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Exclusivo Glorioso 1904 – João Diogo Manteigas fala em “amadorismo” na gestão da SAD: “Benfica está constantemente a precisar de dinheiro”

Em entrevista ao nosso Jornal, candidato a Presidente do Clube da Luz fala em situação financeira preocupante e diz que as águias não têm alternativa a não ser renegociar a dívida

Glorioso 1904
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15 Set 2024 | 12:00 |

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João Diogo Manteigas defende que o Benfica deve avançar para a renegociação da dívida o mais rapidamente possível. Em entrevista exclusiva ao nosso Jornal, o candidato à Presidência do Clube da Luz fala em “amadorismo” na gestão da SAD e dá exemplo de … Otamendi.


“Benfica não tem outra hipótese se não reestruturar a dívida a nível transversal”


Glorioso 1904 (G). Qual é a sua posição sobre a dívida do Benfica?


João Diogo Manteigas (JMD). A cativação de receitas é obrigatória. Se o Benfica não cativa receita, como é que paga a dívida, se não há receitas extraordinárias? Temos de assumir que as vendas de jogadores se tornaram receitas ordinárias. Aliás, em abril, Luís Mendes disse que todos os clubes em Portugal têm de vender jogadores. Rui Costa está sempre a dizer isso. Há uma dependência de vendas. Apenas por aí, o projeto falhou.

Há outra questão que é, de vez em quando, o Benfica tem de ir buscar dinheiro. Tem duas formas de o fazer. Empréstimos obrigacionistas consideráveis, que tem vindo a acontecer nos últimos anos. O Benfica lança o empréstimo obrigacionista e depois reforça porque a procura é grande. É o Benfica. Quando o Benfica lança algo, as pessoas vão à procura, sejam ou não Benfiquistas. A maioria dos investidores, se calhar, nem são Benfiquistas. Há uma procura muito grande porque o Benfica é uma marca que cumpre.


Há outra forma de ir buscar dinheiro, que são contas correntes ou de apoio à tesouraria. Nas contas, vemos que há lá um banco estrangeiro, que é o LB Bank, alemão. Percebe-se que são contas correntes daquelas que, ao semestre, temos interesse em liquidar no imediato para não aparecerem nas contas.

O Benfica está constantemente a precisar de dinheiro. Há outras provas, como a antecipação da venda do Gonçalo Ramos. É evidente. A questão das vendas em cima do joelho. Todas umas atrás das outras. Um clube quando tem de vender porque está à beira do colapso e precisa de mascarar as contas, tem de o fazer (renegociar a dívida) obrigatoriamente, não pode esperar. Não vai fazer nada em termos comunicativos para os Sócios e Adeptos. É para vender, é para vender. Mais vale assumir imediatamente isso do que estar a esperar pelo tempo que vai ser sempre pernicioso e nocivo para a SAD. Há algum amadorismo na gestão do processo propriamente dito porque é inevitável quem mais se tem de valor em casa. Há uma comunicação que não é real relativamente àquilo que na realidade acontece.

O Benfica não tem outra hipótese se não reestruturar a dívida a nível transversal. Dentro da reestruturação, não sei se o Benfica não devia procurar um mercado emergente, com capital. Hoje em dia, temos os Estados Unidos e a Arábia Saudita, para poder convolar tudo num pacote e pagar a essa entidade e aliviar a carga que tem deste lado.

Cativações têm de ser uma projeção a médio/longo prazo. A receita não cai toda de uma só vez quando vendo um jogador. Os clubes nunca pagam os 60 milhões a pronto. As coisas são pagas em prestações de quatro/cino anos. As pessoas têm uma ideia de que o João Neves é vendido e caem logo os 60 milhões na conta. Não é assim. O PSG é muito rico, mas o dinheiro ainda tem de sair lá do país de onde sai, entrar em Paris e ir não sei para onde.

Acima de tudo, cortar em fornecimentos e serviços externos. Sou acionista da SAD e, se mandar uma carta ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, posso estar aqui cinco anos à espera que me digam e descrevam quem é que são os protagonistas dos FSE. Não me vão responder. Nem no Clube me respondem, quanto mais na SAD. Posso fazer uma queixa na CMVM. Vou fazer isso? Não me parece que seja o caminho a seguir.

Otamendi? “É uma renovação que não consigo entender”

G. E quanto à renovação com os jogadores de salários mais elevados?

JDM. O Di María até é um caso excecional porque beneficia de um determinado regime (fiscal) de regresso que permite ao Benfica poupar dinheiro, embora tenha um salário elevado. Desportivamente, não sei se esperamos do Di María aquilo de que precisamos.

