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FUTURO DE ENZO FERNÁNDEZ NO BENFICA? "PODE ESCOLHER ONDE VAI JOGAR"

Médio é uma peça importante para Roger Schmidt e deu nas vistas no Mundial do Qatar

Glorioso 1904
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21 Dez 2022 | 15:50 |

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Muito se tem falado sobre Enzo Fernández e a sua estadia no Benfica e, agora, Vítor Manuel, treinador, comentou, ao jornal ‘A Bola’, os pontos fulcrais do médio argentino.
No que respeita aos limites do argentino e até onde pode ir a sua carreira, o comentador considera que ‘o céu’ é o teto máximo para o craque. “Quem é que aos 21 anos chega à seleção e afirma-se, chega a um Mundial e faz um golo extraordinário, tornando-se insubstituível no meio campo, e depois torna-se campeão do mundo, só pode chegar aos grandes tubarões europeus do futebol europeu”, disse.
“Ele já está num dos maiores clubes do mundo, o Benfica, mas pode chegar a um campeonato muito mais competitivo, como o espanhol, o inglês, o alemão ou o italiano, e tornar-se jogador de craveira mundial. O Benfica já lhe deu dimensão mundial e fê-lo crescer e afirmar-se na seleção argentina”, afirmou.
 Já em relação ao destino mais favorável ao jogador do miolo encarnado, Vítor Manuel não tem dúvidas. “Ele cabe em qualquer campeonato. Temos tendência para nos agarrarmos à Premier League, mas ele pode jogar em qualquer clube, seja na Premier League, na Bundesliga… A Liga inglesa é mais apelaria, tem maior dimensão e audiências, mas até num Barcelona ou no Real, até no Atlético, com Simeone, cabia”, referiu.
“Acredito que tem qualidade suficiente para poder escolher onde vai jogar, porque é um jogador diferenciado, viu-se no Benfica e ainda mais no Mundial, com tudo o que acrescentou à Argentina. O resto depende de quem vier”, concluiu o comentador.
Enzo Fernández – avaliado em 35 milhões de euros – alinhou em 24 jogos, somando três golos e quatro assistências, esta temporada, com o Manto Sagrado.
Pela Argentina jogou em seis partidas, somando um tiro certeiro e um passe para golo. NOTÍCIAS RELACIONADAS: 


Fotografia de Benfica




Futebol

Iturralde dá razão ao Benfica na expulsão de Lenglet: “Não me parece suficiente”

Antigo árbitro espanhol analisou o lance que mereceu críticas dos encarnados e não acredita que o francês merecesse ter visto cartão vermelho

Antigo árbitro espanhol, Iturralde González concorda com o Benfica que Lenglet não merecia a expulsão diante do Porto
Antigo árbitro espanhol, Iturralde González concorda com o Benfica que Lenglet não merecia a expulsão diante do Porto

21 Set 2026 | 13:52 |

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Iturralde González, antigo árbitro internacional espanhol, analisou os principais lances do Clássico entre Porto e Benfica, disputado no Estádio do Dragão, e deixou uma opinião diferente daquela tomada por Miguel Nogueira no caso de Clément Lenglet.


Para o especialista espanhol, o central do Benfica não deveria ter sido expulso por acumulação de amarelos após o contacto com André Silva, ainda na primeira parte. Iturralde González entende que existiu falta, mas considera que a ação não foi suficientemente grave para justificar uma segunda admoestação.


Iturralde González: "Para segundo amarelo e expulsão, fica-me escasso"


“Para segundo amarelo e expulsão, fica-me escasso, não me parece suficiente porque não há uma ação-reação. Para mim, se reparares na ação-reação, o jogador atira-se para o chão um bocado depois de sentir o contacto. Ou seja, não é ação-reação. Para mim não é temerário”, afirmou.

Ainda assim, o antigo internacional espanhol deixou um reparo a Lenglet, considerando que o defesa encarnado não deveria ter dado ao árbitro a possibilidade de interpretar o lance como uma agressão: “Não podes fazer uma ação em que o árbitro possa interpretar outra coisa que não é. Para mim, se reparares no ação-reação, o jogador atira-se para o chão um bocado depois de sentir o contacto. Ou seja, não é ação-reação. Para mim não é temerário”, acrescentou.


Iturralde González reforçou que não considera ter existido uma intensidade suficiente para justificar o segundo amarelo: “Para mim não é uma jogada temerária em que lhe bata com força ou em que lhe bata com intensidade no pescoço por trás da cabeça.” Na sua perspetiva, deveria ter sido assinalada apenas falta.


