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Benfica prejudicado? Pedro Henriques diz que ficaram três cartões por mostrar ao Porto
21 Set 2026 | 12:13
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30 Nov 2025 | 09:38 |
O golo do triunfo surgiu apenas em cima do tempo de descontos, contrariando a tendência. O Benfica teve de suar — apesar do domínio — para derrotar o Nacional (2-1), e as águias apenas suspiraram de alívio no período de compensação, graças a uma combinação entre Vangelis Pavlidis e Andreas Schjelderup.
Numa temporada em que os descontos têm sido muito penalizadores para o Benfica, onde perdeu vários pontos com golos sofridos nesse período, o que aconteceu na Choupana foi algo refrescante para a equipa de José Mourinho, com o avançado grego a começar a responder ao prejuízo da águia.
O camisola 14 evitou, assim, aquilo que poderia ter sido mais um desastre no período de compensação. Apesar de ter resgatado, frente ao Nacional, três pontos para o Benfica, o feito de Pavlidis não apaga o registo que persegue o Clube da Luz na presente edição do campeonato nacional.
Antes da visita à Choupana, os encarnados já tinham perdido um total de 10 pontos. Deixando o empate do Clássico à parte, as igualdades cedidas frente ao Casa Pia (2-2), Santa Clara (1-1) e Rio Ave (1-1) aconteceram todas nos descontos, numa altura em que o Clube da Luz não teve discernimento para segurar a vantagem mínima.
Este pode ser, de facto, um ponto de viragem nas abordagens do Glorioso a estes minutos fatídicos. Na presente temporada, Vangelis Pavlidis — atualmente avaliado em 35 milhões de euros — já realizou 25 partidas oficiais com o Manto Sagrado do Benfica. Nos 2.021 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o camisola 14 regista 16 golos e duas assistências.
Dragões provocaram os benfiquistas presentes, que tinham de esperar para deixar o estádio após o fim do jogo, ao colocar música surreal
21 Set 2026 | 14:40 |
O Porto venceu o Benfica por 3-1 no Estádio do Dragão e, já depois de a maioria dos adeptos portistas ter abandonado o recinto, os azuis e brancos protagonizaram uma provocação dirigida aos benfiquistas que ainda permaneciam nas bancadas.
Por motivos de segurança, os adeptos do Benfica tiveram de permanecer no estádio após o apito final. Foi nesse momento que o clube da casa colocou nas colunas de som do Dragão a música ‘Doidas Andam as Galinhas’, numa provocação aos adeptos encarnados.
O episódio aconteceu depois de uma noite difícil para a equipa de Marco Silva, que acabou derrotada por 3-1 e viu interrompida uma série de cinco vitórias consecutivas no campeonato. Apesar do desaire, o treinador do Benfica fez questão de destacar o comportamento dos adeptos encarnados e agradeceu o apoio prestado durante todo o Clássico.
“Quero agradecer aos nossos adeptos o apoio incondicional desde ontem e hoje até ao final do jogo. Infelizmente, não lhes demos o que eles mereciam, mas estamos cá para continuar a crescer”, afirmou Marco Silva na conferência de imprensa.
Com este resultado, o Benfica termina a sétima jornada com 16 pontos e a segunda derrota da temporada, vendo interrompida a sequência de cinco triunfos consecutivos na Liga. Já o Porto chega aos 21 pontos e reforça a liderança do campeonato.
Veja a provocação do Porto com os adeptos do Benfica:
Antigo árbitro espanhol analisou o lance que mereceu críticas dos encarnados e não acredita que o francês merecesse ter visto cartão vermelho
21 Set 2026 | 13:52 |
Iturralde González, antigo árbitro internacional espanhol, analisou os principais lances do Clássico entre Porto e Benfica, disputado no Estádio do Dragão, e deixou uma opinião diferente daquela tomada por Miguel Nogueira no caso de Clément Lenglet.
