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Futebol
01 Set 2025 | 12:42 |
O mercado de transferências está prestes a fechar, sendo hoje, dia 01 de setembro, o seu último dia. O fecho desta janela é sempre marcada pela montanha-russa de emoções e incertezas, causadas pelo desmoronamento de negócios praticamente fechados e acordos que ninguém adivinhava que iriam acontecer. O Benfica não é exceção neste cenário, havendo histórias do último dia de mercado que valem a pena recordar.
Em 2011, Yannick Djaló protagonizou uma das transferências mais inesperadas do futebol português. O avançado, na altura jogador do Sporting, estava prestes a juntar-se aos franceses do Nice. No entanto, o negócio complicou-se e arrastou-se até às últimas horas do mercado, tendo mesmo ficado nulo devido a problemas com a inscrição do jogador, tendo em conta que tal só havia sido feita após o fecho da janela.
O jogador ficou assim condenado a ficar sem clube até à próxima janela de transferências. O emblema do sul de França afirmou que o futebolista deveria voltar ao Sporting, enquanto que os leões argumentaram que o contrato com o atleta já havia sido rescindido. Djaló acabou por ficar a treinar com a formação do Nice - pela qual nunca se estreou oficialmente - durante seis meses e, em janeiro de 2012, assinou pelo Benfica.
Um outro nome conhecido do futebol português e do Benfica é Rafa Silva. No verão de 2016, o seu nome esteve na ribalta do mercado nacional e foi dado como praticamente fechado no Porto. No entanto, o negócio viria a sofrer um volte-face inesperado nas últimas horas do mercado. O Benfica garantiu a contração do avançado junto do Braga nos últimos momentos daquela janela de verão. A chegada de Rafa Silva à Luz surpreendeu tudo e todos, marcando ainda mais a rivalidade sentida entre o Benfica e o Porto. O resto, é história, com Rafa a revelar-se uma das peças-chave do Clube da Luz durante os oito anos que realizou de águia ao peito.
A chegada de Guilherme Sequeira ao Benfica no verão de 2013 também tem muita história para contar. No último dia desse mercado, o lateral brasileiro esteve entre as águias e o Real Madrid. O futebolista já se encontrava em Lisboa quando os madrilenos, que já haviam sondado o atleta, voltaram à carga de forma a colmatar a saída de Fábio Coentrão para o Manchester United. Ainda no aeroporto da Portela, Siqueira assinou mesmo contrato com o Real Madrid, mas nas últimas horas da janela, os blancos tomaram conhecimento que a saída de Coentrão havia sido vetada pela La Liga, devido à falha na entrega de um documento por parte dos red devils dentro do horário necessário para a conclusão do negócio. Siqueira acabou assim por rumar ao Benfica e Coentrão ficou em Madrid. O lateral brasileiro ficaria na Luz por uma época, ajudando à conquista do triplete nacional e à presença na final europeia, na época 2013/2014.
Clube merengue confirma que o português será novo jogador para a equipa orientada pelo antigo técnico, sendo o quarto reforço para a época
17 Jun 2026 | 13:11 |
O Real Madrid oficializou a contratação de Bernardo Silva, com o internacional português a assinar um contrato válido por duas temporadas, até 30 de junho de 2028. O médio encerra assim uma ligação de nove épocas ao Manchester City, clube no qual se afirmou como uma das principais figuras do futebol europeu e onde acumulou um palmarés de grande destaque.
Ao serviço dos citizens, Bernardo Silva conquistou seis Premier League, três Taças de Inglaterra, cinco Taças da Liga, uma Liga dos Campeões, uma Supertaça Europeia, um Mundial de Clubes e três Supertaças de Inglaterra.
Apesar de ter sido associado a outros destinos, nomeadamente Barcelona e Atlético de Madrid e até um regresso ao Benfica, o internacional português acabou por optar pelo projeto do Real Madrid, onde irá reencontrar José Mourinho, agora no comando técnico dos merengues.
Nesta temporada de 2025/26, ao serviço do Manchester City, Bernardo Silva, avaliado em 22 milhões de euros, realizou 53 partidas: 38 na Premier League, oito na Liga dos Campeões, três na Taça da Liga inglesa e quatro na Taça de Inglaterra. Nos 3.854 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou três golos e cinco assistências.
