Futebol
Benfica provoca ‘reunião de crise’ no Milan e Ruben Amorim é chamado pelo dono
17 Set 2026 | 13:29
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20 Nov 2025 | 08:05 |
Luís Pedro Ferreira defende que a lesão grave de Dodi Lukebakio é uma oportunidade para Andreas Schjelderup – que tem obstáculo dos grandes pela frente – e Gianluca Prestianni mostraram serviço no Benfica. O jornalista considera, ainda, que a necessidade da ida ao mercado por um extremo ganha particular urgência.
Luís Pedro Ferreira: “Ida ao mercado não pode ser vista como capricho de Mourinho”
“Os últimos dias deixaram claro, em todo o caso, que a necessidade de investir no mercado de janeiro já não pode ser vista como um capricho de Mourinho, antes uma necessidade absoluta para o Benfica”, começa por afirmar Luís Pedro Ferreira, num artigo de opinião no jornal A Bola.
O jornalista defende que a ausência prolongada do ex-Sevilha obriga a medidas urgentes: “Se a limitação de extremos já parecia inequívoca quando existia disponibilidade total de Dodi Lukebakio, a lesão grave agora sofrida pelo internacional belga obriga a SAD liderada por Rui Costa a procurar no mercado alguém com características semelhantes”.
Luís Pedro Ferreira: “Schjelderup até pode ter uma oportunidade inesperada”
“Pela imprevisibilidade e rapidez que o esquerdino ex-Sevilha dá ao jogo, por ser um jogador que desequilibra como ninguém no plantel, ainda que o perfil diferenciado seja tantas vezes prejudicado pela falta de eficácia na tomada de decisão”, acrescenta Luís Pedro Ferreira, abordando as características de Dodi Lukebakio.
“Andreas Schjelderup até pode ter aqui uma oportunidade inesperada de evitar que esta condenação num tribunal de Copenhaga confirme também uma sentença desportiva por cumprir na reabertura da janela de transferências. Para Gianluca Prestianni, que vem da estreia na seleção principal da Argentina, mas também tarda em dar o salto qualitativo, pode ter chegado o momento do tudo ou nada”, finaliza Luís Pedro Ferreira.
Marco Silva promoveu nove mudanças na equipa titular diante do Milan e derrota acaba por ser altamente dissecada por várias figuras
17 Set 2026 | 16:30 |
Rúben Amorim está no centro das críticas em Itália após a derrota do Milan por 0-2 frente ao Benfica, em San Siro. A exibição dos rossoneri na jornada inaugural da fase de liga da Liga Europa deixou várias dúvidas e Fabio Capello, antigo jogador e treinador do clube italiano, não poupou o técnico português.
Sebastiano Vernazza, jornalista italiano: "perdeu contra o Benfica B..."
O atual comentador da Sky Sport analisou as opções de Amorim e apontou sobretudo a falta de intensidade apresentada pelo Milan no momento da pressão: “Se jogas sem Adrien Rabiot e Christian Pulisic, mas lanças Omari Hutchinson e Alphadjo Cissé, que não pressionam nem jogam na profundidade, é difícil. Amorim fala de pressão e de recuperação no ataque, mas é preciso ser agressivo, e isso não aconteceu no AC Milan esta noite”, começou por afirmar.
Para Capello, as dificuldades não se limitaram ao processo ofensivo. O antigo treinador considera que a equipa continua a revelar problemas preocupantes no momento defensivo, sobretudo quando é obrigada a reagir rapidamente às transições adversárias.
“Isto foi o grande problema do ponto de vista defensivo. Eles não se qualificaram para a Liga dos Campeões porque não sabem defender. Esta noite, vimos isso uma vez mais, sempre que o adversário partia para o contra-ataque”, explicou.
Sebastiano Vernazza, repórter do jornal transalpino Gazzetta dello Sport, também não poupou Ruben Amorim: "Deixou vários jogadores titulares no banco de suplentes, com destaque para o goleador, [Vangelis] Pavlidis], que só entrou na reta final. O AC Milan B perdeu contra o Benfica B, mas temo que mesmo o AC Milan A seria batido pelo Benfica B, dada a pobreza daquela proposta de jogo", concluiu.
