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Futebol
09 Mar 2026 | 17:18 |
João Diogo Manteigas, antigo candidato à presidência do Benfica, reagiu, esta manhã de segunda-feira, à notícia de que o Porto deixou o Estádio da Luz mais de duas horas após o final do Clássico (2-2), devido a uma reunião de João Pinheiro com Lucílio Baptista sobre o trabalho efetuado na partida — sendo recentemente confirmado que não foi essa a razão pela demora.
J. D. Manteigas: "Pareceu mais uma consulta de psicologia imediata para dar conforto nos erros e moral para o futuro"
"Nem todos os árbitros precisam de mentores pós-jogos. Aos árbitros mais novos, até se pode aceitar que faça sentido. Até determinado ponto. Mas para árbitros internacionais, já com experiência de jogos de nível (e risco) elevado, isto mais parece uma consulta de psicologia imediata para dar conforto nos erros e moral para o futuro", começou por escrever, na rede social 'LinkedIn'.
Em consequência, João Diogo Manteigas, apontou: "Em pós-jogos, a pressão que os árbitros sofrem por erros cometidos VS a sua eventual satisfação pessoal pelo trabalho realizado e o escrutínio a que vão ser sujeitos com influência mediática, fazem parte da sua preparação e molda-os para se assumirem como verdadeiros “profissionais”."
J. D. Manteigas: "Falta mais vigilância. Sobretudo, de fora para dentro"
Para o advogado, a participação 'exterior' também deve contar: "Falta mais vigilância. Sobretudo, de fora para dentro. Dos Clubes e Sociedades Desportivas. Não só dos membros do Conselho de Arbitragem ou dos diretores técnicos da Federação ou da Liga nomeados para aquele efeito. Todos têm uma palavra para ajudar a definir o sistema (num sentido não pejorativo).
Ao concluir, o antigo candidato à presidência do Benfica foi bastante direto: É necessário que o público em geral - sócios, adeptos, jornalistas, demais interessados - tenham acesso aos relatórios dos observadores dos árbitros, às avaliações que determinam as descidas e subidas de categorias (árbitros e VAR), à justificação para a nomeação em determinados jogos para se apurar a existência de "desvios padrão”, às comunicações “VAR” para detetar em debate, livremente e sem rodeios."
Recentes declarações do jogador sobre o carinho que sente pelo Clube da Luz e da vontade de um dia regressar às águias alimentaram esperanças
09 Abr 2026 | 03:00 |
João Cancelo no Benfica em 2026/27 é cenário muito improvável, sabe o Glorioso 1904. Apesar das recentes declarações do jogador sobre o carinho que sente pelo Clube da Luz e da vontade de um dia regressar às águias, o lateral-direito não voltará à Luz na próxima época.
Atualmente emprestado ao Barcelona pelos sauditas do Al Hilal, fatores contratuais e financeiros tornam inviável o regresso já na próxima temporada. Ao que o nosso Jornal apurou, não há qualquer plano concreto para um retorno imediato.
O emblema espanhol planeia assegurar a sua contratação definitiva. O clube catalão já deu luz verde para avançar com o negócio. O internacional português vai reduzir o seu salário para facilitar o regresso aos blaugrana, mostrando total comprometimento com o projeto catalão.
Além disso, o jogador de 31 anos está a recuperar a forma física após o regresso à Europa e pretende manter o elevado nível exibido até agora. Em resumo, apesar do desejo pessoal do jogador e do carinho que mantém pelo Clube da Luz, um regresso ao Benfica pode acontecer, mas apenas num futuro mais distante.
Na presente temporada, ao serviço do Barcelona, João Cancelo — avaliado em 9 milhões de euros — já realizou 14 partidas oficiais pelos catalães: oito na La Liga, três na Liga dos Campeões e três na Taça do Rei. Nos 916 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o português registou um golo e três assistências.