Mas temos o caso do Otamendi. É uma renovação que não consigo entender. Sou suspeito porque, quando foi renovado o contrato, disse publicamente que era um erro por causa da promoção do talento e era preciso lançar o António Silva e o Tomás Araújo. Tenho que lançar outros jogadores. Não tem a ver com o Otamendi em si, tem a ver com o custo que tenho com o Otamendi e com aquilo que ele me dá em campo. É capitão? Certo, mas há coisas que não justificam a manutenção de determinados jogadores.

Quando o Benfica contrata jogadores por 20 milhões de euros, esses atletas recebem bem e implica que não se consiga renovar com um Rafa, que está a pedir o mesmo que esses jogadores que acabei de trazer e estão a ganhar mais do que ele. Isto é política de gestão, desportiva e financeira. Não é científico, nem da NASA. É fácil, tem de se aplicar mediante aquilo que está a acontecer. Quem entrar lá dentro, vai ter muita dificuldade em reorganizar tudo isto, mas vai ter de se sentar com todos os credores.

“Benfica tem de ganhar com a centralização e não pode ser prejudicado”

G. Qual a sua posição sobre a centralização dos diretos televisivos do futebol português?

JDM. A pergunta que me foi fazer [risos]. Não sou contra a centralização. Sou contra um determinado tipo de centralização que não vá ao encontro daquilo que os clubes têm de receber. Não digo só do Benfica. Agora, há aqui uma questão. O Benfica é maior que todos os outros. Não estou a falar desportivamente, nem vou por aí. Falo puramente a nível económico e financeiro.

Há um problema relativamente à centralização. Foi um decreto-lei imposto no COVID sem pés nem cabeça. Aquilo foi ‘tem de ser, isto é bom para o futebol português, entendam-se, façam um projeto e mandem que depois vemos e validamos’. Isto não funciona assim.

A questão da centralização tem sido sustentada com base no sucesso que têm tido outros países e outras ligas. Não consigo entender como se compara o futebol português à liga inglesa, italiana, francesa… Não faz sentido nenhum comparar a liga portuguesa com as principais ligas europeias por duas razões. A primeira é que não temos a capacidade financeira que todas essas têm. A segunda é que, culturalmente, ninguém consegue enfiar na cabeça que Portugal tem três clubes que têm basicamente tudo o que é a atenção dos Sócios e adeptos.

O Governo devia colaborar com a Federação Portuguesa de Futebol e com a Liga para fazer um censo para saber qual a percentagem de sócios e adeptos do Benfica, Porto, Sporting e dos outros clubes. Há 10 anos, havia uma massa grande adepta do Vitória de Guimarães, o Braga estava a aumentar e havia um outsider fenomenal que era o Setúbal. Era o quinto classificado em termos de sócios e adeptos. Tinha uma massa associativa brutal e fidedigna.

A centralização só pode ser implementada se estes três clubes tiverem a noção de qual é a divisão de poder a nível cultural. Quando o Benfica vai jogar a Arouca, quem enche o estádio é o Benfica. Os clubes que estão na primeira liga – e na segunda com o Benfica B – ganham com isso. O Benfica tem de ganhar com a centralização e não pode ser prejudicado.

Qual é o modelo da centralização? É o espanhol? Parece-me o mais equilibrado. Porquê? Porque o Benfica não é tão prejudicado. Há uma questão relacionada com a massa adepta, com os Sócios, presença nas redes sociais, etc. Acho que esse é o modelo que a Liga Portugal quer tentar implementar. Perceber qual é o clube – e de que maneira é que isso se traduz económica e financeiramente – no futebol, ou seja, qual é a marca mais poderosa. Tudo me diz que é o Benfica.

Quanto é que temos de meter de dinheiro em todos os outros clubes? O que é que eles precisam? A questão aqui é mais complexa. Se aumentar os direitos televisivos do Arouca, eles vão pegar no dinheiro e fazer o quê? Vão formar jogadores? Melhorar as infraestruturas do estádio? Formar dirigentes? O dinheiro é para quê? É que em Espanha o dinheiro é canalizado para estas coisas que disse. Ninguém recebe 10 milhões de euros e faz o que quer. Não sou contra a centralização, mas deve respeitar a história e a realidade daquilo que são os clubes em Portugal, à cabeça, o Benfica.

“Se amanhã tivesse de entrar no Benfica, a SAD estaria completamente composta”

G. Já tem algum nome pensado para CFO do Clube? Como será a sua relação com o CFO?

JDM. Vou-lhe responder politicamente porque não posso avançar com nomes. Sabia que ia ser confrontado com este tema porque antecipando muito tempo uma candidatura, corro o risco de ser confrontado com essa pergunta, que é uma que as pessoas mais querem saber.

