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Bomba! Ruben Amorim regressa ao ativo; Ex Benfica vai treinar emblema com 7 Champions
15 Jun 2026 | 11:43
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01 Ago 2024 | 10:38 |
João Neves deve ser oficializado como jogador do PSG nas próximas horas, num negócio que rende 60 milhões de euros, mais 10 por objetivos, aos cofres do Benfica. No entanto, para Rogério Azevedo, jornalista do jornal ‘A Bola’, o ainda médio das águias terá dificuldades em ser titular, pelo menos numa fase inicial, no emblema francês.
“Era um negócio que se vinha a falar há quase um mês. Tudo indicava que o João Neves ia para o PSG. Em primeiro lugar, para o jogador é um negócio fantástico porque passa a ganhar 10 vezes mais do que ganhava no Benfica, terá um upgrade de campeonato, vai jogar numa equipa com jogadores mais competitivos do que tinha no Benfica e isso vai-lhe permitir subir um patamar mais rapidamente do que faria no Benfica”, começa por referir Rogério Azevedo.
“Para o Benfica é claramente um grande negócio. O Benfica tem feito grandes negócios com jogadores que estão muito pouco tempo na primeira equipa. Fez primeiro com Renato Sanches, que fez pouco mais de meia época em 2015/16 e saiu logo para o Bayern Munique. Repetiu depois com João Félix e depois com Enzo Fernández, pós Mundial do Qatar”, defende o jornalista do jornal ‘A Bola’.
“Não sei se no curto ou no médio prazo, mas acredito que será também um excelente negócio para o PSG. Acredito que jogará com alguma regularidade. Não acredito que seja titular de início, até porque o PSG tem jogadores muito bons para aquela zona do terreno. Pode vir a ser titular a médio prazo. Ninguém paga 70 milhões de euros para um jogador ficar nas reservas e a médio prazo será um pilar do PSG”, finaliza Rogério Azevedo.
Ao todo, desde que se estreou com o Manto Sagrado, João Neves contabilizou 75 partidas, quatro golos, duas assistências e dois títulos conquistados: um Campeonato Nacional (2022/23) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2023/24).
Confira as declarações de Rogério Azevedo:
Pré-temporada do Clube encarnado arranca dentro de dias e o novo treinador terá várias ausências importantes devido ao Mundial
15 Jun 2026 | 12:50 |
Marco Silva prepara-se para iniciar os trabalhos no Benfica Campus a 25 de junho e terá desde logo a oportunidade de conhecer de perto algumas das principais promessas da formação encarnada. Com vários jogadores ausentes devido ao Mundial, o treinador contará com reforços vindos das equipas B, sub-23 e sub-19.
Ao todo, nove jovens deverão integrar o estágio de pré-temporada. Três deles já têm lugar praticamente garantido no plantel principal: o lateral-direito Daniel Banjaqui, o lateral-esquerdo José Neto e o ponta-de-lança Anísio Cabral, todos campeões do mundo de sub-17 por Portugal.
As ausências de Amar Dedic, Tomás Araújo, Richard Ríos, Fredrik Aursnes, Andreas Schjelderup e Dodi Lukebakio obrigam a uma reconfiguração do grupo de trabalho. No eixo defensivo, Rui Silva e João Fonseca surgem como candidatos naturais a ganhar espaço. Já no meio-campo, nomes como Miguel Figueiredo, Tiago Freitas e Gonçalo Moreira podem receber uma oportunidade importante.
Nas alas ofensivas, a concorrência promete ser intensa. Jaden Umeh, Olívio Tomé e Rodrigo Rêgo - que pode sair - estão entre os jovens mais bem colocados para integrar os trabalhos da equipa principal e tentar convencer Marco Silva durante as primeiras semanas da preparação.
Os internacionalistas presentes no Mundial terão direito a férias após a competição, o que prolongará a oportunidade para os jovens mostrarem o seu valor. Para muitos deles, esta poderá ser a primeira grande montra junto do novo treinador do Benfica e o início de uma caminhada rumo à equipa principal.
Jornalista desportivo não entende os julgamentos feitos a elemento fundamental da estrutura do Clube encarnado e defende na sua crónica
15 Jun 2026 | 12:49 |
A falta de conquistas tem levado a massa associativa benfiquista a indignar-se perante o trabalho de Rui Costa. O presidente do Benfica tem sido o principal alvo das críticas mas Rogério Azevedo defende-o, dizendo que não faz sentido julgá-lo.
