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Oficial! Rui Costa garante encaixe de mais de 100M para o Benfica sem vender nenhum jogador
15 Set 2026 | 09:31
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06 Jun 2025 | 11:28 |
Pedro Sousa deixou algumas críticas a João Noronha Lopes, que oficializou a sua candidatura à liderança do Benfica na passada quinta-feira. Na opinião do comentador do NOW, o gestor de 58 anos fez algumas promessas que não conseguirá cumprir, como por exemplo não assinar nenhum contrato sem ler - e lembrou as recentes alterações dos Estatutos.
Pedro Sousa aponta dedo a João Noronha Lopes: "Eleições antecipadas? Não se lembrou disso quando aprovou os Estatutos"
"Quando pede eleições antecipadas a Rui Costa, importa lembrar que João Noronha Lopes foi um dos homens que mais colaborou nas alterações dos Estatutos. Então este senhor não se lembrou que havia eleições em outubro? Não faz sentido nenhum", começou por afirmar Pedro Sousa, apontando o dedo ao gestor, adepto do Benfica.
Pedro Sousa deixou ainda críticas a algumas das afirmações do candidato à liderança encarnada: "Li as duas entrevistas de João Noronha Lopes. Fiz um esforço para interpretar algumas das coisas. Esta coisa da liderança do Rui Costa… Nunca assinará um contrato sem ler? Como se isso fosse possível. Vai assinar o contrato dos juvenis, juniores, modalidades… Vai ler aquilo tudo e não faz mais nada".
Pedro Sousa. "João Noronha Lopes tem uma máquina de marketing e comunicação"
"João Noronha Lopes tem uma máquina de marketing e comunicação. Diferente de há cinco anos: mais poderosa e interventiva. Das pessoas que estavam na primeira fila, vamos vê-las no espaço público nas próximas semanas", considerou Pedro Sousa, destacando a estrutura que está ao serviço do candidato.
"Não basta ser Benfiquista. Vou fazer uma auditoria. São tudo lugares comuns. Clichés que estamos habituados a ver. João Noronha Lopes tem uma base sustentada", finalizou Pedro Sousa, demonstrando não concordar com bastantes das ideias defendidas pelo mais recente candidato à liderança do Clube da Luz.
Antigo diretor de comunicação faz publicação, onde critica projeto do Clube; Encarnados garantem que afirmações não correspondem à realidade
27 Set 2026 | 17:21 |
O Benfica District está no centro de uma nova polémica. João Gabriel garantiu que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) chumbou o projeto, mas a versão apresentada pelo antigo diretor de comunicação do Benfica é contrariada tanto pelo Clube como pela própria autarquia.
Numa extensa publicação no LinkedIn, João Gabriel defendeu que um eventual parecer negativo deveria ser encarado “como uma oportunidade” para repensar as prioridades do projeto e voltar a colocar o Estádio da Luz no centro da estratégia.
“Antes de construirmos um ‘District’ à volta da Luz, talvez devêssemos cuidar da própria Luz”, escreveu o antigo dirigente, defendendo uma intervenção profunda no estádio, com melhores acessos, conforto, hospitalidade e serviços. João Gabriel apontou ainda a possibilidade de uma cobertura total do Estádio da Luz e de um relvado retrátil, permitindo transformar o recinto num espaço utilizado durante todo o ano para outros eventos.
No entanto, segundo o jornal 'Record', o Benfica esclareceu ao diário desportivo que o projeto continua em apreciação na Câmara Municipal de Lisboa. Segundo fonte do Clube, os encarnados entregaram o projeto final à autarquia no dia 18, já com várias alterações que tinham sido sugeridas pela própria CML. A própria Câmara confirmou a mesma informação ao jornal, garantindo que o Benfica District se encontra atualmente em “análise técnica” e que ainda não existe qualquer decisão sobre o projeto.
A situação deixa, assim, versões diferentes em cima da mesa. João Gabriel fala num “chumbo” e pede uma mudança de prioridades, enquanto Benfica e CML garantem que o processo continua em avaliação. A polémica promete, por isso, continuar a fazer correr tinta em torno de um dos projetos mais ambiciosos ligados ao futuro da Luz.