Esta é uma candidatura que tenho pensada ao longo de muitos anos. Não nasceu ontem e fui falando com pessoas ao longo do tempo. Se amanhã tivesse de entrar no Benfica, a SAD estaria completamente composta com nomes assegurados, todos Benfiquistas, todos trabalhadores na área. Tenho assegurado um projeto losango: um CFO, um diretor desportivo para a equipa A e B, um diretor geral para o Benfica Campus. Todos eles teriam uma ligação direta. Isto está fechado. Tenho o ok dessas pessoas, que conheço muito bem e há muitos anos. Acompanharam o meu percurso, alguns até são mais velhos do que eu. Conhecem-me, sabem o que quero fazer e eu sei o que quero deles. Isto na SAD.

No Clube, é diferente. Posso assegurar que tenho já nomes seguros contratualizados para me acompanhar. Quero, com o progresso desta candidatura, que mais pessoas venham ter connosco. Quero fazer algo que acho que nunca foi feito no Benfica ou noutros clubes: conhecer mais pessoas, saber as suas capacidades e conhecê-las profissionalmente e juntar, na parte do clube, aos cargos de dirigente pessoas que venham de fora, ou seja, não programar uma equipa para os três órgãos sociais, mas juntar alguns elementos de fora para dentro. Sócios que se queiram juntar, e que se entrosem bem, para lhes dar oportunidade de estar connosco na nossa direção. Sei que é difícil, mas é exatamente por causa disso que estou aqui um ano e um mês antes para lhes dar essa oportunidade e conhecer pessoas.


Entrevista exclusiva de João Diogo Manteigas ao Glorioso 1904:

 - Parte 1: Exclusivo Glorioso 1904 - “Tenho a certeza que Noronha Lopes e Benitez vão-me apoiar”

 - Parte 2: Exclusivo Glorioso 1904 – João Diogo Manteigas: “Não tenho Bruno Lage como uma pessoa de pulso forte”

 - Parte 3: Exclusivo Glorioso 1904 – João Diogo Manteigas fala em “amadorismo” na gestão da SAD: “Benfica está constantemente a precisar de dinheiro”

 - Parte 4: A publicar no próximo domingo (15 de setembro)

 - Parte 5: A publicar no próximo domingo (15 de setembro)

 - Parte 6: A publicar na próxima segunda-feira (16 de setembro)

 - Parte 7: A publicar na próxima segunda-feira (16 de setembro)

 - Parte 8: A publicar na próxima segunda-feira (16 de setembro)

Confira aqui as declarações de João Diogo Manteigas, em exclusivo, ao Glorioso 1904:



Clube

Servir o Benfica expulsa Pedro Brinca e resposta é demolidora: "O ditador era eu?"

Professor era membro do grupo político das águias, mas recebeu chamada onde foi informado de sua exclusão e questionou a decisão

Sócio do Clube, Pedro Benfica foi expulso do grupo Servir o Benfica e questionou a decisão do grupo e apontou hipocrisias
Sócio do Clube, Pedro Benfica foi expulso do grupo Servir o Benfica e questionou a decisão do grupo e apontou hipocrisias

19 Out 2026 | 17:00 |

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O movimento Servir o Benfica decidiu expulsar Pedro Brinca do seu quadro de membros, numa decisão que motivou uma reação contundente do professor de Economia. O episódio surge depois de ter sido confirmada a saída de Francisco Benitez. Numa coluna de opinião publicada no jornal Record, o agora ex-membro criticou o processo que levou ao seu afastamento, apontando alegadas irregularidades e contradições face aos princípios defendidos pelo movimento.


“É irónico que um movimento que sempre apresentou a bandeira da transparência, respeito pelos processos, pelos estatutos, pela verdade, e que criticou sempre duramente Luís Filipe Vieira por não o fazer, marcou uma reunião em que o ponto da ordem de trabalhos era a discussão do futuro do movimento”, começou por escrever.


O sócio do Benfica contestou ainda a votação da sua expulsão, alegando que o assunto não constava da ordem de trabalhos e que não lhe foi concedida a possibilidade de apresentar a sua defesa. Pedro Brinca revelou ter sido informado da decisão através de um telefonema, no sábado, e associou o afastamento ao facto de não ter apoiado, há mais de um ano, a lista de João Leite à Mesa da Assembleia Geral. 


O professor considerou que o movimento está a reproduzir comportamentos que anteriormente criticava, deixando uma mensagem particularmente dura: “Não existe maior tragédia do que nos transformarmos naquilo que mais abominamos”, afirmou, questionando ainda se Luís Filipe Vieira teria adotado um procedimento semelhante durante a sua presidência. 

Pedro Brinca terminou com uma referência a uma frase de Luiz Felipe Scolari, antigo selecionador nacional, lançando uma provocação aos responsáveis do movimento: “Hoje Luís Filipe Vieira deve estar a olhar para isto, a rir-se e a parafrasear Scolari: e o ditador era eu?”