Para o especialista espanhol, o central do Benfica não deveria ter sido expulso por acumulação de amarelos após o contacto com André Silva, ainda na primeira parte. Iturralde González entende que existiu falta, mas considera que a ação não foi suficientemente grave para justificar uma segunda admoestação.
Iturralde González: "Para segundo amarelo e expulsão, fica-me escasso"
“Para segundo amarelo e expulsão, fica-me escasso, não me parece suficiente porque não há uma ação-reação. Para mim, se reparares na ação-reação, o jogador atira-se para o chão um bocado depois de sentir o contacto. Ou seja, não é ação-reação. Para mim não é temerário”, afirmou.
Ainda assim, o antigo internacional espanhol deixou um reparo a Lenglet, considerando que o defesa encarnado não deveria ter dado ao árbitro a possibilidade de interpretar o lance como uma agressão: “Não podes fazer uma ação em que o árbitro possa interpretar outra coisa que não é. Para mim, se reparares no ação-reação, o jogador atira-se para o chão um bocado depois de sentir o contacto. Ou seja, não é ação-reação. Para mim não é temerário”, acrescentou.
Iturralde González reforçou que não considera ter existido uma intensidade suficiente para justificar o segundo amarelo: “Para mim não é uma jogada temerária em que lhe bata com força ou em que lhe bata com intensidade no pescoço por trás da cabeça.” Na sua perspetiva, deveria ter sido assinalada apenas falta.
Antigo diretor de comunicação das águias não poupou a arbitragem após o jogo e deixa também as suas críticas ao atual Presidente
21 Set 2026 | 13:23 |
João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, voltou a criticar a arbitragem portuguesa após a derrota das águias diante do Porto, por 3-1, no Estádio do Dragão. O antigo dirigente apontou uma alegada dualidade de critérios e comparou a entrada de Gabri Veiga sobre Alexander Bah com a expulsão de Zeno Debast no duelo entre Sporting e Arouca.
João Gabriel sobre Rui Costa: "a energia vibrante de um bocejo e uma acutilância digna de um pires de tremoços!"
João Gabriel começou, entretanto, por acrescentar um comentário às declarações de Rui Costa na zona mista do Dragão, criticando a intervenção do presidente do Benfica após o Clássico: “Rui Costa parecia estar a comentar a meteorologia numa tarde de domingo. Com a energia vibrante de um bocejo e uma acutilância digna de um pires de tremoços! Chegamos aqui também por culpa nossa!”, escreveu.
Através de uma publicação no LinkedIn, João Gabriel considerou que Debast foi corretamente expulso por uma entrada sobre Rukavina, mas defendeu que o lance protagonizado por Gabri Veiga, aos cinco minutos do Clássico, deveria ter merecido outro tipo de decisão.
“Em Alvalade, Debast foi expulso por uma entrada violenta sobre Rukavina. Bem expulso. Hoje, numa entrada igual de Gabri Veiga sobre Bah, o critério foi diferente e o VAR ficou em silêncio. Com 24 horas de diferença, lances iguais não podem ser avaliados de forma diferente. Um vermelho é um vermelho seja ao minuto 5 ou aos 90”, pode ler-se na publicação.
João Gabriel foi ainda mais longe e relacionou estas decisões com a confiança na arbitragem portuguesa. “Quando isto acontece, sobretudo numa arbitragem que já vive rodeada de desconfiança, o problema deixa de ser apenas o erro de um árbitro. Passa a ser a credibilidade de todo o sistema”, defendeu.
Benfica prejudicado? Pedro Henriques diz que ficaram três cartões por mostrar ao Porto
21 Set 2026 | 12:13
Benfica mostra oito lances do Clássico e ironiza com Porto: “Coisas normalíssimas” (vídeo)
21 Set 2026 | 11:34
Porto não perde tempo e provoca Benfica nas redes sociais: "Coisas normais"
21 Set 2026 | 11:00