A mudança insere-se na nova fase do clube espanhol sob liderança do treinador português, com o ex-Benfica a ser apontado como o quarto reforço desta era. Antes da chegada do ex-Manchester City, o Real Madrid já tinha assegurado Marc Cucurella, estando também em curso negociações para as contratações de Ibrahima Konaté e Denzel Dumfries.
Sorteio da 2.ª pré-eliminatória da competição europeia decorreu esta quarta-feira, dia 17 de junho, com os encarnados a conhecerem o seu futuro
17 Jun 2026 | 12:21 |
O Benfica ficou esta semana a conhecer o seu adversário na 2.ª pré-eliminatória da Liga Europa, num sorteio que ditou um duelo frente ao St. Gallen 1879, emblema suíço que será o primeiro obstáculo das águias na caminhada europeia da nova temporada. O conjunto encarnado inicia assim a sua participação na prova com um desafio fora de portas, num contexto que exige desde cedo concentração máxima e ritmo competitivo elevado.
O primeiro jogo da eliminatória será disputado na Suíça, com o Benfica a deslocar-se ao terreno do St. Gallen para a primeira mão. Trata-se de um ambiente tradicionalmente intenso, onde as equipas locais costumam apresentar forte agressividade competitiva e um bloco bem organizado, o que poderá obrigar as águias a uma entrada cautelosa na eliminatória.
Já a decisão está reservada para o Estádio da Luz, em Lisboa, onde o Benfica contará com o apoio dos seus adeptos para fechar a eliminatória perante o seu público. Este cenário é visto internamente como uma vantagem relevante, sobretudo numa fase inicial da época, em que o fator casa pode assumir um peso determinante na gestão dos dois jogos.
Apesar de não se tratar de um adversário do primeiro escalão europeu, o St. Gallen 1879 chega a esta fase após um percurso consistente no seu campeonato interno, ao terminar na segunda colocação. Ainda assim, o Benfica entra naturalmente como favorito no confronto, não apenas pela diferença de argumentos individuais, mas também pela experiência acumulada em competições europeias.
Com o sorteio definido, os encarnados têm agora o foco totalmente orientado para a preparação da eliminatória, que marca o arranque oficial da campanha europeia. O objetivo é claro: ultrapassar o St. Gallen e garantir presença na 3.ª pré-eliminatória da Liga Europa, mantendo viva a ambição de chegar às fases mais avançadas da competição.
Selecionador nacional confirmou a ausência do antigo jogador do Benfica na estreia da equipa das quinas no Campeonato do Mundo
17 Jun 2026 | 12:07 |
Roberto Martínez confirmou que Rúben Dias não estará disponível para a estreia de Portugal no Campeonato do Mundo. A seleção nacional sem o central entra em ação esta quarta-feira, frente à República Democrática do Congo, em Houston, nos Estados Unidos, no arranque do Grupo K.
O defesa, formado no Benfica, sofreu um toque no último encontro de preparação para o Mundial, na vitória por 2-1 diante da Nigéria, tendo regressado aos treinos integrados apenas na véspera da partida. Ainda assim, o selecionador optou por não arriscar a sua utilização.
Roberto Martínez: "Não está apto para o jogo e não é o momento de arriscar"
“Creio que a preparação foi perfeita a todos os níveis, apenas com a nota de que o Rúben Dias não está a 100% para amanhã. Não está apto para o jogo e não é o momento de arriscar. Está a trabalhar de forma individual e faz sentido continuar a recuperação”, explicou Martínez. O selecionador fez ainda questão de esclarecer que o problema físico não está relacionado com qualquer lesão anterior do jogador no Manchester City, sublinhando que se trata de um incidente pontual.
“Ele chegou bem, jogou os 90 minutos no último jogo da Premier League e trabalhou normalmente durante a preparação. Infelizmente, o futebol é um jogo de contacto e o Rúben sofreu um toque no jogo com a Nigéria. Os exames não detetaram qualquer problema estrutural, mas não vamos arriscar. Precisamos de todos a 100% no Mundial”, acrescentou.
Martínez reforçou ainda que a decisão foi tomada apenas por precaução, enquadrando o caso como um episódio típico do contexto competitivo. “Foi um momento de jogo, um contacto normal. Não tem qualquer relação com a sua temporada no Manchester City”, concluiu.