 1961/62, antes de apontar o dedo ao discurso utilizado pelos dirigentes.
A lenda do Benfica criticou o "discurso violento dos dirigentes", considerando que este "incendeia e provoca mal-estar". Simões deixou também um alerta aos treinadores, que, na sua opinião, devem exigir mais dos jogadores dentro e fora das quatro linhas: "Os treinadores têm de perceber que os seus jogadores têm de ser homens, valentes e extremamente competitivos", afirmou, acrescentando que os atletas devem ser igualmente "honestos".
Foi precisamente sobre o comportamento dos jogadores que António Simões deixou uma das críticas mais fortes. "Vejo jogadores a não terem respeito por si próprios, árbitros, adversários e até pelo público. Quando não se tem respeito não se tem respeito pelo público. Todos os intervenientes são extremamente importantes. Tudo fazem para enganar o árbitro e empurram o árbitro para o erro".
Por fim, Simões questionou a própria cultura desportiva existente em Portugal. "Acham que existe cultura desportiva em Portugal ou apenas cultura clubística?", perguntou, recordando a sua longa carreira e o respeito que sempre procurou demonstrar pelos adversários e pela arbitragem: "É muito mais que um prémio, é termos respeito por nós próprios, por quem também quer ganhar", concluiu.