Futebol

João Gabriel arrasa Rui Costa após Porto - Benfica: “Acutilância digna de um pires de tremoços”

Antigo diretor de comunicação das águias não poupou a arbitragem após o jogo e deixa também as suas críticas ao atual Presidente

João Gabriel volta a criticar Rui Costa após derrota do Benfica para o Porto em meio às reclamações sobre a arbitragem
João Gabriel volta a criticar Rui Costa após derrota do Benfica para o Porto em meio às reclamações sobre a arbitragem

21 Set 2026 | 13:23 |

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João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, voltou a criticar a arbitragem portuguesa após a derrota das águias diante do Porto, por 3-1, no Estádio do Dragão. O antigo dirigente apontou uma alegada dualidade de critérios e comparou a entrada de Gabri Veiga sobre Alexander Bah com a expulsão de Zeno Debast no duelo entre Sporting e Arouca.


João Gabriel sobre Rui Costa: "a energia vibrante de um bocejo e uma acutilância digna de um pires de tremoços!"


João Gabriel começou, entretanto, por acrescentar um comentário às declarações de Rui Costa na zona mista do Dragão, criticando a intervenção do presidente do Benfica após o Clássico: “Rui Costa parecia estar a comentar a meteorologia numa tarde de domingo. Com a energia vibrante de um bocejo e uma acutilância digna de um pires de tremoços! Chegamos aqui também por culpa nossa!”, escreveu.


Através de uma publicação no LinkedIn, João Gabriel considerou que Debast foi corretamente expulso por uma entrada sobre Rukavina, mas defendeu que o lance protagonizado por Gabri Veiga, aos cinco minutos do Clássico, deveria ter merecido outro tipo de decisão.

“Em Alvalade, Debast foi expulso por uma entrada violenta sobre Rukavina. Bem expulso. Hoje, numa entrada igual de Gabri Veiga sobre Bah, o critério foi diferente e o VAR ficou em silêncio. Com 24 horas de diferença, lances iguais não podem ser avaliados de forma diferente. Um vermelho é um vermelho seja ao minuto 5 ou aos 90”, pode ler-se na publicação.


João Gabriel foi ainda mais longe e relacionou estas decisões com a confiança na arbitragem portuguesa. “Quando isto acontece, sobretudo numa arbitragem que já vive rodeada de desconfiança, o problema deixa de ser apenas o erro de um árbitro. Passa a ser a credibilidade de todo o sistema”, defendeu.


Futebol

Benfica prejudicado? Pedro Henriques diz que ficaram três cartões por mostrar ao Porto

Especialista em arbitragem afirma que existiram algumas decisões equivocadas por parte de Miguel Nogueira no duelo entre os dragões e as águias

Especialista em arbitragem, Pedro Henriques dá nota 5 a Miguel Nogueira após atuação em Porto - Benfica pela Liga Portugal
Especialista em arbitragem, Pedro Henriques dá nota 5 a Miguel Nogueira após atuação em Porto - Benfica pela Liga Portugal

21 Set 2026 | 12:49 |

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Pedro Henriques analisou a arbitragem de Miguel Nogueira no Clássico entre Porto e Benfica e considera que, apesar de a expulsão de Clément Lenglet ter sido correta, ficaram três cartões amarelos por mostrar a jogadores dos dragões.


Na análise publicada após o encontro, o antigo árbitro aponta o dedo à “irregularidade e menor consistência no critério disciplinar”, identificando Alberto Costa, Jakub Kiwior e Samu como os jogadores do Porto que deveriam ter sido admoestados.


No lado positivo, Pedro Henriques considera correta a expulsão de Lenglet por acumulação de amarelos, além de destacar as decisões tomadas nas duas áreas e a validação dos três golos marcados no encontro. Aos 45+1 minutos, Kiwior empurrou Bah num lance em que, segundo Pedro Henriques, “não mostra qualquer interesse em jogar a bola, apenas tem o objetivo de derrubar o adversário e parar a jogada”. Para o antigo árbitro, ficou por mostrar o respetivo cartão amarelo.


Também aos 34 minutos ficou um amarelo por mostrar a Alberto Costa. Pedro Henriques considera que o lateral portista abriu o braço esquerdo e atingiu Prestianni na cara, numa ação que deveria ter sido sancionada disciplinarmente.

Já nos descontos, aos 90+3 minutos, Samu também deveria ter visto amarelo por comportamento antidesportivo, depois de colocar a mão na cara do adversário. Os cartões mostrados a Bah, Pietuszewski e Tomás Araújo, nesse mesmo lance, são considerados corretos.


Quanto à expulsão de Lenglet, a decisão de Miguel Nogueira merece a concordância de Pedro Henriques. O central do Benfica atingiu André Silva no pescoço/cabeça com a mão direita, depois de o avançado portista ter ido contra o seu movimento, numa ação considerada antidesportiva e que lhe valeu o segundo amarelo. Miguel Nogueira recebeu, assim, uma nota 5 na análise de Pedro Henriques


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