Jornalista do Record fez a análise e teceu comentários sobre o resultado das águias no duelo em Rio Maior, da 28ª jornada do Campeonato
08 Abr 2026 | 17:50 |
O Benfica empatou a um golo com o Casa Pia, na última segunda-feira, dia 6 de abril, consequentemente falhando a aproximação ao Porto e Sporting. Nesse mesmo sentido, Rui Dias fez a análise ao encontro e mostra-se incrédulo com a maneira como o Benfica concedeu o empate, mas destaca a entrada de Gianluca Prestianni no encontro.
R. Dias: "Não dá para entender"
Não dá para entender. O Benfica ofereceu literalmente o golo da igualdade. No lance em si próprio, mas na atitude global revelada. E só com o objetivo em risco voltou a empertigar-se, mas então sem discernimento. Despediu-se assim do título, não por ação, mas por inércia" , escreveu, no seu texto no jornal Record.
O redator do mesmo órgão considera que a posse de bola que as águias tiveram foi pouco objetiva. " A posse foi muito circular, torneou a estrutura do Casa Pia sem a perfurar; percorreu-a à largura e não em profundidade, razão pela qual não construiu muitas situações de perigo", afirmou.
R. Dias: "Não teve fluidez"
Rui Dias reforçou a sua opinião sobre a posse de bola encarnada. "Ameaçou aqui e ali, mas não teve fluidez, nem encontrou saída para o espaço entre as costas da defesa e a frente do guarda-redes. Acresce a isso que, apesar de ter posse de bola na ordem dos 25%, o Casa Pia teve aproximações perigosas à baliza de Trubin" , acrescentou.
Acerca das substituições, o jornalista pensa que Mourinho mexeu bem, mas que não foi suficiente para mudar a taxa de eficácia. "Desde logo, Prestianni entrou bem, com arrancada pela direita e cruzamento bem medido. A equipa melhorou a produção ofensiva, foi mais perigosa e pôde, na etapa complementar, lastimar algum desperdício", concluiu.
Presidente do Clube encarnado esteve no grupo parlamentar do Partido Socialista e foi ouvido no final da sessão com o partido político
08 Abr 2026 | 17:16 |
Rui Costa, presidente do Benfica, esteve na manhã desta quarta-feira na Assembleia da República, acompanhado por Nuno Catarino e José Gandarez, respetivamente vice-presidente da SAD e vice-presidente da Direção, para uma audiência com o grupo parlamentar do Partido Socialista. Os assuntos em discussão foram a Benfica FM e a centralização dos direitos televisivos, e o atual momento de turbulência entre os "três grandes" pode prejudicar o futebol português, diz o presidente das águias.
Rui Costa: "Não é nada bom para o negócio"
"Nada é bom para o negócio quando as coisas são assim e têm de acontecer dessa maneira, mas não impede que os clubes estejam em sintonia para o crescimento do futebol português", comentou, em entrevista exclusiva ao jornal 'A Bola'.
O líder do Clube encarnado - que também falou sobre Mourinho - reforçou a sua tomada de opinião. "Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa e não ponho em causa que os clubes possam trabalhar em conjunto para o crescimento do futebol português. Nesse sentido, nós consideramos que a forma como está a ser vista a centralização dos direitos televisivos não vai beneficiar o futebol português, portanto tem de ser uma coisa global e não só de Benfica".
Rui Costa: " Dar a conhecer as nossas lamentações"
Rui Costa falou mais precisamente sobre a Benfica FM e quer resolver as divergências que impedem a rádio de ter frequência para todo o país. "Dar a conhecer as nossas lamentações e fazer perceber a nossa política, o que está em causa, quer num argumento quer no outro, no lado da Benfica FM, mais privada, mais Benfica, e na parte dos direitos televisivos, que é mais global, porque envolve todo o futebol português. Dar a conhecer essas preocupações e sensibilizar os partidos para que possam agir em conformidade" .
Para finalizar, o presidente foi questionado sobre as arbitragens que têm afetado o futebol português, mas não quis falar sobre o assunto. "Não, hoje os temas foram estes que acabei de dizer, os outros temas não eram para agora" , declarou.