Vitória das águias repercute mal dentro dos balneários rossoneri, mas atleta evita colocar a culpa em cima do treinador com o resultado
17 Set 2026 | 16:06 |
A derrota do Milan por 0-2 frente ao Benfica, em San Siro, deixou marcas no conjunto italiano. Após o encontro da primeira jornada da fase de liga da Liga Europa, Ardon Jashari não escondeu a insatisfação com a exibição dos rossoneri e recusou atribuir o resultado ao processo de adaptação às ideias de Rúben Amorim.
Jashari: "Se fazemos m... sem criar problemas ao adversário, isso não tem nada a ver com o projeto..."
Em declarações à Sky Sport, o médio apontou várias falhas na prestação do Milan, tanto no momento ofensivo como defensivo: “Faltou-nos algo, tanto com bola como sem bola. Não é suficiente quando não dás 100%, sofres golos e não marcas. Penso que essa é a análise do jogo”, afirmou Jashari, reconhecendo ainda que a equipa criou pouco e terá de apresentar uma resposta diferente nos próximos encontros.
Questionado sobre se as dificuldades estão relacionadas com a implementação das novas ideias de Rúben Amorim, o jogador foi contundente e separou a questão tática da atitude demonstrada em campo: “Temos de acreditar neste projeto, mas assim não é suficiente. Temos de ser agressivos, e isso não tem nada a ver com o projeto. Se somos agressivos, despertos, se estamos lá desde os primeiros segundos e com espírito de equipa... Se fazemos m... sem criar problemas ao adversário, isso não tem nada a ver com o projeto”, criticou.
Jashari assumiu ainda a responsabilidade do plantel, lembrando a dimensão do clube: “Somos jogadores de um clube enorme, temos de assumir as responsabilidades todos juntos e também individualmente. Vencer é o mais importante para este clube”, salientou.
Por fim, o médio identificou os principais aspetos a corrigir: “No último terço do campo e na forma como sofremos os golos, temos de melhorar. Não podemos sofrer golos com tanta facilidade e temos de ser menos previsíveis no ataque.”
Triunfo europeu das águias teve consequências que ultrapassam a própria campanha e colocou o futebol português numa corrida importante para a próxima temporada
17 Set 2026 | 15:47 |
A vitória do Benfica diante do Milan, por 2-0, em San Siro, não teve apenas impacto na caminhada europeia das águias. O triunfo também trouxe consequências diretas para Portugal no ranking da UEFA, numa altura em que a disputa pelas posições cimeiras pode ter reflexos importantes na próxima temporada.
Na corrida pela vaga extra na Liga dos Campeões da próxima época, Portugal subiu ao segundo lugar, com 5.100 pontos, ficando muito perto do Azerbaijão, que lidera esta classificação com 5.125. A diferença é mínima e deixa o futebol português numa posição de grande interesse nesta luta.
Já na classificação geral do ranking UEFA, Portugal mantém o sexto lugar, com 65.350 pontos. O triunfo do Benfica na Liga Europa foi determinante para este registo, uma vez que a vitória das águias diante do Milan valeu 400 pontos para Portugal.
A primeira jornada da fase de liga das competições europeias fez mexer com a classificação e permitiu ao futebol português entrar da melhor forma nesta nova fase. O Benfica foi, assim, responsável por uma contribuição importante para a pontuação nacional ao conquistar uma vitória por 2-0 num dos palcos mais emblemáticos do futebol europeu.
Na liderança do ranking UEFA continua a Inglaterra, enquanto Itália e Espanha completam o pódio. A França mantém-se uma posição acima de Portugal e somou 429 pontos nesta jornada. Com a diferença reduzida na corrida pela vaga adicional, os próximos resultados das equipas portuguesas nas competições europeias poderão continuar a ter um peso significativo.
Benfica provoca ‘reunião de crise’ no Milan e Ruben Amorim é chamado pelo dono
17 Set 2026 | 13:29
Miguel Nogueira volta ao Porto - Benfica e passado recente deixa muitos avisos; Saiba tudo
17 Set 2026 | 12:46
Atitude de Palhinha com jogador do Benfica é destaque: "Ver um patinho feio transformar-se em cisne"
17 Set 2026 | 11:37