Clube

Benitez sai do movimento Servir o Benfica e quebra silêncio: "Não podem afastar-me..."

Antigo candidato à presidência do Clube vermelho e branco reagiu à sua saída do grupo político encarnado e deixou várias críticas

Francisco Benitez admite tristeza após ter sido excluído do movimento Servir o Benfica e garante que ninguém pode ir contra as suas convicções
Francisco Benitez admite tristeza após ter sido excluído do movimento Servir o Benfica e garante que ninguém pode ir contra as suas convicções

19 Out 2026 | 10:51 |

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A vida associativa do Benfica continua marcada por movimentações e divergências. Este domingo, o movimento Servir o Benfica anunciou, através de um comunicado oficial, o fim da ligação a Francisco Benitez. Nas suas redes sociais, o antigo candidato à presidência do Clube lamentou a sua saída.


F. Benitez: "Há dias que custam"


"Há dias que custam. Hoje é um desses dias. Hoje chegou ao fim a minha ligação ao movimento Servir o Benfica. Seis anos depois de ter ajudado a criar este projeto, de lhe ter dedicado tempo, energia, convicção e uma parte importante da minha vida, vejo este percurso terminar da forma que menos esperava: por decisão de outros", começou por escrever.


De seguida, o conhecido adepto revelou que irá juntar-se ao grupo UNUM. "E porquê? Porque decidi juntar-me ao UNUM. Porque entendi que, num Benfica tantas vezes dividido, valia a pena construir pontes em vez de alimentar trincheiras. Porque acredito que pessoas com opiniões diferentes podem sentar-se à mesma mesa, conversar, encontrar soluções e trabalhar por aquilo que verdadeiramente as une: o amor ao Sport Lisboa e Benfica", pode ler-se.

F. Benitez: "Deixa-me uma mágoa profunda"


Francisco Benitez não esconde a sua desilusão. "Nunca pensei que querer unir pudesse ser motivo para excluir. Durante seis anos dei tudo o que podia ao movimento. Fi-lo de forma desinteressada, com entrega, lealdade e, sobretudo, com a consciência de estar a fazer aquilo em que acreditava...Não escondo a tristeza. Ser afastado de um projeto que ajudei a criar, não por ter traído os seus princípios, mas por continuar a acreditar na liberdade de pensar e de participar, deixa uma mágoa profunda. Mais do que a decisão, dói perceber que, afinal, a diferença de pensamento pode valer mais do que seis anos de dedicação.

Para concluir, o benfiquista defende que ninguém pode impedir as suas convicções. "Podem afastar-me de um movimento. Não podem afastar-me das minhas convicções, da minha liberdade de pensamento ou do meu amor ao Benfica. Saio triste, naturalmente...Hoje termina um capítulo de seis anos. Não termina, nem nunca terminará, a minha vontade de servir o Benfica. Porque os movimentos passam, as pessoas seguem os seus caminhos, mas o Benfica fica. E o Benfica, para mim, estará sempre acima de tudo", finalizou.

Veja o "tweet" de Francisco Benitez:


Clube

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Grupo político Servir o Benfica anuncia a saída de Francisco Benitez, ex-candidato à presidência do Clube
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18 Out 2026 | 15:16 |

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A vida associativa do Benfica continua marcada por movimentações e divergências. Este domingo, o movimento Servir o Benfica anunciou, através de um comunicado oficial, o fim da ligação a Francisco Benitez e Guilherme Fontes.


Francisco Benitez foi uma das figuras de destaque do movimento, tendo sido o candidato à presidência do Benfica nas eleições de 2021, nas quais acabou derrotado por Rui Costa. Um ano antes, integrou também o processo eleitoral encarnado, ao ser proposto para a liderança da Mesa da Assembleia Geral na lista encabeçada por João Noronha Lopes, em 2020.


A decisão agora anunciada surge na sequência da integração de Benitez na plataforma UNUM, um grupo independente criado em setembro de 2026 por 32 adeptos e figuras ligadas ao universo benfiquista. Apresentada como uma "casa de ideias", a iniciativa está associada ao movimento Benfica de Todos.


Perante este novo envolvimento, o Servir o Benfica esclareceu que não faz parte de outras iniciativas promovidas por sócios, nem presta apoio institucional a esses projetos. No comunicado, o movimento oficializa, assim, o afastamento de Francisco Benitez e Guilherme Fontes, sublinhando que a decisão do antigo rosto da candidatura presidencial foi tomada a “título individual”.

Esta separação representa mais um episódio na dinâmica associativa do clube da Luz, num contexto em que diferentes grupos, como o recém formado UNUM, e plataformas procuram afirmar as suas ideias e posições sobre o futuro do Benfica.



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