R. Azevedo: "Críticas a Rui Costa? Não faz sentido"
"Seis milhões de benfiquistas queixam-se de que o Clube foi imensamente prejudicado na final da Taça de Portugal de 2025. E que foi prejudicado no último Famalicão - Benfica. E que foi prejudicado no penálti assinalado contra o Benfica e a favor do Arouca quando Otamendi, em 2024/2025, no chão e de cabeça, acertou num adversário. E que foi prejudicado no penálti assinalado contra o Benfica por mão de António Silva, já esta época... Porém, muitos desses seis milhões de benfiquistas são depois os primeiros a erguer o saco de pancada à sua frente e desatam às murraças a uma só figura: Rui Costa. Faz sentido? Não", escreveu, no seu texto de opinião ao jornal 'A Bola'.
O jornalista reforça que os benfiquistas devem escolher o culpado com coerência. "Escolham, por favor. Escolham o vosso culpado para a derrota do Benfica na final da Taça de Portugal de 2025. Pode ser Luís Godinho. Ou Tiago Martins. Ou Renato Sanches. Ou Viktor Gyökeres. Ou Bruno Lage. Ou Matheus Reis. Ou todos juntos. Escolham os culpados do penálti de Otamendi, do penálti de António Silva e de todas as outras vezes em que o Benfica foi prejudicado. Mas, se acham que houve um culpado (ou mais) exterior ao Benfica, por que razão depois esticam o dedo na direção do mesmo saco de pancada?", reforçou.
R. Azevedo: "O desporto mais praticado foi bater no saco de pancada"
Rogério Azevedo afirma que bater em Rui Costa foi o desporto mais praticado no país. "O desporto mais praticado em Portugal nos últimos largos meses, meus caros, não foi futebol, atletismo, andebol, padel ou bilhar. O desporto mais praticado foi um só: bater no saco de pancada", pode ler-se.
Para finalizar, o jornalista defende que o presidente fez bem em contratar Marco Silva. "Errou ao esperar tanto tempo para receber 15 milhões de euros e contratar Marco Silva? Não. E, sobretudo, não errou ao não cair na tentação de fazer da apresentação de Marco Silva uma espécie de acerto de contas. Fosse ou não com José Mourinho", concluiu.
Futebolista explicou também o contexto difícil da sua adaptação ao futebol português e ao Clube da Luz, mas refere que não guarda mágoa
15 Jun 2026 | 12:44 |
Sidny Lopes Cabral não guarda qualquer mágoa da passagem pelo Benfica, onde esteve apenas seis meses, e fala com tranquilidade sobre esse período da carreira, agora ao serviço do Trabzonspor. O jogador abordou ainda a relação com José Mourinho e reconheceu que não conseguiu mostrar a sua melhor versão.
O ala abordou também o momento atual de Cabo Verde, numa antevisão ao duelo frente à Espanha no Mundial: “Estamos todos entusiasmados com o Campeonato do Mundo e especialmente com o jogo contra a Espanha. Quero jogar contra todos os melhores jogadores de Espanha. É uma grande honra”, disse entrevista à Radio Marca.
O jogador recordou depois a experiência no Benfica com o 'Special One': “É um excelente treinador, foi uma honra trabalhar com ele. É um treinador que deixa uma marca na carreira dos jogadores e que pode ajudar a que alcancem a melhor versão deles mesmos”.
Sidny explicou também o contexto difícil da sua adaptação ao futebol português e ao Clube da Luz: “O tempo que passei com ele foi curto e tive a que me adaptar, porque, no espaço de um ano, vim do terceiro escalão na Alemanha para Portugal, e, depois, para o Benfica”.
Sidny sobre Mourinho: “Não alcancei o meu melhor nível com ele"
Além do mais, reconheceu que não atingiu o nível esperado, mas deixou uma reflexão sobre o que poderia ter sido a sua evolução: “Não alcancei o meu melhor nível com ele, mas acredito que, se tivesse ficado e trabalhado mais tempo com ele, teria alcançado o meu melhor”.
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15 Jun 2026 | 11:43
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15 Jun 2026 | 09:32