Estratégia concebida pelo adepto encarnado em prestigiada instituição pretende alcançar receitas recorrentes até patamares de topo mundial
24 Set 2026 | 16:20 |
Mauro Xavier desenvolveu um projeto académico inovador na reputada universidade norte-americana de Harvard. A iniciativa do conhecido adepto do Benfica enquadra-se no prestigiado programa de gestão executiva daquela instituição de ensino e visa redefinir completamente a estrutura económica das águias
O objetivo central do partner da PwC passa por criar mecanismos sustentáveis para elevar as receitas anuais do emblema da Luz para um patamar recorrente situado entre 450 e 550 milhões de euros. A investigação desenvolvida sob a mentoria do prestigiado professor Krishna Palepu analisa em detalhe a vulnerabilidade do modelo atual, excessivamente dependente dos direitos televisivos e das competições europeias.
Mauro Xavier explicou os motivos que o levaram a focar esta análise no clube do seu coração. "Uma das componentes desse programa tinha a ver com a construção da criação de uma estratégia ou para um negócio fictício ou para um negócio existente, onde nós quiséssemos aplicar os conhecimentos que fomos retirando ao longo do programa de passar para alguma coisa disruptiva", detalhou ao ECO.
Entre as várias propostas revolucionárias apresentadas destaca-se a instalação de uma cobertura amovível no Estádio da Luz para permitir a realização constante de espetáculos e concertos multimilionários - à imagem do Benfica District. Além disso, o plano defende a recompra integral das ações da SAD para retirar a instituição da bolsa de valores. Posteriormente, o projeto sugere a abertura de capital a três parceiros estratégicos de longo prazo destinados a alavancar cada uma das áreas chave de rendimento do Benfica.
A visão apresentada mereceu rasgados elogios por parte da liderança académica da universidade norte-americana que acompanhou de perto todo o desenvolvimento do estudo. O mentor do projeto destacou publicamente a qualidade e a viabilidade do plano elaborado para a instituição lisboeta. "Ele mostrou muita criatividade e potencial de liderança imaginativa no seu trabalho. Tenho a certeza de que, se as suas ideias forem implementadas, o clube beneficiará imensamente", declarou Krishna Palepu.
Com a confirmação de renovação com a Adidas, empresa vai trazer de volta clássico detalhe na farda das águias após uma década
19 Set 2026 | 13:00 |
A camisola do Benfica deverá recuperar um elemento clássico na próxima temporada. Segundo o 'Footy Headlines', portal especializado em equipamentos desportivos, o modelo dos encarnados para 2027/28 deverá voltar a apresentar a tradicional gola, numa mudança que acontecerá precisamente 10 anos depois da última vez em que o detalhe marcou presença na camisola principal, em 2017/18.
A gola já fez parte do equipamento das águias em várias ocasiões ao longo dos últimos anos, nomeadamente nas temporadas de 2007/08, 2009/10, 2010/11 e 2012/13. O novo equipamento deverá ser apresentado, como é habitual, no início do verão de 2027, altura em que será conhecida a nova ‘pele’ do Clube da Luz.
A camisola continuará a ser produzida pela Adidas, depois de o Benfica ter oficializado recentemente a renovação da parceria com a marca alemã até 2033. O novo acordo representa também um importante reforço financeiro para os cofres encarnados.
Segundo os valores divulgados, o contrato irá render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo de seis anos, correspondentes a 20 milhões de euros por temporada. A verba representa o dobro do valor previsto no vínculo anterior e estabelece um novo máximo em Portugal no que diz respeito a acordos de fornecimento de equipamentos desportivos.
A Adidas mantém-se, desta forma, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica, bem como das restantes modalidades do clube. A renovação da parceria foi inicialmente avançada pelo Record. Para 2027/28, a marca alemã prepara, assim, uma camisola com um detalhe que promete recuperar uma imagem bem conhecida pelos adeptos encarnados.